Foram encontradas 40 questões.
Com base na Constituição do Estado do Rio de Janeiro (CERJ), responda à questão abaixo.
Para as pessoas que percebem até um salário mínimo, as desempregadas e as reconhecidamente pobres é assegurada gratuidade ao:
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Com base na Constituição do Estado do Rio de Janeiro (CERJ), responda à questão abaixo.
O estado do Rio de Janeiro possui estrutura complexa. Para atender a sua organização, mediante lei complementar, poderá criar:
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Texto II

Considerando o texto II, responda à questão abaixo.
Os termos “Mafalda” e “Felipe” são vocativos. Ao reescrever a fala de Felipe no quadrinho, de acordo com as normas de pontuação previstas pela gramática da Língua Portuguesa, a estrutura frasal mantém-se correta em:
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Texto II

Considerando o texto II, responda à questão abaixo.
A palavra que desencadeia o humor do quadrinho é:
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Texto I
Ciência e o sentido da vida
Outro dia, estava dando uma palestra, quando alguém me fez “aquela” pergunta: professor, por que o senhor é cientista? Respondi que não podia ser outra coisa; que considerava um privilégio poder dedicar minha vida ao ensino e à pesquisa.
Mas o que de fato está por trás dessa profissão, ao menos para mim, é uma oportunidade única para criarmos algo de novo, algo que nos diferencie do resto.
A ciência oferece uma oportunidade, para que possamos nos engajar com o “mistério”, como Einstein chamava nossa atração pelo desconhecido: “A emoção mais significativa que podemos sentir é o mistério. Ela é o berço da verdadeira arte e da ciência. Quem não a conhece e não é mais capaz de se maravilhar, está mais morto do que vivo, como uma vela que se apagou.”
Einstein pôs as artes e as ciências sobre o mesmo patamar, frutos que são da criatividade humana.
Para ele, nossas criações são produto desse questionamento incessante sobre quem somos e sobre o mundo à nossa volta.
A ciência abre portas para o desconhecido, para o que nos foge aos sentidos. Aquilo que não vemos ou ouvimos é tão real quanto o que percebemos.
Usamos instrumentos variados para amplificar nossa percepção da realidade, mesmo sabendo que nossa visão será sempre limitada: qualquer microscópio, telescópio ou detector tem alcance e precisão determinados pelo estado da tecnologia.
É claro que um telescópio do século XIX não pode competir com os telescópios mais avançados de hoje. Com isso, o que captamos da realidade depende de forma essencial daquilo que nossos instrumentos nos permitem ver.
Esse fato tem uma consequência importante: o que captamos do mundo depende das tecnologias que usamos. Ou seja, com o avanço delas, muda, muitas vezes, nossa visão de mundo.
Um exemplo que já usei aqui é o microscópio. A visão da vida antes e depois da invenção do microscópio mudou completamente. O instrumento, inventado ao fim do século XVII, permitiu que víssemos criaturas invisíveis aos olhos.
Com isso, novas perguntas sobre a natureza da vida puderam ser feitas – perguntas que, antes da invenção do microscópio, não eram nem vislumbradas.
Essa é uma lição importante, que elaboro no livro “Ilha do Conhecimento”: o conhecimento não se desenvolve linearmente; cresce de forma imprevisível, interagindo com as tecnologias que temos ao nosso dispor.
Isso dá uma conotação única à ciência. Sendo um caminho para o conhecimento, ela nos oferece uma oportunidade de estar sempre buscando, e crescendo com a busca.
O sentido da vida é dar sentido à vida. Não existe, ou deve existir, um fim. Pense num alpinista.
Ele se prepara para subir o pico que vê à sua frente e, depois de muito esforço, consegue. De lá de cima, pode fazer duas coisas: se dar por satisfeito e descer, ou olhar em torno e ver todos os picos que ainda não escalou.
A busca pelo conhecimento científico é assim: uma escalada por todos os picos que podemos encontrar. E quando conquistarmos todos eles, basta olhar para cima, e continuar nossa busca no espaço.
Considerando o texto I, responda à questão abaixo.
No trecho “Portanto, o mistério que nos cerca...”, a conjunção sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
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Texto I
Ciência e o sentido da vida
Outro dia, estava dando uma palestra, quando alguém me fez “aquela” pergunta: professor, por que o senhor é cientista? Respondi que não podia ser outra coisa; que considerava um privilégio poder dedicar minha vida ao ensino e à pesquisa.
Mas o que de fato está por trás dessa profissão, ao menos para mim, é uma oportunidade única para criarmos algo de novo, algo que nos diferencie do resto.
A ciência oferece uma oportunidade, para que possamos nos engajar com o “mistério”, como Einstein chamava nossa atração pelo desconhecido: “A emoção mais significativa que podemos sentir é o mistério. Ela é o berço da verdadeira arte e da ciência. Quem não a conhece e não é mais capaz de se maravilhar, está mais morto do que vivo, como uma vela que se apagou.”
Einstein pôs as artes e as ciências sobre o mesmo patamar, frutos que são da criatividade humana.
Para ele, nossas criações são produto desse questionamento incessante sobre quem somos e sobre o mundo à nossa volta.
A ciência abre portas para o desconhecido, para o que nos foge aos sentidos. Aquilo que não vemos ou ouvimos é tão real quanto o que percebemos.
Usamos instrumentos variados para amplificar nossa percepção da realidade, mesmo sabendo que nossa visão será sempre limitada: qualquer microscópio, telescópio ou detector tem alcance e precisão determinados pelo estado da tecnologia.
É claro que um telescópio do século XIX não pode competir com os telescópios mais avançados de hoje. Com isso, o que captamos da realidade depende de forma essencial daquilo que nossos instrumentos nos permitem ver.
Esse fato tem uma consequência importante: o que captamos do mundo depende das tecnologias que usamos. Ou seja, com o avanço delas, muda, muitas vezes, nossa visão de mundo.
Um exemplo que já usei aqui é o microscópio. A visão da vida antes e depois da invenção do microscópio mudou completamente. O instrumento, inventado ao fim do século XVII, permitiu que víssemos criaturas invisíveis aos olhos.
Com isso, novas perguntas sobre a natureza da vida puderam ser feitas – perguntas que, antes da invenção do microscópio, não eram nem vislumbradas.
Essa é uma lição importante, que elaboro no livro “Ilha do Conhecimento”: o conhecimento não se desenvolve linearmente; cresce de forma imprevisível, interagindo com as tecnologias que temos ao nosso dispor.
Portanto, o mistério que nos cerca, e que tanto fascinava Einstein, estará sempre à nossa volta: não há como decifrá-lo por completo.
Isso dá uma conotação única à ciência. Sendo um caminho para o conhecimento, ela nos oferece uma oportunidade de estar sempre buscando, e crescendo com a busca.
O sentido da vida é dar sentido à vida. Não existe, ou deve existir, um fim. Pense num alpinista.
Ele se prepara para subir o pico que vê à sua frente e, depois de muito esforço, consegue. De lá de cima, pode fazer duas coisas: se dar por satisfeito e descer, ou olhar em torno e ver todos os picos que ainda não escalou.
A busca pelo conhecimento científico é assim: uma escalada por todos os picos que podemos encontrar. E quando conquistarmos todos eles, basta olhar para cima, e continuar nossa busca no espaço.
Considerando o texto I, responda à questão abaixo.
A tipologia textual predominante no texto de Marcelo Gleiser é:
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Texto I
Ciência e o sentido da vida
Outro dia, estava dando uma palestra, quando alguém me fez “aquela” pergunta: professor, por que o senhor é cientista? Respondi que não podia ser outra coisa; que considerava um privilégio poder dedicar minha vida ao ensino e à pesquisa.
Mas o que de fato está por trás dessa profissão, ao menos para mim, é uma oportunidade única para criarmos algo de novo, algo que nos diferencie do resto.
A ciência oferece uma oportunidade, para que possamos nos engajar com o “mistério”, como Einstein chamava nossa atração pelo desconhecido: “A emoção mais significativa que podemos sentir é o mistério. Ela é o berço da verdadeira arte e da ciência. Quem não a conhece e não é mais capaz de se maravilhar, está mais morto do que vivo, como uma vela que se apagou.”
Einstein pôs as artes e as ciências sobre o mesmo patamar, frutos que são da criatividade humana.
Para ele, nossas criações são produto desse questionamento incessante sobre quem somos e sobre o mundo à nossa volta.
A ciência abre portas para o desconhecido, para o que nos foge aos sentidos. Aquilo que não vemos ou ouvimos é tão real quanto o que percebemos.
Usamos instrumentos variados para amplificar nossa percepção da realidade, mesmo sabendo que nossa visão será sempre limitada: qualquer microscópio, telescópio ou detector tem alcance e precisão determinados pelo estado da tecnologia.
É claro que um telescópio do século XIX não pode competir com os telescópios mais avançados de hoje. Com isso, o que captamos da realidade depende de forma essencial daquilo que nossos instrumentos nos permitem ver.
Esse fato tem uma consequência importante: o que captamos do mundo depende das tecnologias que usamos. Ou seja, com o avanço delas, muda, muitas vezes, nossa visão de mundo.
Um exemplo que já usei aqui é o microscópio. A visão da vida antes e depois da invenção do microscópio mudou completamente. O instrumento, inventado ao fim do século XVII, permitiu que víssemos criaturas invisíveis aos olhos.
Com isso, novas perguntas sobre a natureza da vida puderam ser feitas – perguntas que, antes da invenção do microscópio, não eram nem vislumbradas.
Essa é uma lição importante, que elaboro no livro “Ilha do Conhecimento”: o conhecimento não se desenvolve linearmente; cresce de forma imprevisível, interagindo com as tecnologias que temos ao nosso dispor.
Portanto, o mistério que nos cerca, e que tanto fascinava Einstein, estará sempre à nossa volta: não há como decifrá-lo por completo.
Isso dá uma conotação única à ciência. Sendo um caminho para o conhecimento, ela nos oferece uma oportunidade de estar sempre buscando, e crescendo com a busca.
O sentido da vida é dar sentido à vida. Não existe, ou deve existir, um fim. Pense num alpinista.
Ele se prepara para subir o pico que vê à sua frente e, depois de muito esforço, consegue. De lá de cima, pode fazer duas coisas: se dar por satisfeito e descer, ou olhar em torno e ver todos os picos que ainda não escalou.
A busca pelo conhecimento científico é assim: uma escalada por todos os picos que podemos encontrar. E quando conquistarmos todos eles, basta olhar para cima, e continuar nossa busca no espaço.
Considerando o texto I, responda à questão abaixo.
O uso da primeira pessoa do plural no texto, em termos estilísticos, provoca um(a):
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Texto I
Ciência e o sentido da vida
Mas o que de fato está por trás dessa profissão, ao menos para mim, é uma oportunidade única para criarmos algo de novo, algo que nos diferencie do resto.
A ciência oferece uma oportunidade, para que possamos nos engajar com o “mistério”, como Einstein chamava nossa atração pelo desconhecido: “A emoção mais significativa que podemos sentir é o mistério. Ela é o berço da verdadeira arte e da ciência. Quem não a conhece e não é mais capaz de se maravilhar, está mais morto do que vivo, como uma vela que se apagou.”
Einstein pôs as artes e as ciências sobre o mesmo patamar, frutos que são da criatividade humana.
Para ele, nossas criações são produto desse questionamento incessante sobre quem somos e sobre o mundo à nossa volta.
A ciência abre portas para o desconhecido, para o que nos foge aos sentidos. Aquilo que não vemos ou ouvimos é tão real quanto o que percebemos.
Usamos instrumentos variados para amplificar nossa percepção da realidade, mesmo sabendo que nossa visão será sempre limitada: qualquer microscópio, telescópio ou detector tem alcance e precisão determinados pelo estado da tecnologia.
É claro que um telescópio do século XIX não pode competir com os telescópios mais avançados de hoje. Com isso, o que captamos da realidade depende de forma essencial daquilo que nossos instrumentos nos permitem ver.
Esse fato tem uma consequência importante: o que captamos do mundo depende das tecnologias que usamos. Ou seja, com o avanço delas, muda, muitas vezes, nossa visão de mundo.
Um exemplo que já usei aqui é o microscópio. A visão da vida antes e depois da invenção do microscópio mudou completamente. O instrumento, inventado ao fim do século XVII, permitiu que víssemos criaturas invisíveis aos olhos.
Com isso, novas perguntas sobre a natureza da vida puderam ser feitas – perguntas que, antes da invenção do microscópio, não eram nem vislumbradas.
Essa é uma lição importante, que elaboro no livro “Ilha do Conhecimento”: o conhecimento não se desenvolve linearmente; cresce de forma imprevisível, interagindo com as tecnologias que temos ao nosso dispor.
Portanto, o mistério que nos cerca, e que tanto fascinava Einstein, estará sempre à nossa volta: não há como decifrá-lo por completo.
Isso dá uma conotação única à ciência. Sendo um caminho para o conhecimento, ela nos oferece uma oportunidade de estar sempre buscando, e crescendo com a busca.
O sentido da vida é dar sentido à vida. Não existe, ou deve existir, um fim. Pense num alpinista.
Ele se prepara para subir o pico que vê à sua frente e, depois de muito esforço, consegue. De lá de cima, pode fazer duas coisas: se dar por satisfeito e descer, ou olhar em torno e ver todos os picos que ainda não escalou.
A busca pelo conhecimento científico é assim: uma escalada por todos os picos que podemos encontrar. E quando conquistarmos todos eles, basta olhar para cima, e continuar nossa busca no espaço.
Considerando o texto I, responda à questão abaixo.
“Outro dia, estava dando uma palestra, quando alguém me fez ‘aquela’ pergunta: professor, por que o senhor é cientista?”. As aspas no termo “aquela” mostram que esse tipo de questionamento é:
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Texto I
Ciência e o sentido da vida
Outro dia, estava dando uma palestra, quando alguém me fez “aquela” pergunta: professor, por que o senhor é cientista? Respondi que não podia ser outra coisa; que considerava um privilégio poder dedicar minha vida ao ensino e à pesquisa.
Mas o que de fato está por trás dessa profissão, ao menos para mim, é uma oportunidade única para criarmos algo de novo, algo que nos diferencie do resto.
A ciência oferece uma oportunidade, para que possamos nos engajar com o “mistério”, como Einstein chamava nossa atração pelo desconhecido: “A emoção mais significativa que podemos sentir é o mistério. Ela é o berço da verdadeira arte e da ciência. Quem não a conhece e não é mais capaz de se maravilhar, está mais morto do que vivo, como uma vela que se apagou.”
Einstein pôs as artes e as ciências sobre o mesmo patamar, frutos que são da criatividade humana.
Para ele, nossas criações são produto desse questionamento incessante sobre quem somos e sobre o mundo à nossa volta.
A ciência abre portas para o desconhecido, para o que nos foge aos sentidos. Aquilo que não vemos ou ouvimos é tão real quanto o que percebemos.
Usamos instrumentos variados para amplificar nossa percepção da realidade, mesmo sabendo que nossa visão será sempre limitada: qualquer microscópio, telescópio ou detector tem alcance e precisão determinados pelo estado da tecnologia.
É claro que um telescópio do século XIX não pode competir com os telescópios mais avançados de hoje. Com isso, o que captamos da realidade depende de forma essencial daquilo que nossos instrumentos nos permitem ver.
Esse fato tem uma consequência importante: o que captamos do mundo depende das tecnologias que usamos. Ou seja, com o avanço delas, muda, muitas vezes, nossa visão de mundo.
Um exemplo que já usei aqui é o microscópio. A visão da vida antes e depois da invenção do microscópio mudou completamente. O instrumento, inventado ao fim do século XVII, permitiu que víssemos criaturas invisíveis aos olhos.
Com isso, novas perguntas sobre a natureza da vida puderam ser feitas – perguntas que, antes da invenção do microscópio, não eram nem vislumbradas.
Essa é uma lição importante, que elaboro no livro “Ilha do Conhecimento”: o conhecimento não se desenvolve linearmente; cresce de forma imprevisível, interagindo com as tecnologias que temos ao nosso dispor.
Portanto, o mistério que nos cerca, e que tanto fascinava Einstein, estará sempre à nossa volta: não há como decifrá-lo por completo.
Isso dá uma conotação única à ciência. Sendo um caminho para o conhecimento, ela nos oferece uma oportunidade de estar sempre buscando, e crescendo com a busca.
O sentido da vida é dar sentido à vida. Não existe, ou deve existir, um fim. Pense num alpinista.
Ele se prepara para subir o pico que vê à sua frente e, depois de muito esforço, consegue. De lá de cima, pode fazer duas coisas: se dar por satisfeito e descer, ou olhar em torno e ver todos os picos que ainda não escalou.
A busca pelo conhecimento científico é assim: uma escalada por todos os picos que podemos encontrar. E quando conquistarmos todos eles, basta olhar para cima, e continuar nossa busca no espaço.
Considerando o texto I, responda à questão abaixo.
No livro “Ilha do Conhecimento”, Gleiser afirma que o processo do conhecimento é desenvolvido de:
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Texto I
Ciência e o sentido da vida
Outro dia, estava dando uma palestra, quando alguém me fez “aquela” pergunta: professor, por que o senhor é cientista? Respondi que não podia ser outra coisa; que considerava um privilégio poder dedicar minha vida ao ensino e à pesquisa.
Mas o que de fato está por trás dessa profissão, ao menos para mim, é uma oportunidade única para criarmos algo de novo, algo que nos diferencie do resto.
A ciência oferece uma oportunidade, para que possamos nos engajar com o “mistério”, como Einstein chamava nossa atração pelo desconhecido: “A emoção mais significativa que podemos sentir é o mistério. Ela é o berço da verdadeira arte e da ciência. Quem não a conhece e não é mais capaz de se maravilhar, está mais morto do que vivo, como uma vela que se apagou.”
Einstein pôs as artes e as ciências sobre o mesmo patamar, frutos que são da criatividade humana.
Para ele, nossas criações são produto desse questionamento incessante sobre quem somos e sobre o mundo à nossa volta.
A ciência abre portas para o desconhecido, para o que nos foge aos sentidos. Aquilo que não vemos ou ouvimos é tão real quanto o que percebemos.
Usamos instrumentos variados para amplificar nossa percepção da realidade, mesmo sabendo que nossa visão será sempre limitada: qualquer microscópio, telescópio ou detector tem alcance e precisão determinados pelo estado da tecnologia.
É claro que um telescópio do século XIX não pode competir com os telescópios mais avançados de hoje. Com isso, o que captamos da realidade depende de forma essencial daquilo que nossos instrumentos nos permitem ver.
Esse fato tem uma consequência importante: o que captamos do mundo depende das tecnologias que usamos. Ou seja, com o avanço delas, muda, muitas vezes, nossa visão de mundo.
Um exemplo que já usei aqui é o microscópio. A visão da vida antes e depois da invenção do microscópio mudou completamente. O instrumento, inventado ao fim do século XVII, permitiu que víssemos criaturas invisíveis aos olhos.
Com isso, novas perguntas sobre a natureza da vida puderam ser feitas – perguntas que, antes da invenção do microscópio, não eram nem vislumbradas.
Portanto, o mistério que nos cerca, e que tanto fascinava Einstein, estará sempre à nossa volta: não há como decifrá-lo por completo.
Isso dá uma conotação única à ciência. Sendo um caminho para o conhecimento, ela nos oferece uma oportunidade de estar sempre buscando, e crescendo com a busca.
O sentido da vida é dar sentido à vida. Não existe, ou deve existir, um fim. Pense num alpinista.
Ele se prepara para subir o pico que vê à sua frente e, depois de muito esforço, consegue. De lá de cima, pode fazer duas coisas: se dar por satisfeito e descer, ou olhar em torno e ver todos os picos que ainda não escalou.
A busca pelo conhecimento científico é assim: uma escalada por todos os picos que podemos encontrar. E quando conquistarmos todos eles, basta olhar para cima, e continuar nossa busca no espaço.
Considerando o texto I, responda à questão abaixo.
“Essa é uma lição importante, que elaboro no livro ‘Ilha do Conhecimento’...”. O termo sublinhado tem classe gramatical igual a da palavra destacada em:
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