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Foram encontradas 80 questões.

Leia o texto a seguir para responder às questões de 7 a 12.

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Difíceis identidades contemporâneas

-

01--Às vezes, nossa existência nos pesa. Mesmo que por algum tempo tenhamos vontade de nos livrar das

02--necessidades ligadas a ela, de tirarmos férias de nós mesmos para tomar fôlego, descansar. Embora

03--nossas condições de vida sejam, decerto, melhores do que as de nossos ancestrais, elas não nos eximem

04--do essencial que consiste em dar significado e valor à existência, em nos sentirmos ligados aos outros, em

05--experimentar o sentimento de ter um lugar no seio do vínculo social. A individualização do sentido, ao

06--libertar das tradições ou dos valores comuns, desvincula de toda autoridade. Cada um se torna seu próprio

07--dono e só precisa prestar contas a si mesmo.

08--O desmantelamento do vínculo social isola cada indivíduo e o entrega à sua liberdade, à fruição de sua

10--autonomia ou, ao contrário, a seu sentimento de insuficiência, a seu fracasso pessoal. O indivíduo que não

11--dispõe de recursos interiores sólidos para se ajustar, dar significados e valores aos acontecimentos, que

12--não tem autoconfiança suficiente, sente-se ainda mais vulnerável e é obrigado a firmar-se por si mesmo, já

13--que não encontra apoio na comunidade. Muitas vezes ele mergulha em um clima de tensão, de inquietude,

14--de dúvida, que torna difícil sua vida. Nem sempre ele consegue encontrar prazer em viver.

15--Muitos de nossos contemporâneos aspiram ao alívio da pressão que pesa em seus ombros, à suspensão

16--do esforço constante para continuar sendo eles mesmos ao longo do tempo e das circunstâncias, sempre à

17--altura das exigências para consigo mesmos e para com os outros. Mesmo quando nenhuma dificuldade

18--pesa, pode emergir a tentação de desligar-se de si mesmo – nem que seja por algum tempo – para fugir

19--das rotinas e preocupações. Qualquer desobrigação é bem-vinda; ela permite desapegar-se por um

20--instante.

21--Em uma sociedade onde se impõem a flexibilidade, a urgência, a agilidade, a concorrência, a eficácia etc.,

22--ser si mesmo já não é algo evidente, visto que a todo instante urge expor-se ao mundo, adaptar-se às

23--circunstâncias, assumir a autonomia, estar à altura dos acontecimentos. Já não basta nascer ou crescer, é

24--preciso construir-se permanentemente, manter-se mobilizado, dar sentido à vida, fundamentar suas ações

25--nos valores.

24--A tarefa de individuação é árdua, sobretudo quando se trata de ser exatamente si mesmo. Encontrar os

25--suportes de sua autonomia e bastar-se a si mesmo não são um dado evidente. Nem todos os indivíduos

26--dispõem das mesmas capacidades. “Se as exigências morais se abrandaram, as coerções psíquicas

27--invadiram o cenário social: a emancipação e ação alargam desmedidamente a responsabilidade individual,

28--elas aguçam a consciência de ser tão somente si mesmo [...]. Por isso, a insuficiência é para a pessoa

29--contemporânea o que o conflito era para a primeira metade do século XX” (EHRENBERG, 1998: 276). O

30--indivíduo fica doravante sem orientação para se construir, ou melhor, se vê diante de muitas possiblidades

31--e entregue a seus recursos pessoais. Essa falta de apoio social e ausência de regulação exterior nem

32--sempre facilitam o acesso à autonomia. No entanto, todo indivíduo é responsável por si próprio, mesmo que

33--lhe faltem meios econômicos e, sobretudo, simbólicos para assumir uma liberdade que não escolheu, mas

34--que lhe é outorgada pelo contexto democrático de nossas sociedades. E, nessa busca, ele está sozinho.

35--Ele já não dispõe à sua volta, como outrora, de um quadro político para se afirmar em uma luta comum, já

36--não é mais apoiado por uma cultura de classe e por um destino compartilhado com outros.

37--Estar sob sua própria autoridade implica recursos interiores continuamente renovados, pois ela é fonte de

38--inquietação, de aflição e mobiliza um esforço constante. A identidade tornou-se uma noção essencial para o

39--questionamento de cada indivíduo e de nossas sociedades, mas hoje ela está em crise e alimenta uma

40--“incerteza radical quanto à continuidade e à consistência de si mesmo” (GAUCHET, 2004: 257). A

41--transparência desapareceu entre as diferentes formas de socialização e de subjetividade. Manter seu lugar

42--no seio do vínculo social implica uma tensão, um esforço.

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LE BRETON, David. Desaparecer de si: uma tentação contemporânea. Rio de Janeiro: Vozes, 2018. p. 9-11 (Adaptado).

Considerando o modo de organização linguística e textual, “Difíceis identidades contemporâneas”, de David Le Breton, é um texto predominantemente

 

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Difíceis identidades contemporâneas

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01--Às vezes, nossa existência nos pesa. Mesmo que por algum tempo tenhamos vontade de nos livrar das

02--necessidades ligadas a ela, de tirarmos férias de nós mesmos para tomar fôlego, descansar. Embora

03--nossas condições de vida sejam, decerto, melhores do que as de nossos ancestrais, elas não nos eximem

04--do essencial que consiste em dar significado e valor à existência, em nos sentirmos ligados aos outros, em

05--experimentar o sentimento de ter um lugar no seio do vínculo social. A individualização do sentido, ao

06--libertar das tradições ou dos valores comuns, desvincula de toda autoridade. Cada um se torna seu próprio

07--dono e só precisa prestar contas a si mesmo.

08--O desmantelamento do vínculo social isola cada indivíduo e o entrega à sua liberdade, à fruição de sua

10--autonomia ou, ao contrário, a seu sentimento de insuficiência, a seu fracasso pessoal. O indivíduo que não

11--dispõe de recursos interiores sólidos para se ajustar, dar significados e valores aos acontecimentos, que

12--não tem autoconfiança suficiente, sente-se ainda mais vulnerável e é obrigado a firmar-se por si mesmo, já

13--que não encontra apoio na comunidade. Muitas vezes ele mergulha em um clima de tensão, de inquietude,

14--de dúvida, que torna difícil sua vida. Nem sempre ele consegue encontrar prazer em viver.

15--Muitos de nossos contemporâneos aspiram ao alívio da pressão que pesa em seus ombros, à suspensão

16--do esforço constante para continuar sendo eles mesmos ao longo do tempo e das circunstâncias, sempre à

17--altura das exigências para consigo mesmos e para com os outros. Mesmo quando nenhuma dificuldade

18--pesa, pode emergir a tentação de desligar-se de si mesmo – nem que seja por algum tempo – para fugir

19--das rotinas e preocupações. Qualquer desobrigação é bem-vinda; ela permite desapegar-se por um

20--instante.

21--Em uma sociedade onde se impõem a flexibilidade, a urgência, a agilidade, a concorrência, a eficácia etc.,

22--ser si mesmo já não é algo evidente, visto que a todo instante urge expor-se ao mundo, adaptar-se às

23--circunstâncias, assumir a autonomia, estar à altura dos acontecimentos. Já não basta nascer ou crescer, é

24--preciso construir-se permanentemente, manter-se mobilizado, dar sentido à vida, fundamentar suas ações

25--nos valores.

24--A tarefa de individuação é árdua, sobretudo quando se trata de ser exatamente si mesmo. Encontrar os

25--suportes de sua autonomia e bastar-se a si mesmo não são um dado evidente. Nem todos os indivíduos

26--dispõem das mesmas capacidades. “Se as exigências morais se abrandaram, as coerções psíquicas

27--invadiram o cenário social: a emancipação e ação alargam desmedidamente a responsabilidade individual,

28--elas aguçam a consciência de ser tão somente si mesmo [...]. Por isso, a insuficiência é para a pessoa

29--contemporânea o que o conflito era para a primeira metade do século XX” (EHRENBERG, 1998: 276). O

30--indivíduo fica doravante sem orientação para se construir, ou melhor, se vê diante de muitas possiblidades

31--e entregue a seus recursos pessoais. Essa falta de apoio social e ausência de regulação exterior nem

32--sempre facilitam o acesso à autonomia. No entanto, todo indivíduo é responsável por si próprio, mesmo que

33--lhe faltem meios econômicos e, sobretudo, simbólicos para assumir uma liberdade que não escolheu, mas

34--que lhe é outorgada pelo contexto democrático de nossas sociedades. E, nessa busca, ele está sozinho.

35--Ele já não dispõe à sua volta, como outrora, de um quadro político para se afirmar em uma luta comum, já

36--não é mais apoiado por uma cultura de classe e por um destino compartilhado com outros.

37--Estar sob sua própria autoridade implica recursos interiores continuamente renovados, pois ela é fonte de

38--inquietação, de aflição e mobiliza um esforço constante. A identidade tornou-se uma noção essencial para o

39--questionamento de cada indivíduo e de nossas sociedades, mas hoje ela está em crise e alimenta uma

40--“incerteza radical quanto à continuidade e à consistência de si mesmo” (GAUCHET, 2004: 257). A

41--transparência desapareceu entre as diferentes formas de socialização e de subjetividade. Manter seu lugar

42--no seio do vínculo social implica uma tensão, um esforço.

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LE BRETON, David. Desaparecer de si: uma tentação contemporânea. Rio de Janeiro: Vozes, 2018. p. 9-11 (Adaptado).

É uma ideia defendida no texto “Difíceis identidades contemporâneas”:

 

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Difíceis identidades contemporâneas

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01--Às vezes, nossa existência nos pesa. Mesmo que por algum tempo tenhamos vontade de nos livrar das

02--necessidades ligadas a ela, de tirarmos férias de nós mesmos para tomar fôlego, descansar. Embora

03--nossas condições de vida sejam, decerto, melhores do que as de nossos ancestrais, elas não nos eximem

04--do essencial que consiste em dar significado e valor à existência, em nos sentirmos ligados aos outros, em

05--experimentar o sentimento de ter um lugar no seio do vínculo social. A individualização do sentido, ao

06--libertar das tradições ou dos valores comuns, desvincula de toda autoridade. Cada um se torna seu próprio

07--dono e só precisa prestar contas a si mesmo.

08--O desmantelamento do vínculo social isola cada indivíduo e o entrega à sua liberdade, à fruição de sua

10--autonomia ou, ao contrário, a seu sentimento de insuficiência, a seu fracasso pessoal. O indivíduo que não

11--dispõe de recursos interiores sólidos para se ajustar, dar significados e valores aos acontecimentos, que

12--não tem autoconfiança suficiente, sente-se ainda mais vulnerável e é obrigado a firmar-se por si mesmo, já

13--que não encontra apoio na comunidade. Muitas vezes ele mergulha em um clima de tensão, de inquietude,

14--de dúvida, que torna difícil sua vida. Nem sempre ele consegue encontrar prazer em viver.

15--Muitos de nossos contemporâneos aspiram ao alívio da pressão que pesa em seus ombros, à suspensão

16--do esforço constante para continuar sendo eles mesmos ao longo do tempo e das circunstâncias, sempre à

17--altura das exigências para consigo mesmos e para com os outros. Mesmo quando nenhuma dificuldade

18--pesa, pode emergir a tentação de desligar-se de si mesmo – nem que seja por algum tempo – para fugir

19--das rotinas e preocupações. Qualquer desobrigação é bem-vinda; ela permite desapegar-se por um

20--instante.

21--Em uma sociedade onde se impõem a flexibilidade, a urgência, a agilidade, a concorrência, a eficácia etc.,

22--ser si mesmo já não é algo evidente, visto que a todo instante urge expor-se ao mundo, adaptar-se às

23--circunstâncias, assumir a autonomia, estar à altura dos acontecimentos. Já não basta nascer ou crescer, é

24--preciso construir-se permanentemente, manter-se mobilizado, dar sentido à vida, fundamentar suas ações

25--nos valores.

24--A tarefa de individuação é árdua, sobretudo quando se trata de ser exatamente si mesmo. Encontrar os

25--suportes de sua autonomia e bastar-se a si mesmo não são um dado evidente. Nem todos os indivíduos

26--dispõem das mesmas capacidades. “Se as exigências morais se abrandaram, as coerções psíquicas

27--invadiram o cenário social: a emancipação e ação alargam desmedidamente a responsabilidade individual,

28--elas aguçam a consciência de ser tão somente si mesmo [...]. Por isso, a insuficiência é para a pessoa

29--contemporânea o que o conflito era para a primeira metade do século XX” (EHRENBERG, 1998: 276). O

30--indivíduo fica doravante sem orientação para se construir, ou melhor, se vê diante de muitas possiblidades

31--e entregue a seus recursos pessoais. Essa falta de apoio social e ausência de regulação exterior nem

32--sempre facilitam o acesso à autonomia. No entanto, todo indivíduo é responsável por si próprio, mesmo que

33--lhe faltem meios econômicos e, sobretudo, simbólicos para assumir uma liberdade que não escolheu, mas

34--que lhe é outorgada pelo contexto democrático de nossas sociedades. E, nessa busca, ele está sozinho.

35--Ele já não dispõe à sua volta, como outrora, de um quadro político para se afirmar em uma luta comum, já

36--não é mais apoiado por uma cultura de classe e por um destino compartilhado com outros.

37--Estar sob sua própria autoridade implica recursos interiores continuamente renovados, pois ela é fonte de

38--inquietação, de aflição e mobiliza um esforço constante. A identidade tornou-se uma noção essencial para o

39--questionamento de cada indivíduo e de nossas sociedades, mas hoje ela está em crise e alimenta uma

40--“incerteza radical quanto à continuidade e à consistência de si mesmo” (GAUCHET, 2004: 257). A

41--transparência desapareceu entre as diferentes formas de socialização e de subjetividade. Manter seu lugar

42--no seio do vínculo social implica uma tensão, um esforço.

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LE BRETON, David. Desaparecer de si: uma tentação contemporânea. Rio de Janeiro: Vozes, 2018. p. 9-11 (Adaptado).

No trecho “pois ela é fonte de inquietação, de aflição e mobiliza um esforço constante” (linhas 37 e 38), o pronome “ela” faz uma retomada anafórica do seguinte termo:

 

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Difíceis identidades contemporâneas

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01--Às vezes, nossa existência nos pesa. Mesmo que por algum tempo tenhamos vontade de nos livrar das

02--necessidades ligadas a ela, de tirarmos férias de nós mesmos para tomar fôlego, descansar. Embora

03--nossas condições de vida sejam, decerto, melhores do que as de nossos ancestrais, elas não nos eximem

04--do essencial que consiste em dar significado e valor à existência, em nos sentirmos ligados aos outros, em

05--experimentar o sentimento de ter um lugar no seio do vínculo social. A individualização do sentido, ao

06--libertar das tradições ou dos valores comuns, desvincula de toda autoridade. Cada um se torna seu próprio

07--dono e só precisa prestar contas a si mesmo.

08--O desmantelamento do vínculo social isola cada indivíduo e o entrega à sua liberdade, à fruição de sua

10--autonomia ou, ao contrário, a seu sentimento de insuficiência, a seu fracasso pessoal. O indivíduo que não

11--dispõe de recursos interiores sólidos para se ajustar, dar significados e valores aos acontecimentos, que

12--não tem autoconfiança suficiente, sente-se ainda mais vulnerável e é obrigado a firmar-se por si mesmo, já

13--que não encontra apoio na comunidade. Muitas vezes ele mergulha em um clima de tensão, de inquietude,

14--de dúvida, que torna difícil sua vida. Nem sempre ele consegue encontrar prazer em viver.

15--Muitos de nossos contemporâneos aspiram ao alívio da pressão que pesa em seus ombros, à suspensão

16--do esforço constante para continuar sendo eles mesmos ao longo do tempo e das circunstâncias, sempre à

17--altura das exigências para consigo mesmos e para com os outros. Mesmo quando nenhuma dificuldade

18--pesa, pode emergir a tentação de desligar-se de si mesmo – nem que seja por algum tempo – para fugir

19--das rotinas e preocupações. Qualquer desobrigação é bem-vinda; ela permite desapegar-se por um

20--instante.

21--Em uma sociedade onde se impõem a flexibilidade, a urgência, a agilidade, a concorrência, a eficácia etc.,

22--ser si mesmo já não é algo evidente, visto que a todo instante urge expor-se ao mundo, adaptar-se às

23--circunstâncias, assumir a autonomia, estar à altura dos acontecimentos. Já não basta nascer ou crescer, é

24--preciso construir-se permanentemente, manter-se mobilizado, dar sentido à vida, fundamentar suas ações

25--nos valores.

24--A tarefa de individuação é árdua, sobretudo quando se trata de ser exatamente si mesmo. Encontrar os

25--suportes de sua autonomia e bastar-se a si mesmo não são um dado evidente. Nem todos os indivíduos

26--dispõem das mesmas capacidades. “Se as exigências morais se abrandaram, as coerções psíquicas

27--invadiram o cenário social: a emancipação e ação alargam desmedidamente a responsabilidade individual,

28--elas aguçam a consciência de ser tão somente si mesmo [...]. Por isso, a insuficiência é para a pessoa

29--contemporânea o que o conflito era para a primeira metade do século XX” (EHRENBERG, 1998: 276). O

30--indivíduo fica doravante sem orientação para se construir, ou melhor, se vê diante de muitas possiblidades

31--e entregue a seus recursos pessoais. Essa falta de apoio social e ausência de regulação exterior nem

32--sempre facilitam o acesso à autonomia. No entanto, todo indivíduo é responsável por si próprio, mesmo que

33--lhe faltem meios econômicos e, sobretudo, simbólicos para assumir uma liberdade que não escolheu, mas

34--que lhe é outorgada pelo contexto democrático de nossas sociedades. E, nessa busca, ele está sozinho.

35--Ele já não dispõe à sua volta, como outrora, de um quadro político para se afirmar em uma luta comum, já

36--não é mais apoiado por uma cultura de classe e por um destino compartilhado com outros.

37--Estar sob sua própria autoridade implica recursos interiores continuamente renovados, pois ela é fonte de

38--inquietação, de aflição e mobiliza um esforço constante. A identidade tornou-se uma noção essencial para o

39--questionamento de cada indivíduo e de nossas sociedades, mas hoje ela está em crise e alimenta uma

40--“incerteza radical quanto à continuidade e à consistência de si mesmo” (GAUCHET, 2004: 257). A

41--transparência desapareceu entre as diferentes formas de socialização e de subjetividade. Manter seu lugar

42--no seio do vínculo social implica uma tensão, um esforço.

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LE BRETON, David. Desaparecer de si: uma tentação contemporânea. Rio de Janeiro: Vozes, 2018. p. 9-11 (Adaptado).

A oração “Embora nossas condições de vida sejam, decerto, melhores do que as de nossos ancestrais” (linhas 2 e 3) estabelece com a oração que vem na sequência uma relação

 

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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.

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Escravidão e o mito da benevolência

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01--Certa vez um etnologista disse que "o caminho do progresso é cheio de aventuras, rupturas e escândalos".

02--Devemos, assim, começar examinando o maior de todos os escândalos, aquele que ultrapassou qualquer

03--outro na história da humanidade: a escravização dos povos negro-africanos.

04--No Brasil, é a escravidão que define a qualidade, a extensão e a intensidade da relação física e espiritual

05--dos filhos de três continentes que aqui se encontraram, confrontando um ao outro no esforço épico de

06--edificar um novo país, com suas características próprias, tanto na composição étnica do seu povo quanto

07--na especificidade do seu espírito.

08--A chamada "descoberta" do Brasil pelos portugueses, em 1500, nos assinala o ponto de partida. A

09--exploração da nova terra se iniciou com o aparecimento da raça negra fertilizando o solo brasileiro com

10--suas lágrimas, seu sangue, seu suor e seu martírio na escravidão. Por volta de 1530, os africanos, trazidos

11--sob correntes, já aparecem exercendo seu papel de "força de trabalho". Em 1535, o comércio escravo para

12--o Brasil estava regularmente constituído e organizado e, rapidamente, aumentaria em proporções

13--enormes. Como primeira atividade significativa da colônia portuguesa, as plantações de cana-de-açúcar se

14--espalhavam pelas costas do nordeste, especialmente nos estados da Bahia e Pernambuco. Só a Bahia, lá

15--por 1587, tinha cerca de 47 engenhos de cana-de-açúcar, fato que bem ilustra a velocidade expansionista

16--da indústria açucareira desenvolvida com o uso da força muscular africana. Uma canção de trabalho

17--incluída no artigo de Zora Seljan, “A poesia negra popular no Brasil”, nos fornece o sentido do ritmo dos

18--engenhos de açúcar:

19----------Solo: Engenho novo está p'ra moer!

20----------Côro: Trabalhar até morrer!

21----------Ô trabalhar, ô trabalhar, olé! Trabalhar até morrer!

-------[...]

22--O papel do negro escravizado foi decisivo para o começo da história econômica de um país fundado, como

23--era o caso do Brasil, sob o signo do parasitismo imperialista. Sem o escravo, a estrutura econômica do

24--país jamais teria existido. O africano escravizado construiu as fundações da nova sociedade com a flexão e

25--a quebra da sua espinha dorsal, quando ao mesmo tempo seu trabalho significava a própria espinha dorsal

26--daquela colônia. Ele plantou, alimentou e colheu a riqueza material do país para o desfrute exclusivo da

27--aristocracia branca. Tanto nas plantações de cana-de-açúcar e café e na mineração, quanto nas cidades, o

28--africano incorporava as mãos e os pés das classes dirigentes que não se “autodegradavam” em ocupações

29--vis como aquelas do trabalho braçal. A nobilitante ocupação das classes dirigentes - os latifundiários, os

30--comerciantes, os sacerdotes católicos - consistia no exercício da indolência, no cultivo da ignorância, do

31--preconceito, e na prática da mais licenciosa luxúria.

32--Durante séculos, por mais incrível que pareça, esse duro e ignóbil sistema escravocrata desfrutou a fama,

33--sobretudo no estrangeiro, de ser uma instituição benigna, de caráter humano. Isso graças ao colonialismo

34--português que permanentemente adotou formas de comportamento muito específicas para disfarçar sua

35--fundamental violência e crueldade. A mentira e a dissimulação foram recursos utilizados nesse sentido. A

36--consciência do mundo guarda bem viva a lembrança do colonialista Portugal encobrindo sua natureza

37--racista e espoliadora através de estratagemas como: a) designação de "Províncias de Ultramar" para

38--Angola, Moçambique e Guiné-Bissau; b) as leis do chamado indigenato, proscrevendo, entre outras

39--indignidades, a assimilação das populações africanas à cultura e identidade portuguesas. Essa rabulice

40--colonizadora pretendia imprimir o selo de legalidade, benevolência e generosidade civilizadora à sua

41--atuação no território africano. Porém, todas essas e outras dissimulações oficiais não conseguiram encobrir

42--a realidade, que consistia no saque de terras e povos e na repressão e negação de suas culturas - ambos

43--sustentados e realizados, não pelo artifício jurídico, mas sim pela força militar imperialista.

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NASCIMENTO, Abdias do. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. 3. ed. São Paulo: Perspectivas,

2016. p. 57-60. (Adaptado).

Na letra da canção de trabalho, citada no texto (linhas 19-21), a repetição de itens lexicais nos versos enfatiza o sentimento de

 

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Escravidão e o mito da benevolência

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01--Certa vez um etnologista disse que "o caminho do progresso é cheio de aventuras, rupturas e escândalos".

02--Devemos, assim, começar examinando o maior de todos os escândalos, aquele que ultrapassou qualquer

03--outro na história da humanidade: a escravização dos povos negro-africanos.

04--No Brasil, é a escravidão que define a qualidade, a extensão e a intensidade da relação física e espiritual

05--dos filhos de três continentes que aqui se encontraram, confrontando um ao outro no esforço épico de

06--edificar um novo país, com suas características próprias, tanto na composição étnica do seu povo quanto

07--na especificidade do seu espírito.

08--A chamada "descoberta" do Brasil pelos portugueses, em 1500, nos assinala o ponto de partida. A

09--exploração da nova terra se iniciou com o aparecimento da raça negra fertilizando o solo brasileiro com

10--suas lágrimas, seu sangue, seu suor e seu martírio na escravidão. Por volta de 1530, os africanos, trazidos

11--sob correntes, já aparecem exercendo seu papel de "força de trabalho". Em 1535, o comércio escravo para

12--o Brasil estava regularmente constituído e organizado e, rapidamente, aumentaria em proporções

13--enormes. Como primeira atividade significativa da colônia portuguesa, as plantações de cana-de-açúcar se

14--espalhavam pelas costas do nordeste, especialmente nos estados da Bahia e Pernambuco. Só a Bahia, lá

15--por 1587, tinha cerca de 47 engenhos de cana-de-açúcar, fato que bem ilustra a velocidade expansionista

16--da indústria açucareira desenvolvida com o uso da força muscular africana. Uma canção de trabalho

17--incluída no artigo de Zora Seljan, “A poesia negra popular no Brasil”, nos fornece o sentido do ritmo dos

18--engenhos de açúcar:

19----------Solo: Engenho novo está p'ra moer!

20----------Côro: Trabalhar até morrer!

21----------Ô trabalhar, ô trabalhar, olé! Trabalhar até morrer!

-------[...]

22--O papel do negro escravizado foi decisivo para o começo da história econômica de um país fundado, como

23--era o caso do Brasil, sob o signo do parasitismo imperialista. Sem o escravo, a estrutura econômica do

24--país jamais teria existido. O africano escravizado construiu as fundações da nova sociedade com a flexão e

25--a quebra da sua espinha dorsal, quando ao mesmo tempo seu trabalho significava a própria espinha dorsal

26--daquela colônia. Ele plantou, alimentou e colheu a riqueza material do país para o desfrute exclusivo da

27--aristocracia branca. Tanto nas plantações de cana-de-açúcar e café e na mineração, quanto nas cidades, o

28--africano incorporava as mãos e os pés das classes dirigentes que não se “autodegradavam” em ocupações

29--vis como aquelas do trabalho braçal. A nobilitante ocupação das classes dirigentes - os latifundiários, os

30--comerciantes, os sacerdotes católicos - consistia no exercício da indolência, no cultivo da ignorância, do

31--preconceito, e na prática da mais licenciosa luxúria.

32--Durante séculos, por mais incrível que pareça, esse duro e ignóbil sistema escravocrata desfrutou a fama,

33--sobretudo no estrangeiro, de ser uma instituição benigna, de caráter humano. Isso graças ao colonialismo

34--português que permanentemente adotou formas de comportamento muito específicas para disfarçar sua

35--fundamental violência e crueldade. A mentira e a dissimulação foram recursos utilizados nesse sentido. A

36--consciência do mundo guarda bem viva a lembrança do colonialista Portugal encobrindo sua natureza

37--racista e espoliadora através de estratagemas como: a) designação de "Províncias de Ultramar" para

38--Angola, Moçambique e Guiné-Bissau; b) as leis do chamado indigenato, proscrevendo, entre outras

39--indignidades, a assimilação das populações africanas à cultura e identidade portuguesas. Essa rabulice

40--colonizadora pretendia imprimir o selo de legalidade, benevolência e generosidade civilizadora à sua

41--atuação no território africano. Porém, todas essas e outras dissimulações oficiais não conseguiram encobrir

42--a realidade, que consistia no saque de terras e povos e na repressão e negação de suas culturas - ambos

43--sustentados e realizados, não pelo artifício jurídico, mas sim pela força militar imperialista.

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NASCIMENTO, Abdias do. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. 3. ed. São Paulo: Perspectivas,

2016. p. 57-60. (Adaptado).

No terceiro parágrafo, a organização e a progressão textual são construídas com base na

 

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Escravidão e o mito da benevolência

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01--Certa vez um etnologista disse que "o caminho do progresso é cheio de aventuras, rupturas e escândalos".

02--Devemos, assim, começar examinando o maior de todos os escândalos, aquele que ultrapassou qualquer

03--outro na história da humanidade: a escravização dos povos negro-africanos.

04--No Brasil, é a escravidão que define a qualidade, a extensão e a intensidade da relação física e espiritual

05--dos filhos de três continentes que aqui se encontraram, confrontando um ao outro no esforço épico de

06--edificar um novo país, com suas características próprias, tanto na composição étnica do seu povo quanto

07--na especificidade do seu espírito.

08--A chamada "descoberta" do Brasil pelos portugueses, em 1500, nos assinala o ponto de partida. A

09--exploração da nova terra se iniciou com o aparecimento da raça negra fertilizando o solo brasileiro com

10--suas lágrimas, seu sangue, seu suor e seu martírio na escravidão. Por volta de 1530, os africanos, trazidos

11--sob correntes, já aparecem exercendo seu papel de "força de trabalho". Em 1535, o comércio escravo para

12--o Brasil estava regularmente constituído e organizado e, rapidamente, aumentaria em proporções

13--enormes. Como primeira atividade significativa da colônia portuguesa, as plantações de cana-de-açúcar se

14--espalhavam pelas costas do nordeste, especialmente nos estados da Bahia e Pernambuco. Só a Bahia, lá

15--por 1587, tinha cerca de 47 engenhos de cana-de-açúcar, fato que bem ilustra a velocidade expansionista

16--da indústria açucareira desenvolvida com o uso da força muscular africana. Uma canção de trabalho

17--incluída no artigo de Zora Seljan, “A poesia negra popular no Brasil”, nos fornece o sentido do ritmo dos

18--engenhos de açúcar:

19----------Solo: Engenho novo está p'ra moer!

20----------Côro: Trabalhar até morrer!

21----------Ô trabalhar, ô trabalhar, olé! Trabalhar até morrer!

-------[...]

22--O papel do negro escravizado foi decisivo para o começo da história econômica de um país fundado, como

23--era o caso do Brasil, sob o signo do parasitismo imperialista. Sem o escravo, a estrutura econômica do

24--país jamais teria existido. O africano escravizado construiu as fundações da nova sociedade com a flexão e

25--a quebra da sua espinha dorsal, quando ao mesmo tempo seu trabalho significava a própria espinha dorsal

26--daquela colônia. Ele plantou, alimentou e colheu a riqueza material do país para o desfrute exclusivo da

27--aristocracia branca. Tanto nas plantações de cana-de-açúcar e café e na mineração, quanto nas cidades, o

28--africano incorporava as mãos e os pés das classes dirigentes que não se “autodegradavam” em ocupações

29--vis como aquelas do trabalho braçal. A nobilitante ocupação das classes dirigentes - os latifundiários, os

30--comerciantes, os sacerdotes católicos - consistia no exercício da indolência, no cultivo da ignorância, do

31--preconceito, e na prática da mais licenciosa luxúria.

32--Durante séculos, por mais incrível que pareça, esse duro e ignóbil sistema escravocrata desfrutou a fama,

33--sobretudo no estrangeiro, de ser uma instituição benigna, de caráter humano. Isso graças ao colonialismo

34--português que permanentemente adotou formas de comportamento muito específicas para disfarçar sua

35--fundamental violência e crueldade. A mentira e a dissimulação foram recursos utilizados nesse sentido. A

36--consciência do mundo guarda bem viva a lembrança do colonialista Portugal encobrindo sua natureza

37--racista e espoliadora através de estratagemas como: a) designação de "Províncias de Ultramar" para

38--Angola, Moçambique e Guiné-Bissau; b) as leis do chamado indigenato, proscrevendo, entre outras

39--indignidades, a assimilação das populações africanas à cultura e identidade portuguesas. Essa rabulice

40--colonizadora pretendia imprimir o selo de legalidade, benevolência e generosidade civilizadora à sua

41--atuação no território africano. Porém, todas essas e outras dissimulações oficiais não conseguiram encobrir

42--a realidade, que consistia no saque de terras e povos e na repressão e negação de suas culturas - ambos

43--sustentados e realizados, não pelo artifício jurídico, mas sim pela força militar imperialista.

-

NASCIMENTO, Abdias do. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. 3. ed. São Paulo: Perspectivas,

2016. p. 57-60. (Adaptado).

Considere os trechos a seguir, recortados do texto:

-

Trecho 1: Certa vez um etnologista disse que "o caminho do progresso é cheio de aventuras, rupturas e escândalos".

Trecho 2: A chamada "descoberta" do Brasil pelos portugueses, em 1500, nos assinala o ponto de partida.

-

Nos trechos 1 e 2, o emprego das aspas marca, respectivamente,

 

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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.

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Escravidão e o mito da benevolência

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01--Certa vez um etnologista disse que "o caminho do progresso é cheio de aventuras, rupturas e escândalos".

02--Devemos, assim, começar examinando o maior de todos os escândalos, aquele que ultrapassou qualquer

03--outro na história da humanidade: a escravização dos povos negro-africanos.

04--No Brasil, é a escravidão que define a qualidade, a extensão e a intensidade da relação física e espiritual

05--dos filhos de três continentes que aqui se encontraram, confrontando um ao outro no esforço épico de

06--edificar um novo país, com suas características próprias, tanto na composição étnica do seu povo quanto

07--na especificidade do seu espírito.

08--A chamada "descoberta" do Brasil pelos portugueses, em 1500, nos assinala o ponto de partida. A

09--exploração da nova terra se iniciou com o aparecimento da raça negra fertilizando o solo brasileiro com

10--suas lágrimas, seu sangue, seu suor e seu martírio na escravidão. Por volta de 1530, os africanos, trazidos

11--sob correntes, já aparecem exercendo seu papel de "força de trabalho". Em 1535, o comércio escravo para

12--o Brasil estava regularmente constituído e organizado e, rapidamente, aumentaria em proporções

13--enormes. Como primeira atividade significativa da colônia portuguesa, as plantações de cana-de-açúcar se

14--espalhavam pelas costas do nordeste, especialmente nos estados da Bahia e Pernambuco. Só a Bahia, lá

15--por 1587, tinha cerca de 47 engenhos de cana-de-açúcar, fato que bem ilustra a velocidade expansionista

16--da indústria açucareira desenvolvida com o uso da força muscular africana. Uma canção de trabalho

17--incluída no artigo de Zora Seljan, “A poesia negra popular no Brasil”, nos fornece o sentido do ritmo dos

18--engenhos de açúcar:

19----------Solo: Engenho novo está p'ra moer!

20----------Côro: Trabalhar até morrer!

21----------Ô trabalhar, ô trabalhar, olé! Trabalhar até morrer!

-------[...]

22--O papel do negro escravizado foi decisivo para o começo da história econômica de um país fundado, como

23--era o caso do Brasil, sob o signo do parasitismo imperialista. Sem o escravo, a estrutura econômica do

24--país jamais teria existido. O africano escravizado construiu as fundações da nova sociedade com a flexão e

25--a quebra da sua espinha dorsal, quando ao mesmo tempo seu trabalho significava a própria espinha dorsal

26--daquela colônia. Ele plantou, alimentou e colheu a riqueza material do país para o desfrute exclusivo da

27--aristocracia branca. Tanto nas plantações de cana-de-açúcar e café e na mineração, quanto nas cidades, o

28--africano incorporava as mãos e os pés das classes dirigentes que não se “autodegradavam” em ocupações

29--vis como aquelas do trabalho braçal. A nobilitante ocupação das classes dirigentes - os latifundiários, os

30--comerciantes, os sacerdotes católicos - consistia no exercício da indolência, no cultivo da ignorância, do

31--preconceito, e na prática da mais licenciosa luxúria.

32--Durante séculos, por mais incrível que pareça, esse duro e ignóbil sistema escravocrata desfrutou a fama,

33--sobretudo no estrangeiro, de ser uma instituição benigna, de caráter humano. Isso graças ao colonialismo

34--português que permanentemente adotou formas de comportamento muito específicas para disfarçar sua

35--fundamental violência e crueldade. A mentira e a dissimulação foram recursos utilizados nesse sentido. A

36--consciência do mundo guarda bem viva a lembrança do colonialista Portugal encobrindo sua natureza

37--racista e espoliadora através de estratagemas como: a) designação de "Províncias de Ultramar" para

38--Angola, Moçambique e Guiné-Bissau; b) as leis do chamado indigenato, proscrevendo, entre outras

39--indignidades, a assimilação das populações africanas à cultura e identidade portuguesas. Essa rabulice

40--colonizadora pretendia imprimir o selo de legalidade, benevolência e generosidade civilizadora à sua

41--atuação no território africano. Porém, todas essas e outras dissimulações oficiais não conseguiram encobrir

42--a realidade, que consistia no saque de terras e povos e na repressão e negação de suas culturas - ambos

43--sustentados e realizados, não pelo artifício jurídico, mas sim pela força militar imperialista.

-

NASCIMENTO, Abdias do. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. 3. ed. São Paulo: Perspectivas,

2016. p. 57-60. (Adaptado).

De acordo com a argumentação desenvolvida no texto, o

 

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2850007 Ano: 2022
Disciplina: Serviço Social
Banca: UEG
Orgão: UEG

A proteção das famílias foi uma inovação da Constituição de 1988, por meio da Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS), todavia, sua materialização prescinde

Questão Anulada

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A disjunção da sentença !$ p → q !$ é

Questão Anulada

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