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Foram encontradas 70 questões.

Fazem parte da composição do Órgão Especial do Tribunal Superior do Trabalho, dentre outros,
 

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Compete ao Tribunal Pleno do Tribunal Superior do Trabalho
 

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2669234 Ano: 2017
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: FCC
Orgão: TST
Em uma situação hipotética, ao tomar conhecimento da política de segurança do Tribunal Superior do Trabalho − TST, a filosofia e a missão do departamento de Segurança Institucional do qual passa a pertencer, Felipe, Técnico de Segurança, fica encarregado de elaborar um manual de operações que padronizem as ações de segurança dos deslocamentos dos Ministros do Tribunal. As citadas políticas e filosofias, bem como o manual de operações, são correlatos aos níveis de planejamento de segurança, respectivamente:
 

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2669231 Ano: 2017
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: FCC
Orgão: TST

Considere:

I. O processo de avaliação das vulnerabilidades e ameaças de um contexto, com a propriedade de identificar, de forma dinâmica os riscos e suas prováveis consequências, estabelecendo a base para programas de segurança.

II. O processo de implementação de medidas que reduzem os efeitos de um risco a uma condição aceitável.

São duas medidas fundamentais de quaisquer sistemas de segurança corporativa, que devem ser aplicadas e renovadas de forma a garantir a integridade de sistemas e instalações:

 

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2669230 Ano: 2017
Disciplina: Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ
Banca: FCC
Orgão: TST
De acordo com a Resolução CNJ n° 239 de 6 de setembro de 2016,
 

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2669229 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: FCC
Orgão: TST
Suponha que, ao avistar um acidente de trânsito em via de trânsito rápido e sem sinalização regulamentadora de velocidade, o Técnico de Segurança Aroldo, que acabara de transportar um dos Ministros do TST para uma reunião, com o objetivo de evitar agravamento do acidente com novas colisões, atropelamentos ou incêndios, prontamente iniciou a sinalização do local com o triângulo de segurança do veículo oficial e de outros veículos envolvidos no acidente. As distâncias para o início da sinalização podem ser mensuradas em metros ou em passos. Na prática, a recomendação é de que o número de passos longos corresponda à velocidade máxima permitida no local. Frente a esta situação, a distância recomendada para início da sinalização é de
 

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2669215 Ano: 2017
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: FCC
Orgão: TST
Em uma situação hipotética, João da Silva, técnico de segurança do Tribunal Superior do Trabalho − TST, ficou encarregado do deslocamento do Ministro Presidente do Tribunal até a inauguração de uma escola no Núcleo Bandeirante. Como recebeu as informações do compromisso com antecedência, pesquisou o itinerário do Tribunal até o local, utilizando-se das ferramentas tecnológicas de visualização do logradouro, traçando assim o percurso e estabelecendo o tempo de deslocamento para que a autoridade chegasse sem atrasos. Porém, quando do deslocamento, foram surpreendidos por uma “feira livre” semanal, justamente na rua do evento, fato que atrasou a chegada em quase meia hora. Analisando o ocorrido,
 

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Está aberta a temporada de ipês. Eu definiria essas árvores como sendo o clichê menos enfadonho de Brasília. Sim, porque, como parte do ciclo da natureza, eles brotam e colorem a capital das mesmas cores, no mesmo período, todos os anos. É a repetição mais original trazida pelo início da seca. Ainda que presença certa, os ipês são esperados com igual ansiedade a cada estação. E eles não aparecem sozinhos. Mesmo que soberanos em uma paisagem ressequida, a beleza dessas árvores − que exibem flores em cachos, de cores vistosas − é exaltada pela questionável feiura das plantas mirradas do cerrado.

Os ipês ficam ainda altivos ao lado de árvores que hibernam em forma de seu próprio esqueleto. Seus galhos aparentemente mortos, retorcidos, sem flores, sem folhas, se recolhem para dar espaço à exuberância dos ipês em tons de roxo, rosa, amarelo ou branco. Na paisagem desértica, eles ganham ainda mais destaque, o que me faz pensar que a natureza é mesmo um belo exemplo de equilíbrio. Se brotassem todos juntos, teriam que dividir a majestade. Em apresentação solo, viram reis absolutos, para os quais se dirigem aplausos, flashes, sorrisos e agradecimentos pela beleza da vida. Excesso é veneno para a magia. Sábios, os ipês.

(Adaptado de: DUARTE, Flávia. Eu não me canso dos ipês. Disponível em: http://blogs.correiobraziliense.com.br, 17.07.2017)

Na opinião da autora, os ipês tornam-se mais belos na medida em que
 

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Está aberta a temporada de ipês. Eu definiria essas árvores como sendo o clichê menos enfadonho de Brasília. Sim, porque, como parte do ciclo da natureza, eles brotam e colorem a capital das mesmas cores, no mesmo período, todos os anos. É a repetição mais original trazida pelo início da seca. Ainda que presença certa, os ipês são esperados com igual ansiedade a cada estação. E eles não aparecem sozinhos. Mesmo que soberanos em uma paisagem ressequida, a beleza dessas árvores − que exibem flores em cachos, de cores vistosas − é exaltada pela questionável feiura das plantas mirradas do cerrado.

Os ipês ficam ainda altivos ao lado de árvores que hibernam em forma de seu próprio esqueleto. Seus galhos aparentemente mortos, retorcidos, sem flores, sem folhas, se recolhem para dar espaço à exuberância dos ipês em tons de roxo, rosa, amarelo ou branco. Na paisagem desértica, eles ganham ainda mais destaque, o que me faz pensar que a natureza é mesmo um belo exemplo de equilíbrio. Se brotassem todos juntos, teriam que dividir a majestade. Em apresentação solo, viram reis absolutos, para os quais se dirigem aplausos, flashes, sorrisos e agradecimentos pela beleza da vida. Excesso é veneno para a magia. Sábios, os ipês.

(Adaptado de: DUARTE, Flávia. Eu não me canso dos ipês. Disponível em: http://blogs.correiobraziliense.com.br, 17.07.2017)

Um dos sentidos veiculados por um trecho do texto está adequadamente expresso em:
 

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Com base em descobertas feitas na Grã-Bretanha, Chile, Hungria, Israel e Holanda, uma equipe de treze pessoas liderada por John Goldthorpe, sociólogo de Oxford altamente respeitado, concluiu que, na hierarquia da cultura, não se pode mais estabelecer prontamente a distinção entre a elite cultural e aqueles que estão abaixo dela a partir dos antigos signos: frequência regular a óperas e concertos; entusiasmo, em qualquer momento dado, por aquilo que é visto como “grande arte”; hábito de torcer o nariz para “tudo que é comum, como uma canção popular ou um programa de TV voltado para o grande público”. Isso não significa que não se possam encontrar pessoas consideradas (até por elas mesmas) integrantes da elite cultural, amantes da verdadeira arte, mais informadas que seus pares nem tão cultos assim quanto ao significado de cultura, quanto àquilo em que ela consiste, ao que é tido como o que é desejável ou indesejável para um homem ou uma mulher de cultura.

Ao contrário das elites culturais de outrora, eles não são conhecedores no estrito senso da palavra, pessoas que encaram com desprezo as preferências do homem comum ou a falta de gosto dos filisteus. Em vez disso, seria mais adequado descrevê-los – usando o termo cunhado por Richard A. Peterson, da Universidade Vanderbilt – como “onívoros”: em seu repertório de consumo cultural, há lugar tanto para a ópera quanto para o heavy metal ou o punk, para a “grande arte” e para os programas populares de televisão. Um pedaço disto, um bocado daquilo, hoje isto, amanhã algo mais.

Em outras palavras, nenhum produto da cultura me é estranho; com nenhum deles me identifico cem por cento, totalmente, e decerto não em troca de me negar outros prazeres. Sinto-me em casa em qualquer lugar, embora não haja um lugar que eu possa chamar de lar (talvez exatamente por isso). Não é tanto o confronto de um gosto (refinado) contra outro (vulgar), mas do onívoro contra o unívoro, da disposição para consumir tudo contra a seletividade excessiva. A elite cultural está viva e alerta; é mais ativa e ávida hoje do que jamais foi. Porém, está preocupada demais em seguir os sucessos e outros eventos festejados que se relacionam à cultura para ter tempo de formular cânones de fé ou a eles converter outras pessoas.

(Adaptado de: BAUMAN, Zygmunt. A cultura no mundo líquido moderno. Trad. Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2013, p. 6-7.)

O autor organiza sua argumentação por meio
 

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