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A regra de acentuação usada na palavra público também deve ser usada nas palavras:
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Observe a frase abaixo:
"Naquela tijela, coloque apenas castanhas de caju."
A frase apresenta um ERRO de:
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De acordo com a norma-padrão da LínguaPortuguesa e em relação à concordâncianominal, assinale a alternativa correta.
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Estão corretos o emprego e a flexão de todos os verbos da frase:
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Considere o texto a seguir para responder a questão
Contra a mera "tolerância" das diferenças esse
"É preciso tolerar a diversidade". Sempre que me defronto com tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
"Tolerar", segundo qualquer dicionário, significa algo como "suportar com indulgência", ou seja, deixar passarcom resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
"Tolerar" o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a "quem tolera" um poder sobre "o quetolera". Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. "Quem tolera" acaba visto, ainda, comogeneroso e
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Aindaque o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básicaentre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule quese trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais maisgerais, isso não pode funcionar em um mundo
Por certo, esse texto utiliza, como é comum, palavras e expressões que se modificam e têm seus sentidos mais aclarados conforme o contexto. Não foi aplicado com sentido conotativo, o verbete
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Considere o texto a seguir para responder a questão
Contra a mera "tolerância" das diferenças esse
"É preciso tolerar a diversidade". Sempre que me defronto com tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
"Tolerar", segundo qualquer dicionário, significa algo como "suportar com indulgência", ou seja, deixar passarcom resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
"Tolerar" o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a "quem tolera" um poder sobre "o quetolera". Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. "Quem tolera" acaba visto, ainda, comogeneroso e benevolente, por dar uma "permissão" como se fosse um favor ou um do ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Aindaque o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básicaentre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule quese trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais maisgerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo sobre as classes de palavras no contexto do texto. A seguir, marque a opção com a sequência correta.
( ) A palavra ''este'', utilizados nos 3º e 4º parágrafos, cumpre, nos dois casos, o mesmo papel de pronome demonstrativo.
( ) ''Favor'' e ''bondade'', que ocorrem no 3º parágrafo, são igualmente substantivos. O primeiro masculino e o segundo feminino.
( ) O termo ''o'', em suas duas ocorrências assim como ''uma'', ambos no 5º parágrafo, são artigos indefinido e defenido, respectivamente.
( ) ''Ainda'', nas duas locuções do 5º e do 6º parágrafo, assume o papel de advérbio de tempo
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Para responder a questão, leia a charge abaixo:

Considere as afirmações abaixo:
I. A fala da personagem aparece em discurso direto.
II. A palavra "intelectual", na charge, é classificada como adjetivo.
Está correto o que se afirma em:
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Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.
A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.
Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].
Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar
No processamento desse texto, deve-se recorrer, para compreender os meios coesivos utilizados, ao sistema de conhecimento
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Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.
A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.
Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].
Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar
A partir da leitura do texto, julgue os itens abaixo.:
I. O sujeito que se apresenta pelo texto afirma que, em virtude de seu espírito de perfeição, ele jamais inicia ou termina alguma coisa.
II. Durante o ato de escrita, o sujeito tem a necessidade de falar com outra pessoa que não consigo mesmo.
III. O ato de escrita, para esse sujeito, é um processo penoso e triste, onde ele se perde e se sente isolado do mundo.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
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Assinale a alternativa correta quanto à passagem do discurso direto para o indireto do trecho abaixo.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou, nesta segunda-feira, em evento no Palácio dos Bandeirantes, a criação do Conselho Paulista de Competitividade, onde afirmou:
"Investimento é emprego na veia, é emprego direto e é competitividade. Isso atrai emprego, aumenta a produção e faz a economia crescer."
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