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A remuneração dos servidores públicos, nos termos da Lei nº 8.112/1990,
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Uma escola de Ensino Fundamental estabelece um limite máximo para o número de alunos em cada classe. Quando o número de alunos matriculados em determinado ano é maior do que esse limite, são abertas duas ou mais classes desse ano. A tabela a seguir mostra esse limite para cada ano do Ensino Fundamental.

Em 2014, há 100 alunos matriculados em cada um dos nove anos do Ensino Fundamental nessa escola. Assim, para que o limite máximo de alunos por classe seja respeitado em todos os anos, a escola deverá abrir, no mínimo, um total de

Em 2014, há 100 alunos matriculados em cada um dos nove anos do Ensino Fundamental nessa escola. Assim, para que o limite máximo de alunos por classe seja respeitado em todos os anos, a escola deverá abrir, no mínimo, um total de
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Uma senha é formada por uma sequência de quatro algarismos distintos, colocados em ordem crescente (o primeiro é menor do que o segundo, o segundo menor do que o terceiro, e assim sucessivamente). Sabe-se que a sequência 9401 tem um único algarismo em comum com essa senha, ocupando a mesma posição que ele ocupa na senha. Além disso, o primeiro algarismo da senha é maior do que 2 e o da terceira posição é maior do que 6. Assim, a soma dos quatro algarismos que compõem a senha é igual a
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Cinco irmãs, discutindo sobre a festa que aconteceria na cidade no final do mês, fizeram as afirmações abaixo.
- Se a Paula for à festa, então a Bruna também irá.
- Se a Renata não for à festa, então a Laura irá.
- Se a Flávia não for à festa, então a Bruna também não irá.
- Se a Laura for à festa, então a Paula também irá.
Sabendo que as quatro afirmações são verdadeiras e que Paula não foi à festa, pode-se concluir que, necessariamente,
- Se a Paula for à festa, então a Bruna também irá.
- Se a Renata não for à festa, então a Laura irá.
- Se a Flávia não for à festa, então a Bruna também não irá.
- Se a Laura for à festa, então a Paula também irá.
Sabendo que as quatro afirmações são verdadeiras e que Paula não foi à festa, pode-se concluir que, necessariamente,
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Uma cidade pode ser representada por um quadrado maior subdividido em 100 quadradinhos idênticos, formando um quadriculado 10 × 10. Os lados dos quadradinhos correspondem às ruas da cidade e cada quadradinho é um quarteirão. Andando somente pelas ruas dessa cidade, uma pessoa pretende sair de um dos cantos (vértices) do quadrado maior e chegar ao canto diagonalmente oposto, passando pelo centro do quadrado maior. Se o lado de cada quadradinho mede 200 metros, então essa pessoa percorrerá uma distância de, no mínimo,
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Maurício escreveu, em uma folha de papel, a sequência de todos os números ímpares, desde o 1 até o 349, como reproduzido parcialmente a seguir:
(1, 3, 5, 7, 9, 11, ... , 347, 349)
O total de algarismos que foram escritos por Maurício na folha de papel é igual a
Observação: o número 227, por exemplo, possui três algarismos: 2, 2 e 7.
(1, 3, 5, 7, 9, 11, ... , 347, 349)
O total de algarismos que foram escritos por Maurício na folha de papel é igual a
Observação: o número 227, por exemplo, possui três algarismos: 2, 2 e 7.
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D'Almeida: Quais são as relações entre moda e pós- modernidade?
Lipovetsky: De início, para precisar as coisas, quando utilizo o conceito de moda nas sociedades contemporâneas não limito a questão da moda somente às roupas. A moda tem uma lógica que anexa objetos e territórios os mais variados e, no fundo, coincide com o desenvolvimento da sociedade de consumo e de comunicação de massa.
O crescimento do fenômeno da moda se liga à sociedade pós-moderna na medida em que foi a moda que nos arrancou da sociedade disciplinar, autoritária, convencional, em proveito de uma sociedade na qual a maior parte dos indivíduos pode escolher seus modos de vida e não mais se submeter a coações, no trabalho em particular. A moda é uma estrutura social centrada sobre o presente, já que na moda é preciso sempre mudar. O que não quer dizer que a moda destrói as culturas do passado, mas faz o passado perder sua força de imposição. A moda, essencialmente, é reciclagem das formas do antigo.
Creio que as ideologias modernas queriam fazer tábula rasa do passado, inventar um mundo futuro radiante. O mundo da moda não tem mais a ambição de nos arrancar do passado; no fundo, guarda tudo do passado, mas produz coisas completamente diferentes.
(Adaptado de D'ALMEIDA, Tarcisio. Moda em diálogos. Trecho da entrevista com o filósofo Gilles Lipovetsky. Rio de Janeiro, Memória Visual, 2012)
O segmento em que se verifica a causa de uma afirmação anterior está em:(Adaptado de D'ALMEIDA, Tarcisio. Moda em diálogos. Trecho da entrevista com o filósofo Gilles Lipovetsky. Rio de Janeiro, Memória Visual, 2012)
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No dia 9 de janeiro de 1921, um sortido grupo reuniu-se no salão de festas do badalado restaurante Trianon, no alto da aprazível avenida Paulista, para um banquete em homenagem a Menotti Del Picchia, que lançava uma edição do poema Máscaras.
Situado na área hoje ocupada pelo MASP, o Trianon era uma espécie de restaurante-pavilhão, com salão de chá e de festas. Inaugurado em 1916, tornara-se um dos centros da vida social paulistana, com seus bailes, concertos, aniversários, casamentos e banquetes.
Naquele domingo de verão, ilustres integrantes do mundo cultural e político foram prestigiar o escritor e redator político do Correio Paulistano, homem de amplo arco de amizades.
Mário de Andrade, que estava presente, escreveu sobre a festa na edição da Ilustração Brasileira. Impressionou-se com a diversidade dos convidados, um séquito de homens das finanças, poetas e escritores da velha e da jovem guarda.
Figurões revezaram-se na tribuna, até chegar a vez de Oswald de Andrade, que faria soar, nas palavras de Mário de Andrade, “o clarim dos futuristas" - aquela gente “do domínio da patologia", como gostavam de escrever “certos críticos passadistas, num afanoso rancor pelas auroras".
O tribuno foi logo avisando que não gostaria de confundir sua voz com o cantochão dos conservadores. Juntava- se à louvação a Menotti, mas “numa tecla de sonoridade diferente", em nome “de um grupo de orgulhosos cultores da extremada arte de nosso tempo". Para selar o pertencimento de Menotti ao clã dos modernos, a máscara de seu rosto, esculpida por Victor Brecheret, lhe era ofertada. Disse Oswald: “Examina a máscara que te trazemos em bronze. Produziu-a de ti a mão elucidadora de Victor Brecheret que, com Di Cavalcanti e Anita Malfatti, afirmou que a nossa terra contém uma das mais fortes, expressivas e orgulhosas gerações de criadores".
Não poderia faltar ao discurso a exaltação do dinamismo paulista, pano de fundo da inquietação dos novos artistas e escritores. Num mundo - dizia o orador futurista - em que o pensamento e a ação se deslocavam da Europa para os “países descobertos pela súplica das velas europeias", São Paulo surgia como uma espécie de terra prometida da modernidade. Com suas chaminés e seus bairros em veloz expansão, a cidade agitava as “profundas revoluções criadoras de imortalidades".
E, se a capital bandeirante podia promover aquela festa e nela ofertar uma “obra-prima" de Brecheret ao homenageado, isso significava que uma etapa do processo de arejamento das mentalidades já estava vencida.
Na avaliação de Mário da Silva Brito, o que se viu no Trianon foi o lançamento oficial do movimento modernista em território hostil - um “ataque de surpresa no campo do adversá- rio distraído". Ao que parece, entretanto, a distração do respeitável público foi mais funda - a ponto de poucos terem notado que as palavras ali proferidas representavam um “ataque". Oswald foi aplaudido por passadistas, futuristas e demais presentes. “Todos estavam satisfeitos porque se julgavam incorporados à 'meia dúzia' de que falara o audaz", ironizou Mário de Andrade.
(Adaptado de GONÇALVES, Marcos Augusto. 1922: A semana que não terminou. São Paulo, Cia. das Letras, 2012, formatoebook )
E, se a capital bandeirante podia promover aquela festa e nela ofertar uma “obra-prima” de Brecheret ao homenageado, isso significava que uma etapa do processo de arejamento das mentalidades já estava vencida. (8º parágrafo) (Adaptado de GONÇALVES, Marcos Augusto. 1922: A semana que não terminou. São Paulo, Cia. das Letras, 2012, formato
Considerando-se o contexto, mantêm-se a lógica e a correção da frase acima, substituindo-se
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- SintaxeCrase
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosVozes Verbais
- Interpretação de Textos
No dia 9 de janeiro de 1921, um sortido grupo reuniu-se no salão de festas do badalado restaurante Trianon, no alto da aprazível avenida Paulista, para um banquete em homenagem a Menotti Del Picchia, que lançava uma edição do poema Máscaras.
Situado na área hoje ocupada pelo MASP, o Trianon era uma espécie de restaurante-pavilhão, com salão de chá e de festas. Inaugurado em 1916, tornara-se um dos centros da vida social paulistana, com seus bailes, concertos, aniversários, casamentos e banquetes.
Naquele domingo de verão, ilustres integrantes do mundo cultural e político foram prestigiar o escritor e redator político do Correio Paulistano, homem de amplo arco de amizades.
Mário de Andrade, que estava presente, escreveu sobre a festa na edição da Ilustração Brasileira. Impressionou-se com a diversidade dos convidados, um séquito de homens das finanças, poetas e escritores da velha e da jovem guarda.
Figurões revezaram-se na tribuna, até chegar a vez de Oswald de Andrade, que faria soar, nas palavras de Mário de Andrade, “o clarim dos futuristas" - aquela gente “do domínio da patologia", como gostavam de escrever “certos críticos passadistas, num afanoso rancor pelas auroras".
O tribuno foi logo avisando que não gostaria de confundir sua voz com o cantochão dos conservadores. Juntava- se à louvação a Menotti, mas “numa tecla de sonoridade diferente", em nome “de um grupo de orgulhosos cultores da extremada arte de nosso tempo". Para selar o pertencimento de Menotti ao clã dos modernos, a máscara de seu rosto, esculpida por Victor Brecheret, lhe era ofertada. Disse Oswald: “Examina a máscara que te trazemos em bronze. Produziu-a de ti a mão elucidadora de Victor Brecheret que, com Di Cavalcanti e Anita Malfatti, afirmou que a nossa terra contém uma das mais fortes, expressivas e orgulhosas gerações de criadores".
Não poderia faltar ao discurso a exaltação do dinamismo paulista, pano de fundo da inquietação dos novos artistas e escritores. Num mundo - dizia o orador futurista - em que o pensamento e a ação se deslocavam da Europa para os “países descobertos pela súplica das velas europeias", São Paulo surgia como uma espécie de terra prometida da modernidade. Com suas chaminés e seus bairros em veloz expansão, a cidade agitava as “profundas revoluções criadoras de imortalidades".
E, se a capital bandeirante podia promover aquela festa e nela ofertar uma “obra-prima" de Brecheret ao homenageado, isso significava que uma etapa do processo de arejamento das mentalidades já estava vencida.
Na avaliação de Mário da Silva Brito, o que se viu no Trianon foi o lançamento oficial do movimento modernista em território hostil - um “ataque de surpresa no campo do adversá- rio distraído". Ao que parece, entretanto, a distração do respeitável público foi mais funda - a ponto de poucos terem notado que as palavras ali proferidas representavam um “ataque". Oswald foi aplaudido por passadistas, futuristas e demais presentes. “Todos estavam satisfeitos porque se julgavam incorporados à 'meia dúzia' de que falara o audaz", ironizou Mário de Andrade.
(Adaptado de GONÇALVES, Marcos Augusto. 1922: A semana que não terminou. São Paulo, Cia. das Letras, 2012, formatoebook )
(Adaptado de GONÇALVES, Marcos Augusto. 1922: A semana que não terminou. São Paulo, Cia. das Letras, 2012, formato
Em conformidade com o contexto, está correto o que se afirma em:
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D'Almeida: Quais são as relações entre moda e pós- modernidade?
Lipovetsky: De início, para precisar as coisas, quando utilizo o conceito de moda nas sociedades contemporâneas não limito a questão da moda somente às roupas. A moda tem uma lógica que anexa objetos e territórios os mais variados e, no fundo, coincide com o desenvolvimento da sociedade de consumo e de comunicação de massa.
O crescimento do fenômeno da moda se liga à sociedade pós-moderna na medida em que foi a moda que nos arrancou da sociedade disciplinar, autoritária, convencional, em proveito de uma sociedade na qual a maior parte dos indivíduos pode escolher seus modos de vida e não mais se submeter a coações, no trabalho em particular. A moda é uma estrutura social centrada sobre o presente, já que na moda é preciso sempre mudar. O que não quer dizer que a moda destrói as culturas do passado, mas faz o passado perder sua força de imposição. A moda, essencialmente, é reciclagem das formas do antigo.
Creio que as ideologias modernas queriam fazer tábula rasa do passado, inventar um mundo futuro radiante. O mundo da moda não tem mais a ambição de nos arrancar do passado; no fundo, guarda tudo do passado, mas produz coisas completamente diferentes.
(Adaptado de D'ALMEIDA, Tarcisio. Moda em diálogos. Trecho da entrevista com o filósofo Gilles Lipovetsky. Rio de Janeiro, Memória Visual, 2012)
Infere-se corretamente do texto que(Adaptado de D'ALMEIDA, Tarcisio. Moda em diálogos. Trecho da entrevista com o filósofo Gilles Lipovetsky. Rio de Janeiro, Memória Visual, 2012)
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