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Texto II – itens de 13 a 21
Eu me recordo de que há muitos anos se realizou
uma pesquisa sobre o significado da pintura. Fizeram tal
pergunta à minha irmã Norah, e ela respondeu que a pintura
é a arte de dar alegria mediante formas e cores. Eu diria que
a literatura é, igualmente, uma forma de alegria. Se lemos
algo com dificuldade, o autor fracassou. Um livro não deve
exigir esforço; a felicidade não deve exigir esforço.
Em uma conferência, Emerson disse que uma
biblioteca é uma espécie de gabinete mágico. Nele se
encontram, encantados, os melhores espíritos da
humanidade, mas que esperam nossa palavra para sair de sua
mudez. Temos de abrir o livro; aí eles despertam.
Jorge Luis Borges. Cinco visões pessoais. Tradução de Maria Rosinda Ramos da Silva. Brasília: Editora UnB, 2002 (com adaptações).
Com referência às idéias contidas no texto II, julgue os itens que se seguem.
Para o autor do texto, a pintura é uma forma de expressão artística mais simples que a literatura, porque ela se vale de formas e cores, sendo, portanto, mais fácil a sua interpretação.
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Texto II – itens de 13 a 21
Eu me recordo de que há muitos anos se realizou
uma pesquisa sobre o significado da pintura. Fizeram tal
pergunta à minha irmã Norah, e ela respondeu que a pintura
é a arte de dar alegria mediante formas e cores. Eu diria que
a literatura é, igualmente, uma forma de alegria. Se lemos
algo com dificuldade, o autor fracassou. Um livro não deve
exigir esforço; a felicidade não deve exigir esforço.
Em uma conferência, Emerson disse que uma
biblioteca é uma espécie de gabinete mágico. Nele se
encontram, encantados, os melhores espíritos da
humanidade, mas que esperam nossa palavra para sair de sua
mudez. Temos de abrir o livro; aí eles despertam.
Jorge Luis Borges. Cinco visões pessoais. Tradução de Maria Rosinda Ramos da Silva. Brasília: Editora UnB, 2002 (com adaptações).
Com referência às idéias contidas no texto II, julgue os itens que se seguem.
Quando os pesquisadores solicitaram ao autor do texto que se manifestasse em relação à literatura, ele deu uma resposta quase igual à da irmã dele.
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Texto I – itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Com relação a aspectos gramaticais do texto I, julgue os itens subseqüentes.
No trecho "sem se dar conta disso" (L.15), o verbo poderia corretamente estar flexionado no plural — darem.
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Texto I – itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Com relação a aspectos gramaticais do texto I, julgue os itens subseqüentes.
O sentido da expressão "coisas que ninguém mais vê" (L.13-14) seria alterado se a palavra "mais" estivesse colocada depois da forma verbal "vê".
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- SintaxeConcordânciaConcordância Verbal
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
Texto I – itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Com relação a aspectos gramaticais do texto I, julgue os itens subseqüentes.
A concordância verbal permaneceria correta se, em lugar de "sou eu que ofereço" (L.10), estivesse expresso sou eu quem oferece.
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Texto I – itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Com relação a aspectos gramaticais do texto I, julgue os itens subseqüentes.
oração "ao fazer isso" (L.8) pode-se atribuir sentido temporal e, assim, ela pode equivaler a quando faz isso ou a sempre que faz isso.
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Texto I – itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Com relação a aspectos gramaticais do texto I, julgue os itens subseqüentes.
Seria mantida a correção gramatical se a oração "mesmo que o assunto seja triste" (L.2) fosse substituída por ainda que o assunto é triste.
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Texto I - itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Julgue os itens seguintes, relativos às idéias contidas no texto I.
Na expressão "as paisagens da minha alma" (l.10), a palavra "paisagens" foi empregada em sentido conotativo.
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Texto I - itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Julgue os itens seguintes, relativos às idéias contidas no texto I.
A idéia principal do texto pode assim ser expressa: a leitura é a melhor forma de entrarmos em contato com a nossa alma.
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Texto I - itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Julgue os itens seguintes, relativos às idéias contidas no texto I.
Para o autor do texto, o escritor é aquele que pode proporcionar ao leitor uma experiência nova com o que já é conhecido.
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