Foram encontradas 2.068 questões.
Julgue o item que se segue, referente ao raciocínio analítico e à estrutura da argumentação.
No diálogo a seguir, em que A e B representam duas pessoas que conversam a respeito das palavras empregadas no livro que estão lendo, apesar de a resposta de B ser uma frase cujo conteúdo é sempre verdadeiro, A continuou sem saber o que é um gazebo.
“A: — O que é um gazebo?
B — Um gazebo é um gazebo.”
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Julgue o item que se segue, referente ao raciocínio analítico e à estrutura da argumentação.
No diálogo a seguir, em que A, B e C correspondem a personagens, é falaciosa a afirmação de B.
“A: — Você sabia que C vai trocar de departamento mais uma vez? Apesar de já ter passado por vários departamentos aqui da nossa empresa, C não fica muito tempo em nenhum deles, infelizmente...
B: — Olha, em todos esses departamentos, as pessoas são unânimes em dizer que C é uma pessoa muito incompetente. Não é uma pessoa, nem são duas. São muitas! Na minha opinião, se muitas pessoas dizem isso, deve ser verdade, e C é uma pessoa incompetente mesmo.”
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Julgue o item que se segue, referente ao raciocínio analítico e à estrutura da argumentação.
Na pergunta “Ela continua saindo do trabalho às 16 horas?”, há um conteúdo implícito.
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Julgue o item que se segue, referente ao raciocínio analítico e à estrutura da argumentação.
No texto a seguir, a conclusão é estabelecida com base em um raciocínio de natureza abdutiva.
“João e Maria são casados. João tem cabelo preto. Maria tem cabelo preto. Logo, os filhos deles também terão cabelo preto.”
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Julgue o item que se segue, referente ao raciocínio analítico e à estrutura da argumentação.
O argumento a seguir é um exemplo de argumento válido, uma vez que a verdade da conclusão está embutida na verdade das premissas.
“Quando chove na minha rua, ela fica alagada. Minha rua está alagada. Logo, choveu na minha rua.”
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Com fundamento no Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo (Decreto n.º 1.171/1994), na Lei de Improbidade Administrativa (Lei n.º 8.429/1992) e na Lei Anticorrupção (Lei n.º 12.846/2013), julgue o item a seguir.
A configuração de ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública depende necessariamente da comprovação de que o agente público agiu, no exercício da sua função, com a finalidade de obter proveito ou benefício indevido para si ou para outra pessoa ou entidade.
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- Ética, Moral, Princípios e Valores
- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
Com fundamento no Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo (Decreto n.º 1.171/1994), na Lei de Improbidade Administrativa (Lei n.º 8.429/1992) e na Lei Anticorrupção (Lei n.º 12.846/2013), julgue o item a seguir.
Cabe à comissão de ética a aplicação da penalidade de censura, mediante parecer devidamente fundamentado e assinado por todos os seus integrantes, com ciência do servidor que cometeu a falta.
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Com fundamento no Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo (Decreto n.º 1.171/1994), na Lei de Improbidade Administrativa (Lei n.º 8.429/1992) e na Lei Anticorrupção (Lei n.º 12.846/2013), julgue o item a seguir.
A responsabilidade da pessoa jurídica pela prática de atos contra administração pública é afastada na hipótese de transformação, incorporação, fusão ou cisão societária.
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Julgue o seguinte item com base na Lei n.º 8.112/1990, que estabelece o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais, e na Lei n.º 9.784/1999, que dispõe sobre o processo administrativo federal.
No processo administrativo federal, a edição de atos de caráter normativo é delegável se a administração pública considerar que o interesse público assim o exige.
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Julgue o seguinte item com base na Lei n.º 8.112/1990, que estabelece o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais, e na Lei n.º 9.784/1999, que dispõe sobre o processo administrativo federal.
O servidor público não pode participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não personificada, nem exercer o comércio, inclusive na qualidade de acionista, cotista ou comanditário.
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