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Medo e preconceito

O tema é espinhoso. Todos somos por ele atingidos de uma forma ou de outra, como autores ou como objetos dele. O preconceito nasce do medo, sua raiz cultural, psíquica, antropológica está nos tempos mais primitivos – por isso é uma postura primitiva –, em que todo diferente era um provável inimigo. Precisávamos atacar antes que ele nos destruísse. Assim, se de um lado aniquilava, de outro esse medo nos protegia – a perpetuação da espécie era o impulso primeiro. Hoje, quando de trogloditas passamos a ditos civilizados, o medo se revela no preconceito e continua atacando, mas não para nossa sobrevivência natural; para expressar nossa inferioridade assustada, vestida de arrogância. Que mata sob muitas formas, em guerras frequentes, por questões de raça, crença e outras, e na agressão a pessoas vitimadas pela calúnia, injustiça, isolamento e desonra. Às vezes, por um gesto fatal.

Que medo é esse que nos mostra tão destrutivos? Talvez a ideia de que “ele é diferente, pode me ameaçar”, estimulada pela inata maldade do nosso lado de sombra (ele existe, sim).

Nossa agressividade de animais predadores se oculta sob uma camada de civilização, mas está à espreita – e explode num insulto, na perseguição a um adversário que enxovalhamos porque não podemos vencê-lo com honra, ou numa bala nada perdida. Nessa guerra ou guerrilha usamos muitas armas: uma delas, poderosa e sutil, é a palavra. Paradoxais são as palavras, que podem ser carícias ou punhais. Minha profissão lida com elas, que desde sempre me encantam e me assombram: houve um tempo, recente, em que não podíamos usar a palavra “negro”. Tinha de ser “afrodescendente”, ou cometíamos um crime. Ora, ao mesmo tempo havia uma banda Raça Negra, congressos de Negritude... e afinal descobrimos que, em lugar de evitar a palavra, podíamos honrá-la. Lembremos que termos usados para agredir também podem ser expressões de afeto. “Meu nego”, “minha neguinha”, podem chamar uma pessoa amada, ainda que loura. “Gordo”, tanto usado para bullying, frequentemente é o apelido carinhoso de um amigo, que assim vai assinar bilhetes a pessoas queridas. Ao mesmo tempo, palavras como “judeu, turco, alemão” carregam, mais do que ignorância, um odioso preconceito.

De momento está em evidência a agressão racial em campos esportivos: “negro”, “macaco” e outros termos, usados como chibata para massacrar alguém, revelam nosso lado pior, que em outras circunstâncias gostaríamos de disfarçar – a grosseria, e a nossa própria inferioridade. Nesses casos, como em agressões devidas à orientação sexual, a atitude é crime, e precisamos da lei. No país da impunidade, necessitamos de punição imediata, severa e radical. Me perdoem os seguidores da ideia de que até na escola devemos eliminar punições do “sem limites”. Não vale a desculpa habitual de “não foi com má intenção, foi no calor da hora, não deem importância”. Temos de nos importar, sim, e de cuidar da nossa turma, grupo, comunidade, equipe ou país. Algumas doenças precisam de remédios fortes: preconceito é uma delas.

“Isso não tem jeito mesmo”, me dizem também. Acho que tem. É possível conviver de forma honrada com o diferente: minha família, de imigrantes alemães aqui chegados há quase 200 anos, hoje inclui italianos, negros, libaneses, portugueses. Não nos ocorreria amar ou respeitar a uns menos do que a outros: somos todos da velha raça humana. Isso ocorre em incontáveis famílias, grupos, povos. Porque são especiais? Não. Simplesmente entenderam que as diferenças podem enriquecer.

Num país que sofre de tamanhas carências em coisas essenciais, não devíamos ter energia e tempo para perseguir o outro, causando-lhe sofrimento e vexame, por suas ideias, pela cor de sua pele, formato dos olhos, deuses que venera ou pessoa que ama. Nossa energia precisa se devotar a mudanças importantes que o povo reclama. Nestes tempos de perseguição, calúnia, impunidade e desculpas tolas, só o rigor da lei pode nos impedir de recair rapidamente na velha selvageria. Mudar é preciso.

(LUFT, Lya. 10 de setembro, 2014 – Revista Veja.)

Segundo pode-se apreender do texto, a agressividade humana
 

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Medo e preconceito

O tema é espinhoso. Todos somos por ele atingidos de uma forma ou de outra, como autores ou como objetos dele. O preconceito nasce do medo, sua raiz cultural, psíquica, antropológica está nos tempos mais primitivos – por isso é uma postura primitiva –, em que todo diferente era um provável inimigo. Precisávamos atacar antes que ele nos destruísse. Assim, se de um lado aniquilava, de outro esse medo nos protegia – a perpetuação da espécie era o impulso primeiro. Hoje, quando de trogloditas passamos a ditos civilizados, o medo se revela no preconceito e continua atacando, mas não para nossa sobrevivência natural; para expressar nossa inferioridade assustada, vestida de arrogância. Que mata sob muitas formas, em guerras frequentes, por questões de raça, crença e outras, e na agressão a pessoas vitimadas pela calúnia, injustiça, isolamento e desonra. Às vezes, por um gesto fatal.

Que medo é esse que nos mostra tão destrutivos? Talvez a ideia de que “ele é diferente, pode me ameaçar”, estimulada pela inata maldade do nosso lado de sombra (ele existe, sim).

Nossa agressividade de animais predadores se oculta sob uma camada de civilização, mas está à espreita – e explode num insulto, na perseguição a um adversário que enxovalhamos porque não podemos vencê-lo com honra, ou numa bala nada perdida. Nessa guerra ou guerrilha usamos muitas armas: uma delas, poderosa e sutil, é a palavra. Paradoxais são as palavras, que podem ser carícias ou punhais. Minha profissão lida com elas, que desde sempre me encantam e me assombram: houve um tempo, recente, em que não podíamos usar a palavra “negro”. Tinha de ser “afrodescendente”, ou cometíamos um crime. Ora, ao mesmo tempo havia uma banda Raça Negra, congressos de Negritude... e afinal descobrimos que, em lugar de evitar a palavra, podíamos honrá-la. Lembremos que termos usados para agredir também podem ser expressões de afeto. “Meu nego”, “minha neguinha”, podem chamar uma pessoa amada, ainda que loura. “Gordo”, tanto usado para bullying, frequentemente é o apelido carinhoso de um amigo, que assim vai assinar bilhetes a pessoas queridas. Ao mesmo tempo, palavras como “judeu, turco, alemão” carregam, mais do que ignorância, um odioso preconceito.

De momento está em evidência a agressão racial em campos esportivos: “negro”, “macaco” e outros termos, usados como chibata para massacrar alguém, revelam nosso lado pior, que em outras circunstâncias gostaríamos de disfarçar – a grosseria, e a nossa própria inferioridade. Nesses casos, como em agressões devidas à orientação sexual, a atitude é crime, e precisamos da lei. No país da impunidade, necessitamos de punição imediata, severa e radical. Me perdoem os seguidores da ideia de que até na escola devemos eliminar punições do “sem limites”. Não vale a desculpa habitual de “não foi com má intenção, foi no calor da hora, não deem importância”. Temos de nos importar, sim, e de cuidar da nossa turma, grupo, comunidade, equipe ou país. Algumas doenças precisam de remédios fortes: preconceito é uma delas.

“Isso não tem jeito mesmo”, me dizem também. Acho que tem. É possível conviver de forma honrada com o diferente: minha família, de imigrantes alemães aqui chegados há quase 200 anos, hoje inclui italianos, negros, libaneses, portugueses. Não nos ocorreria amar ou respeitar a uns menos do que a outros: somos todos da velha raça humana. Isso ocorre em incontáveis famílias, grupos, povos. Porque são especiais? Não. Simplesmente entenderam que as diferenças podem enriquecer.

Num país que sofre de tamanhas carências em coisas essenciais, não devíamos ter energia e tempo para perseguir o outro, causando-lhe sofrimento e vexame, por suas ideias, pela cor de sua pele, formato dos olhos, deuses que venera ou pessoa que ama. Nossa energia precisa se devotar a mudanças importantes que o povo reclama. Nestes tempos de perseguição, calúnia, impunidade e desculpas tolas, só o rigor da lei pode nos impedir de recair rapidamente na velha selvageria. Mudar é preciso.

(LUFT, Lya. 10 de setembro, 2014 – Revista Veja.)

De acordo com o texto, a relação “medo e preconceito
 

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Medo e preconceito

O tema é espinhoso. Todos somos por ele atingidos de uma forma ou de outra, como autores ou como objetos dele. O preconceito nasce do medo, sua raiz cultural, psíquica, antropológica está nos tempos mais primitivos – por isso é uma postura primitiva –, em que todo diferente era um provável inimigo. Precisávamos atacar antes que ele nos destruísse. Assim, se de um lado aniquilava, de outro esse medo nos protegia – a perpetuação da espécie era o impulso primeiro. Hoje, quando de trogloditas passamos a ditos civilizados, o medo se revela no preconceito e continua atacando, mas não para nossa sobrevivência natural; para expressar nossa inferioridade assustada, vestida de arrogância. Que mata sob muitas formas, em guerras frequentes, por questões de raça, crença e outras, e na agressão a pessoas vitimadas pela calúnia, injustiça, isolamento e desonra. Às vezes, por um gesto fatal.

Que medo é esse que nos mostra tão destrutivos? Talvez a ideia de que “ele é diferente, pode me ameaçar”, estimulada pela inata maldade do nosso lado de sombra (ele existe, sim).

Nossa agressividade de animais predadores se oculta sob uma camada de civilização, mas está à espreita – e explode num insulto, na perseguição a um adversário que enxovalhamos porque não podemos vencê-lo com honra, ou numa bala nada perdida. Nessa guerra ou guerrilha usamos muitas armas: uma delas, poderosa e sutil, é a palavra. Paradoxais são as palavras, que podem ser carícias ou punhais. Minha profissão lida com elas, que desde sempre me encantam e me assombram: houve um tempo, recente, em que não podíamos usar a palavra “negro”. Tinha de ser “afrodescendente”, ou cometíamos um crime. Ora, ao mesmo tempo havia uma banda Raça Negra, congressos de Negritude... e afinal descobrimos que, em lugar de evitar a palavra, podíamos honrá-la. Lembremos que termos usados para agredir também podem ser expressões de afeto. “Meu nego”, “minha neguinha”, podem chamar uma pessoa amada, ainda que loura. “Gordo”, tanto usado para bullying, frequentemente é o apelido carinhoso de um amigo, que assim vai assinar bilhetes a pessoas queridas. Ao mesmo tempo, palavras como “judeu, turco, alemão” carregam, mais do que ignorância, um odioso preconceito.

De momento está em evidência a agressão racial em campos esportivos: “negro”, “macaco” e outros termos, usados como chibata para massacrar alguém, revelam nosso lado pior, que em outras circunstâncias gostaríamos de disfarçar – a grosseria, e a nossa própria inferioridade. Nesses casos, como em agressões devidas à orientação sexual, a atitude é crime, e precisamos da lei. No país da impunidade, necessitamos de punição imediata, severa e radical. Me perdoem os seguidores da ideia de que até na escola devemos eliminar punições do “sem limites”. Não vale a desculpa habitual de “não foi com má intenção, foi no calor da hora, não deem importância”. Temos de nos importar, sim, e de cuidar da nossa turma, grupo, comunidade, equipe ou país. Algumas doenças precisam de remédios fortes: preconceito é uma delas.

“Isso não tem jeito mesmo”, me dizem também. Acho que tem. É possível conviver de forma honrada com o diferente: minha família, de imigrantes alemães aqui chegados há quase 200 anos, hoje inclui italianos, negros, libaneses, portugueses. Não nos ocorreria amar ou respeitar a uns menos do que a outros: somos todos da velha raça humana. Isso ocorre em incontáveis famílias, grupos, povos. Porque são especiais? Não. Simplesmente entenderam que as diferenças podem enriquecer.

Num país que sofre de tamanhas carências em coisas essenciais, não devíamos ter energia e tempo para perseguir o outro, causando-lhe sofrimento e vexame, por suas ideias, pela cor de sua pele, formato dos olhos, deuses que venera ou pessoa que ama. Nossa energia precisa se devotar a mudanças importantes que o povo reclama. Nestes tempos de perseguição, calúnia, impunidade e desculpas tolas, só o rigor da lei pode nos impedir de recair rapidamente na velha selvageria. Mudar é preciso.

(LUFT, Lya. 10 de setembro, 2014 – Revista Veja.)

Segundo o texto, as atitudes preconceituosas
 

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458856 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: TRF-2
Uma entrevista de admissão havia sido feita por outro terapeuta, portanto, Beck não gastou tempo analisando os sintomas de Irene em detalhes ou colhendo uma história. Irene começou por descrever “seus estados tristes”. Beck quase imediatamente começou a provocar seus pensamentos automáticos durante esses períodos. Terapeuta: Quais tipos de pensamentos passaram por sua mente quando você teve esses sentimentos tristes na semana passada? Paciente: Bem... Eu acho que estou pensando em qual é a finalidade de tudo isso. Minha vida acabou. Simplesmente não é mais a mesma coisa... Eu tenho pensamentos como: “O que é que eu vou fazer?... Às vezes eu sinto raiva dele, do meu marido. Como ele poderia me deixar? Isso não é terrível da minha parte? O que há de errado comigo? Como posso ter raiva dele? Ele não queria ter uma morte horrível... Eu deveria ter feito mais. Eu deveria ter feito ele ir ao médico logo que ele começou a ter dores de cabeça... Oh, qual a finalidade...” T: Parece que você está sentindo muito mal agora. Estou certo? P: Sim. T: Continue a me dizer o que está passando em sua mente nesse momento. P: Eu não posso mudar nada... Acabou... Eu não sei... Tudo parece tão triste e sem esperança... O que eu posso esperar do futuro... doença e, em seguida, a morte... T: Então um dos pensamentos é que você não pode mudar as coisas e que não vai ficar melhor? P: Sim. T: E, às vezes, você acredita piamente nisso? P: Sim, eu acredito, às vezes. T: Neste momento, você acredita? P: Eu acredito – sim. T: Neste momento você acredita que não pode mudar as coisas e que não vai ficar melhor? P: Bem, há algum vislumbre de esperança, mas, no geral, sim... T: Existe alguma coisa em sua vida que você meio que almeja, em termos de sua própria vida, a partir de agora? P: Bem, o que eu almejo – eu gosto de ver os meus filhos, mas eles são tão ocupados agora. Meu filho é um advogado e minha filha faz faculdade de medicina... Então, eles são muito ocupados... Eles não têm tempo pra gastar comigo. A partir dessa fala terapêutica, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) Há indicação de depressão. ( ) A linha utilizada é a psicanálise. ( ) A linha utilizada pelo terapeuta é a TCC. ( ) Ao indagar os pensamentos automáticos da paciente, o terapeuta começou a entender a desesperança em relação ao futuro. A sequência está correta em
 

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458855 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: TRF-2
Os extremos emocionais dos transtornos de humor vêm em duas formas principais: transtorno depressivo maior, com sua desesperança e sua letargia prolongadas e transtorno bipolar (anteriormente denominado transtorno maníaco-depressivo), no qual a pessoa alterna depressão e mania, um estado de superexcitação e hiperatividade. Sobre o transtorno de humor, é INCORRETO afirmar que:
 

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458854 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: TRF-2
Segundo Hirigoyen (2002, p. 17), o “assédio moral no trabalho é definido como qualquer conduta abusiva (gesto, palavra, comportamento, atitude...) que atente, por sua repetição ou sistematização, contra a dignidade ou integridade psíquica ou física de uma pessoa, ameaçando seu emprego ou degradando o clima de trabalho”. Sobre o assunto, é INCORRETO afirmar que:
 

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458853 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: TRF-2
A ansiedade faz parte da vida. Ao falar em frente a turma, olhar para baixo em um penhasco ou desejar participar de um grande jogo, qualquer um de nós pode se sentir ansioso. Às vezes podemos sentir ansiedade suficiente para evitar o contato visual ou conversar com alguém – “timidez”, nós chamamos. Para a sorte da maioria de nós, essa intranquilidade não é intensa e persistente. Caso se torne, podemos sofrer de um dos transtornos de ansiedade, marcados por uma ansiedade aflitiva e persistente ou por comportamentos de redução de ansiedade disfuncionais. Acerca dos transtornos da ansiedade, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) Transtorno de ansiedade generalizada: a pessoa se sente inexplicável e continuamente tensa e ansiosa. ( ) Transtorno do pânico: a pessoa experimenta episódios súbitos de pavor intenso. ( ) Fobias: a pessoa sente um medo irracional e intenso de um objeto ou de uma situação específicos. ( ) Transtorno obsessivo-compulsivo: uma pessoa é perturbada por pensamentos ou ações repetitivas. ( ) Transtorno de estresse pós-traumático: a pessoa tem lembranças, pesadelos e outros sintomas duradouros durante semanas após um evento gravemente ameaçador e incontrolável. A sequência está correta em
 

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458852 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: TRF-2
Ao avaliar a perspectiva humanista, podemos afirmar que ela influenciou a Psicologia como: I. Algo que se diz a respeito de Freud também pode ser dito sobre os psicólogos humanistas, ou seja, seu impacto tem sido generalizado. As ideias de Maslow e de Rogers influenciaram o aconselhamento, a educação, a criação das crianças e a administração. II. Para Myers, em seu livro, na página 431, a perspectiva humanista também influenciou, às vezes de modo não intencional, muito da Psicologia popular de hoje. Um autoconceito positivo é a chave para a felicidade e o sucesso? A aceitação e a empatia ajudam a nutrir sentimentos positivos sobre si mesmo? As pessoas são basicamente boas e capazes de se aperfeiçoar? Muitas pessoas respondem sim, sim, sim. Respondendo a uma pesquisa de opinião do Instituto Gallup e da Newsweek, feita em 1992, nove em cada dez americanos classificaram sua autoestima como um fator muito importante para “motivar uma pessoa a trabalhar com afinco e ser bem-sucedida”. A mensagem da psicologia humanista foi ouvida. III. Os psicólogos humanistas alegam que o primeiro passo para amar os outros é, na verdade, uma autoaceitação segura e não defensiva. De fato, pessoas que se sentem intrinsecamente amadas e aceitas – pelo que são e não apenas por suas realizações – exibem atitudes menos defensivas (Schimel et al., 2001). Estão corretas as afirmativas
 

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458851 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: TRF-2
A liderança na organização envolve fazer com que os seguidores trabalhem visando as metas do grupo e não individuais, e é diferente de uma posição gerencial ocupada por designação. Segundo Krumm, a respeito de liderança, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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458850 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: TRF-2
“Alguns padrões de comportamento disfuncional prejudicam a atuação social sem depressão ou delírios. Entre eles estão os transtornos de personalidade, que geram comportamentos perturbadores, inflexíveis e duradouros que prejudicam socialmente o indivíduo. Um grupo desses transtornos expressa ansiedade como sensível temor à rejeição, que predispõe o introvertido ao transtorno de personalidade esquiva. Um segundo grupo exprime comportamentos excêntricos, como o distanciamento emocional típico do transtorno de personalidade esquizoide. Um terceiro grupo exibe comportamentos dramáticos ou impulsivos, como o chamativo transtorno de personalidade histriônica e o autofocado e autoinflado transtorno de personalidade narcisista. No entanto, as categorias de transtornos de personalidade não são nitidamente distinguíveis e provavelmente serão revistas no próximo DSM.” (Clark, 2007; Widiger e Trull, 2007.) Mesmo que demasiadamente interligados através das características deveras semelhantes, a respeito de transtorno de personalidade analise as afirmativas a seguir. I. O transtorno de personalidade mais problemático e intensamente pesquisado é o transtorno de personalidade antissocial. A pessoa (antes chamada de sociopata ou psicopata) é tipicamente um homem cuja falta de consciência se torna evidente antes dos 15 anos de idade, quando ele começa a mentir, a roubar, a brigar ou a demonstrar um comportamento sexual irrefreável. Cerca da metade dessas crianças torna-se um adulto antissocial – incapaz de manter o emprego, irresponsável como cônjuge e como pai, e agressivo, senão criminoso. II. Alguns estudos detectaram os sinais precoces de comportamento antissocial em crianças ainda dos 3 aos 6 anos de idade (Caspi et al. 1996; Tremblay et al. 1994). Meninos que mais tarde se tornaram adolescentes agressivos ou antissociais tendiam, enquanto crianças, a ter sido impulsivos, desinibidos, indiferentes a recompensas sociais e pouco ansiosos. III. O meio e a genética interferem no resultado do sujeito com transtorno de personalidade. A falta de medo, se canalizada em direções produtivas, pode levar ao heroísmo corajoso, a uma vocação para a aventura ou a um desempenho atlético estelar; todavia, carecendo de senso de responsabilidade social, a mesma disposição pode produzir um frio manipulador ou assassino (Lykken, 1995). Estão corretas as afirmativas
 

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