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Foram encontradas 120 questões.

2878169 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TRE-RJ
empenhos liquidados (despesas correntes) 3.000
empenhos liquidados (despesas de capital) 4.000
receitas correntes arrecadadas 5.000
receitas de capital arrecadadas 6.000
saldo financeiro para o exercício seguinte 6.000
restos a pagar de 2010 e pagos em 2011 3.000
pagamentos realizados referentes aos empenhos
emitidos em 2011
4.000
Considerando-se a tabela acima, em que são apresentados os saldos, em reais, de uma unidade gestora hipotética X, em 31/12/2011, é correto afirmar que

o valor a ser inscrito em restos a pagar processados corresponde a R$ 3.000,00.
 

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2878168 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TRE-RJ
empenhos liquidados (despesas correntes) 3.000
empenhos liquidados (despesas de capital) 4.000
receitas correntes arrecadadas 5.000
receitas de capital arrecadadas 6.000
saldo financeiro para o exercício seguinte 6.000
restos a pagar de 2010 e pagos em 2011 3.000
pagamentos realizados referentes aos empenhos
emitidos em 2011
4.000
Considerando-se a tabela acima, em que são apresentados os saldos, em reais, de uma unidade gestora hipotética X, em 31/12/2011, é correto afirmar que

o resultado orçamentário foi igual a R$ 1.000,00.
 

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2878167 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TRE-RJ
empenhos liquidados (despesas correntes) 3.000
empenhos liquidados (despesas de capital) 4.000
receitas correntes arrecadadas 5.000
receitas de capital arrecadadas 6.000
saldo financeiro para o exercício seguinte 6.000
restos a pagar de 2010 e pagos em 2011 3.000
pagamentos realizados referentes aos empenhos
emitidos em 2011
4.000
Considerando-se a tabela acima, em que são apresentados os saldos, em reais, de uma unidade gestora hipotética X, em 31/12/2011, é correto afirmar que

o resultado patrimonial apurado foi de R$ 2.000,00.
 

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2878166 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TRE-RJ
empenhos liquidados (despesas correntes) 3.000
empenhos liquidados (despesas de capital) 4.000
receitas correntes arrecadadas 5.000
receitas de capital arrecadadas 6.000
saldo financeiro para o exercício seguinte 6.000
restos a pagar de 2010 e pagos em 2011 3.000
pagamentos realizados referentes aos empenhos
emitidos em 2011
4.000
Considerando-se a tabela acima, em que são apresentados os saldos, em reais, de uma unidade gestora hipotética X, em 31/12/2011, é correto afirmar que

o resultado financeiro foi igual a R$ 6.000,00.
 

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Texto para o item

A instrumentalização da cidadania e da soberania popular, em uma democracia contemporânea, faz-se pelo instituto da representação política. E a transformação da soberania popular em representação se dá, em grande parte, por meio da eleição.

O povo a que remete a ideia de soberania popular constitui uma unidade, e não, a soma de indivíduos. Jurídica e constitucionalmente, a representação "representa" o povo (e não, todos os indivíduos). Além disso, não há propriamente mandato, pois a função do representante se dá nos limites constitucionais e não se determina por instruções ou cláusulas estabelecidas entre ele (ou o conjunto de representantes) e o eleitorado. As condições para o exercício do mandato e, no limite, seu conteúdo estão predeterminados na Constituição e apenas nela. Estritamente, nem sequer é possível falar em representação, pois não há uma vontade pré-formada. Há a construção de uma vontade, limitada apenas aos contornos constitucionais.

Eneida Desiree Salgado. Princípios constitucionais estruturantes do direito eleitoral. Tese de doutoramento. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 2010. Internet: <http://dspace.c3sl.ufpr.br> (com adaptações).

Julgue o próximo item, referente à estrutura e à tipologia do texto em apreço.

Os termos nominais "o povo" e "mandato" completam o sentido das formas verbais 'representa' e "há", respectivamente.

 

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Texto para o item

A instrumentalização da cidadania e da soberania popular, em uma democracia contemporânea, faz-se pelo instituto da representação política. E a transformação da soberania popular em representação se dá, em grande parte, por meio da eleição.

O povo a que remete a ideia de soberania popular constitui uma unidade, e não, a soma de indivíduos. Jurídica e constitucionalmente, a representação "representa" o povo (e não, todos os indivíduos). Além disso, não há propriamente mandato, pois a função do representante se dá nos limites constitucionais e não se determina por instruções ou cláusulas estabelecidas entre ele (ou o conjunto de representantes) e o eleitorado. As condições para o exercício do mandato e, no limite, seu conteúdo estão predeterminados na Constituição e apenas nela. Estritamente, nem sequer é possível falar em representação, pois não há uma vontade pré-formada. Há a construção de uma vontade, limitada apenas aos contornos constitucionais.

Eneida Desiree Salgado. Princípios constitucionais estruturantes do direito eleitoral. Tese de doutoramento. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 2010. Internet: <http://dspace.c3sl.ufpr.br> (com adaptações).

Julgue o próximo item, referente à estrutura e à tipologia do texto em apreço.

Identifica-se no texto ambivalência estrutural, evidenciada pela presença de trechos tipicamente dissertativos e outros marcadamente narrativos.

 

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Texto para o item

A instrumentalização da cidadania e da soberania popular, em uma democracia contemporânea, faz-se pelo instituto da representação política. E a transformação da soberania popular em representação se dá, em grande parte, por meio da eleição.

O povo a que remete a ideia de soberania popular constitui uma unidade, e não, a soma de indivíduos. Jurídica e constitucionalmente, a representação "representa" o povo (e não, todos os indivíduos). Além disso, não há propriamente mandato, pois a função do representante se dá nos limites constitucionais e não se determina por instruções ou cláusulas estabelecidas entre ele (ou o conjunto de representantes) e o eleitorado. As condições para o exercício do mandato e, no limite, seu conteúdo estão predeterminados na Constituição e apenas nela. Estritamente, nem sequer é possível falar em representação, pois não há uma vontade pré-formada. Há a construção de uma vontade, limitada apenas aos contornos constitucionais.

Eneida Desiree Salgado. Princípios constitucionais estruturantes do direito eleitoral. Tese de doutoramento. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 2010. Internet: <http://dspace.c3sl.ufpr.br> (com adaptações).

Julgue o próximo item, referente à estrutura e à tipologia do texto em apreço.

O pronome "ele" tem como referente o nome "representante".

 

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Texto para o item

A instrumentalização da cidadania e da soberania popular, em uma democracia contemporânea, faz-se pelo instituto da representação política. E a transformação da soberania popular em representação se dá, em grande parte, por meio da eleição.

O povo a que remete a ideia de soberania popular constitui uma unidade, e não, a soma de indivíduos. Jurídica e constitucionalmente, a representação "representa" o povo (e não, todos os indivíduos). Além disso, não há propriamente mandato, pois a função do representante se dá nos limites constitucionais e não se determina por instruções ou cláusulas estabelecidas entre ele (ou o conjunto de representantes) e o eleitorado. As condições para o exercício do mandato e, no limite, seu conteúdo estão predeterminados na Constituição e apenas nela. Estritamente, nem sequer é possível falar em representação, pois não há uma vontade pré-formada. Há a construção de uma vontade, limitada apenas aos contornos constitucionais.

Eneida Desiree Salgado. Princípios constitucionais estruturantes do direito eleitoral. Tese de doutoramento. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 2010. Internet: <http://dspace.c3sl.ufpr.br> (com adaptações).

De acordo com as informações presentes no texto,

o instituto da representação política constitui o meio pelo qual a cidadania e a soberania popular são operacionalizadas.

 

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Texto para o item

A instrumentalização da cidadania e da soberania popular, em uma democracia contemporânea, faz-se pelo instituto da representação política. E a transformação da soberania popular em representação se dá, em grande parte, por meio da eleição.

O povo a que remete a ideia de soberania popular constitui uma unidade, e não, a soma de indivíduos. Jurídica e constitucionalmente, a representação "representa" o povo (e não, todos os indivíduos). Além disso, não há propriamente mandato, pois a função do representante se dá nos limites constitucionais e não se determina por instruções ou cláusulas estabelecidas entre ele (ou o conjunto de representantes) e o eleitorado. As condições para o exercício do mandato e, no limite, seu conteúdo estão predeterminados na Constituição e apenas nela. Estritamente, nem sequer é possível falar em representação, pois não há uma vontade pré-formada. Há a construção de uma vontade, limitada apenas aos contornos constitucionais.

Eneida Desiree Salgado. Princípios constitucionais estruturantes do direito eleitoral. Tese de doutoramento. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 2010. Internet: <http://dspace.c3sl.ufpr.br> (com adaptações).

De acordo com as informações presentes no texto,

o representante representa o indivíduo, ao passo que a representação "(ou o conjunto de representantes)" representa o povo.

 

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Texto para o item

A instrumentalização da cidadania e da soberania popular, em uma democracia contemporânea, faz-se pelo instituto da representação política. E a transformação da soberania popular em representação se dá, em grande parte, por meio da eleição.

O povo a que remete a ideia de soberania popular constitui uma unidade, e não, a soma de indivíduos. Jurídica e constitucionalmente, a representação "representa" o povo (e não, todos os indivíduos). Além disso, não há propriamente mandato, pois a função do representante se dá nos limites constitucionais e não se determina por instruções ou cláusulas estabelecidas entre ele (ou o conjunto de representantes) e o eleitorado. As condições para o exercício do mandato e, no limite, seu conteúdo estão predeterminados na Constituição e apenas nela. Estritamente, nem sequer é possível falar em representação, pois não há uma vontade pré-formada. Há a construção de uma vontade, limitada apenas aos contornos constitucionais.

Eneida Desiree Salgado. Princípios constitucionais estruturantes do direito eleitoral. Tese de doutoramento. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 2010. Internet: <http://dspace.c3sl.ufpr.br> (com adaptações).

De acordo com as informações presentes no texto,

o representante — um deputado federal, por exemplo — age conforme determinação legal constitucional, e não, segundo a vontade do povo.

 

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