Foram encontradas 78 questões.
Figura para as questões de 19 a 22
A figura a seguir mostra uma janela do software Writer, com um documento em processo de edição.

Com base na figura apresentada, assinale a opção correta.
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Ainda com base na configuração apresentada, assinale a opção correta.
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Texto para as questões de 16 a 18
Considere a configuração de um microcomputador do tipo notebook apresentada a seguir.
Intel Core Duo – 1,6 GHz e 533 MHz FSB;
2 MB L2 cache;
15,4 WXGA LCD;
120 GB HDD;
DVD-RW double layer;
1 GB DDR2, 802.11 a/b/g wireless LAN.
Com referência ao microcomputador apresentado, assinale a opção correta
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Com base na configuração apresentada, assinale a opção correta.
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Texto para as questões de 13 a 15
1 Censurar, proibir e reprimir são atitudes
antipáticas, porque geralmente são vistas pela sociedade
como inimigas da liberdade individual, da criatividade e
4 da verdade. A censura esconde dilemas e armadilhas sutis
que podem causar mais confusão do que esclarecer os
problemas relacionados a ela, até porque nem todo tipo de
7 censura representa uma interferência odiosa na vida da
população. Um exemplo simples de censura socialmente
aceitável — ou até considerada necessária para o bom
10 andamento da vida social — é a tentativa de proteger
crianças contra filmes, livros e outras manifestações do
pensamento que possam incitar à violência ou a outras
13 situações consideradas prejudiciais à formação dos
jovens.
Por outro lado, existem formas de censura que,
16 apesar de serem, em princípio, tão odiosas quanto a
censura política, tornam-se praticamente invisíveis no
interior do corpo social. Elas agem sem que os
19 responsáveis sequer se deem conta do que estão fazendo.
É o caso, entre outros, dos preconceitos, que são, por
definição, verdades falsas que, quando se disseminam
22 dentro de um grupo ou comunidade, tendem a hostilizar
formas de pensamento e de comportamento que, de
alguma forma, não se conformam àquela “verdade”.
Flávio Dieguez. Ver, ouvir e calar. Discutindo a língua portuguesa, ano 2, n.º 12, p. 34-6 (com adaptações).
Julgue se as seguintes estruturas do texto explicitam uma relação textual de comparação.
I "causar mais confusão do que esclarecer" (l.5)
II "nem todo tipo de censura representa uma interferência" (l.6-7)
III "até considerada necessária" (l.9)
IV "tão odiosas quanto a censura política" (l.16-17)
Estão certos apenas os itens
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Para que o trecho de documento acima atenda às normas de redação de documentos oficiais, é necessário
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Texto para as questões de 9 a 11
1 Por muitos anos, pensávamos compreender o que era
interpretado, o que era uma interpretação; inquietávamo-nos,
eventualmente, a propósito de uma dificuldade em particular,
4 ocorrida no trabalho de interpretação. Nada mais. Atualmente,
não temos certeza, já não estamos tão certos. O conflito de
ideologias fez com que indagássemos sobre o que quer dizer
7 uma interpretação e duvidássemos sobre o que estávamos
fazendo ou teríamos de fazer.
Em vez desse tratamento que era dado à questão da
10 interpretação, a Teoria Crítica ou o Criticismo insiste em
trabalhar com as palavras que estão inscritas em determinada
página.
Célio Garcia. Graças à letra “soft”, a estrutura “hard” dura. In: Hugo Mari et al. (Org.). Estruturalismo, memória e repercussões. Belo Horizonte: UFMG/Diadorim, p. 192 (com adaptações).
Preserva-se a correção gramatical e a coerência das ideias do texto
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Texto para as questões de 9 a 11
1 Por muitos anos, pensávamos compreender o que era
interpretado, o que era uma interpretação; inquietávamo-nos,
eventualmente, a propósito de uma dificuldade em particular,
4 ocorrida no trabalho de interpretação. Nada mais. Atualmente,
não temos certeza, já não estamos tão certos. O conflito de
ideologias fez com que indagássemos sobre o que quer dizer
7 uma interpretação e duvidássemos sobre o que estávamos
fazendo ou teríamos de fazer.
Em vez desse tratamento que era dado à questão da
10 interpretação, a Teoria Crítica ou o Criticismo insiste em
trabalhar com as palavras que estão inscritas em determinada
página.
Célio Garcia. Graças à letra “soft”, a estrutura “hard” dura. In: Hugo Mari et al. (Org.). Estruturalismo, memória e repercussões. Belo Horizonte: UFMG/Diadorim, p. 192 (com adaptações).
Assinale a opção incorreta a respeito do uso dos sinais de pontuação no texto.
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Texto para as questões de 9 a 11
1 Por muitos anos, pensávamos compreender o que era
interpretado, o que era uma interpretação; inquietávamo-nos,
eventualmente, a propósito de uma dificuldade em particular,
4 ocorrida no trabalho de interpretação. Nada mais. Atualmente,
não temos certeza, já não estamos tão certos. O conflito de
ideologias fez com que indagássemos sobre o que quer dizer
7 uma interpretação e duvidássemos sobre o que estávamos
fazendo ou teríamos de fazer.
Em vez desse tratamento que era dado à questão da
10 interpretação, a Teoria Crítica ou o Criticismo insiste em
trabalhar com as palavras que estão inscritas em determinada
página.
Célio Garcia. Graças à letra “soft”, a estrutura “hard” dura. In: Hugo Mari et al. (Org.). Estruturalismo, memória e repercussões. Belo Horizonte: UFMG/Diadorim, p. 192 (com adaptações).
Assinale a opção correspondente ao desdobramento para a frase "Nada mais." (l.4) que está gramaticalmente correto e coerente para o desenvolvimento da argumentação do texto.
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Texto para as questões de 6 a 8
1 A ciência moderna teve de lutar com um inimigo
poderoso: os monopólios de interpretação, fossem eles a
religião, o estado, a família ou o partido. Foi uma luta
4 travada com enorme êxito e cujos resultados positivos vão
ser indispensáveis para criar um conhecimento
emancipatório pós-moderno. O fim dos monopólios de
7 interpretação é um bem absoluto da humanidade.
No entanto, como a ciência moderna colonizou as
outras formas de racionalidade, destruindo, assim, o
10 equilíbrio dinâmico entre regulação e emancipação, em
detrimento desta, o êxito da luta contra os monopólios de
interpretação acabou por dar lugar a um novo inimigo, tão
13 temível quanto o anterior, e que a ciência moderna não
podia senão ignorar: a renúncia à interpretação,
paradigmaticamente patente no utopismo automático da
16 tecnologia e também na ideologia e na prática consumistas.
Boaventura de Sousa Santos. A crítica da razão indolente. São Paulo: Cortez, 2007, p. 95 (com adaptações)
No desenvolvimento das ideias do texto, introduz-se uma ideia de causa com o uso
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