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593307 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Observe as afirmações abaixo com relação à gestão de projetos na construção.
I - As decisões iniciais do projeto, tais como localização, tipologia construtiva e forma de contratação, têm grande impacto no desempenho do empreendimento em termos de custos e qualidade, devendo ser buscado o envolvimento de vários intervenientes (por exemplo, profissionais de marketing, projeto, e produção) o mais cedo possível, mesmo que não se tenha a garantia de que o empreendimento vá efetivamente ser realizado.
II - Os requisitos dos principais clientes do empreendimento devem ser identificados em sua totalidade antes do desenvolvimento de uma solução de projeto, cabendo à gestão de projetos buscar a aderência aos mesmos, de forma a se obter um projeto com a qualidade desejada.
III - A sobreposição entre as etapas de projeto e a execução é necessária para alguns tipos de empreendimento, principalmente, quando a obra a ser executada é complexa, com alto nível de incerteza e prazo de execução reduzido.
Quais estão corretas?
 

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Mais do que combater as teses racistas que são difundidas em muitos países e sociedades que afirmam serem superiores em relação às outras no que concerne à etnia, devemos voltar nosso olhar para outras vertentes preconceituosas nas sociedades que se consideram avançadas, seja no âmbito tecnológico, ou até mesmo na linguagem e na escrita.
Essa tendência refere-se à superioridade cultural de uma civilização ou grupo em relação a outros que são compreendidos como inferiores e tratados como obsoletos e desvalorizados em todos os seus aspectos culturais.
As sociedades que, durante toda a história da humanidade, foram exploradas, embora perdessem traços culturais, não deixaram de lado suas principais circunscrições que as identificam, assim como seus costumes, crenças e modo de vida próprio. No entanto, as civilizações exploradoras conseguiram desviar o foco dos problemas ocasionado pela exploração, para uma “terrível” imagem dos povos que não se adequaram ao seu estilo de vida, fazendo-nos acreditar que essas civilizações não têm nenhuma relevância cultural no cenário mundial.
Nossas convicções ideológicas pessoais prevalecem muito mais do que qualquer relação social com povos que não pensam como nós pensamos e que fogem de nossos padrões de vida. Somos levados a querer que o outro grupo seja o reflexo ideal do nosso próprio conceito de “sociedade ideal”, caso contrário rotulamos o outro grupo como inferior e irrelevante para o progresso da humanidade.
Ao julgarmos uma cultura em relação à nossa e afirmar sua inferioridade, não devemos partir de valores como avanços tecnológicos e científicos, pois nenhuma civilização é tão “inferior” que não tenha nenhuma característica específica que a nossa ainda não conseguiu desenvolver. Desse modo, se consideramos o diferente como inferior, também podemos cair no mesmo grau de inferioridade, na medida em que o outro grupo nos terá como sendo também inferiores em determinados aspectos.
Adaptado de: LIMA, Fabiano de Albuquerque. Disponível em: <http://www.opovo.com.br/app/jornaldoleitor/noticiasse cundarias/artigos/2013/09/17/noticiajornaldoleitorartigos,- 3131118/a-pretensao-de-uma-superioridadecultural.shtml>. Acessado em 07 jul. 2014.
Quanto à classificação das palavras usadas no texto, é correto afirmar que
 

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Suspiros de fumaça
“Parar de fumar é muito fácil. Eu mesmo já parei umas 20 vezes.” Assim dizia meu pai brincando para minimizar sua maior derrota: nunca conseguiu largar o cigarro. Quando, pela doença, as proibições chegaram, fumava escondido. Anos depois que partiu, minha mãe seguia encontrando maços em esconderijos insólitos.
Meu primeiro contato com o comércio foi comprando cigarros para meu pai. Diligentemente, não aceitava o troco em balas, o acerto justo dignificava a missão. Hoje me lembro dessas incursões com um pingo de culpa, como se nelas houvesse uma névoa de conivência.
Claro, eu era criança. Se é para ter culpa, melhor lembrar dos últimos anos do meu avô materno, quando eu já era adolescente. Outro que levou o cigarro até o fim. Embora a questão seja quem levou quem. Respirando muito mal, os médicos cortaram-lhe o hábito. Mas houve um apelo e uma concessão: três meios cigarros ao dia. Quando estava comigo, roubava no jogo e eu fazia escandalosa vista grossa. Trocávamos olhares e eu esquecia de cortar o cigarro, ou me enganava na difícil matemática que é discernir entre três e quatro.
Sinto falta do cheiro de tabacaria, de comprar cigarros, mas não sei o que faria com eles. Eu jamais fumei e meus fumantes se foram. Não descobri se nunca fumei para não desafiar quem derrotou meu pai ou para triunfar onde ele falhou.
Quando minha mulher chegou na minha vida, fumava. Trazia essa familiaridade de um gozo que eu não entendia. O cigarro para Diana era um amigo fiel que pontuava e sublinhava sua vida. Antes disso, depois daquilo, no momento de angústia, nos momentos de alegria, contra a solidão, enfim, arrimo para todas as pausas. Mas minha paciência com o cigarro, e o custo que ele me trouxe, já havia esgotado. Agora, era eu ou ele. Quase perdi! Havia um inimigo na trincheira, minhas memórias, tinha uma queda pelo inimigo. Mas consegui. Depois de anos de luta e com o decisivo apoio da minha tropa de choque, minhas duas filhas, vencemos.
Se existe algo que aprendi com o cigarro é não menosprezar sua força e o preço que os fumantes estão dispostos a pagar. Tingir de morte o seu prazer, como a medicina explica e agora está impresso em qualquer maço, a meu ver, pouco ajuda. Talvez só denote o que ele é, uma tourada com a finitude, desafiando e chamando a morte a cada tragada.
O preço por esse prazer letal é enorme para a saúde pública. Mas o pior, talvez mais doloroso por ser mais próximo, é testemunhar essa escolha entre a fuga solitária do canudinho de fumaça e a nossa companhia. Gostaria que todos os fumantes que amei tivessem preferido a minha companhia dele, preferência sempre terei ciúme. Precisamos ganhar os fumantes de volta para nós.
Adaptado de: CORSO, Mário. Suspiros de fumaça. Zero Hora, 12/06/2014.
Assinale a alternativa que apresenta ideia que se pode depreender da leitura do texto.
 

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582842 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Considere que você é o responsável técnico pela execução de uma estrutura de concreto especificada com uma resistência característica de 25MPa, cimento CPIV (Cimento Portland Pozolânico), agregado graúdo basáltico com dimensão máxima característica de 25mm, abatimento de 80mm e período mínimo para retirada das fôrmas e escoramento de 15 dias para concretagem no verão (temperaturas entre 25ºC e 35ºC.). Caso se deseje reduzir o tempo para retirada do escoramento, pode ser considerada uma correta tomada de decisão técnica:
 

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Suspiros de fumaça
“Parar de fumar é muito fácil. Eu mesmo já parei umas 20 vezes.” Assim dizia meu pai brincando para minimizar sua maior derrota: nunca conseguiu largar o cigarro. Quando, pela doença, as proibições chegaram, fumava escondido. Anos depois que partiu, minha mãe seguia encontrando maços em esconderijos insólitos.
Meu primeiro contato com o comércio foi comprando cigarros para meu pai. Diligentemente, não aceitava o troco em balas, o acerto justo dignificava a missão. Hoje me lembro dessas incursões com um pingo de culpa, como se nelas houvesse uma névoa de conivência.
Claro, eu era criança. Se é para ter culpa, melhor lembrar dos últimos anos do meu avô materno, quando eu já era adolescente. Outro que levou o cigarro até o fim. Embora a questão seja quem levou quem. Respirando muito mal, os médicos cortaram-lhe o hábito. Mas houve um apelo e uma concessão: três meios cigarros ao dia. Quando estava comigo, roubava no jogo e eu fazia escandalosa vista grossa. Trocávamos olhares e eu esquecia de cortar o cigarro, ou me enganava na difícil matemática que é discernir entre três e quatro.
Sinto falta do cheiro de tabacaria, de comprar cigarros, mas não sei o que faria com eles. Eu jamais fumei e meus fumantes se foram. Não descobri se nunca fumei para não desafiar quem derrotou meu pai ou para triunfar onde ele falhou.
Quando minha mulher chegou na minha vida, fumava. Trazia essa familiaridade de um gozo que eu não entendia. O cigarro para Diana era um amigo fiel que pontuava e sublinhava sua vida. Antes disso, depois daquilo, no momento de angústia, nos momentos de alegria, contra a solidão, enfim, arrimo para todas as pausas. Mas minha paciência com o cigarro, e o custo que ele me trouxe, já havia esgotado. Agora, era eu ou ele. Quase perdi! Havia um inimigo na trincheira, minhas memórias, tinha uma queda pelo inimigo. Mas consegui. Depois de anos de luta e com o decisivo apoio da minha tropa de choque, minhas duas filhas, vencemos.
Se existe algo que aprendi com o cigarro é não menosprezar sua força e o preço que os fumantes estão dispostos a pagar. Tingir de morte o seu prazer, como a medicina explica e agora está impresso em qualquer maço, a meu ver, pouco ajuda. Talvez só denote o que ele é, uma tourada com a finitude, desafiando e chamando a morte a cada tragada.
O preço por esse prazer letal é enorme para a saúde pública. Mas o pior, talvez mais doloroso por ser mais próximo, é testemunhar essa escolha entre a fuga solitária do canudinho de fumaça e a nossa companhia. Gostaria que todos os fumantes que amei tivessem preferido a minha companhia dele, preferência sempre terei ciúme. Precisamos ganhar os fumantes de volta para nós.
Adaptado de: CORSO, Mário. Suspiros de fumaça. Zero Hora, 12/06/2014.
Com a expressão esconderijos insólitos, o narrador faz referência aos locais
 

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581392 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Em relação às recomendações sobre fundações superficiais, rasas ou diretas, contidas na NBR 6.122 “Projeto e execução de fundações”, considere as afirmações abaixo.
I - O dimensionamento geotécnico de uma fundação superficial, solicitada por carregamento excêntrico, deve ser feito considerando-se que o solo é um elemento não resistente à tração. No dimensionamento, a área comprimida deve ser de, no mínimo, ½ da área total. A tensão máxima na borda deve ser menor ou igual à tensão admissível do solo, ou tensão resistente de projeto.
II - O fundo da cava deve ser regularizado com concreto não estrutural, em espessura mínima de 5cm. A superfície final deve resultar plana e horizontal. Havendo necessidade de aprofundar a cava da sapata, a diferença entre a cota de assentamento prevista em projeto e a cota executada poderá ser preenchida com concreto de resistência característica igual ou superior a 10MPa, tomando- se o cuidado de preencher todo o fundo da cava e não somente a área de projeção da sapata.
III - Na divisa com terrenos vizinhos, salvo quando a fundação for assente sobre rocha, a profundidade mínima não deverá ser inferior a 1,5m. No caso de fundações próximas, porém situadas em cotas diferentes, a reta de maior declive que passa pelos seus bordos deverá ter, com a vertical, uma inclinação mínima de 60º no caso de rochas, 45º no caso de solos resistentes e 30º no caso de solos pouco resistentes.
Quais estão corretas?
 

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Considere a planilha MS-Excel abaixo, que contém duas datas.
Enunciado 581136-1
A célula D5 foi formatada para conter número com 0 (zero) casas decimais. Nessa célula, foi digitada uma fórmula para calcular a diferença entre as duas datas (Data 2 - Data 1). Qual é essa fórmula?
 

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581027 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Em relação às recomendações da NR-18 “Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção”, considere as afirmações abaixo.
I - As escavações com mais 1,25m de profundidade devem dispor de escadas ou rampas, colocadas próximas aos postos de trabalho, a fim de permitir, em caso de emergência, a saída rápida dos trabalhadores. Tal exigência é dispensável se os taludes tiverem sua estabilidade garantida por meio de estruturas de contenção dimensionadas para este fim.
II - Nas armações de aço, é proibida a existência de pontas verticais de vergalhões desprotegidas.
III - É obrigatória a colocação de pranchas de madeira sobre as armações nas fôrmas, firmemente apoiadas, para a circulação de operários, quando a concretagem for realizada com o auxílio de jerica ou carrinho de mão. Para concreto bombeado até o local da concretagem, tal exigência é dispensável.
Quais estão corretas?
 

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580994 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Considere as afirmações abaixo com relação aos Benefícios e Despesas Indiretas (BDI).
I - Quanto maior a duração da obra, maior tende a ser o BDI.
II - Quanto maior a parcela da obra executada por empresas subcontratadas, menor deve ser o BDI (em termos percentuais).
III - O BDI deve, necessariamente, ser embutido no preço dos serviços e não pode ter valores diferenciados por serviço.
Quais estão corretas?
 

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INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere a planilha MS-Excel abaixo. Para facilitar a visualização, foram feitas algumas formatações.
Enunciado 580835-1
Para se obter a percentagem sobre o total de inscritos (coluna E), foi digitada uma fórmula em E2, que foi copiada e colada para as células E3 até E5. Após, foi utilizada uma formatação sobre as células E2 até E6. Qual é a fórmula e a formatação usadas, respectivamente?
 

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