Magna Concursos

Foram encontradas 70 questões.

Com relação ao plano plurianual, considere as afirmações abaixo.
I - A iniciativa de lei é do Poder Executivo.
II - A lei que o instituir não precisará estabelecer de forma regionalizada as metas da Administração Pública Federal relativas às despesas de capital para os programas de duração continuada, devendo apenas fazer menção a essas metas de maneira global.
III - Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos na Constituição Federal devem ser elaborados em consonância com o plano plurianual.
IV - Sua elaboração é facultativa.
Quais estão corretas?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Mentira e conseqüência
O revolucionário russo Alexander Herzen costumava dizer que o problema central dos povos eslavos estava num excesso de geografia e num déficit de história. Um século depois, o filósofo britânico Isaiah Berlin resolvia inverter essa máxima para ilustrar o “problema judaico”. Para Berlin, o problema dos judeus era um excesso de história e uma dramática falta de geografia: dois milênios de tragédias e vilanias que só uma casa – no sentido físico e até espiritual – poderia resolver completamente.
Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl. Mas se Herzl estabeleceu as bases do sionismo moderno, um fato acabaria por tornar Israel uma inevitabilidade prática, e não apenas teórica. Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu. Mesmo que não desejassem, como, efetivamente, muitos não desejaram, regressar a ele.
Israel só existe porque o Holocausto existiu. Ou, inversamente e na lógica do anti-semitismo, Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa. Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável. Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir.
A legitimação de uma mentira é um primeiro passo para deslegitimar Israel. Trata-se, no fundo, de uma velha técnica de desumanização progressiva que o Terceiro Reich cultivou com sucesso: se retirarmos de um ser humano a sua basilar humanidade, nada impede que possa ser humilhado e destruído.
É esse filme de mentira e conseqüência que atualmente está em cena no Irã. No momento em que escrevo, trinta países estão representados numa “conferência internacional” em Teerã, com o nobre propósito de indagar veracidade do Holocausto. Os promotores garantem pluralismo, ou seja, rédea livre revisionistas e negacionistas para questionar os campos de concentração, as câmaras de gás e o “mito” dos seis milhões.
Um representante do governo iraniano defende o circo como crítica necessária censura que reina no Ocidente (infelizmente, uma estupidez sem defesa, que só confere trunfos aos fanáticos), onde revisionistas e negacionistas são silenciados e presos. Mas é preciso ouvir um negacionista verdadeiro para encontrar a resposta ironicamente verdadeira. Convidado a pronunciar-se sobre o encontro, Frederick Toben, que apresenta aos congressistas a comunicação As alegadas câmaras de gás de Auschwitz - Uma análise técnica e química, afirma sem hesitar: “O Holocausto equivale a uma mentira.
Conseqüentemente, Israel é uma mentira”. Estão enganados os que pensam nessa conferência como um simpático encontro de lunáticos. Enquanto os “especialistas” negam o Holocausto, o Irã inicia a expansão do seu programa de enriquecimento de urânio. O Conselho de Segurança das Nações Unidas persiste na sua farsa diplomática e numa absoluta, e já lendária, incapacidade punitiva. E os Estados Unidos, tradicionalmente aliados de Israel, aceitam um Irã com capacidade nuclear, capitulação evidente, que pode implicar, em linguagem bem prosaica, a simples venda de Israel a Teerã.
Adaptado de: COUTINHO, João Pereira. Mentira e conseqüência. Folha Online, São Paulo, 11 dez 2006. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u52.shtml. Acesso em: 12 jan. 2007.
Identifique a alternativa em que a substituição proposta mantém o sentido da frase.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2374979 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
O desvio de prazo de uma obra, em um dado momento de medição do faturamento, corresponde à diferença entre
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2374969 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Com relação à irregularidade longitudinal, parâmetro de fundamental importância na serventia dos pavimentos, qual das seguintes afirmações NÃO é verdadeira?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2374910 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Qual é o melhor método para avaliar o valor de mercado de um imóvel, durante o processo de identificação de alternativas para aquisição de um prédio?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Com o desenvolvimento atual da capacidade de processamento dos computadores, a modelagem matemática e a simulação tornaram-se, em muitas áreas, substitutos virtuais da teorização e da experimentação da ciência tradicional. Na pesquisa científica sobre sistemas de alta complexidade e que amplas escalas espaço-temporais, a modelagem e a simulação tornaram-se ferramentas essenciais. Modelagem é a representação por equações matemáticas das relações entre as variáveis relevantes para descrição do problema em foco, como população, tempo, etc. O estudo de epidemias ou pandemias é um desses casos: a construção de modelos matemático -computacionais extremamente complexos lidar com todos os fatores determinantes do espalhamento de uma doença. Para cada doença, diferentes fatores devem ser considerados, e o modelo precisa incluir especificidades das localidades e das populações por onde a doença se espalha.
Doenças infecciosas, como a gripe, se pelas mesmas vias por que as pessoas transitam. Para entender seu espalhamento, precisamos compreender a movimentação das populações humanas. Cada indivíduo realiza rotineiramente uma série de deslocamentos associados com suas atividades principais: movimentos entre sua residência e seu local de trabalho, áreas de lazer, locais de estudo, etc. A partir do detalhamento da área geográfica de interesse e dos dados sobre fluxo populacional nessa área, podem ser construídos modelos preditivos que antecipem os cenários mais prováveis de espalhamento de uma doença.
No programa de Computação Científica da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), os autores e sua equipe desenvolveram um sistema de construção de modelos epidemiológicos que visa a reduzir o tempo entre a constatação de uma nova situação epidemiológica no Brasil e a geração e análise de cenários de espalhamento para a doença em questão. Esse programa permite que a FIOCRUZ desenvolva atualmente simulações de possíveis cenários futuros em uma pandemia de gripe.
Adaptado de: CODEÇO, Claudia Torres; COELHO, Flávio Codeço. Modelando epidemias. Ciência Hoje, v. 38, n. 224, p. 30.
Considere as seguintes afirmações sobre o texto.
I - O primeiro parágrafo trata da introdução da modelagem matemática e da simulação em muitas áreas, a despeito do desenvolvimento atual da capacidade de processamento dos computadores.
II - O segundo parágrafo apresenta um exemplo de como um problema pode ser abordado sob a ótica da modelagem matemática e da simulação.
III - O terceiro parágrafo descreve cenários futuros em uma pandemia de gripe no Brasil.
Quais estão corretas?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2374867 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Considerando um modelo de filas determinístico e imaginando que um incidente bloqueie parte da pista de uma rodovia tipo freeway por 20 minutos de forma tal que, durante este período de bloqueio, da demanda de 90 veículos/minuto por sentido, somente 40 veículos/ minuto por sentido consigam passar, calcule a quantidade de veículos não atendidos por causa do incidente.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Em relação aos atos administrativos, considere as afirmações abaixo.
I - O direito da Administração de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os destinatários decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados, exceto se houver má-fé.
II - A Administração deve anular seus próprios atos quando eivados de vício de legalidade.
III - A Administração pode revogar seus próprios atos, por motivo de conveniência e oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.
IV - A revogação não tem efeitos retroativos.
Quais estão corretas?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2374819 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Durante a avaliação econômico-financeira de um empreendimento, quais são os principais indicadores a serem calculados?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2374766 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Considere as opções descritas abaixo:
I - o estabelecimento de padrões de qualidade ambiental;
II - a cobrança pelo uso de recursos hídricos;
III - a avaliação de impactos ambientais;
IV - o Sistema de Informações sobre Recursos Hídricos.
Quais são instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas