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Foram encontradas 50 questões.

1391950 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Durante dezenas de milhares de anos, as sociedades baseadas na caça e pesca dependeram do mundo natural ao seu redor para obter alimentos. Hoje em dia, alguns povos indígenas ainda vivem dessa forma e consomem elementos da vida selvagem de uma maneira sustentável. Seria uma idiotice da parte deles destruírem as florestas e as planícies que lhes proporcionam víveres.
Mas, ironicamente, na nossa sociedade “avançada”, fazemos exatamente isso. No mar, cada vez mais são empregadas técnicas de pesca indiscriminadas, negligentes e completamente insustentáveis. Essas técnicas destroem os habitats que produzem e reabastecem os recursos. A pesca comercial tem causado danos significativos a ecossistemas marítimos em grande parte desconhecidos, exaurido inúmeras espécies de peixes, pássaros e mamíferos marinhos e condenado muitas outras à extinção.
Com o esgotamento de reservas pesqueiras costeiras no mundo inteiro, como a pesca do bacalhau no nordeste dos Estados Unidos, a indústria da pesca se transferiu para os altos mares − os 64% do oceano que se estendem além das jurisdições nacionais. Imensas redes de arrasto presas a traineiras indicam a escala colossal do ataque e o dano infligido. Redes instaladas em maciços roletes são arrastadas através do leito do mar, varrendo tudo em seu percurso, deixando um deserto submarino estéril e desolado.
Um relatório da ONU, divulgado há pouco, analisa medidas para proteger os altos- mares e observa que o uso de redes de arrasto é de particular preocupação, por danificar ecossistemas vulneráveis. Na preservação, muitas vezes a ação só vem depois que ocorreu a destruição. Nesse caso, a ONU está numa posição privilegiada para atuar antes que danos irreparáveis sejam feitos. Com essa decisão, podemos prevenir a extinção de incontáveis espécies e ecossistemas que somente agora começam a ser descobertos e que ainda não são compreendidos.
(Adaptado de Sylvia Earle, Vida&, O Estado de S.Paulo, 13 de agosto de 2006, A25)
Mas, ironicamente, na nossa sociedade “avançada”, fazemos exatamente isso. (início do 2° parágrafo)
De acordo com o texto, o segmento grifado acima significa, em outras palavras:
 

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1391483 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Os recursos tecnológicos que tornam os carros cada vez mais seguros costumam ser implantados primeiro nos modelos de luxo e nos superesportivos − cujos proprietários podem pagar pela novidade. Depois, à medida que a tecnologia é aprimorada e se torna mais barata, as fábricas passam a incorporá-la nos veículos vendidos em larga escala. Foi assim com o sistema de freios ABS, que impede o travamento das rodas em freadas bruscas. Lançado em 1978, esse tipo de freio só apareceu em carros comuns dez anos mais tarde.
Uma série de modelos de porte médio lançados recentemente nos Estados Unidos, na Europa e no Japão mostra que esse ciclo de transferência tecnológica está ficando cada vez mais curto. Os modelos incorporam equipamentos de segurança antes reservados aos carros mais caros. Eles tornam o veículo mais “inteligente”, auxiliando o motorista nas manobras e corrigindo falhas humanas que possam resultar em acidentes.
Entre esses novos equipamentos, o que vem se popularizando mais rapidamente é o controle eletrônico de estabilidade. Consiste num sistema que aciona cada um dos freios de forma independente e distribui a força da frenagem entre as quatro rodas, evitando que o veículo derrape. A queda nos preços desses equipamentos tem sido tão acentuada que eles se tornaram meio fácil e rápido de sedução dos consumidores. Segundo um analista do mercado, sai bem mais barato utilizá-los do que projetar um automóvel novo ou um novo tipo de motor.
Equipamentos como o controle eletrônico de estabilidade são chamados de itens de segurança ativa. Ao contrário das barras de proteção lateral e dos airbags que protegem os ocupantes do veículo quando o desastre já é fato consumado, eles previnem os acidentes interferindo em situações de colisão iminente e de perda do controle da direção. Essa “inteligência” é possível graças a sistemas computadorizados que cruzam informações, como a velocidade do carro, as condições da pista e a aderência dos pneus. Em situações que ofereçam riscos à segurança, eles tomam decisões em frações de segundos, sem a necessidade da ação do motorista. Parece ser uma tendência irreversível que os veículos possam agir mais rápido do que o ser humano.
(Adaptado de Rafael Corrêa, Veja, 3 de maio de 2006, p.120-121)
As palavras que recebem acento gráfico pela mesma norma gramatical estão reunidas em
 

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1391211 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
De uma coisa pouca gente duvida: conhecimentos básicos sobre o movimento dos astros no céu são patrimônio da humanidade desde que o mundo é mundo. Monumentos pré históricos que dão testemunho desse conhecimento aparecem no planeta todo, e não havia tecnologia avançada − aliás, tecnologia nenhuma − para entender o traçado do Sol, da Lua, dos planetas e das estrelas. Entre as evidências mais antigas desse saber estaria uma estatueta de marfim de mamute, com mais de 30 mil anos de idade, encontrada na Alemanha. Segundo um especialista em arqueoastronomia (os conhecimentos astronômicos dos povos antigos), essa estatueta, com forma humana estilizada e cabeça de leão, seria uma das representações da constelação de Órion. De qualquer forma, as constelações são reconhecidas como tais há vários milhares de anos.
Quase tão antiga quanto esse conhecimento é a percepção de que o Sol traça um caminho (que hoje sabemos
ser apenas aparente, pois quem se move é a Terra) pelo céu ao longo do ano, e que esse trajeto determina as estações, e que algumas estrelas, chamadas hoje de planetas, se movimentam também pela abóbada celeste, enquanto outras permanecem aparentemente paradas ali o tempo todo. Monumentos com idade entre 5 mil e 10 mil anos deixam claro que já se sabia calcular momentos como o solstício de inverno, data usada hoje para marcar o início dessa estação e que define o momento em que um dos hemisférios da Terra recebe menos luz solar durante o ano.
Ao juntar o conhecimento sobre as constelações com o caminho que os planetas descrevem no céu, os povos antigos passaram a contar com um verdadeiro relógio cósmico, que os ajudava a prever mudanças relevantes no clima e na natureza.
Isso se tornou ainda mais importante com o avanço da agricultura, porque o único jeito de plantar e colher no tempo certo era seguir os sinais do céu. Não há certeza sobre tais fatos, pois a história ainda não era registrada sob forma escrita, mas é bastante provável que a mente desses povos tenha saltado da conexão entre os acontecimentos celestes e os ciclos da natureza para uma relação direta entre os astros e a história de cada ser humano.
Coincidência ou não, parece ter sido na Mesopotâmia, o mais antigo berço da agricultura, que a idéia do que hoje chamamos de astrologia tomou corpo. Cerca de mil anos antes de Cristo os assírios e os babilônios já sabiam prever com
precisão eclipses do Sol e da Lua. E iam além disso. Nas tabuletas de argila usadas como livros por esses povos do atual Iraque, arqueólogos encontraram predições que associavam as mudanças no céu a calamidades na Terra, e é dessa região o mais antigo mapa astral, traçado para o nascimento de uma criança que veio ao mundo, no ano de 410 a.C., na atual Bagdá.
(Adaptado de Reinaldo José Lopes, Superinteressante, setembro de 2006, p.68-69)
(os conhecimentos astronômicos dos povos antigos) (1° parágrafo)
O comentário colocado entre parênteses representa, no texto,
 

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1390901 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Por ser um local abrigado e com muitos nutrientes, o manguezal atrai uma diversidade de espécies de caranguejos, peixes, moluscos,ariscos, aves e até mamíferos. Muitos desses animais não vivem exatamente lá. A maior parte usa o manguezal como refúgio ou como local de alimentação.
Localizados em regiões tropicais e subtropicais, os manguezais encontram-se numa faixa entre a terra e o mar e sofrem influência direta do regime das marés. Na maré alta eles se enchem de água e na baixa, secam, transformando-se num grande lodaçal, com camadas de lama que podem atingir até quinze metros de profundidade. Uma condição indispensável para sua existência é que eles estejam longe da zona de arrebentação do mar, pois a violência das ondas impediria o crescimento de árvores. Outros fatores essenciais são a pequena variação da temperatura e uma boa quantidade de chuvas anuais.
O Brasil conta com uma das maiores extensões de manguezais do mundo: do Amapá a Santa Catarina, são cerca de dez mil quilômetros quadrados desse habitat. Três tipos de árvores constituem a maior parte da vegetação desses locais, acompanhadas por pequeno número de outras plantas, como gramíneas, samambaias, bromélias e hibiscos. O emaranhado das raízes forma um abrigo natural para animais marinhos se esconderem de seus predadores. Durante muito tempo, os manguezais foram mal vistos, pois eram associados aos mosquitos transmissores de doenças como a febre amarela e a malária. Atualmente, porém, é reconhecida sua grande importância ecológica.
(Adaptado de Mundo estranho, outubro de 2003, p. 50
Considerando-se o contexto, a expressão mais adequada para manguezal é
 

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1388931 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
Certo dia, um agente entregou cópias de um processo em 6 seções do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba. Se duas dessas seções receberam apenas uma cópia do processo e as demais receberam três cópias a mais do que cada uma delas, então, nesse dia, o número exato de cópias de tal processo que foram entregues por tal agente era
 

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1388582 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Durante dezenas de milhares de anos, as sociedades baseadas na caça e pesca dependeram do mundo natural ao seu redor para obter alimentos. Hoje em dia, alguns povos indígenas ainda vivem dessa forma e consomem elementos da vida selvagem de uma maneira sustentável. Seria uma idiotice da parte deles destruírem as florestas e as planícies que lhes proporcionam víveres.
Mas, ironicamente, na nossa sociedade “avançada”, fazemos exatamente isso. No mar, cada vez mais são empregadas técnicas de pesca indiscriminadas, negligentes e completamente insustentáveis. Essas técnicas destroem os habitats que produzem e reabastecem os recursos. A pesca comercial tem causado danos significativos a ecossistemas marítimos em grande parte desconhecidos, exaurido inúmeras espécies de peixes, pássaros e mamíferos marinhos e condenado muitas outras à extinção.
Com o esgotamento de reservas pesqueiras costeiras no mundo inteiro, como a pesca do bacalhau no nordeste dos Estados Unidos, a indústria da pesca se transferiu para os altos mares − os 64% do oceano que se estendem além das jurisdições nacionais. Imensas redes de arrasto presas a traineiras indicam a escala colossal do ataque e o dano infligido. Redes instaladas em maciços roletes são arrastadas através do leito do mar, varrendo tudo em seu percurso, deixando um deserto submarino estéril e desolado.
Um relatório da ONU, divulgado há pouco, analisa medidas para proteger os altos- mares e observa que o uso de redes de arrasto é de particular preocupação, por danificar ecossistemas vulneráveis. Na preservação, muitas vezes a ação só vem depois que ocorreu a destruição. Nesse caso, a ONU está numa posição privilegiada para atuar antes que danos irreparáveis sejam feitos. Com essa decisão, podemos prevenir a extinção de incontáveis espécies e ecossistemas que somente agora começam a ser descobertos e que ainda não são compreendidos.
(Adaptado de Sylvia Earle, Vida&, O Estado de S.Paulo, 13 de agosto de 2006, A25)
A frase inteiramente clara e correta é:
 

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1383867 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Os recursos tecnológicos que tornam os carros cada vez mais seguros costumam ser implantados primeiro nos modelos de luxo e nos superesportivos − cujos proprietários podem pagar pela novidade. Depois, à medida que a tecnologia é aprimorada e se torna mais barata, as fábricas passam a incorporá-la nos veículos vendidos em larga escala. Foi assim com o sistema de freios ABS, que impede o travamento das rodas em freadas bruscas. Lançado em 1978, esse tipo de freio só apareceu em carros comuns dez anos mais tarde.
Uma série de modelos de porte médio lançados recentemente nos Estados Unidos, na Europa e no Japão mostra que esse ciclo de transferência tecnológica está ficando cada vez mais curto. Os modelos incorporam equipamentos de segurança antes reservados aos carros mais caros. Eles tornam o veículo mais “inteligente”, auxiliando o motorista nas manobras e corrigindo falhas humanas que possam resultar em acidentes.
Entre esses novos equipamentos, o que vem se popularizando mais rapidamente é o controle eletrônico de estabilidade. Consiste num sistema que aciona cada um dos freios de forma independente e distribui a força da frenagem entre as quatro rodas, evitando que o veículo derrape. A queda nos preços desses equipamentos tem sido tão acentuada que eles se tornaram meio fácil e rápido de sedução dos consumidores. Segundo um analista do mercado, sai bem mais barato utilizá-los do que projetar um automóvel novo ou um novo tipo de motor.
Equipamentos como o controle eletrônico de estabilidade são chamados de itens de segurança ativa. Ao contrário das barras de proteção lateral e dos airbags que protegem os ocupantes do veículo quando o desastre já é fato consumado, eles previnem os acidentes interferindo em situações de colisão iminente e de perda do controle da direção. Essa “inteligência” é possível graças a sistemas computadorizados que cruzam informações, como a velocidade do carro, as condições da pista e a aderência dos pneus. Em situações que ofereçam riscos à segurança, eles tomam decisões em frações de segundos, sem a necessidade da ação do motorista. Parece ser uma tendência irreversível que os veículos possam agir mais rápido do que o ser humano.
(Adaptado de Rafael Corrêa, Veja, 3 de maio de 2006, p.120-121)
A expressão segurança ativa (4° parágrafo), considerando-se o contexto, é entendida como
 

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1381981 Ano: 2006
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
Considere a figura abaixo
Enunciado 1381981-1
Se fosse possível deslizar sobre esta folha de papel as figuras apresentadas nas alternativas abaixo, aquela que coincidiria com a figura dada é
 

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1381302 Ano: 2006
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
Sabe-se que sentenças são orações com sujeito (o termo a respeito do qual se declara algo) e predicado (o que se declara sobre o sujeito). Na relação seguinte há expressões e sentenças:
1. Três mais nove é igual a doze.
2. Pelé é brasileiro.
3. O jogador de futebol.
4. A idade de Maria.
5. A metade de um número.
6. O triplo de 15 é maior do que 10.
É correto afirmar que, na relação dada, são sentenças apenas os itens de números
 

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1381162 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Os recursos tecnológicos que tornam os carros cada vez mais seguros costumam ser implantados primeiro nos modelos de luxo e nos superesportivos − cujos proprietários podem pagar pela novidade. Depois, à medida que a tecnologia é aprimorada e se torna mais barata, as fábricas passam a incorporá-la nos veículos vendidos em larga escala. Foi assim com o sistema de freios ABS, que impede o travamento das rodas em freadas bruscas. Lançado em 1978, esse tipo de freio só apareceu em carros comuns dez anos mais tarde.
Uma série de modelos de porte médio lançados recentemente nos Estados Unidos, na Europa e no Japão mostra que esse ciclo de transferência tecnológica está ficando cada vez mais curto. Os modelos incorporam equipamentos de segurança antes reservados aos carros mais caros. Eles tornam o veículo mais “inteligente”, auxiliando o motorista nas manobras e corrigindo falhas humanas que possam resultar em acidentes.
Entre esses novos equipamentos, o que vem se popularizando mais rapidamente é o controle eletrônico de estabilidade. Consiste num sistema que aciona cada um dos freios de forma independente e distribui a força da frenagem entre as quatro rodas, evitando que o veículo derrape. A queda nos preços desses equipamentos tem sido tão acentuada que eles se tornaram meio fácil e rápido de sedução dos consumidores. Segundo um analista do mercado, sai bem mais barato utilizá-los do que projetar um automóvel novo ou um novo tipo de motor.
Equipamentos como o controle eletrônico de estabilidade são chamados de itens de segurança ativa. Ao contrário das barras de proteção lateral e dos airbags que protegem os ocupantes do veículo quando o desastre já é fato consumado, eles previnem os acidentes interferindo em situações de colisão iminente e de perda do controle da direção. Essa “inteligência” é possível graças a sistemas computadorizados que cruzam informações, como a velocidade do carro, as condições da pista e a aderência dos pneus. Em situações que ofereçam riscos à segurança, eles tomam decisões em frações de segundos, sem a necessidade da ação do motorista. Parece ser uma tendência irreversível que os veículos possam agir mais rápido do que o ser humano.
(Adaptado de Rafael Corrêa, Veja, 3 de maio de 2006, p.120-121)
A frase corretamente pontuada é:
 

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