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Foram encontradas 100 questões.

834464 Ano: 2018
Disciplina: Auditoria
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-MG
A informação encontrada por profissional de auditoria governamental no curso dos trabalhos de auditoria e que sirva tão somente como auxiliar para o alcance das conclusões de auditoria é denominada informação
 

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834463 Ano: 2018
Disciplina: Auditoria
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-MG
O auditor independente que, ao realizar trabalho de asseguração em determinada entidade, verificar que os efeitos ou possíveis efeitos de distorções são relevantes, mas não generalizados, deverá emitir conclusão
 

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834461 Ano: 2018
Disciplina: Auditoria
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-MG
Se determinado auditor examinar demonstrações contábeis que, em sua opinião, não atinjam uma apresentação adequada, embora estejam de acordo com os requisitos de apresentação das normas técnicas, ele deverá
 

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834460 Ano: 2018
Disciplina: Auditoria
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-MG
Se, ao investigar flutuações e relações identificadas, o auditor concluir que elas são inconsistentes com outras informações relevantes, essa investigação caracterizará o procedimento de auditoria denominado
 

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834457 Ano: 2018
Disciplina: Auditoria
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-MG
Antes de iniciar a etapa de planejamento de determinada auditoria, o auditor deve
 

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834456 Ano: 2018
Disciplina: Auditoria
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-MG
Ao estabelecer a forma, o conteúdo e a extensão da documentação de auditoria, o auditor poderá ignorar
 

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Texto CG1A1-I

No meio científico, é insuficiente — aliás, é

perigoso — produzir apenas um grupo de profissionais

pequeno, altamente competente e bem remunerado. Um esforço

combinado que vise transmitir a todos os cidadãos a

ciência — por meio de rádio, TV, cinema, jornais, livros,

programas de computadores, parques temáticos, salas de

aula — deve pautar-se em quatro razões principais.

Mesmo que nem sempre possibilite ao cientista um

bom emprego, a ciência pode ser o caminho propício para

vencer a pobreza nas nações emergentes. Ela faz funcionar a

economia e a civilização global.

A ciência nos alerta contra os perigos introduzidos por

tecnologias que alteram o mundo, especialmente o meio

ambiente de que nossas vidas dependem. Assim, a ciência

providencia um sistema essencial de alerta antecipado.

A ciência nos esclarece sobre as questões mais

profundas das origens, das naturezas e dos destinos — de nossa

espécie, da vida, de nosso planeta, do Universo. A longo prazo,

a maior dádiva da ciência talvez seja nos ensinar, de um modo

ainda não superado por nenhum outro empenho humano,

alguma coisa sobre nosso contexto cósmico, sobre o ponto do

espaço e do tempo em que estamos, e sobre quem nós somos.

Os valores da ciência e os da democracia são

concordantes, em muitos casos indistinguíveis. A ciência e a

democracia começaram ao mesmo tempo e no mesmo lugar: na

Grécia dos séculos VI e VII a.C. A ciência confere poder a

qualquer um que se der ao trabalho de aprendê-la (embora

muitos tenham sido sistematicamente impedidos de adquirir

esse conhecimento). Ela se nutre do livre intercâmbio de ideias.

Tanto a ciência quanto a democracia encorajam opiniões não

convencionais e debate vigoroso. Ambas requerem raciocínio

adequado, argumentos coerentes, padrões rigorosos de

evidência e honestidade.

Descobrir a gota ocasional da verdade no meio de um

grande oceano de confusão e mistificação requer vigilância,

dedicação e coragem. Mas, se não praticarmos esses hábitos

rigorosos de pensar, não poderemos ter esperança de

solucionar os problemas verdadeiramente sérios que

enfrentamos.

Carl Sagan. Ciência e esperança. In: O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 58-9 (com adaptações).

Em cada uma das opções a seguir, é apresentada uma proposta de reescrita do seguinte trecho do texto CG1A1-I: “Um esforço combinado que vise transmitir a todos os cidadãos a ciência — por meio de rádio, TV, cinema, jornais, livros, programas de computadores, parques temáticos, salas de aula — deve pautar-se em quatro razões principais.” (ℓ. 3 a 7). Assinale a opção que apresenta uma proposta de reescrita que mantém a correção gramatical e a coerência do trecho.
 

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Texto CG1A1-I

No meio científico, é insuficiente — aliás, é

perigoso — produzir apenas um grupo de profissionais

pequeno, altamente competente e bem remunerado. Um esforço

combinado que vise transmitir a todos os cidadãos a

ciência — por meio de rádio, TV, cinema, jornais, livros,

programas de computadores, parques temáticos, salas de

aula — deve pautar-se em quatro razões principais.

Mesmo que nem sempre possibilite ao cientista um

bom emprego, a ciência pode ser o caminho propício para

vencer a pobreza nas nações emergentes. Ela faz funcionar a

economia e a civilização global.

A ciência nos alerta contra os perigos introduzidos por

tecnologias que alteram o mundo, especialmente o meio

ambiente de que nossas vidas dependem. Assim, a ciência

providencia um sistema essencial de alerta antecipado.

A ciência nos esclarece sobre as questões mais

profundas das origens, das naturezas e dos destinos — de nossa

espécie, da vida, de nosso planeta, do Universo. A longo prazo,

a maior dádiva da ciência talvez seja nos ensinar, de um modo

ainda não superado por nenhum outro empenho humano,

alguma coisa sobre nosso contexto cósmico, sobre o ponto do

espaço e do tempo em que estamos, e sobre quem nós somos.

Os valores da ciência e os da democracia são

concordantes, em muitos casos indistinguíveis. A ciência e a

democracia começaram ao mesmo tempo e no mesmo lugar: na

Grécia dos séculos VI e VII a.C. A ciência confere poder a

qualquer um que se der ao trabalho de aprendê-la (embora

muitos tenham sido sistematicamente impedidos de adquirir

esse conhecimento). Ela se nutre do livre intercâmbio de ideias.

Tanto a ciência quanto a democracia encorajam opiniões não

convencionais e debate vigoroso. Ambas requerem raciocínio

adequado, argumentos coerentes, padrões rigorosos de

evidência e honestidade.

Descobrir a gota ocasional da verdade no meio de um

grande oceano de confusão e mistificação requer vigilância,

dedicação e coragem. Mas, se não praticarmos esses hábitos

rigorosos de pensar, não poderemos ter esperança de

solucionar os problemas verdadeiramente sérios que

enfrentamos.

Carl Sagan. Ciência e esperança. In: O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 58-9 (com adaptações).

A correção gramatical e os sentidos do texto CG1A1-I seriam mantidos caso o trecho “A ciência nos esclarece sobre as questões mais profundas das origens, das naturezas e dos destinos — de nossa espécie, da vida, de nosso planeta, do Universo.” (ℓ. 16 a 18) fosse reescrito da seguinte forma:

 

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Texto CG1A1-I

No meio científico, é insuficiente — aliás, é

perigoso — produzir apenas um grupo de profissionais

pequeno, altamente competente e bem remunerado. Um esforço

combinado que vise transmitir a todos os cidadãos a

ciência — por meio de rádio, TV, cinema, jornais, livros,

programas de computadores, parques temáticos, salas de

aula — deve pautar-se em quatro razões principais.

Mesmo que nem sempre possibilite ao cientista um

bom emprego, a ciência pode ser o caminho propício para

vencer a pobreza nas nações emergentes. Ela faz funcionar a

economia e a civilização global.

A ciência nos alerta contra os perigos introduzidos por

tecnologias que alteram o mundo, especialmente o meio

ambiente de que nossas vidas dependem. Assim, a ciência

providencia um sistema essencial de alerta antecipado.

A ciência nos esclarece sobre as questões mais

profundas das origens, das naturezas e dos destinos — de nossa

espécie, da vida, de nosso planeta, do Universo. A longo prazo,

a maior dádiva da ciência talvez seja nos ensinar, de um modo

ainda não superado por nenhum outro empenho humano,

alguma coisa sobre nosso contexto cósmico, sobre o ponto do

espaço e do tempo em que estamos, e sobre quem nós somos.

Os valores da ciência e os da democracia são

concordantes, em muitos casos indistinguíveis. A ciência e a

democracia começaram ao mesmo tempo e no mesmo lugar: na

Grécia dos séculos VI e VII a.C. A ciência confere poder a

qualquer um que se der ao trabalho de aprendê-la (embora

muitos tenham sido sistematicamente impedidos de adquirir

esse conhecimento). Ela se nutre do livre intercâmbio de ideias.

Tanto a ciência quanto a democracia encorajam opiniões não

convencionais e debate vigoroso. Ambas requerem raciocínio

adequado, argumentos coerentes, padrões rigorosos de

evidência e honestidade.

Descobrir a gota ocasional da verdade no meio de um

grande oceano de confusão e mistificação requer vigilância,

dedicação e coragem. Mas, se não praticarmos esses hábitos

rigorosos de pensar, não poderemos ter esperança de

solucionar os problemas verdadeiramente sérios que

enfrentamos.

Carl Sagan. Ciência e esperança. In: O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 58-9 (com adaptações).

No texto CG1A1-I, o trecho “(embora muitos tenham sido sistematicamente impedidos de adquirir esse conhecimento)” (ℓ. 27 a 29) está entre parênteses, como um acréscimo, para indicar que
 

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No meio científico, é insuficiente — aliás, é

perigoso — produzir apenas um grupo de profissionais

pequeno, altamente competente e bem remunerado. Um esforço

combinado que vise transmitir a todos os cidadãos a

ciência — por meio de rádio, TV, cinema, jornais, livros,

programas de computadores, parques temáticos, salas de

aula — deve pautar-se em quatro razões principais.

Mesmo que nem sempre possibilite ao cientista um

bom emprego, a ciência pode ser o caminho propício para

vencer a pobreza nas nações emergentes. Ela faz funcionar a

economia e a civilização global.

A ciência nos alerta contra os perigos introduzidos por

tecnologias que alteram o mundo, especialmente o meio

ambiente de que nossas vidas dependem. Assim, a ciência

providencia um sistema essencial de alerta antecipado.

A ciência nos esclarece sobre as questões mais

profundas das origens, das naturezas e dos destinos — de nossa

espécie, da vida, de nosso planeta, do Universo. A longo prazo,

a maior dádiva da ciência talvez seja nos ensinar, de um modo

ainda não superado por nenhum outro empenho humano,

alguma coisa sobre nosso contexto cósmico, sobre o ponto do

espaço e do tempo em que estamos, e sobre quem nós somos.

Os valores da ciência e os da democracia são

concordantes, em muitos casos indistinguíveis. A ciência e a

democracia começaram ao mesmo tempo e no mesmo lugar: na

Grécia dos séculos VI e VII a.C. A ciência confere poder a

qualquer um que se der ao trabalho de aprendê-la (embora

muitos tenham sido sistematicamente impedidos de adquirir

esse conhecimento). Ela se nutre do livre intercâmbio de ideias.

Tanto a ciência quanto a democracia encorajam opiniões não

convencionais e debate vigoroso. Ambas requerem raciocínio

adequado, argumentos coerentes, padrões rigorosos de

evidência e honestidade.

Descobrir a gota ocasional da verdade no meio de um

grande oceano de confusão e mistificação requer vigilância,

dedicação e coragem. Mas, se não praticarmos esses hábitos

rigorosos de pensar, não poderemos ter esperança de

solucionar os problemas verdadeiramente sérios que

enfrentamos.

Carl Sagan. Ciência e esperança. In: O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 58-9 (com adaptações).

No texto CG1A1-I, em “não poderemos ter esperança de solucionar os problemas verdadeiramente sérios” (ℓ. 37 e 38), o trecho “de solucionar os problemas verdadeiramente sérios”
 

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