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A partir do texto abaixo, responda à questão.
Este é o momento do Brasil em muitas áreas e pode vir a ser também na filantropia. O Brasil experimenta(a) um crescimento robusto e sustentável e, apesar dos obstáculos, muitos brasileiros dos ramos de comunicação, educação e finanças estão cada vez mais comprometidos com as mudanças para melhorar o país. São pessoas conscientes(b) de que os benefícios de uma economia mais dinâmica precisam ser mais bem distribuídos, pois sabem que todos se beneficiam de uma sociedade com menores graus de desigualdade. [...] Uma tendência que cresce(c) muito nos Estados Unidos e no Brasil é a dos chamados negócios sociais. Essa expressão define a venda(d), por uma empresa, de um produto ou serviço que melhora a qualidade de vida das comunidades carentes e, ao mesmo tempo, dá lucro. Logo, é possível ganhar dinheiro fazendo filantropia. Os empresários que entram(e) nesses ramos estão dispostos a ter um lucro menor, desde que a empresa contribua para uma melhora social.
(Adaptado da entrevista de Jane Wales, Ser potência é também doar mais. Veja, 19 de dezembro de 2012.)
Assinale a opção em que a sugestão de inserir o conectivo no início do período mantém o texto coerente e gramaticalmente correto.
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| COLUNA I | COLUNA II |
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(1) Valor presente líquido |
( ) Consiste em selecionar os projetos que retornem o capital investido no tempo mais curto. |
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(2) Payback |
( ) A partir do conhecimento do fluxo de caixa dos projetos em análise, convertem-se todos os valores futuros para o presente, baseando-se em uma determinada taxa. Os projetos de maior interesse serão aqueles que possuírem saldos positivos mais elevados. |
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(3)Taxa interna de retorno |
( ) É a taxa de juros correspondente a um valor nulo para o valor presente líquido. Para serem financeiramente interessantes, os projetos devem possuir taxas de rendimento superiores à taxa de retorno intrínseca. |
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In the World Economy, the Ditch Is Never Far Away
WHEN you see a car being driven firmly within its lane and well under the speed limit, there’s nothing to worry about. Or is there? If you’re David A. Rosenberg, the glass-halfempty economist, there most certainly is. He says the world economy is like that car. And where others see stability and recovery, he sees “a car being driven by a drunk, lurching from side to side on the road, narrowly avoiding the ditches each time.”
At this particular moment, he says, the car happens to be in the middle of the road. But he can’t help but ask, “Is that because the driver has sobered up, or is it because the car is just passing through the middle on its way to the ditch on the other side?” Mr. Rosenberg isn’t certain of the answer. But despite the cheer pervading the stock market and the relatively upbeat perspective of most economists, he says he isn’t convinced that the car will remain safely out of those ditches.
Formerly the chief North American economist at Merrill Lynch, and now proudly back in his native Canada as chief economist and strategist at Gluskin Sheff in Toronto, Mr. Rosenberg writes a market newsletter that is always provocative, often cantankerous and frequently out of step with the Wall Street consensus. “I’d say I’m as pragmatic as possible and not locked into one position,” he says, “but I do understand that I have a much better record forecasting rain than in predicting the return of sunshine.”
In the passage, economist David Rosenberg is portrayed as
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A partir do texto abaixo, responda à questão.
As contas pagas pelos brasileiros(a) ficarão, a partir do próximo ano, mais justas. Isso não quer dizer que as pessoas pagarão por produtos e serviços o antigo “preço justo”, um dos conceitos básicos(b) do sistema econômico que precedeu o capitalismo, o mercantilismo, em que o monarca, desconsiderando a lei da oferta e da procura, arbitrava um preço fixo ao pão, à cerveja e à carne. As contas ficarão mais justas porque elas vão conter o valor dos impostos pagos pelos consumidores, que, por enquanto, é embutido no preço final das mercadorias e serviços. O efeito esperado da nova lei é dar um choque cultural no consumidor brasileiro. Ao saber o que está pagando de impostos em um cafezinho, no aluguel ou na mensalidade escolar, o consumidor tende a ficar mais exigente, cobrando(c) mais a qualidade dos produtos e serviços e, em última análise, pressionando pela diminuição da carga tributária. O imposto é invisível, mas não é leve. Muitas pessoas, por ser isentas(d) do imposto de renda, pensam que não pagam tributos e, acreditando(e) que os serviços são gratuitos, não cobram a melhoria deles.
(Adaptado de Acabou o imposto invisível. Veja, 19 de dezembro, 2012.)
Provoca-se incorreção gramatical ao fazer a seguinte alteração no texto.
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A partir do texto abaixo, responda à questão.
Este é o momento do Brasil em muitas áreas e pode vir a ser também na filantropia. O Brasil experimenta um crescimento robusto e sustentável e, apesar dos obstáculos, muitos brasileiros dos ramos de comunicação, educação e finanças estão cada vez mais comprometidos com as mudanças para melhorar o país. São pessoas conscientes de que os benefícios de uma economia mais dinâmica precisam ser mais bem distribuídos, pois sabem que todos se beneficiam de uma sociedade com menores graus de desigualdade. [...] Uma tendência que cresce muito nos Estados Unidos e no Brasil é a dos chamados negócios sociais. Essa expressão define a venda, por uma empresa, de um produto ou serviço que melhora a qualidade de vida das comunidades carentes e, ao mesmo tempo, dá lucro. Logo, é possível ganhar dinheiro fazendo filantropia. Os empresários que entram nesses ramos estão dispostos a ter um lucro menor, desde que a empresa contribua para uma melhora social.
(Adaptado da entrevista de Jane Wales, Ser potência é também doar mais. Veja, 19 de dezembro de 2012.)
A partir da organização das ideias no texto, subentende-se que
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Assinale a opção que respeita as regras gramaticais da norma de prestígio da língua portuguesa na transcrição dos fragmentos adaptados de http://economia.ig.com.br/2013-01-26/emergente-deve-se-voltar-a-consumo-interno-diz-lagarde.html (acesso em 26/1/2013).
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Latinoamérica no ha estado ajena a la depreciación del dólar frente a las monedas domésticas, en momentos en que se especula con la posibilidad de que el Banco Central chileno pueda intervenir el mercado cambiario, medida que tomó por última vez en 2011. El año pasado, las autoridades monetarias de la región destinaron alrededor de US$ 39.345 millones en frenar la depreciación del billete, aunque los resultados han sido disímiles. La única divisa regional que dio vuelta la tendencia y se depreció frente al dólar fue el real brasileño, que cedió 9% el año pasado tras un fuerte programa de intervención del banco central local. La potencia regional fue la que más gastó en ese intento. En tanto, las monedas de Colombia, México y Perú terminaron 2012 con avances superiores al 5,6%. Es que los fundamentales que impulsan la depreciación del billete verde -como el buen desempeño macroeconómico de la región y el aumento en los flujos de capital por el diferencial de tasas en comparación al mundo desarrollado- eclipsan las medidas tomadas por las autoridades monetarias.
Desde Nueva York, el analista de Deutsche Bank para América Latina, Gustavo Cañonero, señala que los programas de compra de divisas en América Latina han tenido efectos “muy temporales” y “no han podido frenar” el avance de las divisas locales frente al dólar. “Un ingreso de capitales hacia la economía haría lógico que el sector público tratara de reducir su gasto en consumo para compensar la fortaleza de la demanda externa. Eso frenaría un poco la apreciación de la moneda local frente al dólar. Otra alternativa sería un impuesto que hiciera más costosas las inversiones extranjeras de corto plazo”, recomienda el experto. Para Alexis Osses, de Xdirect, una de las principales causas del avance de las monedas latinas frente al dólar es el exceso de liquidez que hay en el mundo por los planes de estímulo del Sistema de Reserva Federal (Fed). “Es imposible pensar que hoy, en un escenario donde EEUU presiona a la baja al dólar, se pueda sostener una intervención en el largo plazo en América Latina”, asegura. Y añade que, por el lado fiscal, “no hay mucho que los gobiernos puedan hacer”, ya que el gasto público en la región ha tendido a moderarse para evitar seguir presionando a la baja al dólar. “No veo condiciones en las que el dólar se aprecie en el corto plazo en América Latina, donde hay tasas de interés muy altas, inflación en retroceso y economías creciendo a tasas sólidas.
En el texto se dice que los esfuerzos latinoamericanos por frenar la depreciación del dólar:
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A questão toma por base o seguinte texto.
A entidade estatal, para atender às suas finalidades, necessita de dinheiro(a). O ingresso(b) deste(a) nos cofres públicos caracteriza o que se denomina(b) de entrada(c), contudo esta não corresponde(c) obrigatoriamente à receita pública.
De fato, algumas entradas provisórias devem ser, oportunamente, devolvidas, a exemplo das cauções, das fianças, dos depósitos recolhidos ao Tesouro etc. Já a receita pública(e) é a entrada que, integrando-se no patrimônio público sem quaisquer reservas, condições ou correspondência no passivo, vem acrescer o seu vulto(e), como elemento novo e positivo. A entrada, destarte, é o gênero de que a receita pública é uma espécie. As receitas originárias resultam da atuação do Estado na exploração de atividade econômica(d), como uma empresa privada na busca do lucro. Embora o exercício de tal atividade(d) ocorra sob o regime de direito privado, não há um total afastamento das normas de direito público. Na verdade, as empresas estatais não podem deixar de observar, no que a elas se aplicar, os princípios gerais da atividade econômica que estão dispostos no Capítulo I do Título VII da Constituição Federal.
(Adaptado de Lucas Clemente de Brito Pereira http://jus.com.br/revista/texto/10256/nocoes-gerais-acerca-das-financaspublicas, acesso em 25/01/2013)
Nas relações de coesão do texto, assinale a opção que não estabelece a correta referência para o pronome destacado na expressão.
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Considere o texto abaixo para responder à questão.
Após um ano de grandes desafios na economia e, em consequência, também para os investidores, as avaliações para 2013 indicam um pouco mais de otimismo. Mas, diante de tantas modalidades(a) e opções de investimentos disponíveis no mercado financeiro, a escolha será definida em parte pelo grau de endividamento, o objetivo a ser atingido(b) com o planejamento financeiro e o foco na possibilidade de obter a melhor rentabilidade para o montante aplicado.
No mercado de ações, que sofreu com os altos e baixos(c) dos movimentos econômicos tanto no Brasil como no exterior, a aposta dos especialistas permanece nos papéis de empresas com atuação voltada ao consumo interno, que são, em tese, menos suscetíveis às turbulências(d) internacionais. Outra opção que vem ganhando terreno no mercado financeiro, os títulos do Tesouro Direto seguem sendo apontados como uma boa opção, principalmente os títulos que são indexados à inflação(e). Os especialistas ainda apontam outras alternativas mais interessantes, como debêntures sem imposto de renda, Fundos de Investimento em Direitos Creditórios com incentivos tributários, fundos de investimento imobiliários e Certificados de Recebíveis Imobiliários.
(Adaptado de Onde você investirá suas economias em 2013? http:// economia.ig.com.br/mercados/2013-01-07/onde-voce-investira-suaseconomias-em-2013.html,acesso em 26/1/2013)
Assinale a opção em que a proposta de substituição da preposição altera as relações semânticas entre os termos da oração, mas preserva a correção e a coerência do texto.
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Recruiters eye Brics to build business
Brazil’s dream of shedding its middle-income status is over, some Bric observers have said. But to UK recruitment agencies, the South American powerhouse still offers something that is much harder to find close to home – huge growth potential. Although Brazil’s gross domestic product is estimated to have notched up less than 1 per cent growth in 2012, UK recruitment groups are still opening offices there and expanding deeper into the region.
“You will get these hiccups along the way,” says Steve Ingham, chief executive of recruitment agency PageGroup (formerly Michael Page International). “The economy won’t always be as strong, but we will continue to invest through the cycle such that our endgame is to have a lot more offices and a lot more people in [Latin America].”
His company was one of the fi rst big UK recruiters to enter the region, about 13 years ago. There are now more than a dozen offices and about 600 staff in Latin America operating under PageGroup. Almost 10 per cent of PageGroup’s business is generated in the region but Mr Ingham “easily imagines” that rising to a fifth in the near future. “Our expectations are enormous,” he says, highlighting the potential beyond Brazil, in countries such as Mexico and Chile. “We’re not just depending on Brazil [to generate fees] any more.”
Other recruiters have followed suit, as part of their expansion away from the saturated UK market to faster-growing economies in Asia and beyond. Hays recently opened offices in Colombia and Chile, and Brazil is already the sixth-largest country in the group, based on net fees.
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