Foram encontradas 120 questões.
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STF
Lucas e Dimas são amigos de infância e, hoje, apesar de estarem distantes um do outro, sempre mantêm contato via rádio, como na conversa transcrita a seguir, em que eles utilizaram o Código Internacional Q.
Lucas: — Oi, Dimas, tudo bem?
Dimas: — Tudo ótimo. Preciso falar contigo. Informe QRD.
Lucas: — Lamento, Dimas, mas não posso dizer via rádio, pois agora estou trabalhando em uma atividade sigilosa. Tenho de me cuidar. Fiquei sabendo que vai sair um QSJ pra você?
Dimas: — QSL, Lucas, NIL ainda. Estamos aguardando. Nada confirmado. Informe QSA. Por aqui 5.5, QRX. Acabei de tropeçar em uma pedra.
Lucas: — Dimas, você sempre foi distraído. Olhe por onde anda! Está fazendo um QRF após seu trabalho?
Dimas: — Não entendi. QSB, Lucas.
Lucas: — Desculpe-me, Dimas, vou fazer um QRS. Assim ficará melhor. QSL?
Dimas: — QSL. Avance, Lucas.
Lucas: — Não tinha dito nada demais, Dimas.
Dimas: — Estava andando rápido pra chegar ao meu serviço.
Lucas: — Dimas, você trabalha num lugar privilegiado.
Dimas: — Você também, Lucas. Espero que um dia possamos levar QUA positivas a todos. Tenho de ir, QTO, sabe como é, né?
Lucas: — Ok, QSL na QTC.
Dimas: — TKS.
Com base no diálogo acima reproduzido, julgue o item que se segue, à luz do Código Internacional Q.
Nas últimas falas, Dimas disse que precisava sair para uma reunião – “QTO” (l.15) –, Lucas respondeu ter compreendido a mensagem – “QSL” seguido de “QTC”, ambos na linha 16 –, e Dimas, com um agradecimento – “TKS” (l.17) –, terminou a conversação.
Provas
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STF
Lucas e Dimas são amigos de infância e, hoje, apesar de estarem distantes um do outro, sempre mantêm contato via rádio, como na conversa transcrita a seguir, em que eles utilizaram o Código Internacional Q.
Lucas: — Oi, Dimas, tudo bem?
Dimas: — Tudo ótimo. Preciso falar contigo. Informe QRD.
Lucas: — Lamento, Dimas, mas não posso dizer via rádio, pois agora estou trabalhando em uma atividade sigilosa. Tenho de me cuidar. Fiquei sabendo que vai sair um QSJ pra você?
Dimas: — QSL, Lucas, NIL ainda. Estamos aguardando. Nada confirmado. Informe QSA. Por aqui 5.5, QRX. Acabei de tropeçar em uma pedra.
Lucas: — Dimas, você sempre foi distraído. Olhe por onde anda! Está fazendo um QRF após seu trabalho?
Dimas: — Não entendi. QSB, Lucas.
Lucas: — Desculpe-me, Dimas, vou fazer um QRS. Assim ficará melhor. QSL?
Dimas: — QSL. Avance, Lucas.
Lucas: — Não tinha dito nada demais, Dimas.
Dimas: — Estava andando rápido pra chegar ao meu serviço.
Lucas: — Dimas, você trabalha num lugar privilegiado.
Dimas: — Você também, Lucas. Espero que um dia possamos levar QUA positivas a todos. Tenho de ir, QTO, sabe como é, né?
Lucas: — Ok, QSL na QTC.
Dimas: — TKS.
Com base no diálogo acima reproduzido, julgue o item que se segue, à luz do Código Internacional Q.
Empregado na linha 7, o código “NIL” significa nada ou nenhum(a).
Provas
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STF
Lucas e Dimas são amigos de infância e, hoje, apesar de estarem distantes um do outro, sempre mantêm contato via rádio, como na conversa transcrita a seguir, em que eles utilizaram o Código Internacional Q.
Lucas: — Oi, Dimas, tudo bem?
Dimas: — Tudo ótimo. Preciso falar contigo. Informe QRD.
Lucas: — Lamento, Dimas, mas não posso dizer via rádio, pois agora estou trabalhando em uma atividade sigilosa. Tenho de me cuidar. Fiquei sabendo que vai sair um QSJ pra você?
Dimas: — QSL, Lucas, NIL ainda. Estamos aguardando. Nada confirmado. Informe QSA. Por aqui 5.5, QRX. Acabei de tropeçar em uma pedra.
Lucas: — Dimas, você sempre foi distraído. Olhe por onde anda! Está fazendo um QRF após seu trabalho?
Dimas: — Não entendi. QSB, Lucas.
Lucas: — Desculpe-me, Dimas, vou fazer um QRS. Assim ficará melhor. QSL?
Dimas: — QSL. Avance, Lucas.
Lucas: — Não tinha dito nada demais, Dimas.
Dimas: — Estava andando rápido pra chegar ao meu serviço.
Lucas: — Dimas, você trabalha num lugar privilegiado.
Dimas: — Você também, Lucas. Espero que um dia possamos levar QUA positivas a todos. Tenho de ir, QTO, sabe como é, né?
Lucas: — Ok, QSL na QTC.
Dimas: — TKS.
Com base no diálogo acima reproduzido, julgue o item que se segue, à luz do Código Internacional Q.
Na linha 7, ao responder a Lucas com o código “QSL”, Dimas informou que estava aguardando.
Provas
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STF
Lucas e Dimas são amigos de infância e, hoje, apesar de estarem distantes um do outro, sempre mantêm contato via rádio, como na conversa transcrita a seguir, em que eles utilizaram o Código Internacional Q.
Lucas: — Oi, Dimas, tudo bem?
Dimas: — Tudo ótimo. Preciso falar contigo. Informe QRD.
Lucas: — Lamento, Dimas, mas não posso dizer via rádio, pois agora estou trabalhando em uma atividade sigilosa. Tenho de me cuidar. Fiquei sabendo que vai sair um QSJ pra você?
Dimas: — QSL, Lucas, NIL ainda. Estamos aguardando. Nada confirmado. Informe QSA. Por aqui 5.5, QRX. Acabei de tropeçar em uma pedra.
Lucas: — Dimas, você sempre foi distraído. Olhe por onde anda! Está fazendo um QRF após seu trabalho?
Dimas: — Não entendi. QSB, Lucas.
Lucas: — Desculpe-me, Dimas, vou fazer um QRS. Assim ficará melhor. QSL?
Dimas: — QSL. Avance, Lucas.
Lucas: — Não tinha dito nada demais, Dimas.
Dimas: — Estava andando rápido pra chegar ao meu serviço.
Lucas: — Dimas, você trabalha num lugar privilegiado.
Dimas: — Você também, Lucas. Espero que um dia possamos levar QUA positivas a todos. Tenho de ir, QTO, sabe como é, né?
Lucas: — Ok, QSL na QTC.
Dimas: — TKS.
Com base no diálogo acima reproduzido, julgue o item que se segue, à luz do Código Internacional Q.
Quando perguntou a Dimas sobre o “QSJ” (l.6), Lucas referiu-se a algo como uma promoção funcional ou a uma boa notícia que seu interlocutor estaria aguardando.
Provas
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STF
Lucas e Dimas são amigos de infância e, hoje, apesar de estarem distantes um do outro, sempre mantêm contato via rádio, como na conversa transcrita a seguir, em que eles utilizaram o Código Internacional Q.
Lucas: — Oi, Dimas, tudo bem?
Dimas: — Tudo ótimo. Preciso falar contigo. Informe QRD.
Lucas: — Lamento, Dimas, mas não posso dizer via rádio, pois agora estou trabalhando em uma atividade sigilosa. Tenho de me cuidar. Fiquei sabendo que vai sair um QSJ pra você?
Dimas: — QSL, Lucas, NIL ainda. Estamos aguardando. Nada confirmado. Informe QSA. Por aqui 5.5, QRX. Acabei de tropeçar em uma pedra.
Lucas: — Dimas, você sempre foi distraído. Olhe por onde anda! Está fazendo um QRF após seu trabalho?
Dimas: — Não entendi. QSB, Lucas.
Lucas: — Desculpe-me, Dimas, vou fazer um QRS. Assim ficará melhor. QSL?
Dimas: — QSL. Avance, Lucas.
Lucas: — Não tinha dito nada demais, Dimas.
Dimas: — Estava andando rápido pra chegar ao meu serviço.
Lucas: — Dimas, você trabalha num lugar privilegiado.
Dimas: — Você também, Lucas. Espero que um dia possamos levar QUA positivas a todos. Tenho de ir, QTO, sabe como é, né?
Lucas: — Ok, QSL na QTC.
Dimas: — TKS.
Com base no diálogo acima reproduzido, julgue o item que se segue, à luz do Código Internacional Q.
Caso Lucas não conhecesse seu interlocutor, deveria usar QRA para perguntar o nome do operador que estava do outro lado da linha e QRG para saber o nome da estação de rádio.
Provas
O passado jamais pode ser objeto de escolha: ninguém escolhe ter havido o saque de Troia; com efeito, a deliberação não se refere ao passado, mas ao futuro e ao contingente, pois o passado não pode não ter sido. Agatão está certo ao escrever: “Pois há uma única coisa de que o próprio Deus está privado: fazer que o que foi não tenha sido”.
Em outras palavras, a necessidade do passado se contrapõe à possibilidade do presente, em decorrência da indeterminação do futuro. O possível está, portanto, articulado ao tempo presente como escolha que determinará o sentido do futuro, que, em si mesmo, é contingente porque depende de nossa deliberação, escolha e ação. Isso significa, todavia, que, uma vez feita a escolha entre duas alternativas contrárias e realizada a ação, aquilo que era um futuro contingente se transforma em um passado necessário, de tal maneira que nossa ação determina o curso do tempo. É essa passagem do contingente ao necessário por meio do possível que dá à ação humana um peso incalculável.
Marilena Chaui. Contra a servidão voluntária. Belo Horizonte: Editora Fundação Perseu Abramo, 2013, vol. 1, p. 114 (com adaptações).
Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto acima, julgue o item a seguir.
O emprego do acento gráfico nos vocábulos “próprio” e “decorrência” atende à mesma regra de acentuação gráfica.
Provas
O passado jamais pode ser objeto de escolha: ninguém escolhe ter havido o saque de Troia; com efeito, a deliberação não se refere ao passado, mas ao futuro e ao contingente, pois o passado não pode não ter sido. Agatão está certo ao escrever: “Pois há uma única coisa de que o próprio Deus está privado: fazer que o que foi não tenha sido”.
Em outras palavras, a necessidade do passado se contrapõe à possibilidade do presente, em decorrência da indeterminação do futuro. O possível está, portanto, articulado ao tempo presente como escolha que determinará o sentido do futuro, que, em si mesmo, é contingente porque depende de nossa deliberação, escolha e ação. Isso significa, todavia, que, uma vez feita a escolha entre duas alternativas contrárias e realizada a ação, aquilo que era um futuro contingente se transforma em um passado necessário, de tal maneira que nossa ação determina o curso do tempo. É essa passagem do contingente ao necessário por meio do possível que dá à ação humana um peso incalculável.
Marilena Chaui. Contra a servidão voluntária. Belo Horizonte: Editora Fundação Perseu Abramo, 2013, vol. 1, p. 114 (com adaptações).
Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto acima, julgue o item a seguir.
A correção gramatical do texto seria preservada caso se eliminasse a preposição ‘de’ (l.3).
Provas
O passado jamais pode ser objeto de escolha: ninguém escolhe ter havido o saque de Troia; com efeito, a deliberação não se refere ao passado, mas ao futuro e ao contingente, pois o passado não pode não ter sido. Agatão está certo ao escrever: “Pois há uma única coisa de que o próprio Deus está privado: fazer que o que foi não tenha sido”.
Em outras palavras, a necessidade do passado se contrapõe à possibilidade do presente, em decorrência da indeterminação do futuro. O possível está, portanto, articulado ao tempo presente como escolha que determinará o sentido do futuro, que, em si mesmo, é contingente porque depende de nossa deliberação, escolha e ação. Isso significa, todavia, que, uma vez feita a escolha entre duas alternativas contrárias e realizada a ação, aquilo que era um futuro contingente se transforma em um passado necessário, de tal maneira que nossa ação determina o curso do tempo. É essa passagem do contingente ao necessário por meio do possível que dá à ação humana um peso incalculável.
Marilena Chaui. Contra a servidão voluntária. Belo Horizonte: Editora Fundação Perseu Abramo, 2013, vol. 1, p. 114 (com adaptações).
Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto acima, julgue o item a seguir.
Depreende-se do texto a ideia de impossibilidade de correção dos erros cometidos e, consequentemente, de alteração do curso da história.
Provas
O passado jamais pode ser objeto de escolha: ninguém escolhe ter havido o saque de Troia; com efeito, a deliberação não se refere ao passado, mas ao futuro e ao contingente, pois o passado não pode não ter sido. Agatão está certo ao escrever: “Pois há uma única coisa de que o próprio Deus está privado: fazer que o que foi não tenha sido”.
Em outras palavras, a necessidade do passado se contrapõe à possibilidade do presente, em decorrência da indeterminação do futuro. O possível está, portanto, articulado ao tempo presente como escolha que determinará o sentido do futuro, que, em si mesmo, é contingente porque depende de nossa deliberação, escolha e ação. Isso significa, todavia, que, uma vez feita a escolha entre duas alternativas contrárias e realizada a ação, aquilo que era um futuro contingente se transforma em um passado necessário, de tal maneira que nossa ação determina o curso do tempo. É essa passagem do contingente ao necessário por meio do possível que dá à ação humana um peso incalculável.
Marilena Chaui. Contra a servidão voluntária. Belo Horizonte: Editora Fundação Perseu Abramo, 2013, vol. 1, p. 114 (com adaptações).
Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto acima, julgue o item a seguir.
Nos trechos “se contrapõe à possibilidade do presente” (l.4) e “dá à ação humana” (l.8), o emprego do sinal indicativo de crase justifica-se pela regência das formas verbais e pela presença de artigo definido feminino precedendo os vocábulos “possibilidade” e “ação”.
Provas
Levei anos para aprender, e só fui aprender nos anos da ditadura, que ter medo não é apenas tremer de medo ou baixar a cabeça — obediente e resignado —, ou dizer “sim” quando quiséramos dizer “não”. Há outro medo, muito mais profundo, que disfarça e não mostra o medo que tem, exatamente porque teme tanto que tem medo de aparentar medo. É o medo que engendra a omissão, o não importar-se com o que ocorra, ou o não assumir-se em nada. É um medo-fuga. E é, talvez, o único medo essencialmente perigoso, porque, estando próximo à covardia, nos torna cínicos e, como tal, nos destroça.
Flávio Tavares. Memórias do esquecimento. São Paulo: Globo, 1999, p. 169.
Com base no texto acima, julgue o item subsequente.
O termo “que” (l.1) introduz oração que complementa de forma direta o sentido do verbo “aprender” (l.1).
Provas
Caderno Container