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I. Qualquer pessoa que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar, assegurada ao acusado ampla defesa.
II. Como medida cautelar e a fim de que o servidor não venha a influir na apuração da irregularidade, a autoridade instauradora do processo disciplinar poderá determinar o seu afastamento do exercício do cargo, pelo prazo de até 90 (noventa) dias, sem prejuízo da remuneração.
III. O processo disciplinar será conduzido por comissão composta de 3 (três) servidores estáveis, designados pela autoridade competente, que indicará, dentre eles, o seu presidente.
IV. As reuniões da comissão serão registradas em memorandos que deverão detalhar as deliberações adotadas.
Estão incorretos os itens:
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I. A remoção é a movimentação do servidor ocupante de cargo de provimento efetivo para outro cargo de igual denominação e provimento, de outro órgão, mas no mesmo Poder.
II. A transferência é o deslocamento do servidor, com o respectivo cargo ou função, para o quadro de outro órgão ou entidade do mesmo Poder.
III. A redistribuição é a movimentação do servidor ocupante de cargo de provimento efetivo para outro cargo de igual denominação e provimento, no mesmo Poder e no mesmo órgão em que é lotado.
Estão incorretos:
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O lugar de cada palavra
Perguntar o que os signos significam é o primeiro passo para quem quer entender o mundo
Aldo Bizzocchi
Para que servem as palavras? Essa pergunta pode parecer absurda, mas, se pararmos para refletir, veremos que as palavras são nossa principal conexão com o mundo. Apenas não podemos conceber aquilo que não podemos nomear. As palavras são os signos que mais diretamente representam nossa visão de mundo. É evidente que palavras podem ser decompostas em signos menores, mas não pensamos nem nos expressamos por radicais ou afixos: são as palavras que estão na memória, estocadas para serem postas em discurso. E nem todas - talvez uma minoria - podem ser traduzidas por outros signos, desenhos, gestos, ruídos.
Nem todas as palavras representam "coisas" do mundo exterior à linguagem: palavras puramente gramaticais como preposições, conjunções e artigos são o cimento que une os tijolos da comunicação, como substantivos, adjetivos, verbos e advérbios. Estes são chamados de palavras lexicais, cheias ou exteroceptivas porque nos remetem ao "mundo", a vivências físicas ou mentais que abstraímos e guardamos na mente sob a forma de conceitos. Já as palavras gramaticais são chamadas de vazias ou interoceptivas porque não representam conceitos, só exercem funções na própria língua, como conectar ou substituir palavras cheias.
A economia proporcionada pela linguagem articulada consiste no fato de que podemos usar um número finito, embora relativamente grande, de signos para dar conta de um número de vivências concretas que tende ao infinito.
Além de Platão, outros pensadores, como Kant, Frege, Russell e Wittgenstein se fizeram a pergunta "O que os signos significam?". Essa é talvez a mais importante questão da filosofia da linguagem.
Trata-se de constatar que não podemos conhecer o mundo em que vivemos sem a mediação dos signos. Alguns filósofos chegaram mesmo a supor que a própria realidade é uma ilusão criada pela linguagem e, portanto, o conhecimento em si é simplesmente impossível.
Aliás, as únicas formas de conhecimento a priori, que independem da experiência, são a lógica e a matemática, justamente dois exemplos de linguagem formal. Ou seja, podemos lidar com a linguagem sem a realidade, mas não podemos lidar com a realidade sem a linguagem.
[com adaptações] http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11913
Quanto às relações coesivas, é incorreto afirmar que o(a)
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O lugar de cada palavra
Perguntar o que os signos significam é o primeiro passo para quem quer entender o mundo
Aldo Bizzocchi
Para que servem as palavras? Essa pergunta pode parecer absurda, mas, se pararmos para refletir, veremos que as palavras são nossa principal conexão com o mundo. Apenas não podemos conceber aquilo que não podemos nomear. As palavras são os signos que mais diretamente representam nossa visão de mundo. É evidente que palavras podem ser decompostas em signos menores, mas não pensamos nem nos expressamos por radicais ou afixos: são as palavras que estão na memória, estocadas para serem postas em discurso. E nem todas - talvez uma minoria - podem ser traduzidas por outros signos, desenhos, gestos, ruídos.
Nem todas as palavras representam "coisas" do mundo exterior à linguagem: palavras puramente gramaticais como preposições, conjunções e artigos são o cimento que une os tijolos da comunicação, como substantivos, adjetivos, verbos e advérbios. Estes são chamados de palavras lexicais, cheias ou exteroceptivas porque nos remetem ao "mundo", a vivências físicas ou mentais que abstraímos e guardamos na mente sob a forma de conceitos. Já as palavras gramaticais são chamadas de vazias ou interoceptivas porque não representam conceitos, só exercem funções na própria língua, como conectar ou substituir palavras cheias.
A economia proporcionada pela linguagem articulada consiste no fato de que podemos usar um número finito, embora relativamente grande, de signos para dar conta de um número de vivências concretas que tende ao infinito.
Além de Platão, outros pensadores, como Kant, Frege, Russell e Wittgenstein se fizeram a pergunta "O que os signos significam?". Essa é talvez a mais importante questão da filosofia da linguagem.
Trata-se de constatar que não podemos conhecer o mundo em que vivemos sem a mediação dos signos. Alguns filósofos chegaram mesmo a supor que a própria realidade é uma ilusão criada pela linguagem e, portanto, o conhecimento em si é simplesmente impossível.
Aliás, as únicas formas de conhecimento a priori, que independem da experiência, são a lógica e a matemática, justamente dois exemplos de linguagem formal. Ou seja, podemos lidar com a linguagem sem a realidade, mas não podemos lidar com a realidade sem a linguagem.
[com adaptações] http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11913
No que concerne às noções de sintaxe, é correto afirmar que a oração
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O lugar de cada palavra
Perguntar o que os signos significam é o primeiro passo para quem quer entender o mundo
Aldo Bizzocchi
Para que servem as palavras? Essa pergunta pode parecer absurda, mas, se pararmos para refletir, veremos que as palavras são nossa principal conexão com o mundo. Apenas não podemos conceber aquilo que não podemos nomear. As palavras são os signos que mais diretamente representam nossa visão de mundo. É evidente que palavras podem ser decompostas em signos menores, mas não pensamos nem nos expressamos por radicais ou afixos: são as palavras que estão na memória, estocadas para serem postas em discurso. E nem todas - talvez uma minoria - podem ser traduzidas por outros signos, desenhos, gestos, ruídos.
Nem todas as palavras representam "coisas" do mundo exterior à linguagem: palavras puramente gramaticais como preposições, conjunções e artigos são o cimento que une os tijolos da comunicação, como substantivos, adjetivos, verbos e advérbios. Estes são chamados de palavras lexicais, cheias ou exteroceptivas porque nos remetem ao "mundo", a vivências físicas ou mentais que abstraímos e guardamos na mente sob a forma de conceitos. Já as palavras gramaticais são chamadas de vazias ou interoceptivas porque não representam conceitos, só exercem funções na própria língua, como conectar ou substituir palavras cheias.
A economia proporcionada pela linguagem articulada consiste no fato de que podemos usar um número finito, embora relativamente grande, de signos para dar conta de um número de vivências concretas que tende ao infinito.
Além de Platão, outros pensadores, como Kant, Frege, Russell e Wittgenstein se fizeram a pergunta "O que os signos significam?". Essa é talvez a mais importante questão da filosofia da linguagem.
Trata-se de constatar que não podemos conhecer o mundo em que vivemos sem a mediação dos signos. Alguns filósofos chegaram mesmo a supor que a própria realidade é uma ilusão criada pela linguagem e, portanto, o conhecimento em si é simplesmente impossível.
Aliás, as únicas formas de conhecimento a priori, que independem da experiência, são a lógica e a matemática, justamente dois exemplos de linguagem formal. Ou seja, podemos lidar com a linguagem sem a realidade, mas não podemos lidar com a realidade sem a linguagem.
[com adaptações] http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11913
Pode-se afirmar que o texto acima é um(a)
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O lugar de cada palavra
Perguntar o que os signos significam é o primeiro passo para quem quer entender o mundo
Aldo Bizzocchi
Para que servem as palavras? Essa pergunta pode parecer absurda, mas, se pararmos para refletir, veremos que as palavras são nossa principal conexão com o mundo. Apenas não podemos conceber aquilo que não podemos nomear. As palavras são os signos que mais diretamente representam nossa visão de mundo. É evidente que palavras podem ser decompostas em signos menores, mas não pensamos nem nos expressamos por radicais ou afixos: são as palavras que estão na memória, estocadas para serem postas em discurso. E nem todas - talvez uma minoria - podem ser traduzidas por outros signos, desenhos, gestos, ruídos.
Nem todas as palavras representam "coisas" do mundo exterior à linguagem: palavras puramente gramaticais como preposições, conjunções e artigos são o cimento que une os tijolos da comunicação, como substantivos, adjetivos, verbos e advérbios. Estes são chamados de palavras lexicais, cheias ou exteroceptivas porque nos remetem ao "mundo", a vivências físicas ou mentais que abstraímos e guardamos na mente sob a forma de conceitos. Já as palavras gramaticais são chamadas de vazias ou interoceptivas porque não representam conceitos, só exercem funções na própria língua, como conectar ou substituir palavras cheias.
A economia proporcionada pela linguagem articulada consiste no fato de que podemos usar um número finito, embora relativamente grande, de signos para dar conta de um número de vivências concretas que tende ao infinito.
Além de Platão, outros pensadores, como Kant, Frege, Russell e Wittgenstein se fizeram a pergunta "O que os signos significam?". Essa é talvez a mais importante questão da filosofia da linguagem.
Trata-se de constatar que não podemos conhecer o mundo em que vivemos sem a mediação dos signos. Alguns filósofos chegaram mesmo a supor que a própria realidade é uma ilusão criada pela linguagem e, portanto, o conhecimento em si é simplesmente impossível.
Aliás, as únicas formas de conhecimento a priori, que independem da experiência, são a lógica e a matemática, justamente dois exemplos de linguagem formal. Ou seja, podemos lidar com a linguagem sem a realidade, mas não podemos lidar com a realidade sem a linguagem.
[com adaptações] http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11913
Julgue os itens abaixo:
I. A forma verbal “se fizeram” expressa ação contínua iniciada no passado.
II. A inversão da ordem dos termos em “nossa principal conexão” alteraria o sentido do enunciado.
III. A construção “chegaram mesmo a supor” alude ao extremismo das ideias de certos filósofos.
IV. Em “são o cimento que une os tijolos da comunicação”, ocorre uso figurado de palavras.
V. No trecho “Nem todas as palavras representam ‘coisas’ do mundo exterior à linguagem: palavras puramente gramaticais como preposições, conjunções e artigos são o cimento que une os tijolos da comunicação, como substantivos, adjetivos, verbos e advérbios”, predomina a função metalinguística.
Está correto o que se afirma em
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Com base no código de ética dos profissionais de nutrição, assinale as afirmativas abaixo como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) O nutricionista é o profissional de saúde, que, atendendo os princípios da ciência da alimentação, tem como função estudar a saúde do indivíduo.
( ) É direito do nutricionista utilizar todos os recursos disponíveis de diagnósticos de tratamentos nutricionais ao seu alcance em favor dos indivíduos e coletividades sobre sua responsabilidade profissional.
( ) É dever do nutricionista primar pelo decoro profissional, assumindo inteira responsabilidade pelos seus atos em qualquer ocasião.
( ) É responsabilidade do profissional prescrever tratamento nutricional ou outros procedimentos somente após proceder à avaliação pessoal e efetiva do individuo sobre sua responsabilidade profissional.
Marque a seqüência CORRETA, de cima para baixo:
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