Foram encontradas 120 questões.
Uma paciente com 50 anos de idade, portadora de insuficiência venosa crônica CEAP 5, compareceu ao ambulatório do cirurgião vascular apresentando o resultado de uma ecografia vascular com Doppler, que mostrava refluxo bilateral de safena magna, dilatada desde a junção safenofemoral até o maléolo medial e sem perfurantes incompetentes. A paciente relatou que tinha medo de ser submetida a um procedimento, pois tinha rim único e doença de Chagas com arritmia controlada. O cirurgião ofereceu, como tratamento, as opções de termoablação ou escleroterapia da safena acometida com espuma de polidocanol.
A partir desse caso clínico, julgue o item que se segue.
Essa paciente, pela classificação CEAP apresentada, já teve uma úlcera. O fato de possuir refluxo em safenas magnas com diâmetros alargados, mas com veias perfurantes, todas competentes, leva a crer que a úlcera não é de origem venosa.
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Maria, com 19 anos de idade, sabidamente portadora homozigótica de Fator V de Leiden (filha de mãe com a mesma trombofilia), resolveu utilizar contraceptivo oral por conta própria para evitar gravidez indesejada. Após um mês de uso, notou edema em todo o membro inferior esquerdo associado a dor durante deambulação e leve dispneia de repouso. Atendida no pronto atendimento, o clínico dispensou a coleta de sangue para pesquisa de D-Dímero e convocou o cirurgião vascular, o qual realizou ecografia vascular, cujo resultado evidenciou trombose venosa profunda de veia ilíaca externa, femorais e poplíteas. Foi instituída terapia anticoagulante.
Com relação ao caso clínico descrito, julgue o item a seguir.
Caso se opte, além do uso de anticoagulantes, por terapia endovascular (fármaco-mecânica, por exemplo), a maior vantagem será a redução de sequelas, como a hipertensão venosa.
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Maria, com 19 anos de idade, sabidamente portadora homozigótica de Fator V de Leiden (filha de mãe com a mesma trombofilia), resolveu utilizar contraceptivo oral por conta própria para evitar gravidez indesejada. Após um mês de uso, notou edema em todo o membro inferior esquerdo associado a dor durante deambulação e leve dispneia de repouso. Atendida no pronto atendimento, o clínico dispensou a coleta de sangue para pesquisa de D-Dímero e convocou o cirurgião vascular, o qual realizou ecografia vascular, cujo resultado evidenciou trombose venosa profunda de veia ilíaca externa, femorais e poplíteas. Foi instituída terapia anticoagulante.
Com relação ao caso clínico descrito, julgue o item a seguir.
O tratamento imediato deverá incluir fasciotomia.
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Maria, com 19 anos de idade, sabidamente portadora homozigótica de Fator V de Leiden (filha de mãe com a mesma trombofilia), resolveu utilizar contraceptivo oral por conta própria para evitar gravidez indesejada. Após um mês de uso, notou edema em todo o membro inferior esquerdo associado a dor durante deambulação e leve dispneia de repouso. Atendida no pronto atendimento, o clínico dispensou a coleta de sangue para pesquisa de D-Dímero e convocou o cirurgião vascular, o qual realizou ecografia vascular, cujo resultado evidenciou trombose venosa profunda de veia ilíaca externa, femorais e poplíteas. Foi instituída terapia anticoagulante.
Com relação ao caso clínico descrito, julgue o item a seguir.
A trombofilia apresentada tem como base uma alteração no genoma bem conhecida causando na proteína fator V da coagulação, a substituição do aminoácido arginina por glutamina na posição 506, causando resistência à clivagem pela proteína C, permanecendo, portanto, mais tempo em estado ativado e estimulando maior produção de trombina (Fator II da coagulação).
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Paciente diabético de longa data compareceu ao atendimento médico com quadro de úlcera em planta do pé esquerdo, caracterizada como “mal perfurante plantar”. Ao exame físico para avaliar a ferida, constatou-se que sua profundidade atingia a cabeça do primeiro metatarso e estava drenando secreção amarela. Foi solicitada avaliação do cirurgião vascular, que realizou um exame clínico completo da macrocirculação com palpação de todos os pulsos do membro acometido e obtenção do índice tornozelo-braço (ITB). O resultado mostrou que todos os pulsos estavam presentes e o ITB encontrava-se no valor de 1,1.
Considerando o caso clínico apresentado e assuntos correlatos, julgue o item seguinte.
A avaliação realizada da macrocirculação pode mostrar provável perviedade do eixo arterial, porém pode haver doença microvascular, como shunts arteriovenosos e disfunção de esfíncteres pré-capilares.
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Paciente diabético de longa data compareceu ao atendimento médico com quadro de úlcera em planta do pé esquerdo, caracterizada como “mal perfurante plantar”. Ao exame físico para avaliar a ferida, constatou-se que sua profundidade atingia a cabeça do primeiro metatarso e estava drenando secreção amarela. Foi solicitada avaliação do cirurgião vascular, que realizou um exame clínico completo da macrocirculação com palpação de todos os pulsos do membro acometido e obtenção do índice tornozelo-braço (ITB). O resultado mostrou que todos os pulsos estavam presentes e o ITB encontrava-se no valor de 1,1.
Considerando o caso clínico apresentado e assuntos correlatos, julgue o item seguinte.
Se esse paciente apresentasse alterações no teste do monofilamento de 10 g (neuropatia sensorial), associadas a atrofia muscular do pé (neuropatia motora) e fissuras na pele por secura excessiva (neuropatia autonômica), necessariamente também haveria oclusões de vasos tibiais.
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Paciente compareceu ao consultório do cirurgião vascular em busca de uma segunda opinião e investigação de síndrome do desfiladeiro torácico. Seu quadro era de parestesias nas mãos, sobretudo quando mantinha os braços elevados. No exame físico constatou-se que, em abdução do ombro e rotação contralateral da cabeça, o pulso braquial e radial desaparecia. A manobra tinha o mesmo resultado em ambos os membros superiores. Anteriormente, o paciente estava sendo tratado como portador de síndrome do túnel do carpo, sem melhoras.
Em relação ao caso clínico descrito e aos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item a seguir.
A síndrome do túnel do carpo é um diagnóstico diferencial assim como hérnia de disco e polineuropatias periféricas, porém, a ausência de pulso com a manobra citada eleva e prioriza a suspeita de síndrome do desfiladeiro torácico por provável compressão arterial na região costoclavicular, podendo haver uma costela cervical envolvida.
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Paciente compareceu ao consultório do cirurgião vascular em busca de uma segunda opinião e investigação de síndrome do desfiladeiro torácico. Seu quadro era de parestesias nas mãos, sobretudo quando mantinha os braços elevados. No exame físico constatou-se que, em abdução do ombro e rotação contralateral da cabeça, o pulso braquial e radial desaparecia. A manobra tinha o mesmo resultado em ambos os membros superiores. Anteriormente, o paciente estava sendo tratado como portador de síndrome do túnel do carpo, sem melhoras.
Em relação ao caso clínico descrito e aos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item a seguir.
O tratamento fisioterápico nesse caso está descartado, ainda que o paciente não apresentasse complicações vasculares e não tivesse costela cervical, apenas compressão nervosa com sintomas neurológicos, devendo ser programada escalenectomia anterior e ressecção de primeira costela.
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Um paciente de 65 anos de idade foi levado de ambulância ao pronto atendimento, sentindo fortes dores nas regiões abdominal e lombar, com sudorese, palidez, hipotensão e massa abdominal pulsátil. Como comorbidade, tem doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e nefrolitíase tratada duas vezes. Após adotadas as medidas de suporte clínico e monitoramento dos sinais vitais, o paciente foi levado à sala de tomografia, acompanhado do cirurgião vascular.
Considerando o caso clínico descrito e os assuntos a ele relacionados, julgue o próximo item.
O tratamento endovascular de reparo do aneurisma (EVAR) é uma opção nesse caso, pois há, entre outras diferenças, uma menor perda de sangue. No entanto, a maioria dos pacientes com aneurismas rotos possuem colo proximal com anatomia desfavorável para esta técnica, o que aumenta a chance de endoleak tipo II.
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Um paciente de 65 anos de idade foi levado de ambulância ao pronto atendimento, sentindo fortes dores nas regiões abdominal e lombar, com sudorese, palidez, hipotensão e massa abdominal pulsátil. Como comorbidade, tem doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e nefrolitíase tratada duas vezes. Após adotadas as medidas de suporte clínico e monitoramento dos sinais vitais, o paciente foi levado à sala de tomografia, acompanhado do cirurgião vascular.
Considerando o caso clínico descrito e os assuntos a ele relacionados, julgue o próximo item.
A isquemia colônica é uma complicação possível no pós-operatório da correção de aneurisma de aorta abdominal roto e pode acometer pacientes que foram submetidos a correção aberta ou por via endovascular.
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