Foram encontradas 120 questões.
A respeito de patologias vasculares, julgue o item a seguir.
No tratamento da hipertensão renovascular, a cirurgia aberta com endarterectomia da artéria renal ou revascularização da artéria renal por meio de bypass não é a primeira opção, devendo ser realizada apenas nos casos em que a cirurgia endovascular não puder ser realizada por alguma dificuldade técnica.
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A respeito de patologias vasculares, julgue o item a seguir.
Em caso de pé diabético com desenvolvimento de osteomielite, recomenda-se antibioticoterapia adequada por, pelo menos, 8 semanas antes da decisão de ressecção do osso afetado, se não houver melhora.
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A respeito de patologias vasculares, julgue o item a seguir.
A classificação clínica de Wagner para pé diabético ulcerado grau 2 corresponde à presença de úlcera profunda acometendo tendão ou cápsula articular.
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A respeito de patologias vasculares, julgue o item a seguir.
A histerectomia, com ou sem ooforectomia, é o tratamento padrão-ouro no caso de insuficiência venosa pélvica com síndrome de congestão.
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A respeito de patologias vasculares, julgue o item a seguir.
A síndrome da congestão pélvica manifesta-se em dois territórios venosos distintos e sobrepostos: veias mesentéricas e uterinas.
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Uma paciente, de 68 anos de idade, após padecer de dois episódios de amaurose fugaz, compareceu ao consultório do clínico geral, que solicitou um ecodoppler de carótidas. O resultado mostrou placa estenótica entre 70% e 80% em óstio de carótida interna direita e placa estável em óstio de carótida interna esquerda entre 20% e 30%, e vertebrais sem alterações. A paciente foi encaminhada ao cirurgião vascular, que solicitou preparo pré-operatório com o objetivo de realizar endarterectomia de carótida interna direita. No conjunto dos exames, verificou-se uma angiotomografia cerebral que revelou ausência do polígono de Willis completo.
Com relação ao caso clínico descrito, julgue o item seguinte.
O cirurgião pode optar pelo uso de shunt intraoperatório como conduta de proteção cerebral durante o clampeamento das carótidas baseado no fato de não ter o polígono de Willis completo, porém também poderia optar por monitoramento de alguns parâmetros cerebrais para verificar a necessidade durante o intraoperatório do uso do shunt tais como: a pressão de coto da carótida interna, fluxo na cerebral média medido por Doppler transcraniano e eletroencefalograma e potencial evocado somatossensorial.
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Uma paciente, de 68 anos de idade, após padecer de dois episódios de amaurose fugaz, compareceu ao consultório do clínico geral, que solicitou um ecodoppler de carótidas. O resultado mostrou placa estenótica entre 70% e 80% em óstio de carótida interna direita e placa estável em óstio de carótida interna esquerda entre 20% e 30%, e vertebrais sem alterações. A paciente foi encaminhada ao cirurgião vascular, que solicitou preparo pré-operatório com o objetivo de realizar endarterectomia de carótida interna direita. No conjunto dos exames, verificou-se uma angiotomografia cerebral que revelou ausência do polígono de Willis completo.
Com relação ao caso clínico descrito, julgue o item seguinte.
Caso essa paciente tivesse passado de cirurgia cervical aliado a um posicionamento alto da bifurcação carotídea, a angioplastia com stent seria mais apropriada, não sendo necessário qualquer uso de dispositivo de proteção cerebral como filtros.
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Um paciente retornou ao consultório do mesmo cirurgião vascular 20 anos após a última consulta em que ele recebeu tratamento para um hemangioma (tratamento medicamentoso apenas e com sucesso total). Dessa vez, aos 24 anos de idade, o paciente compareceu ao atendimento com quadro de sensação de cordão fibroso e doloroso na face interna da perna e coxa associado a mancha eritematosa e quente na face anterior da perna ipsilateral. Novamente, o cirurgião instituiu um tratamento medicamentoso que, juntamente com o repouso prescrito, logrou êxito.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item subsequente.
O sucesso obtido no tratamento do paciente quando ele ainda era criança provavelmente está associado ao uso de propranolol.
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Um paciente retornou ao consultório do mesmo cirurgião vascular 20 anos após a última consulta em que ele recebeu tratamento para um hemangioma (tratamento medicamentoso apenas e com sucesso total). Dessa vez, aos 24 anos de idade, o paciente compareceu ao atendimento com quadro de sensação de cordão fibroso e doloroso na face interna da perna e coxa associado a mancha eritematosa e quente na face anterior da perna ipsilateral. Novamente, o cirurgião instituiu um tratamento medicamentoso que, juntamente com o repouso prescrito, logrou êxito.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item subsequente.
Os diagnósticos diferenciais para o quadro atual do paciente são erisipela com linfangite ou tromboflebite.
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Uma paciente com 50 anos de idade, portadora de insuficiência venosa crônica CEAP 5, compareceu ao ambulatório do cirurgião vascular apresentando o resultado de uma ecografia vascular com Doppler, que mostrava refluxo bilateral de safena magna, dilatada desde a junção safenofemoral até o maléolo medial e sem perfurantes incompetentes. A paciente relatou que tinha medo de ser submetida a um procedimento, pois tinha rim único e doença de Chagas com arritmia controlada. O cirurgião ofereceu, como tratamento, as opções de termoablação ou escleroterapia da safena acometida com espuma de polidocanol.
A partir desse caso clínico, julgue o item que se segue.
A ablação pode ser feita utilizando-se fibra de laser 1470 nm ou por cateter de radiofrequência.
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