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Figura 1: "Mesmo que pra gente não seja tão perigoso..."
"... pode ser para outras pessoas!"
Figura 2: "Temos contato com pessoas de saúde mais frágil!"
" Precisamos ser responsáveis!"
Figura 3: "Não podemos ser transmissores de doença!"
De acordo com o texto, é possível afirmar que o elemento da comunicação predominante é o:
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Vendo-os assim, sempre mascarados... escondidos... a fala abafada, os olhos por detrás dos óculos, mãos sempre com luvas... Eles parecem seres de outro mundo, que nos visitam quando mais precisamos.
E talvez sejam isso mesmo: para se tornar um profissional da saúde, é preciso muita atenção, dedicação, milhares de horas de estudo e prática. É também atravessar horas e mais horas em pé, noites sem sono, cansaço... tudo para atender a quem precisa.
Ser profissional da saúde é ser, de fato, alguém de outro mundo: construtores de futuro para quem adoece; fazem bater corações que, muitas vezes, já estavam quase perdidos; fazem andar pés que parecem que nunca mais iam tocar o chão novamente; acendem rostos que parecem que nunca mais seriam iluminados por sorrisos.
Não é fácil ser de outro mundo quando os que estão aqui sofrem tanto. Mas esses seres, vejam só, quando olhamos mais de perto, nos surpreendem: porque há rostos por detrás das máscaras! E também olhos, pensamentos, coração... Sentimentos que, assim como a face, precisam ficar escondidos muitas vezes para poder sentir e ajudar os outros que sofrem.
Porém, não se engane: por detrás de tudo isso há sentimentos que, às vezes, brotam em momentos inesperados... medos, angústias, mas também alegrias. Há tudo isso e também existem as famílias que esperam o retorno desses profissionais todos os dias.
Por salvarem vidas e não pedirem nada em troca, podemos até confundi-los com heróis. Mas cuidado: todos os heróis também ficam doentes... ou tristes... E passam por dificuldades. Tudo isso é superado na luta diária para dar mais conforto e recuperar a saúde de quem precisa.
Pode estar certo de que, detrás de cada história de superação, de todo o rosto que sorri recuperado, na gratidão infinita de quem passou por uma doença, está ali a recompensa que faz essas pessoas encararem essa rotina tão pesada de trabalho. É isso que os motiva, que os fazem querer acordar mais um dia, vestir o avental e seguir adiante.
(...) Mesmo esses seres que convivem todos os dias na linha de frente das doenças ainda não conseguem saber ao certo o que vai acontecer.
Mesmo assim, não deixaram de empunhar as suas armas, prepararam seus escudos, levantaram o rosto para encarar o desconhecido. Mesmo quem ainda é apenas um estudante, residente ou estagiário da área da saúde deve mostrar que o "apenas", nesse momento, tem outro sentido, pois também está junto, lado a lado, com aqueles que já encararam outras tormentas, como um igual. Uma força também importantíssima em momentos de crise.
(...)
"... que nos visitam quando mais precisamos."
A conjunção destacada tem, nesse contexto, valor semântico de:
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Vendo-os assim, sempre mascarados... escondidos... a fala abafada, os olhos por detrás dos óculos, mãos sempre com luvas... Eles parecem seres de outro mundo, que nos visitam quando mais precisamos.
E talvez sejam isso mesmo: para se tornar um profissional da saúde, é preciso muita atenção, dedicação, milhares de horas de estudo e prática. É também atravessar horas e mais horas em pé, noites sem sono, cansaço... tudo para atender a quem precisa.
Ser profissional da saúde é ser, de fato, alguém de outro mundo: construtores de futuro para quem adoece; fazem bater corações que, muitas vezes, já estavam quase perdidos; fazem andar pés que parecem que nunca mais iam tocar o chão novamente; acendem rostos que parecem que nunca mais seriam iluminados por sorrisos.
Não é fácil ser de outro mundo quando os que estão aqui sofrem tanto. Mas esses seres, vejam só, quando olhamos mais de perto, nos surpreendem: porque há rostos por detrás das máscaras! E também olhos, pensamentos, coração... Sentimentos que, assim como a face, precisam ficar escondidos muitas vezes para poder sentir e ajudar os outros que sofrem.
Porém, não se engane: por detrás de tudo isso há sentimentos que, às vezes, brotam em momentos inesperados... medos, angústias, mas também alegrias. Há tudo isso e também existem as famílias que esperam o retorno desses profissionais todos os dias.
Por salvarem vidas e não pedirem nada em troca, podemos até confundi-los com heróis. Mas cuidado: todos os heróis também ficam doentes... ou tristes... E passam por dificuldades. Tudo isso é superado na luta diária para dar mais conforto e recuperar a saúde de quem precisa.
Pode estar certo de que, detrás de cada história de superação, de todo o rosto que sorri recuperado, na gratidão infinita de quem passou por uma doença, está ali a recompensa que faz essas pessoas encararem essa rotina tão pesada de trabalho. É isso que os motiva, que os fazem querer acordar mais um dia, vestir o avental e seguir adiante.
(...) Mesmo esses seres que convivem todos os dias na linha de frente das doenças ainda não conseguem saber ao certo o que vai acontecer.
Mesmo assim, não deixaram de empunhar as suas armas, prepararam seus escudos, levantaram o rosto para encarar o desconhecido. Mesmo quem ainda é apenas um estudante, residente ou estagiário da área da saúde deve mostrar que o "apenas", nesse momento, tem outro sentido, pois também está junto, lado a lado, com aqueles que já encararam outras tormentas, como um igual. Uma força também importantíssima em momentos de crise.
(...)
"...há sentimentos que, às vezes, brotam em momentos inesperados..."
Na expressão destacada, a crase é empregada de acordo com as regras da gramática da Língua Portuguesa.
Nesse contexto, a crase também está adequadamente empregada em:
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Vendo-os assim, sempre mascarados... escondidos... a fala abafada, os olhos por detrás dos óculos, mãos sempre com luvas... Eles parecem seres de outro mundo, que nos visitam quando mais precisamos.
E talvez sejam isso mesmo: para se tornar um profissional da saúde, é preciso muita atenção, dedicação, milhares de horas de estudo e prática. É também atravessar horas e mais horas em pé, noites sem sono, cansaço... tudo para atender a quem precisa.
Ser profissional da saúde é ser, de fato, alguém de outro mundo: construtores de futuro para quem adoece; fazem bater corações que, muitas vezes, já estavam quase perdidos; fazem andar pés que parecem que nunca mais iam tocar o chão novamente; acendem rostos que parecem que nunca mais seriam iluminados por sorrisos.
Não é fácil ser de outro mundo quando os que estão aqui sofrem tanto. Mas esses seres, vejam só, quando olhamos mais de perto, nos surpreendem: porque há rostos por detrás das máscaras! E também olhos, pensamentos, coração... Sentimentos que, assim como a face, precisam ficar escondidos muitas vezes para poder sentir e ajudar os outros que sofrem.
Porém, não se engane: por detrás de tudo isso há sentimentos que, às vezes, brotam em momentos inesperados... medos, angústias, mas também alegrias. Há tudo isso e também existem as famílias que esperam o retorno desses profissionais todos os dias.
Por salvarem vidas e não pedirem nada em troca, podemos até confundi-los com heróis. Mas cuidado: todos os heróis também ficam doentes... ou tristes... E passam por dificuldades. Tudo isso é superado na luta diária para dar mais conforto e recuperar a saúde de quem precisa.
Pode estar certo de que, detrás de cada história de superação, de todo o rosto que sorri recuperado, na gratidão infinita de quem passou por uma doença, está ali a recompensa que faz essas pessoas encararem essa rotina tão pesada de trabalho. É isso que os motiva, que os fazem querer acordar mais um dia, vestir o avental e seguir adiante.
(...) Mesmo esses seres que convivem todos os dias na linha de frente das doenças ainda não conseguem saber ao certo o que vai acontecer.
Mesmo assim, não deixaram de empunhar as suas armas, prepararam seus escudos, levantaram o rosto para encarar o desconhecido. Mesmo quem ainda é apenas um estudante, residente ou estagiário da área da saúde deve mostrar que o "apenas", nesse momento, tem outro sentido, pois também está junto, lado a lado, com aqueles que já encararam outras tormentas, como um igual. Uma força também importantíssima em momentos de crise.
(...)
"Porém, não se engane..." Sobre verbo em destaque, afirma-se que está no:
Provas
Vendo-os assim, sempre mascarados... escondidos... a fala abafada, os olhos por detrás dos óculos, mãos sempre com luvas... Eles parecem seres de outro mundo, que nos visitam quando mais precisamos.
E talvez sejam isso mesmo: para se tornar um profissional da saúde, é preciso muita atenção, dedicação, milhares de horas de estudo e prática. É também atravessar horas e mais horas em pé, noites sem sono, cansaço... tudo para atender a quem precisa.
Ser profissional da saúde é ser, de fato, alguém de outro mundo: construtores de futuro para quem adoece; fazem bater corações que, muitas vezes, já estavam quase perdidos; fazem andar pés que parecem que nunca mais iam tocar o chão novamente; acendem rostos que parecem que nunca mais seriam iluminados por sorrisos.
Não é fácil ser de outro mundo quando os que estão aqui sofrem tanto. Mas esses seres, vejam só, quando olhamos mais de perto, nos surpreendem: porque há rostos por detrás das máscaras! E também olhos, pensamentos, coração... Sentimentos que, assim como a face, precisam ficar escondidos muitas vezes para poder sentir e ajudar os outros que sofrem.
Porém, não se engane: por detrás de tudo isso há sentimentos que, às vezes, brotam em momentos inesperados... medos, angústias, mas também alegrias. Há tudo isso e também existem as famílias que esperam o retorno desses profissionais todos os dias.
Por salvarem vidas e não pedirem nada em troca, podemos até confundi-los com heróis. Mas cuidado: todos os heróis também ficam doentes... ou tristes... E passam por dificuldades. Tudo isso é superado na luta diária para dar mais conforto e recuperar a saúde de quem precisa.
Pode estar certo de que, detrás de cada história de superação, de todo o rosto que sorri recuperado, na gratidão infinita de quem passou por uma doença, está ali a recompensa que faz essas pessoas encararem essa rotina tão pesada de trabalho. É isso que os motiva, que os fazem querer acordar mais um dia, vestir o avental e seguir adiante.
(...) Mesmo esses seres que convivem todos os dias na linha de frente das doenças ainda não conseguem saber ao certo o que vai acontecer.
Mesmo assim, não deixaram de empunhar as suas armas, prepararam seus escudos, levantaram o rosto para encarar o desconhecido. Mesmo quem ainda é apenas um estudante, residente ou estagiário da área da saúde deve mostrar que o "apenas", nesse momento, tem outro sentido, pois também está junto, lado a lado, com aqueles que já encararam outras tormentas, como um igual. Uma força também importantíssima em momentos de crise.
(...)
"... e também existem as famílias..."
A palavra destacada recebe acento gráfico, em função da tonicidade da sílaba, por igual razão da sequência de palavras em:
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Vendo-os assim, sempre mascarados... escondidos... a fala abafada, os olhos por detrás dos óculos, mãos sempre com luvas... Eles parecem seres de outro mundo, que nos visitam quando mais precisamos.
E talvez sejam isso mesmo: para se tornar um profissional da saúde, é preciso muita atenção, dedicação, milhares de horas de estudo e prática. É também atravessar horas e mais horas em pé, noites sem sono, cansaço... tudo para atender a quem precisa.
Ser profissional da saúde é ser, de fato, alguém de outro mundo: construtores de futuro para quem adoece; fazem bater corações que, muitas vezes, já estavam quase perdidos; fazem andar pés que parecem que nunca mais iam tocar o chão novamente; acendem rostos que parecem que nunca mais seriam iluminados por sorrisos.
Não é fácil ser de outro mundo quando os que estão aqui sofrem tanto. Mas esses seres, vejam só, quando olhamos mais de perto, nos surpreendem: porque há rostos por detrás das máscaras! E também olhos, pensamentos, coração... Sentimentos que, assim como a face, precisam ficar escondidos muitas vezes para poder sentir e ajudar os outros que sofrem.
Porém, não se engane: por detrás de tudo isso há sentimentos que, às vezes, brotam em momentos inesperados... medos, angústias, mas também alegrias. Há tudo isso e também existem as famílias que esperam o retorno desses profissionais todos os dias.
Por salvarem vidas e não pedirem nada em troca, podemos até confundi-los com heróis. Mas cuidado: todos os heróis também ficam doentes... ou tristes... E passam por dificuldades. Tudo isso é superado na luta diária para dar mais conforto e recuperar a saúde de quem precisa.
Pode estar certo de que, detrás de cada história de superação, de todo o rosto que sorri recuperado, na gratidão infinita de quem passou por uma doença, está ali a recompensa que faz essas pessoas encararem essa rotina tão pesada de trabalho. É isso que os motiva, que os fazem querer acordar mais um dia, vestir o avental e seguir adiante.
(...) Mesmo esses seres que convivem todos os dias na linha de frente das doenças ainda não conseguem saber ao certo o que vai acontecer.
Mesmo assim, não deixaram de empunhar as suas armas, prepararam seus escudos, levantaram o rosto para encarar o desconhecido. Mesmo quem ainda é apenas um estudante, residente ou estagiário da área da saúde deve mostrar que o "apenas", nesse momento, tem outro sentido, pois também está junto, lado a lado, com aqueles que já encararam outras tormentas, como um igual. Uma força também importantíssima em momentos de crise.
(...)
"Mas esses seres, vejam só, quando olhamos mais de perto, nos surpreendem: porque há rostos por detrás das máscaras!."
A expressão sublinhada, no contexto em análise, traz à tona a ideia de o autor do texto:
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Vendo-os assim, sempre mascarados... escondidos... a fala abafada, os olhos por detrás dos óculos, mãos sempre com luvas... Eles parecem seres de outro mundo, que nos visitam quando mais precisamos.
E talvez sejam isso mesmo: para se tornar um profissional da saúde, é preciso muita atenção, dedicação, milhares de horas de estudo e prática. É também atravessar horas e mais horas em pé, noites sem sono, cansaço... tudo para atender a quem precisa.
Ser profissional da saúde é ser, de fato, alguém de outro mundo: construtores de futuro para quem adoece; fazem bater corações que, muitas vezes, já estavam quase perdidos; fazem andar pés que parecem que nunca mais iam tocar o chão novamente; acendem rostos que parecem que nunca mais seriam iluminados por sorrisos.
Não é fácil ser de outro mundo quando os que estão aqui sofrem tanto. Mas esses seres, vejam só, quando olhamos mais de perto, nos surpreendem: porque há rostos por detrás das máscaras! E também olhos, pensamentos, coração... Sentimentos que, assim como a face, precisam ficar escondidos muitas vezes para poder sentir e ajudar os outros que sofrem.
Porém, não se engane: por detrás de tudo isso há sentimentos que, às vezes, brotam em momentos inesperados... medos, angústias, mas também alegrias. Há tudo isso e também existem as famílias que esperam o retorno desses profissionais todos os dias.
Por salvarem vidas e não pedirem nada em troca, podemos até confundi-los com heróis. Mas cuidado: todos os heróis também ficam doentes... ou tristes... E passam por dificuldades. Tudo isso é superado na luta diária para dar mais conforto e recuperar a saúde de quem precisa.
Pode estar certo de que, detrás de cada história de superação, de todo o rosto que sorri recuperado, na gratidão infinita de quem passou por uma doença, está ali a recompensa que faz essas pessoas encararem essa rotina tão pesada de trabalho. É isso que os motiva, que os fazem querer acordar mais um dia, vestir o avental e seguir adiante.
(...) Mesmo esses seres que convivem todos os dias na linha de frente das doenças ainda não conseguem saber ao certo o que vai acontecer.
Mesmo assim, não deixaram de empunhar as suas armas, prepararam seus escudos, levantaram o rosto para encarar o desconhecido. Mesmo quem ainda é apenas um estudante, residente ou estagiário da área da saúde deve mostrar que o "apenas", nesse momento, tem outro sentido, pois também está junto, lado a lado, com aqueles que já encararam outras tormentas, como um igual. Uma força também importantíssima em momentos de crise.
(...)
"... todos os heróis também ficam doentes..."
No fragmento em destaque, o predicado tem igual classificação do predicado sublinhado em:
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Vendo-os assim, sempre mascarados... escondidos... a fala abafada, os olhos por detrás dos óculos, mãos sempre com luvas... Eles parecem seres de outro mundo, que nos visitam quando mais precisamos.
E talvez sejam isso mesmo: para se tornar um profissional da saúde, é preciso muita atenção, dedicação, milhares de horas de estudo e prática. É também atravessar horas e mais horas em pé, noites sem sono, cansaço... tudo para atender a quem precisa.
Ser profissional da saúde é ser, de fato, alguém de outro mundo: construtores de futuro para quem adoece; fazem bater corações que, muitas vezes, já estavam quase perdidos; fazem andar pés que parecem que nunca mais iam tocar o chão novamente; acendem rostos que parecem que nunca mais seriam iluminados por sorrisos.
Não é fácil ser de outro mundo quando os que estão aqui sofrem tanto. Mas esses seres, vejam só, quando olhamos mais de perto, nos surpreendem: porque há rostos por detrás das máscaras! E também olhos, pensamentos, coração... Sentimentos que, assim como a face, precisam ficar escondidos muitas vezes para poder sentir e ajudar os outros que sofrem.
Porém, não se engane: por detrás de tudo isso há sentimentos que, às vezes, brotam em momentos inesperados... medos, angústias, mas também alegrias. Há tudo isso e também existem as famílias que esperam o retorno desses profissionais todos os dias.
Por salvarem vidas e não pedirem nada em troca, podemos até confundi-los com heróis. Mas cuidado: todos os heróis também ficam doentes... ou tristes... E passam por dificuldades. Tudo isso é superado na luta diária para dar mais conforto e recuperar a saúde de quem precisa.
Pode estar certo de que, detrás de cada história de superação, de todo o rosto que sorri recuperado, na gratidão infinita de quem passou por uma doença, está ali a recompensa que faz essas pessoas encararem essa rotina tão pesada de trabalho. É isso que os motiva, que os fazem querer acordar mais um dia, vestir o avental e seguir adiante.
(...) Mesmo esses seres que convivem todos os dias na linha de frente das doenças ainda não conseguem saber ao certo o que vai acontecer.
Mesmo assim, não deixaram de empunhar as suas armas, prepararam seus escudos, levantaram o rosto para encarar o desconhecido. Mesmo quem ainda é apenas um estudante, residente ou estagiário da área da saúde deve mostrar que o "apenas", nesse momento, tem outro sentido, pois também está junto, lado a lado, com aqueles que já encararam outras tormentas, como um igual. Uma força também importantíssima em momentos de crise.
(...)
"Mesmo assim, não deixaram de empunhar as suas armas, prepararam seus escudos..."
Na passagem acima, há uma figura de linguagem denominada:
Provas
Vendo-os assim, sempre mascarados... escondidos... a fala abafada, os olhos por detrás dos óculos, mãos sempre com luvas... Eles parecem seres de outro mundo, que nos visitam quando mais precisamos.
E talvez sejam isso mesmo: para se tornar um profissional da saúde, é preciso muita atenção, dedicação, milhares de horas de estudo e prática. É também atravessar horas e mais horas em pé, noites sem sono, cansaço... tudo para atender a quem precisa.
Ser profissional da saúde é ser, de fato, alguém de outro mundo: construtores de futuro para quem adoece; fazem bater corações que, muitas vezes, já estavam quase perdidos; fazem andar pés que parecem que nunca mais iam tocar o chão novamente; acendem rostos que parecem que nunca mais seriam iluminados por sorrisos.
Não é fácil ser de outro mundo quando os que estão aqui sofrem tanto. Mas esses seres, vejam só, quando olhamos mais de perto, nos surpreendem: porque há rostos por detrás das máscaras! E também olhos, pensamentos, coração... Sentimentos que, assim como a face, precisam ficar escondidos muitas vezes para poder sentir e ajudar os outros que sofrem.
Porém, não se engane: por detrás de tudo isso há sentimentos que, às vezes, brotam em momentos inesperados... medos, angústias, mas também alegrias. Há tudo isso e também existem as famílias que esperam o retorno desses profissionais todos os dias.
Por salvarem vidas e não pedirem nada em troca, podemos até confundi-los com heróis. Mas cuidado: todos os heróis também ficam doentes... ou tristes... E passam por dificuldades. Tudo isso é superado na luta diária para dar mais conforto e recuperar a saúde de quem precisa.
Pode estar certo de que, detrás de cada história de superação, de todo o rosto que sorri recuperado, na gratidão infinita de quem passou por uma doença, está ali a recompensa que faz essas pessoas encararem essa rotina tão pesada de trabalho. É isso que os motiva, que os fazem querer acordar mais um dia, vestir o avental e seguir adiante.
(...) Mesmo esses seres que convivem todos os dias na linha de frente das doenças ainda não conseguem saber ao certo o que vai acontecer.
Mesmo assim, não deixaram de empunhar as suas armas, prepararam seus escudos, levantaram o rosto para encarar o desconhecido. Mesmo quem ainda é apenas um estudante, residente ou estagiário da área da saúde deve mostrar que o "apenas", nesse momento, tem outro sentido, pois também está junto, lado a lado, com aqueles que já encararam outras tormentas, como um igual. Uma força também importantíssima em momentos de crise.
(...)
"Sentimentos que, assim como a face, precisam ficar escondidos muitas vezes..."
De acordo com a gramática da Língua Portuguesa, o termo em destaque é classificado, morfologicamente, como:
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Em relação às Esferas de Gestão na Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, é uma responsabilidade do Gestor Municipal:
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