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Um homem de 52 anos sofre um infarto agudo do miocárdio e passa por tratamento por cateterismo cardíaco de urgência, realizado por via femoral esquerda. No dia seguinte, o paciente reclama de fraqueza, dor e parestesia em membro inferior esquerdo. Ao exame físico, apresenta paresia a flexão de coxa, extensão e adução do joelho e hipoestesia em porção medial de coxa e panturrilha à esquerda, com redução apenas de reflexo patelar ipsilateral. O exame para diagnóstico dessa patologia é
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Um homem de 56 anos, tabagista, chega ao prontoatendimento por confusão mental, cefaleia e dor torácica. Está taquicárdico e levemente hipertenso. Ao exame físico, manifesta midríase, tremores, queixa de prurido e aparenta ter alucinações visuais. Exame laboratorias apresentam aumento de creatinofosofoquinase e creatinina. Tomografia de crânio está normal. A substância de abuso causadora do quadro é
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Uma mulher é levada ao pronto-atendimento por alteração do nível de consciência. Em seus exames laboratoriais, foi constatado nível de sódio sérico 114 mEq/L (valor de referência: 135-145 mEq/L). Após 24 horas, o nível do sódio sérico mudou para 142 mEq/L). Seus sinais vitais estão dentro da normalidade, porém, a paciente manifesta tetraparesia com hiper-reflexia. A conduta diagnóstica apropriada nesse caso é:
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Uma jovem migranosa comparece ao pronto-atendimento com queixa de cefaleia há uma semana, diferente da cefaleia “normal”, rigidez nucal e febre. Dois dias após, apresentou paresia flácida em membro inferior esquerdo, seguida de insuficiência respiratória e necessidade de intubação com suporte respiratório. Família nega viagens recentes, porém ela trabalha num serviço de controle de pragas. A neuroimagem está normal e a análise de liquor evidencia aumento de leucócitos (180 células) com predomínio de neutrófilos, proteína 120, normoglicorraquia. Exames de látex com antígeno bacteriano, PCR para herpes simplex e tinta da china negativos. O diagnóstico provável nesse caso é de
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Jovem de 39 anos queixa-se de dificuldade progressiva para andar e sensação de formigamento em extremidades (mãos e pés). À avaliação clínica, percebe-se redução de sensibilidade vibratória e proprioceptiva de padrão em bota e em luva bilateralmente, com hiper-reflexia bilateral em membros, além de paresia leve para dorsiflexão de pés e artelhos, bem como flexão plantar de pés e artelhos e marcha discretamente espástica. Sinais cerebelares não são perceptíveis. Histórico de cirurgia bariátrica há cerca de uma década, com baixa adesão a dieta saudável. Seus exames laboratoriais demonstram discreta anemia (Hb 10,6 g/dL) e volume corpuscular médio 117, dosagem de acido metilmalônico de 978 (VR < 0,50 mcmol/L). A ressonância magnética de coluna cervical mostra hiperintensidades não captantes em região lateral e posterior da medula. A etiologia relacionada ao quadro clínico é a de deficiência de
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Leia o caso clínico.
Um senhor previamente hipertenso, diabético malcontrolado e tabagista apresenta-se ao pronto-atendimento com queixa de cefaleia, vertigem e parestesia facial. À avaliação, percebe-se ptose à esquerda, redução de sensibilidade facial do mesmo lado, anisocoria, disfagia, redução de sensibilidade em membros a direita.
A artéria envolvida no quadro clínico do paciente é
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Leia o caso clínico.
Uma mulher de 51 anos é levada ao pronto-atendimento por confusão mental, dor abdominal e alterações de comportamento, tem histórico de mieloma múltiplo metastático, tendo sido hospitalizada recente por cálculos renais. Além disso, apresenta fraqueza muscular proximal e letargia. A neuroimagem é normal.
A alteração laboratorial causadora de encefalopatia e dessa apresentação clínica é
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Leia o caso clínico.
Uma jovem com diabetes mellitus não controlado é encontrada, caída, na porta de um restaurante. Ao ser socorrida, recobrou a consciência e afirmou ter sentido tonturas e rubor facial ao ingerir uma refeição. Curiosos negam movimentos involuntários. A jovem refere já ter experimentado eventos semelhantes. Sua glicemia capilar é de 77 mg/dL, a pressão arterial de 85/46mm e cetonas negativas na urina.
O quadro apresentado por essa jovem foi de
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Leia o caso clínico.
Um paciente com histórico de epilepsia é trazido ao pronto-atendimento por crises convulsivas. Sua mãe refere que as crises têm duração de dois a três-minutos. O paciente manifestou três crises seguidas, sem retorno ao seu estado basal.
O passo seguinte de manejo clínico desse paciente é o de ofertar o seguinte medicamento:
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Um idoso com doença de Parkinson há mais de 10 anos passa A apresentar quedas frequentes em domicílio. Familiares se preocupam com quadro parecido com demência no último mês. Família o leva a consulta com neurologista, que percebe sonolência excessiva, desatenção, dificuldade DE obedecer a comandos, além de hemiparesia esquerda leve. De acordo com o exposto, sua tomografia de crânio deve mostrar, no lado direito de seu cérebro,
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