Foram encontradas 80 questões.
Um paciente de 70 anos de idade, portador de DPOC GOLD
IV, apresentou IMC de 18 kg/m², perda muscular progressiva e
baixa tolerância ao esforço, além de dispneia aos mínimos
esforços. Referiu consumo alimentar irregular, com longos
períodos em jejum devido à falta de apetite e sensação de
distensão abdominal após refeições maiores.
Segundo as diretrizes nutricionais específicas para paciente com DPOC com risco de desnutrição e perda de massa magra, qual é a abordagem dietoterápica mais indicada nesse caso?
Segundo as diretrizes nutricionais específicas para paciente com DPOC com risco de desnutrição e perda de massa magra, qual é a abordagem dietoterápica mais indicada nesse caso?
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Um paciente de 68 anos de idade, portador de insuficiência
cardíaca com fração de ejeção reduzida (FE 35%), em uso de
IECA, betabloqueador e espironolactona, apresentou, durante
revisão ambulatorial, exames com potássio sérico de
5,6 mEq/L e queixas de fraqueza leve. Relatou uso frequente
de substitutos de sal à base de cloreto de potássio e consumo
elevado de frutas ricas em K⁺.
Conforme as orientações nutricionais específicas para pacientes com IC em risco de hiperpotassemia, qual é a conduta mais adequada nesse caso?
Conforme as orientações nutricionais específicas para pacientes com IC em risco de hiperpotassemia, qual é a conduta mais adequada nesse caso?
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Um paciente de 63 anos de idade, hipertenso de longa data,
com DRC estágio 3a (TFG estimada em 50 mL/min/1,73 m²),
foi mantido em acompanhamento nutricional para controle da
pressão arterial e recebeu orientação inicial de dieta DASH. Os
exames mais recentes mostraram tendência à hiperfosfatemia e
potássio no limite superior da normalidade.
Considerando-se os ajustes necessários da dieta DASH para pacientes com DRC, qual é a conduta nutricional mais apropriada nesse caso?
Considerando-se os ajustes necessários da dieta DASH para pacientes com DRC, qual é a conduta nutricional mais apropriada nesse caso?
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Considere um paciente de 62 anos de idade, HAS estágio 2, em
uso de IECA + tiazídico + BCC, com pressão persistente de
158 mmHg x 96 mmHg, que refere consumo habitual de 8 g a
10 g de sal por dia. Seu potássio sérico é de 4,1 mEq/L.
Nesse caso, segundo as Diretrizes Brasileiras de Cardiologia da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a intervenção dietética com maior impacto esperado é
Nesse caso, segundo as Diretrizes Brasileiras de Cardiologia da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a intervenção dietética com maior impacto esperado é
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Uma paciente de 54 anos de idade, com obesidade grau I
(IMC 33 kg/m²), foi internada em UTI com quadro de sepse e
em uso de ventilação mecânica. Foi necessário iniciar nutrição
enteral devido à intubação.
Segundo protocolos brasileiros da Associação Brasileira de Nutrição Enteral e Parenteral (BRASPEN), qual estratégia é mais adequada no início do suporte dietoterápico dessa paciente?
Segundo protocolos brasileiros da Associação Brasileira de Nutrição Enteral e Parenteral (BRASPEN), qual estratégia é mais adequada no início do suporte dietoterápico dessa paciente?
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Um paciente de 68 anos de idade, portador de DRC estágio 4,
IMC 24, sem sinais de desnutrição, buscou atendimento com
relato de inapetência leve. Exames mostraram ureia elevada e
TFG de 23 mL/min.
Ele não estava em diálise. Segundo a Diretriz da BRASPEN, qual a melhor conduta nutricional inicial nesse caso?
Ele não estava em diálise. Segundo a Diretriz da BRASPEN, qual a melhor conduta nutricional inicial nesse caso?
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De acordo com as recomendações da Diretriz BRASPEN de
Terapia Nutricional no Paciente com Doença Renal, assinale a
alternativa que apresenta a conduta mais adequada em relação
ao manejo proteico e energético de paciente com doença renal
crônica (DRC) em estágio 4 não dialítico, com risco de
progressão da doença e sem evidências de desnutrição.
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O Guia Alimentar para a População Brasileira (2014)
recomenda evitar o consumo de alimentos ultraprocessados.
Assinale a alternativa que apresenta um fundamento correto
para essa recomendação.
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Na atenção primária à saúde, o Sistema de Vigilância
Alimentar e Nutricional (SISVAN) tem como principal
finalidade
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Um novo estudo publicado pela The Lancet Diabetes &
Endocrinology redefine a obesidade ao diferenciá-la em
pré-clínica e clínica, deslocando o foco do IMC para o impacto
real do excesso de gordura no organismo. Na obesidade pré-clínica, o indivíduo apresenta aumento de adiposidade, porém
sem sinais ou sintomas de comprometimento metabólico,
funcional ou estrutural, sendo considerada uma condição de
risco que pode evoluir. Já a obesidade clínica é caracterizada
pela presença de excesso de gordura associado a alterações
orgânicas mensuráveis, como disfunções cardiometabólicas,
limitações biomecânicas, perda de funcionalidade ou
inflamação, independente do IMC.
Sabendo-se que essa nova visão permite diagnósticos mais precisos, reduz estigma, orienta melhor as intervenções terapêuticas e reconhece fenótipos complexos como a obesidade sarcopênica, nos quais o IMC pode não refletir a gravidade da condição, assinale a alternativa correta.
Sabendo-se que essa nova visão permite diagnósticos mais precisos, reduz estigma, orienta melhor as intervenções terapêuticas e reconhece fenótipos complexos como a obesidade sarcopênica, nos quais o IMC pode não refletir a gravidade da condição, assinale a alternativa correta.
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