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opção II: com certo grau de risco, com remuneração à taxa de juros de 8,8% ao ano.
| opção I | opção II | |
| valor investido | valor investido | |
| 1.º ano | R$ 10.000 | R$ 20.000 |
| 2.º ano | R$ 10.000 | R$ 5.000 |
| 3.º ano | R$ 10.000 | R$ 5.000 |
| 4.º ano | R$ 10.000 | R$ 5.000 |
| 5.º ano | R$ 10.000 | R$ 15.000 |
| total | R$ 50.000 | R$ 50.000 |
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Se P, Q e R são proposições simples, então a proposição !$ \neg [P \rightarrow (Q \rightarrow R)] !$ é equivalente a
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Texto 1A2-II
Nascida na Grécia, especificamente na cidade- Estado de Atenas, no período clássico, a palavra “democracia” é composta pelos radicais gregos demos e kratos, que significam, respectivamente, “povo” e “governo”. Em linhas gerais, a democracia é definida, desde a antiga Grécia, como “governo do povo”, ou “governo popular”, em contraposição a outras formas de governo que também remontam à Idade Antiga, como a aristocracia, a monarquia, a diarquia e a oligarquia, entre outras.
A democracia moderna, tal como a concebemos hoje, isto é, pautada em ordenamentos jurídicos e instituições políticas sólidas, que representam os três Poderes (Executivo, Judiciário e Legislativo), só se tornou possível após a derrocada do Antigo Regime Absolutista, na transição do século XVIII para o século XIX. Com a Revolução Francesa e, depois, a Era Napoleônica, surgiram na Europa alguns dos alicerces do que veio a ser o nosso modelo de regime democrático: a formação de grandes centros populacionais, em virtude da Revolução Industrial; a noção de povo associada a uma nação; a soberania política da nação vinculada a esse povo, e não mais ao rei; e a instituição do voto, ou sufrágio universal, como parte do sistema representativo direto.
A democracia desenvolvida em Atenas não era considerada o melhor dos governos possíveis (como é hoje o nosso modelo de democracia), e isso por um motivo razoavelmente simples: apenas uma fração mínima dos “homens livres” integrava a vida política de Atenas. Mulheres, escravos, estrangeiros e outras categorias sociais não tinham direito de participar das deliberações da assembleia (Ekklesia). A experiência da democracia ateniense tinha como preocupação fundamental, antes de qualquer coisa, evitar a tirania — pior forma de governo para a época.
A Ekklesia, assembleia grega, era um modelo de instituição política bastante restrito. Era um “embrião” do que veio a ser a democracia representativa na sociedade de massas.
Robert A. Dahl. Sobre a democracia. Trad. Beatriz Sidou. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2001, p. 117 (com adaptações). Cláudio Fernandes. O que é democracia? In: Brasil Escola. Internet : <https://brasilescola.uol.com.br> (com adaptações).
No texto 1A2-II, o sujeito da forma verbal “surgiram” é
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Texto 1A2-II
Nascida na Grécia, especificamente na cidade- Estado de Atenas, no período clássico, a palavra “democracia” é composta pelos radicais gregos demos e kratos, que significam, respectivamente, “povo” e “governo”. Em linhas gerais, a democracia é definida, desde a antiga Grécia, como “governo do povo”, ou “governo popular”, em contraposição a outras formas de governo que também remontam à Idade Antiga, como a aristocracia, a monarquia, a diarquia e a oligarquia, entre outras.
A democracia moderna, tal como a concebemos hoje, isto é, pautada em ordenamentos jurídicos e instituições políticas sólidas, que representam os três Poderes (Executivo, Judiciário e Legislativo), só se tornou possível após a derrocada do Antigo Regime Absolutista, na transição do século XVIII para o século XIX. Com a Revolução Francesa e, depois, a Era Napoleônica, surgiram na Europa alguns dos alicerces do que veio a ser o nosso modelo de regime democrático: a formação de grandes centros populacionais, em virtude da Revolução Industrial; a noção de povo associada a uma nação; a soberania política da nação vinculada a esse povo, e não mais ao rei; e a instituição do voto, ou sufrágio universal, como parte do sistema representativo direto.
A democracia desenvolvida em Atenas não era considerada o melhor dos governos possíveis (como é hoje o nosso modelo de democracia), e isso por um motivo razoavelmente simples: apenas uma fração mínima dos “homens livres” integrava a vida política de Atenas. Mulheres, escravos, estrangeiros e outras categorias sociais não tinham direito de participar das deliberações da assembleia ( Ekklesia). A experiência da democracia ateniense tinha como preocupação fundamental, antes de qualquer coisa, evitar a tirania — pior forma de governo para a época.
A Ekklesia, assembleia grega, era um modelo de instituição política bastante restrito. Era um “embrião” do que veio a ser a democracia representativa na sociedade de massas.
Robert A. Dahl. Sobre a democracia. Trad. Beatriz Sidou. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2001, p. 117 (com adaptações). Cláudio Fernandes. O que é democracia? In: Brasil Escola. Internet : <https://brasilescola.uol.com.br> (com adaptações).
A correção gramatical e as relações de coesão do texto 1A2-II seriam mantidas caso todo o trecho “e isso por um motivo razoavelmente simples:” fosse substituído pelo termo
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Texto 1A2-II
Nascida na Grécia, especificamente na cidade- Estado de Atenas, no período clássico, a palavra “democracia” é composta pelos radicais gregos demos e kratos, que significam, respectivamente, “povo” e “governo”. Em linhas gerais, a democracia é definida, desde a antiga Grécia, como “governo do povo”, ou “governo popular”, em contraposição a outras formas de governo que também remontam à Idade Antiga, como a aristocracia, a monarquia, a diarquia e a oligarquia, entre outras.
A democracia moderna, tal como a concebemos hoje, isto é, pautada em ordenamentos jurídicos e instituições políticas sólidas, que representam os três Poderes (Executivo, Judiciário e Legislativo), só se tornou possível após a derrocada do Antigo Regime Absolutista, na transição do século XVIII para o século XIX. Com a Revolução Francesa e, depois, a Era Napoleônica, surgiram na Europa alguns dos alicerces do que veio a ser o nosso modelo de regime democrático: a formação de grandes centros populacionais, em virtude da Revolução Industrial; a noção de povo associada a uma nação; a soberania política da nação vinculada a esse povo, e não mais ao rei; e a instituição do voto, ou sufrágio universal, como parte do sistema representativo direto.
A democracia desenvolvida em Atenas não era considerada o melhor dos governos possíveis (como é hoje o nosso modelo de democracia), e isso por um motivo razoavelmente simples: apenas uma fração mínima dos “homens livres” integrava a vida política de Atenas. Mulheres, escravos, estrangeiros e outras categorias sociais não tinham direito de participar das deliberações da assembleia (Ekklesia). A experiência da democracia ateniense tinha como preocupação fundamental, antes de qualquer coisa, evitar a tirania — pior forma de governo para a época.
A Ekklesia, assembleia grega, era um modelo de instituição política bastante restrito. Era um “embrião” do que veio a ser a democracia representativa na sociedade de massas.
Robert A. Dahl. Sobre a democracia. Trad. Beatriz Sidou. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2001, p. 117 (com adaptações). Cláudio Fernandes. O que é democracia? In: Brasil Escola. Internet : <https://brasilescola.uol.com.br> (com adaptações).
No texto 1A2-II, a palavra “derrocada” foi empregada com o mesmo sentido de
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Texto 1A2-I
Os direitos humanos são direitos inerentes a todos os seres humanos, independentemente de raça, sexo, nacionalidade, etnia, idioma, religião ou qualquer outra condição. Os direitos humanos incluem o direito à vida e à liberdade, o direito à liberdade de opinião e de expressão, o direito ao trabalho e à educação, entre muitos outros. Todos merecem estes direitos, sem discriminação.
O direito internacional relacionado aos direitos humanos estabelece obrigações para que os governos ajam de determinadas maneiras ou se abstenham de certos atos, a fim de promover e proteger os direitos humanos e as liberdades de grupos ou indivíduos.
Desde o estabelecimento das Nações Unidas, um de seus objetivos fundamentais tem sido promover e encorajar o respeito aos direitos humanos para todos, conforme estipulado na Carta das Nações Unidas.
Os direitos humanos são fundados no respeito pela dignidade e no valor de cada pessoa. São universais, ou seja, são aplicados de forma igual e sem discriminação a todas as pessoas. São inalienáveis — e ninguém pode ser privado de seus direitos humanos —, mas podem ser limitados em situações específicas: o direito à liberdade pode ser restringido se, após o devido processo legal, uma pessoa for julgada culpada de um crime punível com privação de liberdade.
Internet: <https://nacoesunidas.org> (com adaptações).
Os sentidos e a correção gramatical do texto 1A2-I seriam preservados se o trecho “Todos merecem estes direitos, sem discriminação.” fosse substituído por:
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