Foram encontradas 1.020 questões.
Leia o texto a seguir:
O quarto grande motivo para o desencadeamento da partilha da África foram os interesses em torno da livre navegação e do livre comércio nas bacias do Níger e do Zaire manifestado sobretudo pela Grã-Bretanha, que manifestava também o sonho de um domínio territorial cada vez mais dificultado pelos interesses de outros países europeus.
(Leila Leite Hernandez, África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. Adaptado)
Na segunda metade do século XIX, o sonho do domínio territorial britânico abarcava os territórios
O quarto grande motivo para o desencadeamento da partilha da África foram os interesses em torno da livre navegação e do livre comércio nas bacias do Níger e do Zaire manifestado sobretudo pela Grã-Bretanha, que manifestava também o sonho de um domínio territorial cada vez mais dificultado pelos interesses de outros países europeus.
(Leila Leite Hernandez, África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. Adaptado)
Na segunda metade do século XIX, o sonho do domínio territorial britânico abarcava os territórios
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Leia o texto a seguir:
O pensamento africano sobre a partilha e a conquista apresenta uma composição de ideias fiel à prática política de negar a dominação da civilização branca, ocidental, sobre o mundo negro. Ciosas de seu protagonismo na história, se por um lado as elites culturais africanas aceitam o conjunto de elementos econômicos como eixo impulsionador do expansionismo territorial europeu, acrescentam a esse discurso dois elementos fundamentais.
(Leila Leite Hernandez, África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005)
Um dos elementos fundamentais a que o trecho se refere é
O pensamento africano sobre a partilha e a conquista apresenta uma composição de ideias fiel à prática política de negar a dominação da civilização branca, ocidental, sobre o mundo negro. Ciosas de seu protagonismo na história, se por um lado as elites culturais africanas aceitam o conjunto de elementos econômicos como eixo impulsionador do expansionismo territorial europeu, acrescentam a esse discurso dois elementos fundamentais.
(Leila Leite Hernandez, África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005)
Um dos elementos fundamentais a que o trecho se refere é
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Leia o texto a seguir:
O processo de independência da Namíbia também pode ser considerado um exemplo clássico de intolerância e racismo. Pouco depois da Primeira Guerra Mundial, em 1920, o sudoeste africano alemão foi delegado à tutela internacional pela Sociedade das Nações para a jurisdição nacional, sob mandato da União Sul-Africana. Em 1925, foi proclamado “quinta província” da União e assimilado ao regime do apartheid. Essa mudança acarretou o confisco de terras do chefe tradicional superior dos hereros para entregá-las a colonos brancos.
(Leila Leite Hernandez, África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. Adaptado)
O trecho evidencia
O processo de independência da Namíbia também pode ser considerado um exemplo clássico de intolerância e racismo. Pouco depois da Primeira Guerra Mundial, em 1920, o sudoeste africano alemão foi delegado à tutela internacional pela Sociedade das Nações para a jurisdição nacional, sob mandato da União Sul-Africana. Em 1925, foi proclamado “quinta província” da União e assimilado ao regime do apartheid. Essa mudança acarretou o confisco de terras do chefe tradicional superior dos hereros para entregá-las a colonos brancos.
(Leila Leite Hernandez, África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. Adaptado)
O trecho evidencia
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Leia o texto a seguir:
Não são necessárias extensas leituras sobre o país para compreender duas de suas particularidades: a longa duração do seu império ultramarino, com a questão das colônias presente em todos os regimes, movimentos e resoluções políticas fundamentais; e o fato de o país ter um imaginário baseado em mitos estruturais permanentes, contidos nas diferentes variantes conjunturais do nacionalismo. Quanto à primeira característica, basta lembrar que o ultramar se formou desde o século XV e esteve presente até a metade do século XX, abrangendo, portanto, o “velho” e o “novo” imperialismo.
(Leila Leite Hernandez, África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. Adaptado)
O trecho trata
Não são necessárias extensas leituras sobre o país para compreender duas de suas particularidades: a longa duração do seu império ultramarino, com a questão das colônias presente em todos os regimes, movimentos e resoluções políticas fundamentais; e o fato de o país ter um imaginário baseado em mitos estruturais permanentes, contidos nas diferentes variantes conjunturais do nacionalismo. Quanto à primeira característica, basta lembrar que o ultramar se formou desde o século XV e esteve presente até a metade do século XX, abrangendo, portanto, o “velho” e o “novo” imperialismo.
(Leila Leite Hernandez, África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. Adaptado)
O trecho trata
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Leia o texto a seguir:
O movimento tenentista ficou assim conhecido porque teve como suas principais figuras oficiais de nível intermediário do Exército – tenentes em primeiro lugar e capitães. Apesar de suas queixas, o alto comando militar manteve-se alheio a uma ruptura pelas armas. Há uma história do tenentismo antes e depois de 1930. Os dois períodos dividem-se por uma diferença essencial.
(Boris Fausto, História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2015. Adaptado)
A diferença a que o autor se refere se deve ao fato de que, antes de 1930, o tenentismo foi um movimento de
O movimento tenentista ficou assim conhecido porque teve como suas principais figuras oficiais de nível intermediário do Exército – tenentes em primeiro lugar e capitães. Apesar de suas queixas, o alto comando militar manteve-se alheio a uma ruptura pelas armas. Há uma história do tenentismo antes e depois de 1930. Os dois períodos dividem-se por uma diferença essencial.
(Boris Fausto, História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2015. Adaptado)
A diferença a que o autor se refere se deve ao fato de que, antes de 1930, o tenentismo foi um movimento de
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Leia o texto a seguir:
O Contestado era uma região limítrofe entre o Paraná e Santa Catarina, cuja posse vinha sendo reivindicada por ambos os Estados. Havia, pois, uma contestação sobre a área. O movimento social aí surgido em 1911, porém, não tinha por objeto essa disputa. Nasceu reunindo seguidores de um “coronel” tido como amigo dos pobres e pessoas de diversas origens, atingidas pelas mudanças que vinham ocorrendo na área.
(Boris Fausto, História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2015. Adaptado)
As mudanças indicadas pelo trecho estiveram associadas à
O Contestado era uma região limítrofe entre o Paraná e Santa Catarina, cuja posse vinha sendo reivindicada por ambos os Estados. Havia, pois, uma contestação sobre a área. O movimento social aí surgido em 1911, porém, não tinha por objeto essa disputa. Nasceu reunindo seguidores de um “coronel” tido como amigo dos pobres e pessoas de diversas origens, atingidas pelas mudanças que vinham ocorrendo na área.
(Boris Fausto, História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2015. Adaptado)
As mudanças indicadas pelo trecho estiveram associadas à
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Leia o texto a seguir:
Recentemente, historiadores, entre os quais se destacam João Fragoso e Manolo Florentino, enfatizaram a importância da acumulação de capitais, por parte de um reduzido, mas poderoso grupo, cuja base de atuação era o Rio de Janeiro, embora não se limitasse a ele. Desde a primeira metade do século XVIII, constatamos um processo de acumulação urbana propiciado, em boa medida, por capitais investidos no tráfico de escravos.
(Boris Fausto, História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2015. Adaptado)
A perspectiva destacada no trecho complexifica uma visão consagrada da historiografia sobre o período colonial, reconhecida por enfatizar
Recentemente, historiadores, entre os quais se destacam João Fragoso e Manolo Florentino, enfatizaram a importância da acumulação de capitais, por parte de um reduzido, mas poderoso grupo, cuja base de atuação era o Rio de Janeiro, embora não se limitasse a ele. Desde a primeira metade do século XVIII, constatamos um processo de acumulação urbana propiciado, em boa medida, por capitais investidos no tráfico de escravos.
(Boris Fausto, História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2015. Adaptado)
A perspectiva destacada no trecho complexifica uma visão consagrada da historiografia sobre o período colonial, reconhecida por enfatizar
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- História do BrasilEra Vargas
- História do BrasilRepública de 1954 a 1964
- História do BrasilNova RepúblicaGoverno Sarney
Leia o texto a seguir:
Nas eleições de 1945, a votação do PCB, agora na legalidade, foi bastante expressiva. Lançando um candidato desconhecido, o PCB alcançou votação correspondente a 10% do total, com uma significativa concentração em eleitores das grandes cidades.
(Boris Fausto, História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2015. Adaptado)
Os comunistas se beneficiaram
Nas eleições de 1945, a votação do PCB, agora na legalidade, foi bastante expressiva. Lançando um candidato desconhecido, o PCB alcançou votação correspondente a 10% do total, com uma significativa concentração em eleitores das grandes cidades.
(Boris Fausto, História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2015. Adaptado)
Os comunistas se beneficiaram
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- Teoria em HistóriaImperialismo e Colonialismo do século XIX
- História GeralConflitos/Revoluções/Guerras 2Guerra Fria e seus desdobramentos
Leia o texto a seguir:
Não está claro em que momento os velhos impérios compreenderam que a Era dos Impérios acabara definitivamente. Sem dúvida, em retrospecto, a tentativa da Grã-Bretanha e da França de reafirmar-se como potências imperiais globais na aventura de Suez em 1956 parece mais condenada ao insucesso do que parecia aos governos de Londres e Paris.
(Eric J. Hobsbawm, Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
Em 1956, França e Grã-Bretanha
Não está claro em que momento os velhos impérios compreenderam que a Era dos Impérios acabara definitivamente. Sem dúvida, em retrospecto, a tentativa da Grã-Bretanha e da França de reafirmar-se como potências imperiais globais na aventura de Suez em 1956 parece mais condenada ao insucesso do que parecia aos governos de Londres e Paris.
(Eric J. Hobsbawm, Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
Em 1956, França e Grã-Bretanha
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Leia o texto a seguir:
A nova impessoalidade da guerra tornava o matar e estropiar uma consequência remota de apertar um botão ou virar uma alavanca. A tecnologia tornava suas vítimas invisíveis, como não podiam fazer as pessoas evisceradas por baionetas ou vistas pelas miras de armas de fogo. Diante dos canhões permanentemente fixos estavam não homens, mas estatísticas. Lá embaixo dos bombardeios aéreos estavam não as pessoas que iam ser queimadas e evisceradas, mas somente alvos.
(Eric J. Hobsbawm, Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
Tal impessoalidade tornou-se uma marca a partir da
A nova impessoalidade da guerra tornava o matar e estropiar uma consequência remota de apertar um botão ou virar uma alavanca. A tecnologia tornava suas vítimas invisíveis, como não podiam fazer as pessoas evisceradas por baionetas ou vistas pelas miras de armas de fogo. Diante dos canhões permanentemente fixos estavam não homens, mas estatísticas. Lá embaixo dos bombardeios aéreos estavam não as pessoas que iam ser queimadas e evisceradas, mas somente alvos.
(Eric J. Hobsbawm, Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
Tal impessoalidade tornou-se uma marca a partir da
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