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Na pandemia, o saldo para o mundo do trabalho é
conhecido: explosão do desemprego, precarização, informalidade
e trabalho cada vez mais intermitente. Tudo isso, em uma
sociedade já bastante desigual, produziu uma ambiência mais do
que favorável para o avanço destrutivo do vírus. A fantasiosa
visão de que na pandemia “estamos todos no mesmo barco” e de
que ela é “democrática” em seus impactos, foi desmascarada
rapidamente quando todos os números passaram a mostrar que a
sua tragédia tem classe, raça, gênero e etnia. São os
vulnerabilizados socialmente os mais atingidos.
Internet:<diplomatique.org.br> (com adaptações).
O avanço do trabalho por aplicativo está alterando as formas de emprego e renda dando maior produtividade ao trabalhador, o que acarreta maiores salários e estabilidade no trabalho.
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Na pandemia, o saldo para o mundo do trabalho é
conhecido: explosão do desemprego, precarização, informalidade
e trabalho cada vez mais intermitente. Tudo isso, em uma
sociedade já bastante desigual, produziu uma ambiência mais do
que favorável para o avanço destrutivo do vírus. A fantasiosa
visão de que na pandemia “estamos todos no mesmo barco” e de
que ela é “democrática” em seus impactos, foi desmascarada
rapidamente quando todos os números passaram a mostrar que a
sua tragédia tem classe, raça, gênero e etnia. São os
vulnerabilizados socialmente os mais atingidos.
Internet:<diplomatique.org.br> (com adaptações).
Os países que tiveram um bom enfrentamento da pandemia contaram com a centralização do Estado na coordenação de diversas instituições sociais.
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Na pandemia, o saldo para o mundo do trabalho é
conhecido: explosão do desemprego, precarização, informalidade
e trabalho cada vez mais intermitente. Tudo isso, em uma
sociedade já bastante desigual, produziu uma ambiência mais do
que favorável para o avanço destrutivo do vírus. A fantasiosa
visão de que na pandemia “estamos todos no mesmo barco” e de
que ela é “democrática” em seus impactos, foi desmascarada
rapidamente quando todos os números passaram a mostrar que a
sua tragédia tem classe, raça, gênero e etnia. São os
vulnerabilizados socialmente os mais atingidos.
Internet:<diplomatique.org.br> (com adaptações).
Para alguns autores, a pandemia evidenciou as limitações de um estado mínimo neoliberal na medida em que o setor público foi fundamental, em diversos países, para criar alternativas ao desemprego, subsidiar empresas, readequar escolas e programas pedagógicos, e investir em pesquisas, vacinas e no setor de saúde.
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Se as formas sociais, as roupas, os juízos estéticos e todo
o estilo que o ser humano utiliza para se expressar são mantidos
em constante mutação pela moda, esta, ou seja, a nova moda, só
diz respeito às classes altas. Tão logo as classes baixas começam
a se inclinar para ela, ultrapassando as fronteiras demarcadas
pelas classes altas e quebrando a homogeneidade de seu
pertencimento aí simbolizado, as classes altas se afastam e
adotam uma nova moda que as distingue, por sua vez, das
grandes massas, relançando o jogo novamente.
Georg Simmel. A Moda. IARA – Revista de Moda, Cultura
e Arte, [S. l.], v. 1, n. 1, p. 163–188, 2008. P. 167-168.
Simmel propõe se pensar a estratificação social não apenas como decorrente da posição social dos indivíduos na estrutura de produção, mas, também, na adesão ou diferenciação dos indivíduos a estilos de vida.
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Se as formas sociais, as roupas, os juízos estéticos e todo
o estilo que o ser humano utiliza para se expressar são mantidos
em constante mutação pela moda, esta, ou seja, a nova moda, só
diz respeito às classes altas. Tão logo as classes baixas começam
a se inclinar para ela, ultrapassando as fronteiras demarcadas
pelas classes altas e quebrando a homogeneidade de seu
pertencimento aí simbolizado, as classes altas se afastam e
adotam uma nova moda que as distingue, por sua vez, das
grandes massas, relançando o jogo novamente.
Georg Simmel. A Moda. IARA – Revista de Moda, Cultura
e Arte, [S. l.], v. 1, n. 1, p. 163–188, 2008. P. 167-168.
Pierre Bourdieu buscou conciliar a teoria sociológica clássica (Marx, Weber, Simmel) ao propor uma forma de pensar a estratificação social baseada na posse individual de diferentes capitais em um jogo de disputas por posições de prestígio social.
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No campo de estudo das desigualdades raciais, a ênfase
ocorre tanto na sobrerrepresentação da população negra entre os
pobres quanto na proporção de pobres dentro de cada grupo
racial. Há mais negros (pretos e pardos) entre os pobres, da
mesma forma que há maior proporção de pobres no grupo negro
do que no grupo branco. Outro aspecto que se destaca é a
manutenção dessas diferenças a despeito das recentes e
significativas mudanças nas situações de pobreza. Os dados da
Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar (PNAD) mostram que,
em 1999, entre os 10% mais pobres da população brasileira, 68%
deles eram negros (pretos e pardos); em 2008, essa proporção era
de 70,8%. Estudos recentes sobre pobreza têm dado ênfase à
questão da sua heterogeneidade, apontando, sobretudo, para a
importância de outras variáveis, além da renda, para mensurá-la.
Nesse sentido, procuram diluir a dicotomia entre pobres e não
pobres e chamar a atenção para as diferenças tanto de
concentração (grau) quanto das características da pobreza.
Márcia Lima. “Raça” e pobreza em contextos metropolitanos.
In: Tempo Social, 24 (2), nov./2012, p. 236 (com adaptações).
Uma das contribuições mais relevantes da ampla literatura sociológica acerca das desigualdades sociais diz respeito à multidimensionalidade dessa questão.
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia BrasileiraMovimentos sociais no Brasil
- Cidadania e movimentos sociais
Acerca do uso das novas tecnologias e da Internet como suporte
para movimentos sociais e sua relação com a questão ideológica,
julgue o próximo item.
No que diz respeito às arenas dos movimentos sociais, é notável que as ruas perderam relevância enquanto espaço de mobilização e protesto.
No que diz respeito às arenas dos movimentos sociais, é notável que as ruas perderam relevância enquanto espaço de mobilização e protesto.
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Na violência de gênero, as ações violentas são
produzidas em contextos e espaços relacionais, portanto,
interpessoais, que têm cenários societais e históricos não
uniformes. A centralidade das ações violentas — físicas,
sexuais, psicológicas, patrimoniais ou morais — incide sobre a
mulher, tanto no âmbito privado-familiar quanto nos espaços de
trabalho e públicos.
Lourdes Maria Bandeira. Violência de gênero: a construção de um campo teórico e de investigação. In: Sociedade e Estado, 29(2), maio-ago./2014, p. 451 (com adaptações).
O feminicídio se apresenta como uma tipificação dessa forma específica de violência, qualificada a partir do gênero de quem a sofre.
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Na violência de gênero, as ações violentas são
produzidas em contextos e espaços relacionais, portanto,
interpessoais, que têm cenários societais e históricos não
uniformes. A centralidade das ações violentas — físicas,
sexuais, psicológicas, patrimoniais ou morais — incide sobre a
mulher, tanto no âmbito privado-familiar quanto nos espaços de
trabalho e públicos.
Lourdes Maria Bandeira. Violência de gênero: a construção de um campo teórico e de investigação. In: Sociedade e Estado, 29(2), maio-ago./2014, p. 451 (com adaptações).
O fenômeno da violência deve ser explicado unicamente a partir da perspectiva de quem o sofre.
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Na violência de gênero, as ações violentas são
produzidas em contextos e espaços relacionais, portanto,
interpessoais, que têm cenários societais e históricos não
uniformes. A centralidade das ações violentas — físicas,
sexuais, psicológicas, patrimoniais ou morais — incide sobre a
mulher, tanto no âmbito privado-familiar quanto nos espaços de
trabalho e públicos.
Lourdes Maria Bandeira. Violência de gênero: a construção de um campo teórico e de investigação. In: Sociedade e Estado, 29(2), maio-ago./2014, p. 451 (com adaptações).
Além do próprio gênero, há uma miríade de fatores responsáveis pela produção da violência de gênero.
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