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As mais diversas religiões, especialmente as monoteístas, comungam de dois elementos comuns: o conceito de revelação e a aceitação de um corpo literário normativo, ou seja, um cânone. Tendo como referência a noção de escrituras sagradas, julgue o próximo item.
O hinduísmo, por ter um panteão de inúmeros deuses, nunca constituiu um corpo de textos que pudessem ser considerados escrituras sagradas.
O hinduísmo, por ter um panteão de inúmeros deuses, nunca constituiu um corpo de textos que pudessem ser considerados escrituras sagradas.
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Uma pedra não é imaginária. Visível, concreta. Como tal,
nada tem de religioso. Mas, no momento em que alguém lhe dá o
nome de altar, ela passa a ser circundada de uma aura misteriosa,
e os olhos da fé podem vislumbrar conexões invisíveis que a
ligam ao mundo da graça divina. E ali se fazem orações e se
oferecem sacrifícios.
R. Alves. O que é religião. São Paulo: Abril Cultural/Brasiliense, 1984, p. 26 (com adaptações).
A religião, ou o fenômeno religioso, origina-se desse ato de dar nomes às coisas, em que se discriminam as que têm importância secundária das que conferem sentido à existência, à vida e à morte; nessa perspectiva, o sagrado não é das coisas, mas passa a estar naquelas que o ser humano assim nomeia.
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O ensino religioso é compreendido como educação sobre
a religiosidade humana, devendo tratar pedagogicamente do
conhecimento espiritual que existe entre e para além de todas as
tradições místicas, religiosas e não religiosas, tematizando seus
conteúdos simbólicos nos espaços e tempos sagrados, bem como
os valores — e antivalores — que as espiritualidades, na prática,
desenvolvem ao longo da história.
G. Aragão e M. Souza. Transdisciplinaridade, o campo das Ciências da Religião
e sua aplicação ao Ensino Religioso. In: Estudos Teológicos, São Leopoldo,
v. 58, n.º 1, jan.-jun./2018, p. 42-56 (com adaptações).
A teologia do pluralismo religioso é o novo nome adotado para a teologia das religiões, ramo que se desenvolveu na década de 1960 e que promove uma reflexão à luz da fé sobre a pluralidade das religiões.
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2152059
Ano: 2022
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Considerando as disposições do Regime Jurídico Único dos
Servidores Públicos Civis do Estado de Alagoas, das Autarquias
e das Fundações Públicas Estaduais e as disposições do Estatuto
do Magistério Público do Estado de Alagoas, julgue o item que
se segue.
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Texto CG1A1-I
A teoria das causas cerebrais dos transtornos mentais
passou gradualmente a ironizar tudo o que se relacionava com a
forma de vida do sujeito, compreendida como unidade entre
linguagem, desejo e trabalho. As narrativas de sofrimento da
comunidade ou dos familiares com quem se vive, a própria
versão do paciente, o seu “lugar de fala” diante do transtorno,
tornaram-se epifenômenos, acidentes que não alteram a rota do
que devemos fazer: correção educacional de pensamentos
distorcidos e medicação exata.
Quarenta anos depois, acordamos em meio a uma crise
global de saúde mental, com elevação de índices de suicídio,
medicalização massiva receitada por não psiquiatras e
insuficiência de recursos para enfrentar o problema.
Esse é o custo de desprezar a cultura como instância
geradora de mediações de linguagem necessárias para que
enfrentemos o sofrimento antes que ele evolua para a formação
de sintomas. Esse é o desserviço dos que imaginam que teatro,
literatura, cinema e dança são apenas entretenimento acessório —
como se a ampliação e a diversidade de nossa experiência
cultural não fossem essenciais para desenvolver capacidade de
escuta e habilidades protetivas em saúde mental. Como se eles
não nos ensinassem como sofrer e, reciprocamente, como tratar o
sofrimento no contexto coletivo e individual do cuidado de si.
Christian Dunker. A Arte da quarentena para principiantes.
São Paulo: Boitempo, 2020, p. 32-33 (com adaptações).
Acerca das ideias do texto CG1A1-I, julgue o item a seguir.
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Texto CG1A1-I
A teoria das causas cerebrais dos transtornos mentais
passou gradualmente a ironizar tudo o que se relacionava com a
forma de vida do sujeito, compreendida como unidade entre
linguagem, desejo e trabalho. As narrativas de sofrimento da
comunidade ou dos familiares com quem se vive, a própria
versão do paciente, o seu “lugar de fala” diante do transtorno,
tornaram-se epifenômenos, acidentes que não alteram a rota do
que devemos fazer: correção educacional de pensamentos
distorcidos e medicação exata.
Quarenta anos depois, acordamos em meio a uma crise
global de saúde mental, com elevação de índices de suicídio,
medicalização massiva receitada por não psiquiatras e
insuficiência de recursos para enfrentar o problema.
Esse é o custo de desprezar a cultura como instância
geradora de mediações de linguagem necessárias para que
enfrentemos o sofrimento antes que ele evolua para a formação
de sintomas. Esse é o desserviço dos que imaginam que teatro,
literatura, cinema e dança são apenas entretenimento acessório —
como se a ampliação e a diversidade de nossa experiência
cultural não fossem essenciais para desenvolver capacidade de
escuta e habilidades protetivas em saúde mental. Como se eles
não nos ensinassem como sofrer e, reciprocamente, como tratar o
sofrimento no contexto coletivo e individual do cuidado de si.
Christian Dunker. A Arte da quarentena para principiantes.
São Paulo: Boitempo, 2020, p. 32-33 (com adaptações).
Acerca das ideias do texto CG1A1-I, julgue o item a seguir.
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exto CG1A1-I
A teoria das causas cerebrais dos transtornos mentais passou gradualmente a ironizar tudo o que se relacionava com a forma de vida do sujeito, compreendida como unidade entre linguagem, desejo e trabalho. As narrativas de sofrimento da comunidade ou dos familiares com quem se vive, a própria versão do paciente, o seu “lugar de fala” diante do transtorno, tornaram-se epifenômenos, acidentes que não alteram a rota do que devemos fazer: correção educacional de pensamentos distorcidos e medicação exata.
Quarenta anos depois, acordamos em meio a uma crise global de saúde mental, com elevação de índices de suicídio, medicalização massiva receitada por não psiquiatras e insuficiência de recursos para enfrentar o problema.
Esse é o custo de desprezar a cultura como instância geradora de mediações de linguagem necessárias para que enfrentemos o sofrimento antes que ele evolua para a formação de sintomas. Esse é o desserviço dos que imaginam que teatro, literatura, cinema e dança são apenas entretenimento acessório — como se a ampliação e a diversidade de nossa experiência cultural não fossem essenciais para desenvolver capacidade de escuta e habilidades protetivas em saúde mental. Como se eles não nos ensinassem como sofrer e, reciprocamente, como tratar o sofrimento no contexto coletivo e individual do cuidado de si.
Christian Dunker. A Arte da quarentena para principiantes.
São Paulo: Boitempo, 2020, p. 32-33 (com adaptações).
Julgue o próximo item, relativos aos sentidos e aos aspectos
linguísticos do texto CG1A1-I.
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exto CG1A1-I
A teoria das causas cerebrais dos transtornos mentais passou gradualmente a ironizar tudo o que se relacionava com a forma de vida do sujeito, compreendida como unidade entre linguagem, desejo e trabalho. As narrativas de sofrimento da comunidade ou dos familiares com quem se vive, a própria versão do paciente, o seu “lugar de fala” diante do transtorno, tornaram-se epifenômenos, acidentes que não alteram a rota do que devemos fazer: correção educacional de pensamentos distorcidos e medicação exata.
Quarenta anos depois, acordamos em meio a uma crise global de saúde mental, com elevação de índices de suicídio, medicalização massiva receitada por não psiquiatras e insuficiência de recursos para enfrentar o problema.
Esse é o custo de desprezar a cultura como instância geradora de mediações de linguagem necessárias para que enfrentemos o sofrimento antes que ele evolua para a formação de sintomas. Esse é o desserviço dos que imaginam que teatro, literatura, cinema e dança são apenas entretenimento acessório — como se a ampliação e a diversidade de nossa experiência cultural não fossem essenciais para desenvolver capacidade de escuta e habilidades protetivas em saúde mental. Como se eles não nos ensinassem como sofrer e, reciprocamente, como tratar o sofrimento no contexto coletivo e individual do cuidado de si.
Christian Dunker. A Arte da quarentena para principiantes.
São Paulo: Boitempo, 2020, p. 32-33 (com adaptações).
Julgue o próximo item, relativos aos sentidos e aos aspectos
linguísticos do texto CG1A1-I.
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exto CG1A1-I
A teoria das causas cerebrais dos transtornos mentais passou gradualmente a ironizar tudo o que se relacionava com a forma de vida do sujeito, compreendida como unidade entre linguagem, desejo e trabalho. As narrativas de sofrimento da comunidade ou dos familiares com quem se vive, a própria versão do paciente, o seu “lugar de fala” diante do transtorno, tornaram-se epifenômenos, acidentes que não alteram a rota do que devemos fazer: correção educacional de pensamentos distorcidos e medicação exata.
Quarenta anos depois, acordamos em meio a uma crise global de saúde mental, com elevação de índices de suicídio, medicalização massiva receitada por não psiquiatras e insuficiência de recursos para enfrentar o problema.
Esse é o custo de desprezar a cultura como instância geradora de mediações de linguagem necessárias para que enfrentemos o sofrimento antes que ele evolua para a formação de sintomas. Esse é o desserviço dos que imaginam que teatro, literatura, cinema e dança são apenas entretenimento acessório — como se a ampliação e a diversidade de nossa experiência cultural não fossem essenciais para desenvolver capacidade de escuta e habilidades protetivas em saúde mental. Como se eles não nos ensinassem como sofrer e, reciprocamente, como tratar o sofrimento no contexto coletivo e individual do cuidado de si.
Christian Dunker. A Arte da quarentena para principiantes.
São Paulo: Boitempo, 2020, p. 32-33 (com adaptações).
Julgue o próximo item, relativos aos sentidos e aos aspectos
linguísticos do texto CG1A1-I.
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exto CG1A1-I
A teoria das causas cerebrais dos transtornos mentais passou gradualmente a ironizar tudo o que se relacionava com a forma de vida do sujeito, compreendida como unidade entre linguagem, desejo e trabalho. As narrativas de sofrimento da comunidade ou dos familiares com quem se vive, a própria versão do paciente, o seu “lugar de fala” diante do transtorno, tornaram-se epifenômenos, acidentes que não alteram a rota do que devemos fazer: correção educacional de pensamentos distorcidos e medicação exata.
Quarenta anos depois, acordamos em meio a uma crise global de saúde mental, com elevação de índices de suicídio, medicalização massiva receitada por não psiquiatras e insuficiência de recursos para enfrentar o problema.
Esse é o custo de desprezar a cultura como instância geradora de mediações de linguagem necessárias para que enfrentemos o sofrimento antes que ele evolua para a formação de sintomas. Esse é o desserviço dos que imaginam que teatro, literatura, cinema e dança são apenas entretenimento acessório — como se a ampliação e a diversidade de nossa experiência cultural não fossem essenciais para desenvolver capacidade de escuta e habilidades protetivas em saúde mental. Como se eles não nos ensinassem como sofrer e, reciprocamente, como tratar o sofrimento no contexto coletivo e individual do cuidado de si.
Christian Dunker. A Arte da quarentena para principiantes.
São Paulo: Boitempo, 2020, p. 32-33 (com adaptações).
Julgue o próximo item, relativos aos sentidos e aos aspectos
linguísticos do texto CG1A1-I.
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