Foram encontradas 476 questões.
A respeito da interação entre inteligência artificial (IA) e educação,
julgue os itens que se seguem.
I Para mitigar o impacto negativo do uso da IA, o professor deve intervir no processo de ensino-aprendizagem para focar as competências interpessoais e estratégicas de escuta ativa, liderança e estilo resolutivo de interação.
II A IA altera o perfil de competências da profissão docente, que se volta para o desenvolvimento de competências transversais.
III O ChatGPT é um sofisticado sistema de geração de textos em linguagem natural, amplamente utilizado na educação para a produção de textos e trabalhos com resultados precisos e confiáveis.
Está(ão) certo(s) apenas o(s) item(ns)
I Para mitigar o impacto negativo do uso da IA, o professor deve intervir no processo de ensino-aprendizagem para focar as competências interpessoais e estratégicas de escuta ativa, liderança e estilo resolutivo de interação.
II A IA altera o perfil de competências da profissão docente, que se volta para o desenvolvimento de competências transversais.
III O ChatGPT é um sofisticado sistema de geração de textos em linguagem natural, amplamente utilizado na educação para a produção de textos e trabalhos com resultados precisos e confiáveis.
Está(ão) certo(s) apenas o(s) item(ns)
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Sobre as características dos jogos digitais aplicados à educação,
julgue os itens a seguir.
I Os jogos devem possuir um contexto narrativo sem regras pré-definidas de começo, meio e fim.
II Os jogos devem possuir um problema não resolvido ou conflito que mantém a atenção do aluno.
III Os jogos devem possibilitar o aprendizado e permitir que o aluno o coloque em prática no próprio jogo.
Assinale a opção correta.
I Os jogos devem possuir um contexto narrativo sem regras pré-definidas de começo, meio e fim.
II Os jogos devem possuir um problema não resolvido ou conflito que mantém a atenção do aluno.
III Os jogos devem possibilitar o aprendizado e permitir que o aluno o coloque em prática no próprio jogo.
Assinale a opção correta.
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A evolução tecnológica tem alterado a dinâmica do processo
ensino-aprendizagem, destacando a importância da aprendizagem
ativa, que exige esforço contínuo e motivação. Esse tipo de
aprendizagem
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Em seu trabalho docente, o professor
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Os jogos (games) como recursos educacionais digitais consistem
em
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No modelo híbrido de ensino,
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- LegislaçãoDiretrizes Curriculares NacionaisDiretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola
Texto 5A2
A Pnad Contínua reúne números que traçam um
panorama relacionado com as assimetrias no acesso à educação.
No Brasil, a proporção de pessoas com 25 anos de idade ou mais
que concluíram o ensino médio manteve trajetória de
crescimento e alcançou 53,2% no ano passado. O percentual da
população com ensino superior completo saltou de 17,5% em
2019 para 19,2% em 2022. No entanto, notam-se novamente
realidades distintas no recorte por cor ou raça: enquanto 60,7%
dos brancos com pelo menos 25 anos de idade haviam finalizado
o ensino médio, a taxa, entre os pretos e pardos , foi de 47%.
"Há uma diferença de 13,7 pontos percentuais entre os dois grupos analisados. De 2016 para 2022, essa diferença caiu um pouco – era de 16,6 pontos percentuais em 2016 –, porém se manteve em patamar elevado, indicando que as oportunidades educacionais eram distintas para esses grupos", afirma o IBGE. O levantamento mostra ainda que pretos e pardos com 25 anos de idade ou mais estudam, em média, 1,7 anos a menos que pessoas brancas. Números relacionados ao ensino superior reiteram as assimetrias. Na faixa etária entre 18 e 24 anos de idade, 29,2% da população branca estava estudando em universidades no ano passado. Entre as pessoas pretas e pardas, essa taxa foi de 15,3%.
A pesquisa mostra ainda pequena queda no percentual de crianças de 4 a 5 anos de idade que frequentavam a escola: saiu de 92,7% em 2019 para 91,5% em 2022. Entre 6 e 14 anos de idade, houve leve aumento, tendo chegado a 99,4%. A universalização do ensino nessa faixa etária já estava praticamente alcançada desde 2016, quando 99,2% das crianças frequentavam a escola.
"Há uma diferença de 13,7 pontos percentuais entre os dois grupos analisados. De 2016 para 2022, essa diferença caiu um pouco – era de 16,6 pontos percentuais em 2016 –, porém se manteve em patamar elevado, indicando que as oportunidades educacionais eram distintas para esses grupos", afirma o IBGE. O levantamento mostra ainda que pretos e pardos com 25 anos de idade ou mais estudam, em média, 1,7 anos a menos que pessoas brancas. Números relacionados ao ensino superior reiteram as assimetrias. Na faixa etária entre 18 e 24 anos de idade, 29,2% da população branca estava estudando em universidades no ano passado. Entre as pessoas pretas e pardas, essa taxa foi de 15,3%.
A pesquisa mostra ainda pequena queda no percentual de crianças de 4 a 5 anos de idade que frequentavam a escola: saiu de 92,7% em 2019 para 91,5% em 2022. Entre 6 e 14 anos de idade, houve leve aumento, tendo chegado a 99,4%. A universalização do ensino nessa faixa etária já estava praticamente alcançada desde 2016, quando 99,2% das crianças frequentavam a escola.
Leo Rodrigues. Agência Brasil, 2023. Internet:: <https://agenciabrasil.ebc.com.br>(com adaptações).
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Texto 5A2
A Pnad Contínua reúne números que traçam um
panorama relacionado com as assimetrias no acesso à educação.
No Brasil, a proporção de pessoas com 25 anos de idade ou mais
que concluíram o ensino médio manteve trajetória de
crescimento e alcançou 53,2% no ano passado. O percentual da
população com ensino superior completo saltou de 17,5% em
2019 para 19,2% em 2022. No entanto, notam-se novamente
realidades distintas no recorte por cor ou raça: enquanto 60,7%
dos brancos com pelo menos 25 anos de idade haviam finalizado
o ensino médio, a taxa, entre os pretos e pardos , foi de 47%.
"Há uma diferença de 13,7 pontos percentuais entre os dois grupos analisados. De 2016 para 2022, essa diferença caiu um pouco – era de 16,6 pontos percentuais em 2016 –, porém se manteve em patamar elevado, indicando que as oportunidades educacionais eram distintas para esses grupos", afirma o IBGE. O levantamento mostra ainda que pretos e pardos com 25 anos de idade ou mais estudam, em média, 1,7 anos a menos que pessoas brancas. Números relacionados ao ensino superior reiteram as assimetrias. Na faixa etária entre 18 e 24 anos de idade, 29,2% da população branca estava estudando em universidades no ano passado. Entre as pessoas pretas e pardas, essa taxa foi de 15,3%.
A pesquisa mostra ainda pequena queda no percentual de crianças de 4 a 5 anos de idade que frequentavam a escola: saiu de 92,7% em 2019 para 91,5% em 2022. Entre 6 e 14 anos de idade, houve leve aumento, tendo chegado a 99,4%. A universalização do ensino nessa faixa etária já estava praticamente alcançada desde 2016, quando 99,2% das crianças frequentavam a escola.
"Há uma diferença de 13,7 pontos percentuais entre os dois grupos analisados. De 2016 para 2022, essa diferença caiu um pouco – era de 16,6 pontos percentuais em 2016 –, porém se manteve em patamar elevado, indicando que as oportunidades educacionais eram distintas para esses grupos", afirma o IBGE. O levantamento mostra ainda que pretos e pardos com 25 anos de idade ou mais estudam, em média, 1,7 anos a menos que pessoas brancas. Números relacionados ao ensino superior reiteram as assimetrias. Na faixa etária entre 18 e 24 anos de idade, 29,2% da população branca estava estudando em universidades no ano passado. Entre as pessoas pretas e pardas, essa taxa foi de 15,3%.
A pesquisa mostra ainda pequena queda no percentual de crianças de 4 a 5 anos de idade que frequentavam a escola: saiu de 92,7% em 2019 para 91,5% em 2022. Entre 6 e 14 anos de idade, houve leve aumento, tendo chegado a 99,4%. A universalização do ensino nessa faixa etária já estava praticamente alcançada desde 2016, quando 99,2% das crianças frequentavam a escola.
Leo Rodrigues. Agência Brasil, 2023. Internet:: <https://agenciabrasil.ebc.com.br>(com adaptações).
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- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
- Temas Educacionais PedagógicosTemas Contemporâneos
Texto 5A2
A Pnad Contínua reúne números que traçam um
panorama relacionado com as assimetrias no acesso à educação.
No Brasil, a proporção de pessoas com 25 anos de idade ou mais
que concluíram o ensino médio manteve trajetória de
crescimento e alcançou 53,2% no ano passado. O percentual da
população com ensino superior completo saltou de 17,5% em
2019 para 19,2% em 2022. No entanto, notam-se novamente
realidades distintas no recorte por cor ou raça: enquanto 60,7%
dos brancos com pelo menos 25 anos de idade haviam finalizado
o ensino médio, a taxa, entre os pretos e pardos , foi de 47%.
"Há uma diferença de 13,7 pontos percentuais entre os dois grupos analisados. De 2016 para 2022, essa diferença caiu um pouco – era de 16,6 pontos percentuais em 2016 –, porém se manteve em patamar elevado, indicando que as oportunidades educacionais eram distintas para esses grupos", afirma o IBGE. O levantamento mostra ainda que pretos e pardos com 25 anos de idade ou mais estudam, em média, 1,7 anos a menos que pessoas brancas. Números relacionados ao ensino superior reiteram as assimetrias. Na faixa etária entre 18 e 24 anos de idade, 29,2% da população branca estava estudando em universidades no ano passado. Entre as pessoas pretas e pardas, essa taxa foi de 15,3%.
A pesquisa mostra ainda pequena queda no percentual de crianças de 4 a 5 anos de idade que frequentavam a escola: saiu de 92,7% em 2019 para 91,5% em 2022. Entre 6 e 14 anos de idade, houve leve aumento, tendo chegado a 99,4%. A universalização do ensino nessa faixa etária já estava praticamente alcançada desde 2016, quando 99,2% das crianças frequentavam a escola.
"Há uma diferença de 13,7 pontos percentuais entre os dois grupos analisados. De 2016 para 2022, essa diferença caiu um pouco – era de 16,6 pontos percentuais em 2016 –, porém se manteve em patamar elevado, indicando que as oportunidades educacionais eram distintas para esses grupos", afirma o IBGE. O levantamento mostra ainda que pretos e pardos com 25 anos de idade ou mais estudam, em média, 1,7 anos a menos que pessoas brancas. Números relacionados ao ensino superior reiteram as assimetrias. Na faixa etária entre 18 e 24 anos de idade, 29,2% da população branca estava estudando em universidades no ano passado. Entre as pessoas pretas e pardas, essa taxa foi de 15,3%.
A pesquisa mostra ainda pequena queda no percentual de crianças de 4 a 5 anos de idade que frequentavam a escola: saiu de 92,7% em 2019 para 91,5% em 2022. Entre 6 e 14 anos de idade, houve leve aumento, tendo chegado a 99,4%. A universalização do ensino nessa faixa etária já estava praticamente alcançada desde 2016, quando 99,2% das crianças frequentavam a escola.
Leo Rodrigues. Agência Brasil, 2023. Internet:: <https://agenciabrasil.ebc.com.br>(com adaptações).
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Questão presente nas seguintes provas
Texto 5A2
A Pnad Contínua reúne números que traçam um
panorama relacionado com as assimetrias no acesso à educação.
No Brasil, a proporção de pessoas com 25 anos de idade ou mais
que concluíram o ensino médio manteve trajetória de
crescimento e alcançou 53,2% no ano passado. O percentual da
população com ensino superior completo saltou de 17,5% em
2019 para 19,2% em 2022. No entanto, notam-se novamente
realidades distintas no recorte por cor ou raça: enquanto 60,7%
dos brancos com pelo menos 25 anos de idade haviam finalizado
o ensino médio, a taxa, entre os pretos e pardos , foi de 47%.
"Há uma diferença de 13,7 pontos percentuais entre os dois grupos analisados. De 2016 para 2022, essa diferença caiu um pouco – era de 16,6 pontos percentuais em 2016 –, porém se manteve em patamar elevado, indicando que as oportunidades educacionais eram distintas para esses grupos", afirma o IBGE. O levantamento mostra ainda que pretos e pardos com 25 anos de idade ou mais estudam, em média, 1,7 anos a menos que pessoas brancas. Números relacionados ao ensino superior reiteram as assimetrias. Na faixa etária entre 18 e 24 anos de idade, 29,2% da população branca estava estudando em universidades no ano passado. Entre as pessoas pretas e pardas, essa taxa foi de 15,3%.
A pesquisa mostra ainda pequena queda no percentual de crianças de 4 a 5 anos de idade que frequentavam a escola: saiu de 92,7% em 2019 para 91,5% em 2022. Entre 6 e 14 anos de idade, houve leve aumento, tendo chegado a 99,4%. A universalização do ensino nessa faixa etária já estava praticamente alcançada desde 2016, quando 99,2% das crianças frequentavam a escola.
"Há uma diferença de 13,7 pontos percentuais entre os dois grupos analisados. De 2016 para 2022, essa diferença caiu um pouco – era de 16,6 pontos percentuais em 2016 –, porém se manteve em patamar elevado, indicando que as oportunidades educacionais eram distintas para esses grupos", afirma o IBGE. O levantamento mostra ainda que pretos e pardos com 25 anos de idade ou mais estudam, em média, 1,7 anos a menos que pessoas brancas. Números relacionados ao ensino superior reiteram as assimetrias. Na faixa etária entre 18 e 24 anos de idade, 29,2% da população branca estava estudando em universidades no ano passado. Entre as pessoas pretas e pardas, essa taxa foi de 15,3%.
A pesquisa mostra ainda pequena queda no percentual de crianças de 4 a 5 anos de idade que frequentavam a escola: saiu de 92,7% em 2019 para 91,5% em 2022. Entre 6 e 14 anos de idade, houve leve aumento, tendo chegado a 99,4%. A universalização do ensino nessa faixa etária já estava praticamente alcançada desde 2016, quando 99,2% das crianças frequentavam a escola.
Leo Rodrigues. Agência Brasil, 2023. Internet:: <https://agenciabrasil.ebc.com.br>(com adaptações).
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