Foram encontradas 40 questões.
Assinale a alternativa que apresenta o
fenômeno a que se refere os pedidos judiciais
de medicamentos e procedimentos médicos
por meio de ações individuais movidas contra
os sistemas de saúde público e privado.
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Durante o exame físico, para testar o reflexo de
_____, quando o examinador coloca o dedo
indicador na palma da mão da criança,
observa-se a flexão dos dedos. Este
movimento deve desaparecer entre _____
meses, quando se torna voluntário.
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
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Durante o atendimento de um paciente, FDG,
sexo masculino, na Unidade de Pronto
Atendimento, foi solicitado um
Eletrocardiograma:

Baseado na figura acima, assinale a alternativa que indica o ritmo cardíaco apresentado.

Baseado na figura acima, assinale a alternativa que indica o ritmo cardíaco apresentado.
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Considerando os sinais de alarme da Dengue,
analise as afirmativas abaixo e dê valores
Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Dor abdominal intensa (referida ou à palpação) e contínua. ( ) Hipertensão postural e/ou lipotimia. ( ) Vômitos persistentes. ( ) Hepatomegalia maior do que 2 cm abaixo do rebordo costal.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
( ) Dor abdominal intensa (referida ou à palpação) e contínua. ( ) Hipertensão postural e/ou lipotimia. ( ) Vômitos persistentes. ( ) Hepatomegalia maior do que 2 cm abaixo do rebordo costal.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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“A educação é uma chave, uma chave que abre
possibilidades de transformar o homem
anônimo, sem rosto, naquele que sabe que
pode escolher, que é sujeito participante, da
reflexão do mundo e da sua própria história,
assumindo a responsabilidade dos seus atos e
as mudanças que fizer acontecer”.
(GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ. Pensando e praticando a socioeducação. Cadernos do IASP – Instituto Ação Social do Paraná. Curitiba, 2007. p. 37. Disponível em http://www.dease.pr.gov.br/arquivos/File/PensPratSocio.pdf. Acesso em 17.03.2020).
Nesse contexto, surge um importante ator social, o socioeducador. Sobre o seu papel, assinale a alternativa correta.
(GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ. Pensando e praticando a socioeducação. Cadernos do IASP – Instituto Ação Social do Paraná. Curitiba, 2007. p. 37. Disponível em http://www.dease.pr.gov.br/arquivos/File/PensPratSocio.pdf. Acesso em 17.03.2020).
Nesse contexto, surge um importante ator social, o socioeducador. Sobre o seu papel, assinale a alternativa correta.
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- Lógica ProposicionalEquivalências Lógicas
- Lógica ProposicionalNegação de Proposições CompostasLeis de De Morgan
A frase “Não é verdade que: Carlos é advogado
ou Maria é dentista”, é logicamente equivalente
a frase:
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Uma agência de propaganda realizou uma
pesquisa de mercado e o resultado foi o
seguinte: 25 pessoas não gostam de
refrigerante e 18 pessoas não gostam de suco.
Se 52 pessoas gostam de pelo menos um dos
dois produtos (refrigerante, suco), então é
correto afirmar que:
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Uma senha de banco é formada por 5 símbolos
diferentes, sendo que os três primeiros são
números de 0 a 9 e os dois últimos são vogais.
Se Carlos lembra somente que o primeiro
número é o 4, então o total de tentativas
possíveis que ele pode digitar para encontrar a
senha correta é:
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Antigamente a vida era outra aqui neste lugar
onde o rio, dando areia, cobra-d’água inocente, e indo
ao mar, dividia o campo em que os filhos de
portugueses e da escravatura pisaram.
Couro de pé roçando pele de flor. Mangas
engordando, bambuzais rebentando vento, uma lagoa,
um lago, um laguinho, amendoeiras, pés de jamelão e
o bosque de Eucaliptos. Tudo isso do lado de lá. Do
lado de cá, os morrinhos, casarões mal-assombrados,
as hortas de Portugal Pequeno e boiada pra lá e pra cá
na paz de quem não sabe da morte.
Em diagonal, os braços do rio, desprendidos lá
pela Taquara, cortavam o campo: o direito ao meio; o
esquerdo, que hoje separa os Apês das casas e sobre
o qual está a ponte por onde escoa o tráfego da
principal rua do bairro, na parte de baixo. E, como o
bom braço ao rio volta, o rio totalmente abraçado, ia
ziguezagueando água, esse forasteiro que viaja
parado, levando íris soltas em seu leito, deixando o
coração bater em pedras, doando mililitros para os
corpos que o ousaram, para as bocas que morderam
seu dorso. Ria o rio, mas Busca-Pé bem sabia que todo
rio nasce para morrer um dia.
Um dia essas terras foram cobertas de verde
com carro de boi desafiando estradas de terra,
gargantas de negros cantando samba duro, escavação
de poços de água salobra, legumes e verduras
enchendo caminhões, cobra alisando o mato, redes
armadas nas águas. Aos domingos, jogo de futebol no
campo do Paúra e bebedeira de vinho sob a luz das
noites cheias.
[...]
Os dois filhos de portugueses tratavam das
hortas de Portugal Pequeno nas terras herdadas.
Sabiam que aquela região seria destinada à construção
de um conjunto habitacional, mas não que as obras
estavam para começar em tão pouco tempo.
(LINS, Paulo. Cidade de Deus. São Paulo.
Companhia das Letras, 2002. p.15)
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Antigamente a vida era outra aqui neste lugar
onde o rio, dando areia, cobra-d’água inocente, e indo
ao mar, dividia o campo em que os filhos de
portugueses e da escravatura pisaram.
Couro de pé roçando pele de flor. Mangas
engordando, bambuzais rebentando vento, uma lagoa,
um lago, um laguinho, amendoeiras, pés de jamelão e
o bosque de Eucaliptos. Tudo isso do lado de lá. Do
lado de cá, os morrinhos, casarões mal-assombrados,
as hortas de Portugal Pequeno e boiada pra lá e pra cá
na paz de quem não sabe da morte.
Em diagonal, os braços do rio, desprendidos lá
pela Taquara, cortavam o campo: o direito ao meio; o
esquerdo, que hoje separa os Apês das casas e sobre
o qual está a ponte por onde escoa o tráfego da
principal rua do bairro, na parte de baixo. E, como o
bom braço ao rio volta, o rio totalmente abraçado, ia
ziguezagueando água, esse forasteiro que viaja
parado, levando íris soltas em seu leito, deixando o
coração bater em pedras, doando mililitros para os
corpos que o ousaram, para as bocas que morderam
seu dorso. Ria o rio, mas Busca-Pé bem sabia que todo
rio nasce para morrer um dia.
Um dia essas terras foram cobertas de verde
com carro de boi desafiando estradas de terra,
gargantas de negros cantando samba duro, escavação
de poços de água salobra, legumes e verduras
enchendo caminhões, cobra alisando o mato, redes
armadas nas águas. Aos domingos, jogo de futebol no
campo do Paúra e bebedeira de vinho sob a luz das
noites cheias.
[...]
Os dois filhos de portugueses tratavam das
hortas de Portugal Pequeno nas terras herdadas.
Sabiam que aquela região seria destinada à construção
de um conjunto habitacional, mas não que as obras
estavam para começar em tão pouco tempo.
(LINS, Paulo. Cidade de Deus. São Paulo.
Companhia das Letras, 2002. p.15)
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