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Foram encontradas 80 questões.

1352362 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

A substituição da pesca artesanal e comercial pela aquicultura é uma estratégia que estimula uma cadeia produtiva completa, tais como: cultivo, produção, estocagem, venda e comercialização. Porém, esta atividade econômica em franca expansão no Brasil pode apresentar também impactos negativos. Assim, indique quais destes impactos negativos são os mais comuns na aquicultura

 

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1351912 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

A tabela abaixo mostra a produção, em kg, dos principais peixes desembarcados no município de Alenquer (PA), em 2004.

Enunciado 1351912-1

Fonte: Thomé-Souza et al. (2007).

De acordo com esta tabela é correto afirmar que

 

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O Projeto Jarí teve enorme amplitude, no que diz respeito a sua atividade produtiva. Quanto à proposta de diversificação da produção do Projeto Jarí na fase Ludwig, é CORRETO afirmar que:

 

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1351761 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Atualmente, diversos tipos de ração estão disponíveis no mercado. Em relação ao manejo alimentar, pode-se afirmar que:

 

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1351599 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

A prática da aquicultura sustentável na Amazônia, tanto no âmbito dos grandes empreendimentos como do agricultor familiar, além de participar do processo de abastecimento de proteínas saudáveis e baratas na região, pode contribuir para que o Brasil reduza o processo de importação de pescado, estimado em cerca de 600 mil toneladas anuais. Atualmente, a piscicultura é o empreendimento do setor primário que traz as melhores rendas para o produtor na Amazônia (Fonte: Queiroz et al., 2002).

Para a melhoria desta atividade na região amazônica há necessidade da geração de novas tecnologias referentes ao cultivo, quais são elas?

 

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1351554 Ano: 2009
Disciplina: Direito Penal
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Pesca é todo o ato de retirar, extrair, coletar, apanhar, apreender ou capturar espécimes dos grupos dos peixes, crustáceos, moluscos e vegetais hidróbios, suscetíveis ou não de aproveitamento econômico, com exceção das espécies ameaçadas de extinção (lista oficial de fauna e da flora).

De acordo com a lei no. 9605 (12 de fevereiro de 1998), não é crime:

 

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Enunciado 1351382-1

“A água doce é um recurso vital e a tendência de queda é motivo de preocupação.” Foi com essa frase que um dos mais conceituados cientistas do mundo, o chinês Aiguo Daí, coordenador do estudo que reuniu especialistas americanos do National Center for Atmospheric Research (NCAR), anunciou os resultados da mais completa e extensa pesquisa sobre a redução do volume de 925 rios do planeta.

Segundo o pesquisador Daí, o rio São Francisco, o nosso “Velho Chico”, é o que amargou o maior declínio nos últimos 50 anos em território brasileiro — 35% dele secou, o que o coloca ao lado da delicada situação de outros grandes rios, sobretudo nos EUA, África e Ásia.

Saber que o São Francisco está evaporando é preocupante para o Brasil. Ele é, na verdade, um rio de integração nacional, traduzindo-se em uma espécie de “caminho natural” de ligação das regiões Sudeste e Centro-Oeste à região Nordeste. Desde as suas nascentes, na Serra da Canastra, em Minas Gerais, até a sua foz, na divisa entre Sergipe e Alagoas, ele percorre 2,7 mil quilômetros. Ao longo de sua “jornada”, banha cinco Estados: Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Apesar de receber água de 168 afluentes, o “Velho Chico”, descoberto em 1502, está sendo derrotado por um gigantesco fenômeno climático. Trata-se do “El Niño”, que aquece também as águas do Pacífico.

Os cientistas copilaram dados dos maiores rios do mundo abrangendo o longo período que se estende de 1948 a 2004 e concluíram que diversos deles, que atravessam algumas das regiões mais populosas, estão perdendo água. De acordo com os pesquisadores, o fluxo na bacia do Amazonas caiu 3,1%, enquanto outros rios brasileiros apresentaram números completamente opostos, até com elevação de nível na vazão.

No rio Paraná, por exemplo, houve um aumento da ordem de 60%. “Buscamos entender o caso do São Francisco, sobretudo porque a existência de resultados tão diferentes em um mesmo território não é comum”, diz Daí. “A variação está relacionada principalmente a mudanças na quantidade de chuvas nas regiões das bacias. Seguindo essa linha de raciocínio, torna-se impossível não pensarmos no El Niño”.

Esse fenômeno meteorológico consiste em um aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico, afetando o clima do planeta em geral e, mais duramente, o de determinadas regiões específicas.

No estudo americano consta que durante período em que o São Francisco foi analisado a região de sua bacia apresentou uma leve queda nos níveis de precipitações e um grande aumento de temperatura. “Esses dois fatores contribuíram para o grande declínio e escoamento do rio. É uma lei elementar da natureza: o aumento da temperatura eleva a evaporação e assim acaba reduzindo o fluxo da água”, diz o coordenador do projeto de análise do NCAR.

Na mesma situação de esvaziamento do São Francisco estão outros rios como o Amarelo, na China, o Niger, na África, e o Colorado, nos EUA — e todos abastecem áreas populosas. Um dos casos mais graves é justamente o do Colorado, que mesmo em anos de muita chuva já não consegue se recuperar enquanto deságua no Mar de Cortez. Ali o problema tem duas “nascentes”: a evaporação causada pelo “El Niño” e a transposição.

O desvio das águas do Colorado para abastecer a agricultura acabou poluindo e desperdiçando grande parte do fluxo. Para revitalizálo, diversos projetos foram desenvolvidos com a finalidade de despoluí-lo e nele aumentar a biodiversidade aquática, que sofreu intensa alteração ambiental devido à construção de hidrelétricas. No Brasil, a transposição do rio São Francisco sempre tem gerado polêmica.

O projeto é da competência do governo federal, sob a responsabilidade do Ministério da Integração Nacional, e está orçado em aproximadamente R$ 4,5 bilhões. Serão dois canais totalizando 700 quilômetros de extensão e que, segundo o governo, estão destinados a assegurar oferta de água em 2025 a quase 12 milhões de habitantes de pequenas, médias e grandes cidades da região semiárida dos Estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

As críticas sobre o projeto recaem no fato de ele ser uma obra cara e que abrange somente 5% do território e 0,3% da população do semiárido brasileiro.

Finalmente, diversos ambientalistas ressaltam também que a transposição poderá afetar intensamente o ecossistema ao redor de todo o São Francisco. Sobre um ponto, no entanto, não resta dúvida: alguma providência tem de ser tomada sobre um rio vital na união de regiões do País e que já perdeu 35% de sua água.

Fonte: Isto É2071 22/07/2009. p.98/99 ( texto com adaptações).

De acordo com o autor “saber que o São Francisco está evaporando é preocupante para o Brasil” visto que

 

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Leia o texto abaixo:

“A principal atividade pesqueira profissional no Amapá ocorre em ambientes estuarinos e marinhos localizados na costa, no litoral ou plataforma continental. A pesca de águas interiores ocorre principalmente nos lagos e rios e reponde pela sobrevivência de varias famílias de pescadores”. (ISSAC, Vitória et AL, 1998. Texto com adaptações).

Com base na literatura disponível e no texto, assinale a alternativa CORRETA:

 

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1351086 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Os peixes podem apresentar sabores e odores indesejáveis causados por ingredientes dos alimentos, rancidez oxidativa na estocagem ou por absorção de certas substâncias presentes na água. A ocorrência é mais frequente em cultivos intensivos, devido à proliferação de actinomicetos (fungos) e algas cianofíceas. Assim, a proliferação destes fungos e algas nos cultivos intensivos é favorecida por

 

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1350917 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Quanto à conservação dos pescados, estes podem ser classificados como

 

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