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Foram encontradas 70 questões.

2381085 Ano: 2008
Disciplina: Informática
Banca: FGV
Orgão: SAD-PE
A figura a seguir ilustra uma planilha elaborada no Excel 2003, versão em português.
Enunciado 3571955-1
Para determinar a quantidade de números que sejam maiores do que 20, dentre todos entre A1 e A6, em H2, e a média aritmética dentre os números contidos em A4 e A6 em H3, devem ser empregadas nas células H2 e H3, respectivamente, as seguintes funções:
 

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2381084 Ano: 2008
Disciplina: Informática
Banca: FGV
Orgão: SAD-PE
Um usuário do Word 2003 BR está digitando um texto e em dado momento realizou os seguintes procedimentos:
I. selecionou a citação estado de pernambuco;
II. executou, a seguir, um atalho de teclado que fez com que a citação fosse mostrada como Estado De Pernambuco;
III. executou, uma segunda vez, o mesmo atalho de teclado e verificou que a citação passou a ser mostrada como ESTADO DE PERNAMBUCO.
Esse atalho de teclado é:
 

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2381083 Ano: 2008
Disciplina: Informática
Banca: FGV
Orgão: SAD-PE
Ao utilizar o Windows Explorer no sistema operacional Windows XP, um usuário selecionou uma pasta denominada PERNAMBUCO e pressionou, simultaneamente, as teclas Ctrl e A.
Essa ação possui o seguinte significado:
 

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2381082 Ano: 2008
Disciplina: Informática
Banca: FGV
Orgão: SAD-PE
No que diz respeito às configurações empregadas nos microcomputadores atuais, os discos rígidos são referenciados em cilindros, trilhas e setores e utilizam as seguintes tecnologias:
 

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2381081 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: FGV
Orgão: SAD-PE
Considere uma pergunta e duas informações:
Pergunta: x é maior do que y?
Informação 1: x é maior do que z.
Informação 2: z 2 é maior do que y 2.
Sendo x, y e z números reais, assinale:
 

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2381080 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: FGV
Orgão: SAD-PE
Seja Ax + y + C = 0 uma reta r perpendicular à reta x – 2y + 2 = 0.
Se a reta r intersecta o eixo horizontal no ponto (3,0), o valor de C é:
 

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2381079 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: FGV
Orgão: SAD-PE
Em uma fazenda criam-se porcos. Em certo momento, existem 90 porcos e há 80 sacos de ração no depósito. Após 14 dias, os porcos tinham comido 30 sacos de ração e, então 20 porcos foram vendidos. Os porcos restantes comerão o restante da ração em:
 

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2381077 Ano: 2008
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FGV
Orgão: SAD-PE
O plano cartesiano abaixo está quadriculado e cada quadradinho mede 1 unidade. Uma formiga partiu do ponto A = (0,0) e percorreu a poligonal sugerida na figura.
Enunciado 3571947-1
Se ela terminou seu caminho no ponto B = (9,9), o comprimento total da poligonal é igual a:
 

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2381076 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SAD-PE

Tempo livre, lazer e as transformações socioculturais

Já há algum tempo vem-se alertando sobre os efeitos da velocidade na vida profissional e social. Fazer tudo rapidamente dá uma sensação de que não se deve perder tempo. Reportagens que abordam excesso de trabalho, consumismo, felicidade, qualidade de vida revelam novos problemas e novas soluções. Todos os problemas apontam como vilão o trabalho, seja o excesso ou a falta dele.

Entretanto, o tema tempo livre ainda é entendido com muito preconceito. O tempo social, que ainda é predominantemente analisado, ainda é o tempo de trabalho. Todo processo educativo do homem tem o tempo de trabalho (alienado) como referência.

A idéia do direito ao trabalho, trabalho este construído ao longo da sedimentação das relações de trabalho capitalistas que se sustentam em longas jornadas de trabalho, ainda está presente em todas as reivindicações sindicais no mundo inteiro. Parte-se, ainda, da concepção de que apenas trabalhando, na acepção explorada, obtêm-se as chaves que dão acesso ao socialmente produzido na sociedade. Mas, com o desenvolvimento das forças produtivas, os trabalhadores não percebem que, insistindo nisso, ajudam mais rapidamente a excluir do usufruto do patrimônio humano produzido aqueles que ficam de fora. A distribuição da renda produzida além de desigual é expropriada na sua maior parte pela minoria e repartida apenas aos que provisoriamente permanecem em seus postos de trabalho, muitas vezes a qualquer preço e, outras vezes, não solidariamente.

Algumas reivindicações, que vêm ocorrendo no mundo do trabalho, sinalizam, às vezes, para uma disposição de mudança. As reivindicações por redução de jornada de trabalho, ao longo destes dois séculos, em defesa de melhores condições de vida no trabalho, ou para que haja trabalho para mais trabalhadores não são uma transformação, mas um passo significativo. No entanto, a redução da jornada de trabalho como bandeira para a construção de um novo estilo de vida é ainda uma reivindicação tímida.

O desemprego é um mecanismo de terror que impede que as massas, assalariadas ou não, possam aspirar a uma vida de fruição, embora seja justamente na reivindicação do ócio, da preguiça, que o trabalhador pode resgatar sua dignidade e auto-respeito, quando deixará de lutar pelo direito ao trabalho e passará a reivindicar a distribuição social da riqueza e o direito de fruir bens e prazeres. Por quê? Deve-se entender que todo tempo livre é tempo para o desenvolvimento livre. O tempo usurpado é apropriado pelo usurpador para seu próprio livre desenvolvimento.

Por outro lado, a verdadeira economia não está assentada sobre a redução da força de trabalho e sim sobre a redução do tempo de trabalho. O desenvolvimento das forças produtivas, com o avanço do conhecimento e das tecnologias, reduz os custos de produção a um mínimo. Então, reduzir o tempo de trabalho com o aumento das forças produtivas significa também aumentar as capacidades e os meios de prazer, de fruição. Assim é que economizar o tempo de trabalho é aumentar o tempo livre dos trabalhadores. Mas essa “economia de tempo” não tem aumentado o tempo livre do trabalhador, tem sim aumentado a jornada de trabalho dos que permanecem no mercado de trabalho e o medo do desemprego torna-os cegos, individualistas em alguns casos e corporativistas em muitos outros. O que deveria ser o enriquecimento pessoal para a fruição de um tempo livre descompromissado tornou-se mais um quesito na acirrada disputa por uma vaga no mercado de trabalho.

Essa consciência ainda está latente. Podemos refletir que romper com a velocidade vertiginosa imposta pela era da informação globalizada – que destrói e constrói o ambiente sociocultural numa velocidade que não se ajusta ao tempo do indivíduo, mas o substitui por outro já sintonizado, comprometendo populações e seus estilos de vida – significa romper com o preconceito, arraigado em nossa cultura, de desprezo à preguiça, ao prazer, à criação, à felicidade.

(Texto adaptado de LOPES, M. I. de S. In: Com ciência. Revista Eletrônica de Jornalismo Científico – SBPC http://www.comciencia.br/comciencia)

Podemos refletir que romper com a velocidade vertiginosa imposta pela era da informação globalizada – que destrói e constrói o ambiente sociocultural numa velocidade que não se ajusta ao tempo do indivíduo, mas o substitui por outro já sintonizado(...)

Assinale a alternativa que identifique os respectivos referentes do vocábulo que, empregado duas vezes no fragmento acima.

 

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2381075 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SAD-PE

Tempo livre, lazer e as transformações socioculturais

Já há algum tempo vem-se alertando sobre os efeitos da velocidade na vida profissional e social. Fazer tudo rapidamente dá uma sensação de que não se deve perder tempo. Reportagens que abordam excesso de trabalho, consumismo, felicidade, qualidade de vida revelam novos problemas e novas soluções. Todos os problemas apontam como vilão o trabalho, seja o excesso ou a falta dele.

Entretanto, o tema tempo livre ainda é entendido com muito preconceito. O tempo social, que ainda é predominantemente analisado, ainda é o tempo de trabalho. Todo processo educativo do homem tem o tempo de trabalho (alienado) como referência.

A idéia do direito ao trabalho, trabalho este construído ao longo da sedimentação das relações de trabalho capitalistas que se sustentam em longas jornadas de trabalho, ainda está presente em todas as reivindicações sindicais no mundo inteiro. Parte-se, ainda, da concepção de que apenas trabalhando, na acepção explorada, obtêm-se as chaves que dão acesso ao socialmente produzido na sociedade. Mas, com o desenvolvimento das forças produtivas, os trabalhadores não percebem que, insistindo nisso, ajudam mais rapidamente a excluir do usufruto do patrimônio humano produzido aqueles que ficam de fora. A distribuição da renda produzida além de desigual é expropriada na sua maior parte pela minoria e repartida apenas aos que provisoriamente permanecem em seus postos de trabalho, muitas vezes a qualquer preço e, outras vezes, não solidariamente.

Algumas reivindicações, que vêm ocorrendo no mundo do trabalho, sinalizam, às vezes, para uma disposição de mudança. As reivindicações por redução de jornada de trabalho, ao longo destes dois séculos, em defesa de melhores condições de vida no trabalho, ou para que haja trabalho para mais trabalhadores não são uma transformação, mas um passo significativo. No entanto, a redução da jornada de trabalho como bandeira para a construção de um novo estilo de vida é ainda uma reivindicação tímida.

O desemprego é um mecanismo de terror que impede que as massas, assalariadas ou não, possam aspirar a uma vida de fruição, embora seja justamente na reivindicação do ócio, da preguiça, que o trabalhador pode resgatar sua dignidade e auto-respeito, quando deixará de lutar pelo direito ao trabalho e passará a reivindicar a distribuição social da riqueza e o direito de fruir bens e prazeres. Por quê? Deve-se entender que todo tempo livre é tempo para o desenvolvimento livre. O tempo usurpado é apropriado pelo usurpador para seu próprio livre desenvolvimento.

Por outro lado, a verdadeira economia não está assentada sobre a redução da força de trabalho e sim sobre a redução do tempo de trabalho. O desenvolvimento das forças produtivas, com o avanço do conhecimento e das tecnologias, reduz os custos de produção a um mínimo. Então, reduzir o tempo de trabalho com o aumento das forças produtivas significa também aumentar as capacidades e os meios de prazer, de fruição. Assim é que economizar o tempo de trabalho é aumentar o tempo livre dos trabalhadores. Mas essa “economia de tempo” não tem aumentado o tempo livre do trabalhador, tem sim aumentado a jornada de trabalho dos que permanecem no mercado de trabalho e o medo do desemprego torna-os cegos, individualistas em alguns casos e corporativistas em muitos outros. O que deveria ser o enriquecimento pessoal para a fruição de um tempo livre descompromissado tornou-se mais um quesito na acirrada disputa por uma vaga no mercado de trabalho.

Essa consciência ainda está latente. Podemos refletir que romper com a velocidade vertiginosa imposta pela era da informação globalizada – que destrói e constrói o ambiente sociocultural numa velocidade que não se ajusta ao tempo do indivíduo, mas o substitui por outro já sintonizado, comprometendo populações e seus estilos de vida – significa romper com o preconceito, arraigado em nossa cultura, de desprezo à preguiça, ao prazer, à criação, à felicidade.

(Texto adaptado de LOPES, M. I. de S. In: Com ciência. Revista Eletrônica de Jornalismo Científico – SBPC http://www.comciencia.br/comciencia)

Parte-se, ainda, da concepção de que apenas trabalhando, na acepção explorada, obtêm-se as chaves que dão acesso ao socialmente produzido na sociedade.

Assinale a alternativa que, independentemente da manutenção do sentido original do texto, a substituição do verbo obter gera a única forma recomendada pelo padrão culto escrito.

 

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