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A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(14 de março de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Trago aqui no bolso um remédio contra os capoeiras. Nem tenho dúvida em dizer que é muito superior ao célebre Xarope do Bosque, que fez curas admiráveis e até milagrosas, até princípios de 1856, decaindo em seguida, como todas as coisas deste mundo. A minha droga pode dizer-se que tem em si o sinal da imortalidade.
Agora, principalmente, que a guarda urbana foi dissolvida, entregando ontem os refles, receiam alguns que haja uma explosão de capoeiragem (só para os moer), enquanto que outros creem que a substituição da guarda é bastante para fazer recuar os maus e tranquilizar os bons. Hão de perdoar-me: eu estou antes com o receio do que com a esperança, não tanto porque acredite na explosão referida, como porque desejo vender a minha droga. Pode ser que haja nesta confissão uma ou duas gramas de cinismo; mas o cinismo, que é a sinceridade dos patifes, pode contaminar uma consciência reta, pura e elevada, do mesmo modo que o bicho pode roer os mais sublimes livros do mundo.
Vamos, porém, à droga, e comecemos por dizer que estou em desacordo com todos os meus contemporâneos, relativamente ao motivo que leva o capoeira a plantar facadas nas nossas barrigas. Diz-se que é o gosto de fazer mal, de mostrar agilidade e valor, opinião unânime e respeitada como um dogma. Ninguém vê que é simplesmente absurda.
Com efeito, não duvido que um ou outro, excepcionalmente, nutra essa perversão de entranhas; mas a natureza humana não comporta a extensão de tais sentimentos. Não é crível que tamanho número de pessoas se divirtam em rasgar o ventre alheio, só para fazer alguma coisa. Não se trata de vivissecção, em que um certo abuso, por maior que seja, é sempre científico, e com o qual só padece cachorro, que não é gente, como se sabe. Mas como admitir tal coisa com homem e fora do gabinete?
Bastou-me fazer esta reflexão, para descobrir a causa das facadas anônimas e adventícias, e logo o medicamento apropriado. Veja o leitor se não concorda comigo?
Capoeira é homem. Um dos característicos do homem é viver com o seu tempo. Ora, o nosso tempo (nosso e do capoeira) padece de uma coisa que poderemos chamar – erotismo de publicidade. Uns poderão crer que é achaque, outros que é uma recrudescência de energia, porque o sentimento é natural. Seja o que for, o fato existe, e basta andar na aldeia sem ver as casas, para reconhecer que nunca esta espécie de afecção chegou ao grau em que a vemos.
Sou justo. Há casos em que acho a coisa natural. Na verdade, se eu, completando hoje cinquenta anos, janto com a família e dois ou três amigos, por que não farei participante do meu contentamento este respeitável público? Embarco, desembarco, dou ou recebo um mimo, nasce-me um porco com duas cabeças, qualquer caso desses pode muito bem figurar em letra redonda, que dá vida a coisas muito menos interessantes. E, depois, o nome da gente, em letra redonda, tem outra graça, que não em letra manuscrita; sai mais bonito, mais nítido, mete-se pelos olhos dentro, sem contar que pessoas que hão de ler, comprar as folhas, e a gente fica notória sem despender nada. Não nos envergonhemos de viver na rua; é muito mais fresco.
Aqui tocamos o ponto essencial. O capoeira está nesta matéria como Crébilon em matéria de teatro. Perguntou-se a este, por que compunha peças de fazer arrepiar os cabelos; ele respondeu que, tendo Racine tomado o céu para si e Corneille a terra, não lhe restava mais que o inferno em que se meteu. O mesmo acontece ao capoeira. Não pode distribuir mimos espirituais, ou drogas infalíveis, todos os porcos nascem-lhe com uma cabeça, nenhum meio de ocupar os outros com a sua preciosa pessoa. Recorre à navalha, espalha facadas, certo de que os jornais darão notícias das suas façanhas e divulgarão os nomes de alguns.
Já o leitor adivinhou o meu medicamento. Não se pode falar com gente esperta; mal se acaba de dizer uma coisa, conclui logo a coisa restante. Sim, senhor, adivinhou, é isso mesmo: não publicar mais nada, trancar a imprensa às valentias da capoeiragem. Uma vez que se não dê mais notícia, eles recolhem-se às tendas, aborrecidos de ver que a crítica não anima os operosos.
Logo depois a autoridade, tendo à mão algumas associações, becos e suspensórios ainda sem título, entra pelas tendas e oferece aos nossos Aquiles uma compensação de publicidade. Vitória completa: eles aceitam o derivativo, que os traz ao céu de Racine e à terra de Corneille, enquanto as navalhas, restituídas aos barbeiros, passarão a escanhoar os queixos da gente pacífica. Ex fumo dare lucem.
Para alguns, segundo o texto, qual o motivo da possível explosão da capoeiragem?
 

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Text 04
This method involves some of these features:
Students are encouraged to express not only how they feel about the language, but how they feel about the learning process, to which the teacher expresses empathy and understanding; students are to be considered as “learner-clients” and the teacher as a “teacher-counselor”;grammar and vocabulary are taught inductively; students apply the target language independently and without translation when they feel inclined or confident enough to do so; a relationship of mutual trust and support is considered essential to the learning process; students are permited to use their native language, and are provided with translations from the teacher which they then attempt to apply.
These characteristics belong to the method:
 

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Text 02
This teaching technique was initially called the Army Method, and was the first to be based on linguistic theory and behavioral psychology. This approach to learning is similar to the Direct Method, in that the lesson takes place entirely in the target language.It was widely used in the 1950s and 1960s, and the emphasis was not on the understanding of words, but rather on the acquisition of structures and patterns in common everyday dialogue. Some characteristics of this method are: focus is on pronunciation, vocabulary is taught in context, grammaticalexplanations are kept to a minimum, drills are used to teach structural patterns, set phrases are memorised with a focus on intonation, audio-visual aids are used and correct responses are positively reinforced immediately.
The excerpt above refers to the method:
 

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Text 13
Enunciado 732795-1
https://papersdreamm.files.wordpress.com/2010/05/panda-01.jpg
The reproductivity of pandas is low. It is very rare when a panda gives birth to three baby pandas. However, a panda did give birth to three babies in a safari park in China in July. The park’s keepers had to take care of the babies, but now, they are strong enough to meet their mother. A person filmed the time that they first saw eachother in months. It was such a beautiful moment. The panda mother took the two little pandas and cuddled them. The third baby panda was asleep, so the mother did not wake it up.
According to the text, it’s true to state that:
 

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Text 11
A truck drove onto a bridge in China but the truck was just too heavy for the bridge. The small concrete bridge collapsed under the truck’s weight. The driver of the truck said that he took a wrong turn in the dark. The bridge connects a village with nearby towns, so the villagers must take long detours to cross the river. The accident also damaged the water pipe, which ran under the bridge.
Check the correct alternative according to the text above:
 

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A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(14 de março de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Trago aqui no bolso um remédio contra os capoeiras. Nem tenho dúvida em dizer que é muito superior ao célebre Xarope do Bosque, que fez curas admiráveis e até milagrosas, até princípios de 1856, decaindo em seguida, como todas as coisas deste mundo. A minha droga pode dizer-se que tem em si o sinal da imortalidade.
Agora, principalmente, que a guarda urbana foi dissolvida, entregando ontem os refles, receiam alguns que haja uma explosão de capoeiragem (só para os moer), enquanto que outros creem que a substituição da guarda é bastante para fazer recuar os maus e tranquilizar os bons. Hão de perdoar-me: eu estou antes com o receio do que com a esperança, não tanto porque acredite na explosão referida, como porque desejo vender a minha droga. Pode ser que haja nesta confissão uma ou duas gramas de cinismo; mas o cinismo, que é a sinceridade dos patifes, pode contaminar uma consciência reta, pura e elevada, do mesmo modo que o bicho pode roer os mais sublimes livros do mundo.
Vamos, porém, à droga, e comecemos por dizer que estou em desacordo com todos os meus contemporâneos, relativamente ao motivo que leva o capoeira a plantar facadas nas nossas barrigas. Diz-se que é o gosto de fazer mal, de mostrar agilidade e valor, opinião unânime e respeitada como um dogma. Ninguém vê que é simplesmente absurda.
Com efeito, não duvido que um ou outro, excepcionalmente, nutra essa perversão de entranhas; mas a natureza humana não comporta a extensão de tais sentimentos. Não é crível que tamanho número de pessoas se divirtam em rasgar o ventre alheio, só para fazer alguma coisa. Não se trata de vivissecção, em que um certo abuso, por maior que seja, é sempre científico, e com o qual só padece cachorro, que não é gente, como se sabe. Mas como admitir tal coisa com homem e fora do gabinete?
Bastou-me fazer esta reflexão, para descobrir a causa das facadas anônimas e adventícias, e logo o medicamento apropriado. Veja o leitor se não concorda comigo?
Capoeira é homem. Um dos característicos do homem é viver com o seu tempo. Ora, o nosso tempo (nosso e do capoeira) padece de uma coisa que poderemos chamar – erotismo de publicidade. Uns poderão crer que é achaque, outros que é uma recrudescência de energia, porque o sentimento é natural. Seja o que for, o fato existe, e basta andar na aldeia sem ver as casas, para reconhecer que nunca esta espécie de afecção chegou ao grau em que a vemos.
Sou justo. Há casos em que acho a coisa natural. Na verdade, se eu, completando hoje cinquenta anos, janto com a família e dois ou três amigos, por que não farei participante do meu contentamento este respeitável público? Embarco, desembarco, dou ou recebo um mimo, nasce-me um porco com duas cabeças, qualquer caso desses pode muito bem figurar em letra redonda, que dá vida a coisas muito menos interessantes. E, depois, o nome da gente, em letra redonda, tem outra graça, que não em letra manuscrita; sai mais bonito, mais nítido, mete-se pelos olhos dentro, sem contar que pessoas que hão de ler, comprar as folhas, e a gente fica notória sem despender nada. Não nos envergonhemos de viver na rua; é muito mais fresco.
Aqui tocamos o ponto essencial. O capoeira está nesta matéria como Crébilon em matéria de teatro. Perguntou-se a este, por que compunha peças de fazer arrepiar os cabelos; ele respondeu que, tendo Racine tomado o céu para si e Corneille a terra, não lhe restava mais que o inferno em que se meteu. O mesmo acontece ao capoeira. Não pode distribuir mimos espirituais, ou drogas infalíveis, todos os porcos nascem-lhe com uma cabeça, nenhum meio de ocupar os outros com a sua preciosa pessoa. Recorre à navalha, espalha facadas, certo de que os jornais darão notícias das suas façanhas e divulgarão os nomes de alguns.
Já o leitor adivinhou o meu medicamento. Não se pode falar com gente esperta; mal se acaba de dizer uma coisa, conclui logo a coisa restante. Sim, senhor, adivinhou, é isso mesmo: não publicar mais nada, trancar a imprensa às valentias da capoeiragem. Uma vez que se não dê mais notícia, eles recolhem-se às tendas, aborrecidos de ver que a crítica não anima os operosos.
Logo depois a autoridade, tendo à mão algumas associações, becos e suspensórios ainda sem título, entra pelas tendas e oferece aos nossos Aquiles uma compensação de publicidade. Vitória completa: eles aceitam o derivativo, que os traz ao céu de Racine e à terra de Corneille, enquanto as navalhas, restituídas aos barbeiros, passarão a escanhoar os queixos da gente pacífica. Ex fumo dare lucem.
Qual a definição de cinismo, segundo o autor?
 

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Text 08
Experts question Mexican investigation of 43 students' disappearance
Argentinian forensic team hired on behalf of students’ parents says government presented biased analyses of the scientific evidence
Enunciado 726835-1
Crosses set to remember the 43 missing students in Iguala. Photograph: Rebecca Blackwell/AP
Associated Press in Mexico City
Sunday 8 February 2015 08.08 GMT
A team of Argentinian forensics experts is questioning Mexico’s investigation of the disappearance of 43 students, saying that the evidence does not support the government’s conclusion and that it should be allowed to investigate all theories.
The Argentine Forensic Anthropologists team, hired on behalf of the students’ parents as an independent party, issued what it said was a list of discrepancies in the case. The team had access to forensic evidence and crime scenes along with federal prosecutors and Mexico’s own forensic investigators.
Its statement said Mexico’s government presented biased analyses of the scientific evidence to support its conclusion that the youths were killed, their bodies burned to ashes in Cocula in southern Guerrero state and their remains thrown into a river to hide the evidence. So far only one of the students has been identified from charred remains found at the river.
The team “would like to reiterate that it doesn’t exclude the possibility that some of the students met the fate described by the attorney general”, the experts said in the statement issued after they met with parents. “But in our opinion there is no scientific evidence to support that in the Cocula garbage dump.”
The attorney general’s office did not respond Saturday to requests for comment on the statement from the Argentine team, which is a nonprofit forensic science organisation that investigates human right violations around the world. It was established in 1984 to investigate cases of at least 9,000 missing under Argentina’s 1976-1983 military dictatorship.
The attorney general, Jesus Murillo Karam, said on 27 January that based on 39 confessions, 386 declarations, 487 forensic tests, 16 raids and two reconstructions, investigators concluded that municipal police arrested the youths in the city of Iguala on 26 September and handed them over to the Guerreros Unidos cartel. The government alleges gang members killed the students, burned their corpses into the next day using a huge pyre and disposed of the ashes.
According to the last paragraph:
 

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Text 07
Tears of joy for sweet red onion
PUBLISHED 08/02/2015 | 10:41
Store giant Asda has unveiled what it describes as the UK's first sweet red onion, promising to rid shoppers of tears and bad breath after eating.
The Asda Sweet Red has "lower pungency levels", meaning the flavour is less overpowering, fewer tears are shed when chopping and the odour will not linger on the breath as long as a regular onion.
The new bulb is said to boast a milder, juicier and crunchier flavour and texture than regular red onions.
In an initiative spanning more than 20 years, farmer Alastair Findlay of Bedfordshire Growers personally tasted and evaluated some 400 to 500 bulbs per season to cultivate the new product.
More than 40 tonnes of Sweet Reds are hitting selected Asda stores this weekend priced at £1.
Andy Wareham, vegetable buyer at Asda, said: "We're incredibly proud to have worked and supported Alastair on his journey. Introducing the UK's very first sweet red onion is a fantastic achievement and like the USA, the UK has a sweeter palate than most so will appreciate the same tangy flavour, without the strong acidity of some onions.
"It's funny to think that prior to the 1990s, there were no red onions grown within the UK, however, due to the popularity and versatility of the variety, they now account for 20% of the total onions sold within the UK."
http://www.independent.ie/world-news/and-finally/tears-of-joy-for-sweet-red-onion-30973682.html
According to the text it is correct to say:
 

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Check the alternative where the vowel(s) has/have the same sound as in the word: live:
 

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Text 09
Banker Aldemir Bendine named as new Petrobras chief
By Gary Duffy BBC Brasil,
Aldemir Bendine, a leading banker, is the new chief executive of Brazil's scandal-hit oil giant Petrobras.
He was not among the names touted for the job and will be seen as a safe choice for President Dilma Rousseff.
She is worried about the impact the corruption case is having on both the country's economy and on her government.
Speculation ahead of the announcement sent Petrobras shares down 8% in Sao Paulo on Friday.
Mr Bendine replaces Maria das Gracas Foster, who resigned as Petrobras chief executive on Wednesday, along with five of the company's executives amid the fallout from a major corruption scandal.
It is alleged that contractors paid inflated prices for contracts with funds diverted to some Petrobras directors, and to the ruling Workers' Party and some of its allies.
The Workers' Party has dismissed the claims as lies and said that it only accepted legal donations.
Mr Bendine is a career banker who has been president of the state-run Banco do Brasil since 2009.
The sentence: “Mr Bendine is a career banker who has been president of the state-run Banco do Brasil since 2009.” Means that he:
Questão Anulada

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