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Foram encontradas 40 questões.

750260 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
A economia brasileira, ao longo do século XIX, mantém os seus traços básicos de economia escravista voltada para o mercado internacional, apenas transferindo-se o eixo econômico do nordeste açucareiro para o sudeste cafeeiro. A respeito da cafeicultura e do escravismo no Brasil do século XIX, considere as afirmações a seguir.
I. A partir de 1850 o tráfico inter e intraprovincial garantiu a manutenção do trabalho escravo nas lavouras cafeeiras em províncias como o Rio de Janeiro e São Paulo.
II. Desde os meados do século XIX, os políticos que representavam os cafeicultores do oeste paulista abandonaram totalmente o interesse pela escravidão e passaram a propor leis para pôr fim a tal condição. Ao mesmo tempo, defendiam o uso de mão-de-obra livre nos cafezais, valorizando, desta forma, mestiços e negros libertos, que foram incorporados ao mercado de trabalho.
III. Nos anos finais da escravidão, houve uma grande concentração de escravos nas mãos de poucos fazendeiros no sudeste do País, porém a concentração de escravos nos centros como Salvador e Recife ainda eram marcantes, servindo como obstáculo para os projetos abolicionistas;
Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ções) contida(s) no(s) item(ns)
 

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749714 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
As Cruzadas tiveram alguns efeitos imediatos sobre a cristandade latina: aumentaram a riqueza das cidades italianas que haviam fornecido transporte para os cruzados e que se beneficiaram do maior comércio com o Oriente. Elas talvez tenham contribuído para o declínio do feudalismo e o fortalecimento da monarquia, porque muitos senhores foram mortos ou dissiparam sua riqueza financiando expedições à Terra Santa. (Marvin Perry et alii. Civilização Ocidental: uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 1985. p. 215)
Segundo o texto e sua análise, podemos assinalar como verdadeira a seguinte afirmação:
 

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A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(14 de março de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Trago aqui no bolso um remédio contra os capoeiras. Nem tenho dúvida em dizer que é muito superior ao célebre Xarope do Bosque, que fez curas admiráveis e até milagrosas, até princípios de 1856, decaindo em seguida, como todas as coisas deste mundo. A minha droga pode dizer-se que tem em si o sinal da imortalidade.
Agora, principalmente, que a guarda urbana foi dissolvida, entregando ontem os refles, receiam alguns que haja uma explosão de capoeiragem (só para os moer), enquanto que outros creem que a substituição da guarda é bastante para fazer recuar os maus e tranquilizar os bons. Hão de perdoar-me: eu estou antes com o receio do que com a esperança, não tanto porque acredite na explosão referida, como porque desejo vender a minha droga. Pode ser que haja nesta confissão uma ou duas gramas de cinismo; mas o cinismo, que é a sinceridade dos patifes, pode contaminar uma consciência reta, pura e elevada, do mesmo modo que o bicho pode roer os mais sublimes livros do mundo.
Vamos, porém, à droga, e comecemos por dizer que estou em desacordo com todos os meus contemporâneos, relativamente ao motivo que leva o capoeira a plantar facadas nas nossas barrigas. Diz-se que é o gosto de fazer mal, de mostrar agilidade e valor, opinião unânime e respeitada como um dogma. Ninguém vê que é simplesmente absurda.
Com efeito, não duvido que um ou outro, excepcionalmente, nutra essa perversão de entranhas; mas a natureza humana não comporta a extensão de tais sentimentos. Não é crível que tamanho número de pessoas se divirtam em rasgar o ventre alheio, só para fazer alguma coisa. Não se trata de vivissecção, em que um certo abuso, por maior que seja, é sempre científico, e com o qual só padece cachorro, que não é gente, como se sabe. Mas como admitir tal coisa com homem e fora do gabinete?
Bastou-me fazer esta reflexão, para descobrir a causa das facadas anônimas e adventícias, e logo o medicamento apropriado. Veja o leitor se não concorda comigo?
Capoeira é homem. Um dos característicos do homem é viver com o seu tempo. Ora, o nosso tempo (nosso e do capoeira) padece de uma coisa que poderemos chamar – erotismo de publicidade. Uns poderão crer que é achaque, outros que é uma recrudescência de energia, porque o sentimento é natural. Seja o que for, o fato existe, e basta andar na aldeia sem ver as casas, para reconhecer que nunca esta espécie de afecção chegou ao grau em que a vemos.
Sou justo. Há casos em que acho a coisa natural. Na verdade, se eu, completando hoje cinquenta anos, janto com a família e dois ou três amigos, por que não farei participante do meu contentamento este respeitável público? Embarco, desembarco, dou ou recebo um mimo, nasce-me um porco com duas cabeças, qualquer caso desses pode muito bem figurar em letra redonda, que dá vida a coisas muito menos interessantes. E, depois, o nome da gente, em letra redonda, tem outra graça, que não em letra manuscrita; sai mais bonito, mais nítido, mete-se pelos olhos dentro, sem contar que pessoas que hão de ler, comprar as folhas, e a gente fica notória sem despender nada. Não nos envergonhemos de viver na rua; é muito mais fresco.
Aqui tocamos o ponto essencial. O capoeira está nesta matéria como Crébilon em matéria de teatro. Perguntou-se a este, por que compunha peças de fazer arrepiar os cabelos; ele respondeu que, tendo Racine tomado o céu para si e Corneille a terra, não lhe restava mais que o inferno em que se meteu. O mesmo acontece ao capoeira. Não pode distribuir mimos espirituais, ou drogas infalíveis, todos os porcos nascem-lhe com uma cabeça, nenhum meio de ocupar os outros com a sua preciosa pessoa. Recorre à navalha, espalha facadas, certo de que os jornais darão notícias das suas façanhas e divulgarão os nomes de alguns.
Já o leitor adivinhou o meu medicamento. Não se pode falar com gente esperta; mal se acaba de dizer uma coisa, conclui logo a coisa restante. Sim, senhor, adivinhou, é isso mesmo: não publicar mais nada, trancar a imprensa às valentias da capoeiragem. Uma vez que se não dê mais notícia, eles recolhem-se às tendas, aborrecidos de ver que a crítica não anima os operosos.
Logo depois a autoridade, tendo à mão algumas associações, becos e suspensórios ainda sem título, entra pelas tendas e oferece aos nossos Aquiles uma compensação de publicidade. Vitória completa: eles aceitam o derivativo, que os traz ao céu de Racine e à terra de Corneille, enquanto as navalhas, restituídas aos barbeiros, passarão a escanhoar os queixos da gente pacífica. Ex fumo dare lucem.
Para alguns, segundo o texto, qual o motivo da possível explosão da capoeiragem?
 

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742618 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Foi um erro achar que a ocorrência da Primeira Guerra Mundial, entre 1914 e 1918, tenha servido ao homem do século XX como aprendizado necessário para que novos conflitos fossem evitados. A Europa assistiu, mais uma vez, ao enrijecimento das tensões internacionais. A Liga das Nações se mostrou incompetente para sanar as problemáticas causadas pelo armamento e pelos avanços por parte da Alemanha e da Itália, de Hitler e Mussoline, respectivamente. E, então, o mundo caiu num novo desastre, finalizado com uma demonstração ainda maior de força bélica e que serviria ao mundo como um recado ao que poderia ocorrer muito em breve. A questão sugere um fator marcante que se situa no contexto do fim do conflito. A questão que coerentemente encerra esta dúvida é:
 

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732585 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Após a confirmação da existência de terras entre os limites do Tratado de Tordesilhas e o litoral atlântico africano, Portugal procurou definir expedições e atividades que garantissem o controle sobre as “novas terras” da Coroa Lusitana. Assinale a proposição verdadeiras sobre este início de exploração das terras americanas pelos portugueses.
Enunciado 732585-1
 

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729253 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Nos dias atuais, temos um olhar diferenciado sobre os dois grandes períodos da história da humanidade. Afirmamos que existe uma história humana desde o surgimento dos primeiros hominídeos. Por conseguinte, novas considerações puseram em revisão a ideia de que a Pré−história seria a fase compreendida como “antes da história”, ou pior, “sem história”. Percepções culturais acerca da vivência humana, seja esta vivência social, política, econômica ou artística, projetaram para antes da invenção da escrita, a busca pela verdade e a pesquisa científica histórica. Acerca da Pre−história como grande etapa do desenvolvimento da humanidade, podemos considerar como coerente a seguinte afirmação.
 

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A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(14 de março de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Trago aqui no bolso um remédio contra os capoeiras. Nem tenho dúvida em dizer que é muito superior ao célebre Xarope do Bosque, que fez curas admiráveis e até milagrosas, até princípios de 1856, decaindo em seguida, como todas as coisas deste mundo. A minha droga pode dizer-se que tem em si o sinal da imortalidade.
Agora, principalmente, que a guarda urbana foi dissolvida, entregando ontem os refles, receiam alguns que haja uma explosão de capoeiragem (só para os moer), enquanto que outros creem que a substituição da guarda é bastante para fazer recuar os maus e tranquilizar os bons. Hão de perdoar-me: eu estou antes com o receio do que com a esperança, não tanto porque acredite na explosão referida, como porque desejo vender a minha droga. Pode ser que haja nesta confissão uma ou duas gramas de cinismo; mas o cinismo, que é a sinceridade dos patifes, pode contaminar uma consciência reta, pura e elevada, do mesmo modo que o bicho pode roer os mais sublimes livros do mundo.
Vamos, porém, à droga, e comecemos por dizer que estou em desacordo com todos os meus contemporâneos, relativamente ao motivo que leva o capoeira a plantar facadas nas nossas barrigas. Diz-se que é o gosto de fazer mal, de mostrar agilidade e valor, opinião unânime e respeitada como um dogma. Ninguém vê que é simplesmente absurda.
Com efeito, não duvido que um ou outro, excepcionalmente, nutra essa perversão de entranhas; mas a natureza humana não comporta a extensão de tais sentimentos. Não é crível que tamanho número de pessoas se divirtam em rasgar o ventre alheio, só para fazer alguma coisa. Não se trata de vivissecção, em que um certo abuso, por maior que seja, é sempre científico, e com o qual só padece cachorro, que não é gente, como se sabe. Mas como admitir tal coisa com homem e fora do gabinete?
Bastou-me fazer esta reflexão, para descobrir a causa das facadas anônimas e adventícias, e logo o medicamento apropriado. Veja o leitor se não concorda comigo?
Capoeira é homem. Um dos característicos do homem é viver com o seu tempo. Ora, o nosso tempo (nosso e do capoeira) padece de uma coisa que poderemos chamar – erotismo de publicidade. Uns poderão crer que é achaque, outros que é uma recrudescência de energia, porque o sentimento é natural. Seja o que for, o fato existe, e basta andar na aldeia sem ver as casas, para reconhecer que nunca esta espécie de afecção chegou ao grau em que a vemos.
Sou justo. Há casos em que acho a coisa natural. Na verdade, se eu, completando hoje cinquenta anos, janto com a família e dois ou três amigos, por que não farei participante do meu contentamento este respeitável público? Embarco, desembarco, dou ou recebo um mimo, nasce-me um porco com duas cabeças, qualquer caso desses pode muito bem figurar em letra redonda, que dá vida a coisas muito menos interessantes. E, depois, o nome da gente, em letra redonda, tem outra graça, que não em letra manuscrita; sai mais bonito, mais nítido, mete-se pelos olhos dentro, sem contar que pessoas que hão de ler, comprar as folhas, e a gente fica notória sem despender nada. Não nos envergonhemos de viver na rua; é muito mais fresco.
Aqui tocamos o ponto essencial. O capoeira está nesta matéria como Crébilon em matéria de teatro. Perguntou-se a este, por que compunha peças de fazer arrepiar os cabelos; ele respondeu que, tendo Racine tomado o céu para si e Corneille a terra, não lhe restava mais que o inferno em que se meteu. O mesmo acontece ao capoeira. Não pode distribuir mimos espirituais, ou drogas infalíveis, todos os porcos nascem-lhe com uma cabeça, nenhum meio de ocupar os outros com a sua preciosa pessoa. Recorre à navalha, espalha facadas, certo de que os jornais darão notícias das suas façanhas e divulgarão os nomes de alguns.
Já o leitor adivinhou o meu medicamento. Não se pode falar com gente esperta; mal se acaba de dizer uma coisa, conclui logo a coisa restante. Sim, senhor, adivinhou, é isso mesmo: não publicar mais nada, trancar a imprensa às valentias da capoeiragem. Uma vez que se não dê mais notícia, eles recolhem-se às tendas, aborrecidos de ver que a crítica não anima os operosos.
Logo depois a autoridade, tendo à mão algumas associações, becos e suspensórios ainda sem título, entra pelas tendas e oferece aos nossos Aquiles uma compensação de publicidade. Vitória completa: eles aceitam o derivativo, que os traz ao céu de Racine e à terra de Corneille, enquanto as navalhas, restituídas aos barbeiros, passarão a escanhoar os queixos da gente pacífica. Ex fumo dare lucem.
Qual a definição de cinismo, segundo o autor?
 

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724492 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Ao tratarmos das chamadas Civilizações Antigas da humanidade, deparamo−nos com uma vasta riqueza de elementos que foram constituídos em meio a crescimentos e derrocadas de reinos e impérios. Sobre os povos da Antiguidade Oriental, marque a alternativa correta.
 

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1469753 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
A que podemos relacionar este símbolo, no tocante à cultura mexicana?
Enunciado 1469753-1
Escudo Nacional contido no centro da bandeira mexicana.
Questão Anulada

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1469732 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Todo o processo de exploração colonial foi marcado não apenas por sujeição ou adequação da colônia aos interesses metropolitanos, mas também por um conjunto de problemáticas envolvendo colonos entre si (considerando interesses respectivos às atividades de cada grupo explorador), bem como entre colonos e jesuítas (como representantes do interesse catequético). E, como ápice das mudanças pelas quais passava a colônia, que se configuravam como anticolonialistas. Sobre todo este contexto, observe e analise as afirmativas a seguir. Marque aquela que estiver coerente entre sua afirmação e o ocorrido na história brasileira.
Questão Anulada

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