Foram encontradas 20 questões.
Um professor explicou para sua turma o que é figura de linguagem e seus tipos. Assinale a
alternativa na qual o exemplo confirma a exposição do professor.
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Assinale a alternativa contendo a associação correta:
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A classificação sintática dos termos destacados não está correta em:
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MEC divulga índice de qualidade do ensino básico.
Nesta segunda-feira (03/09/18), o Ministério da Educação (MEC) vai divulgar como está a qualidade do ensino
brasileiro. Trata-se do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), calculado para o país, estados,
municípios e escolas. Cada ente federado e unidade escolar tem uma meta para ser alcançada. O índice é
divulgado a cada dois anos. A última divulgação foi referente ao ano de 2015. Agora, serão anunciados os dados
de 2017.
O Ideb é composto pela taxa de rendimento escolar (aprovação) e as médias de desempenho nos exames
aplicados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Nos anos iniciais do ensino fundamental, do 1º ao 5º ano, a meta é cumprida desde 2005, quando o índice
começou a ser calculado. Para 2015, a meta estipulada era de índice 5,2 e a etapa alcançou 5,5. Nos anos finais
do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, a meta foi descumprida pela primeira vez em 2013. Em 2015, o índice
esperado de 4,7 também não foi alcançado. A etapa registrou 4,5.
No ensino médio, a meta não é alcançada desde 2013, e está estagnada em 3,7 desde 2011. O indicador
estabelecido para 2015 era de 4,3.
Para especialistas, os resultados de 2017 devem seguir a mesma tendência dos anos anteriores. “Se a gente
considerar os resultados das avaliações anteriores, acho que infelizmente a gente está em um processo bem
semelhante ao que a gente tinha demonstrado em 2013 e 2015. [...] Isso é um pouco reflexo de não termos
políticas estruturantes nessas etapas”, diz o diretor de Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional
(Iede), Ernesto Martins Faria.
Português e matemática
Na última semana, o MEC divulgou os resultados do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb),
um dos componentes do Ideb. Trata-se dos resultados de avaliações de língua portuguesa e matemática
aplicadas a estudantes tanto do ensino fundamental quanto do ensino médio. [...]
O Saeb de 2017 mostrou que ao final do ensino médio, quando deixam a escola, sete a cada dez estudantes
não aprendem nem mesmo o considerado básico em português. A mesma porcentagem se repete em
matemática. O ensino médio concentra os piores resultados. A etapa mostra estagnação desde 2009. As
avaliações revelaram, no entanto, alguns avanços no início do ensino fundamental.
Diante dos resultados já observados, o MEC defendeu a aplicação do chamado novo ensino médio, aprovado
no início de 2017, que estabelece uma formação mais flexível para os estudantes que poderão escolher
itinerários formativos com ênfases em matemática, linguagens, ciências da natureza, ciências humanas e ensino
técnico. “O ensino médio está absolutamente falido, no fundo do poço”, citou o ministro da Educação, Rossieli
Soares, na divulgação do Saeb.
Na época que foi enviada ao Congresso Nacional, a reforma do ensino médio foi criticada por ter sido instituída
por meio de medida provisória e foi um dos motivos de uma série de ocupações de escolas e universidades em
2016.
“Se no modelo [atual de ensino médio], que não é tão flexível, não se consegue garantir uma base de português
e matemática, como se consegue garantir isso em um modelo flexível? Acho que tem um desafio”, diz Faria. [...].
Repetências
Outro componente do Ideb é o fluxo escolar, ou seja, quantos alunos são aprovados de um ano para o outro. De
acordo com os dados de 2015, no total, no Brasil, tanto no ensino fundamental, como no médio, mais de 80%
dos estudantes foram aprovados na série que cursavam. A reprovação, no entanto, ainda é um desafio.
De acordo com a presidente do Inep, Mª Inês Fini, fazer com que os alunos repitam de ano não agrega
aprendizagem.
“A reação é dramática. Esse aluno que fica retido, se não for socorrido com proposta de recuperação forte, vai
arrastar a aprendizagem. Não estamos dizendo que precisa passar de ano os alunos que não sabem, estamos
dizendo que os estudantes podem e devem ter direito de aprender na idade certa”, diz. A presidente defende
que as escolas ofereçam reforço escolar e busquem novos métodos para que os estudantes que tiveram alguma
dificuldade possam aprender. “Não adianta ver a mesma proposta [de ensino] a qual ele já não reagiu bem”.
“Quando olhamos os estados com melhores resultados, vemos que têm duas características muito comuns: boas
políticas de reforço, [...] corrigem as diferenças de aprendizagem no ano corrente; e a ampliação das escolas em
tempo integral”, complementa a presidente-executiva do movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz.
Publicado em 02/09/2018 por Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil Brasília - Adaptado http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2018-09/mec-divulga-nesta-segunda-indice-de-qualidade-do-ensino-basico
“A reprovação, no entanto, ainda é um desafio.”
Assinale a alternativa que apresenta um conectivo adversativo como o destacado na frase acima.
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MEC divulga índice de qualidade do ensino básico.
Nesta segunda-feira (03/09/18), o Ministério da Educação (MEC) vai divulgar como está a qualidade do ensino
brasileiro. Trata-se do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), calculado para o país, estados,
municípios e escolas. Cada ente federado e unidade escolar tem uma meta para ser alcançada. O índice é
divulgado a cada dois anos. A última divulgação foi referente ao ano de 2015. Agora, serão anunciados os dados
de 2017.
O Ideb é composto pela taxa de rendimento escolar (aprovação) e as médias de desempenho nos exames
aplicados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Nos anos iniciais do ensino fundamental, do 1º ao 5º ano, a meta é cumprida desde 2005, quando o índice
começou a ser calculado. Para 2015, a meta estipulada era de índice 5,2 e a etapa alcançou 5,5. Nos anos finais
do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, a meta foi descumprida pela primeira vez em 2013. Em 2015, o índice
esperado de 4,7 também não foi alcançado. A etapa registrou 4,5.
No ensino médio, a meta não é alcançada desde 2013, e está estagnada em 3,7 desde 2011. O indicador
estabelecido para 2015 era de 4,3.
Para especialistas, os resultados de 2017 devem seguir a mesma tendência dos anos anteriores. “Se a gente
considerar os resultados das avaliações anteriores, acho que infelizmente a gente está em um processo bem
semelhante ao que a gente tinha demonstrado em 2013 e 2015. [...] Isso é um pouco reflexo de não termos
políticas estruturantes nessas etapas”, diz o diretor de Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional
(Iede), Ernesto Martins Faria.
Português e matemática
Na última semana, o MEC divulgou os resultados do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb),
um dos componentes do Ideb. Trata-se dos resultados de avaliações de língua portuguesa e matemática
aplicadas a estudantes tanto do ensino fundamental quanto do ensino médio. [...]
O Saeb de 2017 mostrou que ao final do ensino médio, quando deixam a escola, sete a cada dez estudantes
não aprendem nem mesmo o considerado básico em português. A mesma porcentagem se repete em
matemática. O ensino médio concentra os piores resultados. A etapa mostra estagnação desde 2009. As
avaliações revelaram, no entanto, alguns avanços no início do ensino fundamental.
Diante dos resultados já observados, o MEC defendeu a aplicação do chamado novo ensino médio, aprovado
no início de 2017, que estabelece uma formação mais flexível para os estudantes que poderão escolher
itinerários formativos com ênfases em matemática, linguagens, ciências da natureza, ciências humanas e ensino
técnico. “O ensino médio está absolutamente falido, no fundo do poço”, citou o ministro da Educação, Rossieli
Soares, na divulgação do Saeb.
Na época que foi enviada ao Congresso Nacional, a reforma do ensino médio foi criticada por ter sido instituída
por meio de medida provisória e foi um dos motivos de uma série de ocupações de escolas e universidades em
2016.
“Se no modelo [atual de ensino médio], que não é tão flexível, não se consegue garantir uma base de português
e matemática, como se consegue garantir isso em um modelo flexível? Acho que tem um desafio”, diz Faria. [...].
Repetências
Outro componente do Ideb é o fluxo escolar, ou seja, quantos alunos são aprovados de um ano para o outro. De
acordo com os dados de 2015, no total, no Brasil, tanto no ensino fundamental, como no médio, mais de 80%
dos estudantes foram aprovados na série que cursavam. A reprovação, no entanto, ainda é um desafio.
De acordo com a presidente do Inep, Mª Inês Fini, fazer com que os alunos repitam de ano não agrega
aprendizagem.
“A reação é dramática. Esse aluno que fica retido, se não for socorrido com proposta de recuperação forte, vai
arrastar a aprendizagem. Não estamos dizendo que precisa passar de ano os alunos que não sabem, estamos
dizendo que os estudantes podem e devem ter direito de aprender na idade certa”, diz. A presidente defende
que as escolas ofereçam reforço escolar e busquem novos métodos para que os estudantes que tiveram alguma
dificuldade possam aprender. “Não adianta ver a mesma proposta [de ensino] a qual ele já não reagiu bem”.
“Quando olhamos os estados com melhores resultados, vemos que têm duas características muito comuns: boas
políticas de reforço, [...] corrigem as diferenças de aprendizagem no ano corrente; e a ampliação das escolas em
tempo integral”, complementa a presidente-executiva do movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz.
Publicado em 02/09/2018 por Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil Brasília - Adaptado http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2018-09/mec-divulga-nesta-segunda-indice-de-qualidade-do-ensino-basico
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MEC divulga índice de qualidade do ensino básico.
Nesta segunda-feira (03/09/18), o Ministério da Educação (MEC) vai divulgar como está a qualidade do ensino
brasileiro. Trata-se do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), calculado para o país, estados,
municípios e escolas. Cada ente federado e unidade escolar tem uma meta para ser alcançada. O índice é
divulgado a cada dois anos. A última divulgação foi referente ao ano de 2015. Agora, serão anunciados os dados
de 2017.
O Ideb é composto pela taxa de rendimento escolar (aprovação) e as médias de desempenho nos exames
aplicados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Nos anos iniciais do ensino fundamental, do 1º ao 5º ano, a meta é cumprida desde 2005, quando o índice
começou a ser calculado. Para 2015, a meta estipulada era de índice 5,2 e a etapa alcançou 5,5. Nos anos finais
do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, a meta foi descumprida pela primeira vez em 2013. Em 2015, o índice
esperado de 4,7 também não foi alcançado. A etapa registrou 4,5.
No ensino médio, a meta não é alcançada desde 2013, e está estagnada em 3,7 desde 2011. O indicador
estabelecido para 2015 era de 4,3.
Para especialistas, os resultados de 2017 devem seguir a mesma tendência dos anos anteriores. “Se a gente
considerar os resultados das avaliações anteriores, acho que infelizmente a gente está em um processo bem
semelhante ao que a gente tinha demonstrado em 2013 e 2015. [...] Isso é um pouco reflexo de não termos
políticas estruturantes nessas etapas”, diz o diretor de Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional
(Iede), Ernesto Martins Faria.
Português e matemática
Na última semana, o MEC divulgou os resultados do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb),
um dos componentes do Ideb. Trata-se dos resultados de avaliações de língua portuguesa e matemática
aplicadas a estudantes tanto do ensino fundamental quanto do ensino médio. [...]
O Saeb de 2017 mostrou que ao final do ensino médio, quando deixam a escola, sete a cada dez estudantes
não aprendem nem mesmo o considerado básico em português. A mesma porcentagem se repete em
matemática. O ensino médio concentra os piores resultados. A etapa mostra estagnação desde 2009. As
avaliações revelaram, no entanto, alguns avanços no início do ensino fundamental.
Diante dos resultados já observados, o MEC defendeu a aplicação do chamado novo ensino médio, aprovado
no início de 2017, que estabelece uma formação mais flexível para os estudantes que poderão escolher
itinerários formativos com ênfases em matemática, linguagens, ciências da natureza, ciências humanas e ensino
técnico. “O ensino médio está absolutamente falido, no fundo do poço”, citou o ministro da Educação, Rossieli
Soares, na divulgação do Saeb.
Na época que foi enviada ao Congresso Nacional, a reforma do ensino médio foi criticada por ter sido instituída
por meio de medida provisória e foi um dos motivos de uma série de ocupações de escolas e universidades em
2016.
“Se no modelo [atual de ensino médio], que não é tão flexível, não se consegue garantir uma base de português
e matemática, como se consegue garantir isso em um modelo flexível? Acho que tem um desafio”, diz Faria. [...].
Repetências
Outro componente do Ideb é o fluxo escolar, ou seja, quantos alunos são aprovados de um ano para o outro. De
acordo com os dados de 2015, no total, no Brasil, tanto no ensino fundamental, como no médio, mais de 80%
dos estudantes foram aprovados na série que cursavam. A reprovação, no entanto, ainda é um desafio.
De acordo com a presidente do Inep, Mª Inês Fini, fazer com que os alunos repitam de ano não agrega
aprendizagem.
“A reação é dramática. Esse aluno que fica retido, se não for socorrido com proposta de recuperação forte, vai
arrastar a aprendizagem. Não estamos dizendo que precisa passar de ano os alunos que não sabem, estamos
dizendo que os estudantes podem e devem ter direito de aprender na idade certa”, diz. A presidente defende
que as escolas ofereçam reforço escolar e busquem novos métodos para que os estudantes que tiveram alguma
dificuldade possam aprender. “Não adianta ver a mesma proposta [de ensino] a qual ele já não reagiu bem”.
“Quando olhamos os estados com melhores resultados, vemos que têm duas características muito comuns: boas
políticas de reforço, [...] corrigem as diferenças de aprendizagem no ano corrente; e a ampliação das escolas em
tempo integral”, complementa a presidente-executiva do movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz.
Publicado em 02/09/2018 por Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil Brasília - Adaptado http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2018-09/mec-divulga-nesta-segunda-indice-de-qualidade-do-ensino-basico
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“(...) diz o diretor de Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), Ernesto
Faria.”
Marque a opção que apresenta o processo de formação da palavra destacada nessa frase.
Marque a opção que apresenta o processo de formação da palavra destacada nessa frase.
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- OrtografiaFormação e Estrutura das Palavras
- FonologiaAgrupamento FonológicoDivisão Silábica
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- Interpretação de Textos
Leia o seguinte texto:
O idioma, vivo ou morto?
O grande problema da língua pátria é que ela é viva e se renova a cada dia. Problema não para a própria língua, mas para os puristas, aqueles que fiscalizam o uso e o desuso do idioma. Quando Chico Buarque de Hollanda criou na letra de "Pedro Pedreiro" o neologismo "penseiro", teve gente que chiou. Afinal, que palavra é essa? Não demorou muito, o Aurélio definiu a nova palavra no seu dicionário. Isso mostra o vigor da língua portuguesa. Nas próximas edições dos melhores dicionários, não duvidem: provavelmente virá pelo menos uma definição para a expressão "segura o tcham". Enfim, as gírias e expressões populares, por mais erradas ou absurdas que possam parecer, ajudam a manter a atualidade dos idiomas que se prezam. O papel de renovar e atualizar a língua cabe muito mais aos poetas e ao povo do que propriamente aos gramáticos e dicionaristas de plantão. Nesse sentido, é no mínimo um absurdo ficar patrulhando os criadores. Claro que os erros devem ser denunciados. Mas há uma diferença entre o "erro" propriamente dito e a renovação. O poeta é, portanto, aquele que provoca as grandes mudanças na língua. Pena que o Brasil seja um país de analfabetos. E deve-se entender como tal não apenas aqueles 60 milhões de "desletrados" que o censo identifica, mas também aqueles que, mesmo sabendo o abecedário, raramente fazem uso desse conhecimento. Por isso, é comum ver nas placas a expressão "vende-se à praso", em vez de "vende-se a prazo"; ou "meio-dia e meio", em vez de − como é mesmo? O português de Portugal nunca será como o nosso. No Brasil, o idioma foi enriquecido por expressões de origem indígena e pelas contribuições dos negros, europeus e orientais que para cá vieram. Mesmo que documentalmente se utilize a mesma língua, no dia a dia o idioma falado aqui nunca será completamente igual ao que se fala em Angola ou Macau, por exemplo. Voltando à questão inicial, não é só o cidadão comum que atenta contra a língua pátria. Os intelectuais também o fazem, por querer ou por mera ignorância. E também nós outros, jornalistas, afinal, herrar é umano, ops, errare humanum est. Ou será oeste?
Sobre o texto, analise as afirmativas abaixo:
I - Há linguagem figurada em “Nesse sentido, é no mínimo um absurdo ficar patrulhando os criadores”.
II - A divisão silábica da palavra absurda é a-bsur-da.
III - Em: “O poeta é, portanto, aquele que provoca as grandes mudanças na língua”, a conjunção destacada estabelece ideia de conclusão.
IV - A palavra desuso é formada por derivação prefixal e seu prefixo é de origem latina.
Estão corretas:
O idioma, vivo ou morto?
O grande problema da língua pátria é que ela é viva e se renova a cada dia. Problema não para a própria língua, mas para os puristas, aqueles que fiscalizam o uso e o desuso do idioma. Quando Chico Buarque de Hollanda criou na letra de "Pedro Pedreiro" o neologismo "penseiro", teve gente que chiou. Afinal, que palavra é essa? Não demorou muito, o Aurélio definiu a nova palavra no seu dicionário. Isso mostra o vigor da língua portuguesa. Nas próximas edições dos melhores dicionários, não duvidem: provavelmente virá pelo menos uma definição para a expressão "segura o tcham". Enfim, as gírias e expressões populares, por mais erradas ou absurdas que possam parecer, ajudam a manter a atualidade dos idiomas que se prezam. O papel de renovar e atualizar a língua cabe muito mais aos poetas e ao povo do que propriamente aos gramáticos e dicionaristas de plantão. Nesse sentido, é no mínimo um absurdo ficar patrulhando os criadores. Claro que os erros devem ser denunciados. Mas há uma diferença entre o "erro" propriamente dito e a renovação. O poeta é, portanto, aquele que provoca as grandes mudanças na língua. Pena que o Brasil seja um país de analfabetos. E deve-se entender como tal não apenas aqueles 60 milhões de "desletrados" que o censo identifica, mas também aqueles que, mesmo sabendo o abecedário, raramente fazem uso desse conhecimento. Por isso, é comum ver nas placas a expressão "vende-se à praso", em vez de "vende-se a prazo"; ou "meio-dia e meio", em vez de − como é mesmo? O português de Portugal nunca será como o nosso. No Brasil, o idioma foi enriquecido por expressões de origem indígena e pelas contribuições dos negros, europeus e orientais que para cá vieram. Mesmo que documentalmente se utilize a mesma língua, no dia a dia o idioma falado aqui nunca será completamente igual ao que se fala em Angola ou Macau, por exemplo. Voltando à questão inicial, não é só o cidadão comum que atenta contra a língua pátria. Os intelectuais também o fazem, por querer ou por mera ignorância. E também nós outros, jornalistas, afinal, herrar é umano, ops, errare humanum est. Ou será oeste?
Sobre o texto, analise as afirmativas abaixo:
I - Há linguagem figurada em “Nesse sentido, é no mínimo um absurdo ficar patrulhando os criadores”.
II - A divisão silábica da palavra absurda é a-bsur-da.
III - Em: “O poeta é, portanto, aquele que provoca as grandes mudanças na língua”, a conjunção destacada estabelece ideia de conclusão.
IV - A palavra desuso é formada por derivação prefixal e seu prefixo é de origem latina.
Estão corretas:
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Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente.
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As dificuldades de aprendizagem na escola podem ser consideradas uma das causas que podem
conduzir o aluno ao fracasso escolar. Observando o cotidiano escolar, qual das alternativas abaixo pode
ser considerada irrelevante associada à dificuldade de aprendizagem?
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