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Foram encontradas 520 questões.

3890242 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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João, em sua casa, transferiu um arquivo com a extensão “.docx” denominado “currículo.docx” para um pen drive. Em seguida, ele foi até uma papelaria que oferece computadores para os clientes utilizarem na produção de trabalhos acadêmicos e impressões, com a possibilidade de conectar pen drives. Ao chegar, João conectou o pen drive ao computador, mas percebeu que o Sistema Operacional Windows 11, versão 23H2 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil) não notificou o reconhecimento do dispositivo, impossibilitando, dessa forma, o acesso ao arquivo “currículo.docx”. Além disso, ele notou que a área de trabalho do computador estava limpa, sem ícones de programas instalados. O colaborador da papelaria sugeriu a combinação de teclas “Windows + E”. Sendo assim, ao acessar a pasta “Este computador”, João poderia verificar se o pen drive havia sido reconhecido e acessar o seu arquivo para impressão. Ao utilizar a combinação de teclas “Windows + E”, qual será a ação do Windows 11?
 

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3890241 Ano: 2025
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Um processador é o núcleo vital de todas as operações de um computador. Simplificando, é a mente mestra que impulsiona todas as funcionalidades. Se já se questionou como seu computador consegue executar diversas tarefas, a resposta é o processador. Ele processa e executa instruções de software, viabilizando uma ampla gama de atividades, desde abrir navegadores até rodar aplicativos complexos.

(Disponível em: https://www.dell.com/pt-br/. Acesso em: maio de 2025. Adaptado.)

Sobre os processadores, trata-se de um fabricante conhecido mundialmente e que, ainda, produz processadores usados em notebooks, computadores e servidores:
 

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3890240 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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A Secretaria de Cultura está construindo um novo teatro municipal, cujo telhado terá o formato de uma semiesfera. Sabendo que o raio dessa semiesfera é de 6 metros, qual será o volume interno do telhado, em metros cúbicos?
(Considere π = 3.)
 

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3890239 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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A Secretaria de Educação está organizando a montagem de kits escolares para os alunos da rede municipal. Sabe-se que 5 servidores conseguem montar 900 kits em 4 dias, trabalhando 6 horas por dia. Dessa forma, para montar 2.700 kits em 6 dias, trabalhando 5 horas por dia, quantos servidores igualmente eficientes serão necessários?
 

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3890238 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Em um setor da prefeitura municipal há 8 servidores: 3 engenheiros, 2 arquitetos e 3 administradores. Uma comissão com 2 desses servidores será formada aleatoriamente para representar o setor em uma reunião regional. De acordo com essas informações, a probabilidade de a comissão ter pelo menos um engenheiro em sua composição está compreendida entre:
 

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3890237 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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A prefeitura do município X está planejando uma licitação de obras para a pavimentação das ruas da cidade. O projeto básico prevê que o custo total da pavimentação, em milhares de reais, obedece à seguinte equação, em que x representa a quantidade de quilômetros pavimentados e C é o custo total:

C(x) = x² – 20x + 100.


De acordo com essa equação, o custo total das obras é minimizado para quantos quilômetros pavimentados?
 

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3890236 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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A prefeitura do município X planeja distribuir o total de R$ 86.400,00 em oito parcelas para o custeio de um programa social, de modo que as prestações formam uma progressão aritmética. Considerando que a sexta parcela será de R$ 13.500,00, qual será o valor da primeira parcela?
 

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3890235 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Banhos de mar
   Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.
   Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?
   De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum.
   Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.
   O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.
   Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.
   O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.
   Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.
   Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.
   A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?
   Nunca mais. Nunca.
(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Editora Nova Fronteira: Rio de Janeiro, 1984.)
Sobre a principal temática desenvolvida no texto, é possível inferir que:
 

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3890234 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Banhos de mar
   Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.
   Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?
   De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum.
   Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.
   O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.
   Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.
   O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.
   Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.
   Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.
   A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?
   Nunca mais. Nunca.
(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Editora Nova Fronteira: Rio de Janeiro, 1984.)
Embora apresente uma linguagem predominantemente formal, o texto “Banhos de mar”, de Clarice Lispector, revela uma linguagem espontânea e coloquial em:
 

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3890233 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Banhos de mar
   Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.
   Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?
   De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum.
   Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.
   O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.
   Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.
   O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.
   Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.
   Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.
   A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?
   Nunca mais. Nunca.
(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Editora Nova Fronteira: Rio de Janeiro, 1984.)
Considerando que os verbos destacados nas transcrições textuais se encontram no modo indicativo, assinale a associação INCORRETA.
 

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