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De acordo com o Código de Posturas da Cidade de Varjão, é de responsabilidade da fiscalização municipal, cumprir e fazer cumprir as prescrições nele estabelecidas. Neste sentido, é correto o que se afirma na afirmativa:
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Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: Itame
Orgão: Pref. Varjão-GO
As taxas de licença do município, têm como fato gerador:
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"é um programa básico de edição de texto, mais comumente usado para exibir ou editar arquivos de texto. Normalmente identificado pela extensão .txt." Fonte: Auto ajuda e suporte do Windows 7. O texto acima refere-se ao:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Itame
Orgão: Pref. Varjão-GO
“(...) houve a instalação, pelo governador D. Marcos de Noronha, da primeira Casa de Fundição em Vila Boa, no ano de 1752. Em 1754, ao norte da Capitania, em São Félix, foi instalada uma segunda Casa de Fundição, transferida para Cavalcante, em 1796, e, extinta, em 1807”. A instalação das Casas de Fundição em território goiano e o sistema de cobrança realizado por elas tinham o objetivo de
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Do coração partido
Sentada junto à sacada para que com a luz lhe chegasse a vida da rua, a jovem costurava o longo traje de seda cor de jade que alguma dama iria vestir.
Essa seda agora muda – pensava a costureira enquanto a agulha que retinha nos dedos ia e vinha – haveria de farfalhar sobre mármores, ondeando a cada passo da dama, exibindo e ocultando nos poços das pregas seu suave verde. O traje luziria nobre como uma joia. E dos pontos, dos pontos todos, pequenos e incontáveis que ela, aplicada, tecia dia após dia, ninguém saberia.
Assim ia pensando a moça, quando uma gota de sangue caiu sobre o tecido.
De onde vinha esse sangue? Perguntou-se em assombro, afastando a seda e olhando as próprias mãos limpas. Levantou o olhar. De um vaso na sacada, uma roseira subia pela parede oferecendo, ao alto, uma única rosa flamejante.
– Foi ela – sussurrou o besouro que parecia dormir sobre uma folha. – Foi do seu coração partido. Esfregou a cabeça com as patinhas. – Sensível demais, essa rosa – acrescentou, não sem um toque de censura. – Um mancebo acabou de passar lá embaixo, nem olhou para ela. E bastou esse nada, essa quase presença, para ela sofrer de amor.
Por um instante esquecida do traje, a moça debruçou-se na sacada. Lá ia o mancebo afastando-se num esvoejar da capa em meio às gentes e cavalos. – Senhor! Senhor! – gritou ela, mas nem tão alto, que não lhe ficaria bem. E agitava o braço.
O mancebo não chegou a ouvir. Afinal, não era o seu nome que chamavam. Mas voltou-se assim mesmo, voltou-se porque sentiu que devia voltar-se ou porque alguém ao seu lado virou a cabeça de súbito como se não pudesse perder algo que estava acontecendo. E voltando-se viu, debruçada no alto de uma sacada, uma jovem que agitava o braço, uma jovem envolta em sol, cuja trança pendia tentadora como uma escada. E aquela jovem, sim, aquela jovem o chamava.
Retornar sobre os próprios passos, atravessar um portão, subir degraus, que tão rápido isso pode acontecer quando se tem pressa. E eis que o mancebo estava de pé junto à sacada, junto à moça. Ela não teve nem tempo de dizer por que o havia chamado, que já o mancebo extraía seu punhal e, de um golpe, decepava a rosa para lhe oferecer.
Uma última gota de sangue caiu sobre a seda verde esquecida no chão. Mas a moça costureira, que agora só tinha olhos para o mancebo, nem viu.
A finalidade principal desse texto é:
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Do coração partido
Sentada junto à sacada para que com a luz lhe chegasse a vida da rua, a jovem costurava o longo traje de seda cor de jade que alguma dama iria vestir.
Essa seda agora muda – pensava a costureira enquanto a agulha que retinha nos dedos ia e vinha – haveria de farfalhar sobre mármores, ondeando a cada passo da dama, exibindo e ocultando nos poços das pregas seu suave verde. O traje luziria nobre como uma joia. E dos pontos, dos pontos todos, pequenos e incontáveis que ela, aplicada, tecia dia após dia, ninguém saberia.
Assim ia pensando a moça, quando uma gota de sangue caiu sobre o tecido.
De onde vinha esse sangue? Perguntou-se em assombro, afastando a seda e olhando as próprias mãos limpas. Levantou o olhar. De um vaso na sacada, uma roseira subia pela parede oferecendo, ao alto, uma única rosa flamejante.
– Foi ela – sussurrou o besouro que parecia dormir sobre uma folha. – Foi do seu coração partido. Esfregou a cabeça com as patinhas. – Sensível demais, essa rosa – acrescentou, não sem um toque de censura. – Um mancebo acabou de passar lá embaixo, nem olhou para ela. E bastou esse nada, essa quase presença, para ela sofrer de amor.
Por um instante esquecida do traje, a moça debruçou-se na sacada. Lá ia o mancebo afastando-se num esvoejar da capa em meio às gentes e cavalos. – Senhor! Senhor! – gritou ela, mas nem tão alto, que não lhe ficaria bem. E agitava o braço.
O mancebo não chegou a ouvir. Afinal, não era o seu nome que chamavam. Mas voltou-se assim mesmo, voltou-se porque sentiu que devia voltar-se ou porque alguém ao seu lado virou a cabeça de súbito como se não pudesse perder algo que estava acontecendo. E voltando-se viu, debruçada no alto de uma sacada, uma jovem que agitava o braço, uma jovem envolta em sol, cuja trança pendia tentadora como uma escada. E aquela jovem, sim, aquela jovem o chamava.
Retornar sobre os próprios passos, atravessar um portão, subir degraus, que tão rápido isso pode acontecer quando se tem pressa. E eis que o mancebo estava de pé junto à sacada, junto à moça. Ela não teve nem tempo de dizer por que o havia chamado, que já o mancebo extraía seu punhal e, de um golpe, decepava a rosa para lhe oferecer.
Uma última gota de sangue caiu sobre a seda verde esquecida no chão. Mas a moça costureira, que agora só tinha olhos para o mancebo, nem viu.
Em: “E voltando-se viu, debruçada no alto de uma sacada, uma jovem que agitava o braço, uma jovem envolta em sol, cuja trança pendia tentadora como uma escada.” A expressão sublinhada apresenta predominantemente, qual figura de linguagem?
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Do coração partido
Sentada junto à sacada para que com a luz lhe chegasse a vida da rua, a jovem costurava o longo traje de seda cor de jade que alguma dama iria vestir.
Essa seda agora muda – pensava a costureira enquanto a agulha que retinha nos dedos ia e vinha – haveria de farfalhar sobre mármores, ondeando a cada passo da dama, exibindo e ocultando nos poços das pregas seu suave verde. O traje luziria nobre como uma joia. E dos pontos, dos pontos todos, pequenos e incontáveis que ela, aplicada, tecia dia após dia, ninguém saberia.
Assim ia pensando a moça, quando uma gota de sangue caiu sobre o tecido.
De onde vinha esse sangue? Perguntou-se em assombro, afastando a seda e olhando as próprias mãos limpas. Levantou o olhar. De um vaso na sacada, uma roseira subia pela parede oferecendo, ao alto, uma única rosa flamejante.
– Foi ela – sussurrou o besouro que parecia dormir sobre uma folha. – Foi do seu coração partido. Esfregou a cabeça com as patinhas. – Sensível demais, essa rosa – acrescentou, não sem um toque de censura. – Um mancebo acabou de passar lá embaixo, nem olhou para ela. E bastou esse nada, essa quase presença, para ela sofrer de amor.
Por um instante esquecida do traje, a moça debruçou-se na sacada. Lá ia o mancebo afastando-se num esvoejar da capa em meio às gentes e cavalos. – Senhor! Senhor! – gritou ela, mas nem tão alto, que não lhe ficaria bem. E agitava o braço.
O mancebo não chegou a ouvir. Afinal, não era o seu nome que chamavam. Mas voltou-se assim mesmo, voltou-se porque sentiu que devia voltar-se ou porque alguém ao seu lado virou a cabeça de súbito como se não pudesse perder algo que estava acontecendo. E voltando-se viu, debruçada no alto de uma sacada, uma jovem que agitava o braço, uma jovem envolta em sol, cuja trança pendia tentadora como uma escada. E aquela jovem, sim, aquela jovem o chamava.
Retornar sobre os próprios passos, atravessar um portão, subir degraus, que tão rápido isso pode acontecer quando se tem pressa. E eis que o mancebo estava de pé junto à sacada, junto à moça. Ela não teve nem tempo de dizer por que o havia chamado, que já o mancebo extraía seu punhal e, de um golpe, decepava a rosa para lhe oferecer.
Uma última gota de sangue caiu sobre a seda verde esquecida no chão. Mas a moça costureira, que agora só tinha olhos para o mancebo, nem viu.
As palavras: “após – incontáveis – mármores – pé,” são acentuadas, porque são, respectivamente,
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Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: Itame
Orgão: Pref. Varjão-GO
O imposto, de competência dos municípios, sobre a propriedade predial e territorial urbana tem como fato gerador:
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Marcel o é professor e encontrou em uma loja, a seguinte promoção:

Ele pretende presentear seus 122 alunos com um bombom.Aproveitando ao máximo a promoção, sem que haja sobra de bombons, Marcelo deve:
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De acordo com o artigo 86 do Código de Posturas Municipal. Na intimação além do nome, endereço e qualificação, devem constar os dispositivos a cumprir e o prazo para seu cumprimento ou defesa, não podendo exceder o prazo de:
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