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Vinheta Clínica: Murtha, a Morta
Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos,
reconhecida por sua competência e dedicação no
trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e
religiosamente, apresentou mudanças
comportamentais notáveis nas últimas semanas.
Distanciou-se das atividades na igreja e
interações sociais, além de negligenciar sua
aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu
histórico.
A situação tornou-se alarmante quando Murtha
começou a comunicar-se de maneira
desorganizada e confusa, com discursos
fragmentados que dificultavam a compreensão
de seus pensamentos. Esse comportamento levou
ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção
Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação
psiquiátrica detalhada foi realizada.
Durante a entrevista, Murtha expressou crenças
delirantes, insistindo que estava morta. Ela
relatou uma perda completa do prazer em
atividades anteriormente gratificantes, afirmando
que seus órgãos haviam parado de funcionar,
negando a sensação de fome ou sede e
descrevendo sua pele como fria e acinzentada.
Além disso, Murtha comparou seu estado de
sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma
desconexão severa com a realidade e uma apatia
profunda.
Murtha também demonstrou desorganização no
pensamento, com dificuldades significativas de
concentração e lapsos de memória frequentes.
Apresentou alucinações visuais esporádicas,
descrevendo ver figuras sombrias que
interpretava como "visitantes do além". A
paciente expressou sentimentos persistentes de
culpa e de ser um fardo para os outros,
frequentemente questionando o valor de sua
existência.
Não há histórico familiar conhecido de
transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia
manifestado sintomas semelhantes
anteriormente. Sua rápida deterioração
emocional e cognitiva, sem antecedentes de
traumas recentes ou alterações significativas em
sua vida, sugere um quadro complexo que pode
envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de
considerações psiquiátricas.
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Vinheta Clínica: Murtha, a Morta
Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos,
reconhecida por sua competência e dedicação no
trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e
religiosamente, apresentou mudanças
comportamentais notáveis nas últimas semanas.
Distanciou-se das atividades na igreja e
interações sociais, além de negligenciar sua
aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu
histórico.
A situação tornou-se alarmante quando Murtha
começou a comunicar-se de maneira
desorganizada e confusa, com discursos
fragmentados que dificultavam a compreensão
de seus pensamentos. Esse comportamento levou
ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção
Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação
psiquiátrica detalhada foi realizada.
Durante a entrevista, Murtha expressou crenças
delirantes, insistindo que estava morta. Ela
relatou uma perda completa do prazer em
atividades anteriormente gratificantes, afirmando
que seus órgãos haviam parado de funcionar,
negando a sensação de fome ou sede e
descrevendo sua pele como fria e acinzentada.
Além disso, Murtha comparou seu estado de
sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma
desconexão severa com a realidade e uma apatia
profunda.
Murtha também demonstrou desorganização no
pensamento, com dificuldades significativas de
concentração e lapsos de memória frequentes.
Apresentou alucinações visuais esporádicas,
descrevendo ver figuras sombrias que
interpretava como "visitantes do além". A
paciente expressou sentimentos persistentes de
culpa e de ser um fardo para os outros,
frequentemente questionando o valor de sua
existência.
Não há histórico familiar conhecido de
transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia
manifestado sintomas semelhantes
anteriormente. Sua rápida deterioração
emocional e cognitiva, sem antecedentes de
traumas recentes ou alterações significativas em
sua vida, sugere um quadro complexo que pode
envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de
considerações psiquiátricas.
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Vinheta Clínica: Murtha, a Morta
Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos,
reconhecida por sua competência e dedicação no
trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e
religiosamente, apresentou mudanças
comportamentais notáveis nas últimas semanas.
Distanciou-se das atividades na igreja e
interações sociais, além de negligenciar sua
aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu
histórico.
A situação tornou-se alarmante quando Murtha
começou a comunicar-se de maneira
desorganizada e confusa, com discursos
fragmentados que dificultavam a compreensão
de seus pensamentos. Esse comportamento levou
ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção
Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação
psiquiátrica detalhada foi realizada.
Durante a entrevista, Murtha expressou crenças
delirantes, insistindo que estava morta. Ela
relatou uma perda completa do prazer em
atividades anteriormente gratificantes, afirmando
que seus órgãos haviam parado de funcionar,
negando a sensação de fome ou sede e
descrevendo sua pele como fria e acinzentada.
Além disso, Murtha comparou seu estado de
sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma
desconexão severa com a realidade e uma apatia
profunda.
Murtha também demonstrou desorganização no
pensamento, com dificuldades significativas de
concentração e lapsos de memória frequentes.
Apresentou alucinações visuais esporádicas,
descrevendo ver figuras sombrias que
interpretava como "visitantes do além". A
paciente expressou sentimentos persistentes de
culpa e de ser um fardo para os outros,
frequentemente questionando o valor de sua
existência.
Não há histórico familiar conhecido de
transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia
manifestado sintomas semelhantes
anteriormente. Sua rápida deterioração
emocional e cognitiva, sem antecedentes de
traumas recentes ou alterações significativas em
sua vida, sugere um quadro complexo que pode
envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de
considerações psiquiátricas.
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Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos,
reconhecida por sua competência e dedicação no
trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e
religiosamente, apresentou mudanças
comportamentais notáveis nas últimas semanas.
Distanciou-se das atividades na igreja e
interações sociais, além de negligenciar sua
aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu
histórico.
A situação tornou-se alarmante quando Murtha
começou a comunicar-se de maneira
desorganizada e confusa, com discursos
fragmentados que dificultavam a compreensão
de seus pensamentos. Esse comportamento levou
ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção
Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação
psiquiátrica detalhada foi realizada.
Durante a entrevista, Murtha expressou crenças
delirantes, insistindo que estava morta. Ela
relatou uma perda completa do prazer em
atividades anteriormente gratificantes, afirmando
que seus órgãos haviam parado de funcionar,
negando a sensação de fome ou sede e
descrevendo sua pele como fria e acinzentada.
Além disso, Murtha comparou seu estado de
sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma
desconexão severa com a realidade e uma apatia
profunda.
Murtha também demonstrou desorganização no
pensamento, com dificuldades significativas de
concentração e lapsos de memória frequentes.
Apresentou alucinações visuais esporádicas,
descrevendo ver figuras sombrias que
interpretava como "visitantes do além". A
paciente expressou sentimentos persistentes de
culpa e de ser um fardo para os outros,
frequentemente questionando o valor de sua
existência.
Não há histórico familiar conhecido de
transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia
manifestado sintomas semelhantes
anteriormente. Sua rápida deterioração
emocional e cognitiva, sem antecedentes de
traumas recentes ou alterações significativas em
sua vida, sugere um quadro complexo que pode
envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de
considerações psiquiátricas.
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Vinheta Clínica: Murtha, a Morta
Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos,
reconhecida por sua competência e dedicação no
trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e
religiosamente, apresentou mudanças
comportamentais notáveis nas últimas semanas.
Distanciou-se das atividades na igreja e
interações sociais, além de negligenciar sua
aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu
histórico.
A situação tornou-se alarmante quando Murtha
começou a comunicar-se de maneira
desorganizada e confusa, com discursos
fragmentados que dificultavam a compreensão
de seus pensamentos. Esse comportamento levou
ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção
Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação
psiquiátrica detalhada foi realizada.
Durante a entrevista, Murtha expressou crenças
delirantes, insistindo que estava morta. Ela
relatou uma perda completa do prazer em
atividades anteriormente gratificantes, afirmando
que seus órgãos haviam parado de funcionar,
negando a sensação de fome ou sede e
descrevendo sua pele como fria e acinzentada.
Além disso, Murtha comparou seu estado de
sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma
desconexão severa com a realidade e uma apatia
profunda.
Murtha também demonstrou desorganização no
pensamento, com dificuldades significativas de
concentração e lapsos de memória frequentes.
Apresentou alucinações visuais esporádicas,
descrevendo ver figuras sombrias que
interpretava como "visitantes do além". A
paciente expressou sentimentos persistentes de
culpa e de ser um fardo para os outros,
frequentemente questionando o valor de sua
existência.
Não há histórico familiar conhecido de
transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia
manifestado sintomas semelhantes
anteriormente. Sua rápida deterioração
emocional e cognitiva, sem antecedentes de
traumas recentes ou alterações significativas em
sua vida, sugere um quadro complexo que pode
envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de
considerações psiquiátricas.
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De acordo com a Lei Federal nº 8.080/1990,
observe os excertos abaixo, e assinale a
alternativa que apresenta a sequência
corretamente, apontando como V (Verdadeiro)
ou F (Falso):
( ) O dever do Estado de garantir a saúde consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais.
( ) A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.
( ) O dever do Estado exclui o das pessoas, da família, das empresas e da sociedade.
( ) O dever do Estado de garantir a saúde consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais.
( ) A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.
( ) O dever do Estado exclui o das pessoas, da família, das empresas e da sociedade.
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À Luz do Decreto Federal nº 7.508/2011, São
Portas de Entrada às ações e aos serviços de
saúde nas Redes de Atenção à Saúde os serviços,
exceto o que se apresenta em:
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A direção do Sistema Único de Saúde (SUS) é
única, de acordo com o inciso I do art. 198 da
Constituição Federal, sendo exercida em cada
esfera de governo pelo seu respectivo órgão, no
âmbito dos Estados e do Distrito Federal será
exercida pela(o):
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3873050
Ano: 2024
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Valinhos-SP
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Valinhos-SP
Provas:
Conforme a Constituição Federal, a Seguridade
Social compreende um conjunto integrado de
ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da
sociedade, destinadas a assegurar os direitos
relativos à:
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De acordo com o Calendário Nacional de
Vacinação, qual é o período recomendado para
administrar a Vacina meningocócica C
(conjugada) - (Meningo C), visando prevenir a
doença causada pelo agente específico
mencionado?
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