Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

2998000 Ano: 2023
Disciplina: Pedagogia
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Valença Piauí-PI
Provas:
O Decreto Federal 5.626/05 é uma regulamentação importante para a educação e acessibilidade de pessoas surdas no Brasil. Esse decreto estabelece diretrizes para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e a Educação Bilíngue de Surdos. De acordo com esse decreto, a formação do professor de Libras deve seguir diretrizes, julgue os itens abaixo:

I. A formação de docentes para o ensino de Libras nas séries finais do ensino fundamental, no ensino médio e na educação superior deve ser realizada em nível superior, em curso de graduação de licenciatura plena em Letras: Libras ou em Letras: Libras/Língua Portuguesa como segunda língua.

II. A formação de docentes para o ensino de Libras na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental deve ser realizada em curso de Pedagogia ou curso normal superior, em que Libras e Língua Portuguesa escrita tenham constituído línguas de instrução, viabilizando a formação bilíngue.

III. Admite-se como formação mínima de docentes para o ensino de Libras na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, a formação ofertada em nível médio na modalidade normal, que viabilizar a formação bilíngue.

IV. As pessoas surdas terão prioridade somente nos cursos de formação para o ensino de Libras na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental.

Assinale a alternativa correta:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2997999 Ano: 2023
Disciplina: Pedagogia
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Valença Piauí-PI
Provas:
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, é um documento que estabelece diretrizes e orientações para garantir que todos os alunos tenham oportunidades iguais de aprendizado e desenvolvimento, independentemente de suas características individuais. Ela está alinhada com os princípios de inclusão e igualdade de oportunidades na educação. Essa política tem como objetivo:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A respeito das competências gerais para a educação básica, de que trata BNCC (2018), é correto afirmar:

I. As dez competências gerais devem ser trabalhadas de forma transversal em todo o conteúdo, desde a educação infantil até o ensino médio.

II. Cabe aos professores usarem as competências gerais apenas como uma indicação pro forma de como deve ser encaminhado o currículo na sala de aula.

III. Competência deve ser entendida como a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores por parte do aluno, para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho.

Assinale:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A Constituição Federal (1988) determina, em seu art. 211, §2º, que os Sistemas Municipais de Educação atuem prioritariamente:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Burrice natural, inteligência artificial


1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times.


2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida!


3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT.


4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda.


5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira.


6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais?


7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando?


Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

“Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir” (6º parágrafo), pode-se afirmar que, sintaticamente, a concordância:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Burrice natural, inteligência artificial


1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times.


2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida!


3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT.


4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda.


5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira.


6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais?


7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando?


Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

No trecho “Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios...” (6º parágrafo), o elemento textual em destaque possui natureza de coesão:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Burrice natural, inteligência artificial


1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times.


2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida!


3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT.


4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda.


5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira.


6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais?


7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando?


Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

No trecho “Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países.” (7º parágrafo), a ocorrência do acento gráfico no termo destacado ocorre pelo mesmo motivo que em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Burrice natural, inteligência artificial


1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times.


2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida!


3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT.


4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda.


5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira.


6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais?


7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando?


Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

Em "(...) continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida!" (2º parágrafo), percebe-se, sobre os termos destacados que o autor:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Burrice natural, inteligência artificial


1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times.


2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida!


3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT.


4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda.


5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira.


6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais?


7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando?


Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

Na passagem "Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias (...)” (6º parágrafo), a ocorrência da crase foi realizada corretamente da mesma forma que em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Burrice natural, inteligência artificial


1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times.


2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida!


3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT.


4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda.


5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira.


6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais?


7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando?


Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

Em “(...) a máquina disse que o amava.” (5º parágrafo), sobre a oração em destaque a sua correta classificação é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas