Magna Concursos

Foram encontradas 26 questões.

748123 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
Provas:
Para Freud, é a parte que resulta da interação do Id com o meio social. É a parte racional da personalidade que procura manter o controle sobre o Id:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
729451 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
Provas:
Medo e preconceito
Lya Luft
O tema é espinhoso. Todos somos por ele atingidos de uma forma ou de outra, como autores ou como objetos dele. O preconceito nasce do medo, sua raiz cultural, psíquica, antropológica está nos tempos mais primitivos – por isso é uma postura primitiva -, em que todo diferente era um provável inimigo. Precisávamos atacar antes que ele nos destruísse. Assim, se de um lado aniquilava, de outro esse medo nos protegia – a perpetuação da espécie era o impulso primeiro.
Hoje, quando de trogloditas passamos a ditos civilizados, o medo se revela no preconceito e continua atacando, mas não para nossa sobrevivência natural; para expressar nossa inferioridade assustada, vestida de arrogância. Que mata sob muitas formas, em guerras frequentes, por questões de raça, crença e outras, e na agressão as pessoas vitimadas pela calúnia, injustiça, isolamento e desonra. Às vezes, por um gesto fatal.
Que medo é esse que nos mostra tão destrutivos? Talvez a ideia de que(A) "ele é diferente, pode me ameaçar", estimulada pela inata maldade do nosso lado de sombra (ele existe, sim).
Nossa agressividade de animais predadores se oculta sob uma camada de civilização, mas está à espreita – e explode num insulto, na perseguição a um adversário que enxovalhamos porque não podemos vencê-lo com honra, ou numa bala nada perdida. Nessa guerra ou guerrilha usamos muitas armas: uma delas, poderosa e sutil, é a palavra.
Paradoxais são as palavras, que podem ser carícias ou punhais. Minha profissão lida com elas, que desde sempre me encantam e me assombram: houve um tempo, recente, em que não podíamos usar a palavra ―negro". Tinha de ser ―afrodescendente", ou cometíamos um crime. Ora, ao mesmo tempo havia uma banda Raça Negra, congressos de Negritude… e afinal descobrimos que, em lugar de evitar a palavra, podíamos honrá-la.
Lembremos que termos usados para agredir também podem ser expressões de afeto. ―Meu nego‖, ―minha neguinha‖, podem chamar uma pessoa amada, ainda que loura. ―Gordo‖, tanto usado para bullying, frequentemente é o apelido carinhoso de um amigo, que assim vai assinar bilhetes a pessoas queridas. Ao mesmo tempo, palavras como ―judeu, turco, alemão‖ carregam, mais do que ignorância, um odioso preconceito.
De momento está em evidência a agressão racial em campos esportivos: "negro", "macaco" e outros termos, usados como chibata para massacrar alguém, revelam nosso lado pior, que em outras circunstâncias gostaríamos de disfarçar – a grosseria, e a nossa própria inferioridade. Nesses casos, como em agressões devidas à orientação sexual, a atitude é crime, e precisamos da lei.
No país da impunidade, necessitamos de punição imediata, severa e radical. Me perdoem os seguidores da ideia de que até na escola devemos eliminar punições, a teoria do "sem limites"(D). Não vale a desculpa habitual de "não foi com má intenção, foi no calor da hora, não deem importância". Temos de nos importar, sim, e de cuidar da nossa turma, grupo, comunidade, equipe ou país(B). Algumas doenças precisam de remédios fortes: preconceito é uma delas.
"Isso não tem jeito mesmo", me dizem também. Acho que tem. É possível conviver de forma honrada com o diferente: minha família, de imigrantes alemães aqui chegados há quase 200 anos, hoje inclui italianos, negros, libaneses, portugueses(C). Não nos ocorreria amar ou respeitar a uns menos do que a outros: somos todos da velha raça humana. Isso ocorre em incontáveis famílias, grupos, povos. Porque são especiais? Não. Simplesmente entenderam que as diferenças podem enriquecer.
Num país que sofre de tamanhas carências em coisas essenciais, não devíamos ter energia e tempo para perseguir o outro, causando-lhe sofrimento e vexame, por suas ideias, pela cor de sua pele, formato dos olhos, deuses que venera ou pessoa que ama.
Nossa energia precisa se devotar a mudanças importantes que o povo reclama. Nestes tempos de perseguição, calúnia, impunidade e desculpas tolas, só o rigor da lei pode nos impedir de recair rapidamente na velha selvageria. Mudar é preciso.
Disponível em: http://veja.abril.com.br
/blog/ricardo-setti/tema-livre/lya-luft-medo-e-preconceito.Acesso em 10 de abril de 2015.
A autora descreve em seu texto que o medo e o preconceito são fatores que não são passivos, pelo contrário, estão sempre em atividade e a sociedade cultiva o determinismo racial com base no preconceito. Dessa forma, culpa uma raça e torna vítima a outra promovendo assim, o ódio racial. Em qual das citações abaixo está expresso, de forma predominante, um fato referente a essa discussão?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
726916 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
Provas:

Leia os textos abaixo para responder a questão.

TEXTO I

[...] nos primeiros anos do século XVIII, calculava-se com razoável grau de possibilidade que, em 1709, havia umas trinta mil pessoas ocupadas com atividades mineradoras, agrícolas e comerciais, em Minas Gerais. [...] Pequenas granjas e fazendas depressa se foram instalando ao longo das estradas, e mais atenção mereceu o plantio de hortaliças, milho, e a criação de rebanhos nas vizinhanças dos principais campos auríferos que se iam, lentamente, transformando em vilas. Muita gente, de fato, considerou mais lucrativo plantar a fim de fornecer alimento aos mineiros, do que se entregar ela própria à mineração, já que os preços permaneciam muito altos. [...]

(BOXER, Charles R. A idade de ouro do Brasil: dores

de crescimento de uma sociedade colonial. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1969, p.71)

TEXTO II

[...] Com a exploração das jazidas auríferas iniciou-se o povoamento e com o passar dos anos iam surgindo as primeiras habitações, definindo-se as ruas. Em 1.748 já estava pronta a primeira capela sob a evocação de São José e Nossa Senhora da Penha, isso demonstra que nesta época já havia um número significante de moradores no arraial. A segunda igreja a ser construída foi a igreja de Nª Sª do Rosário e São Benedito, em 1.776 e no ano de 1.828 deu–se início à terceira igreja, a de Nª Sª da Conceição.

Ao lado da exploração do ouro houve a formação de sítios e fazendas para a produção de alimentos a fim de atender a população daquelas minas. No final do século XVIII já havia no Arraial do Córrego do Jaraguá, engenhos que produziam aguardentes para a comercialização. Nesta época, o Arraial possuiu um considerado crescimento agrícola. [...]

Disponível em < http://www.camaradejaragua.

go.gov.br/index.php/historia-de-jaragua> acesso em 14 de Abr de 2015.

A partir da interpretação do texto podemos concluir que, tanto nas regiões periféricas e em estradas próximas às regiões mineradoras em Minas Gerais, quanto na região em que se desenvolveu Jaraguá,

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
726385 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
Provas:
Oração do Milho
Cora Coralina
Senhor, nada valho.
Sou a planta humilde dos quintais pequenos e das lavouras pobres.
Meu grão, perdido por acaso,
Nasce e cresce na terra descuidada.
Ponho folhas e haste e se me ajudardes, Senhor, mesmo planta
De acaso, solitária,
Dou espigas e devolvo em muitos grãos
O grão perdido inicial, salvo por milagre, que a terra fecundou.
Sou a planta primária da lavoura.
Não me pertence a hierarquia tradicional do trigo
E de mim não se faz o pão alvo universal.
O Justo não me consagrou Pão de Vida, nem lugar me foi dado nos altares.
Sou apenas o alimento forte e substancial dos que
Trabalham a terra, onde não vinga o trigo nobre.
Sou de origem obscura e de ascendência pobre,
Alimento de rústicos e animais do jugo.
Quando os deuses da Hélade corriam pelos bosques,
Coroados de rosas e de espigas,
Quando os hebreus iam em longas caravanas
Buscar na terra do Egito o trigo dos faraós,
Quando Rute respigava cantando nas searas do Booz
E Jesus abençoava os trigais maduros,
Eu era apenas o bró nativo das tabas ameríndias.
Fui o angu pesado e constante do escravo na exaustão do eito.
Sou a broa grosseira e modesta do pequeno sitiante.
Sou a farinha econômica do proletário.
Sou a polenta do imigrante e amiga dos que começam a vida em terra estranha.
Alimento de porcos e do triste mu de carga.
O que me planta não levanta comércio, nem avantaja dinheiro.
Sou apenas a fartura generosa e despreocupada dos paióis.
Sou o cocho abastecido donde rumina o gado.
Sou o canto festivo dos galos na glória do dia que amanhece.
Sou o cacarejo alegre das poedeiras à volta dos seus ninhos.
Sou a pobreza vegetal agradecida a Vós, Senhor,
Que me fizestes necessário e humilde.
Sou o milho.
Disponível em http://www.cnpms.embrapa.br/grao/7_edicao/grao_em_grao_materia_03.htm. Acesso em 10 de abril de 2015.
Considere o contexto do poema "Oração do Milho" e aponte a alternativa incorreta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
724521 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
Provas:
Leia o texto abaixo para responder a questão.
“Bendito és Tu, A-do-nai, nosso Deus, Rei do Universo, que não me fez mulher.” Este trecho faz parte da benção matinal judaica, que é recitada todas as manhãs por judeus, enquanto judias terminam a reza substituindo a parte destacada por ―que me fez conforme Sua vontade.”
Texto adaptado. <http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/3976 /machismo+de+israel+rompe+com+a+imagem+de+pais+mais+democratico+do+oriente+medio.shtml> acesso em 15 de ABR de 2015.
A partir da interpretação do texto, podemos concluir que o judaísmo não é isento de práticas religiosas e culturais que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1469687 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
Provas:
Medo e preconceito
Lya Luft
O tema é espinhoso. Todos somos por ele atingidos de uma forma ou de outra, como autores ou como objetos dele. O preconceito nasce do medo, sua raiz cultural, psíquica, antropológica está nos tempos mais primitivos – por isso é uma postura primitiva -, em que todo diferente era um provável inimigo. Precisávamos atacar antes que ele nos destruísse. Assim, se de um lado aniquilava, de outro esse medo nos protegia – a perpetuação da espécie era o impulso primeiro.
Hoje, quando de trogloditas passamos a ditos civilizados, o medo se revela no preconceito e continua atacando, mas não para nossa sobrevivência natural; para expressar nossa inferioridade assustada, vestida de arrogância. Que mata sob muitas formas, em guerras frequentes, por questões de raça, crença e outras, e na agressão as pessoas vitimadas pela calúnia, injustiça, isolamento e desonra. Às vezes, por um gesto fatal.
Que medo é esse que nos mostra tão destrutivos? Talvez a ideia de que "ele é diferente, pode me ameaçar", estimulada pela inata maldade do nosso lado de sombra (ele existe, sim).
Nossa agressividade de animais predadores se oculta sob uma camada de civilização, mas está à espreita – e explode num insulto, na perseguição a um adversário que enxovalhamos porque não podemos vencê-lo com honra, ou numa bala nada perdida. Nessa guerra ou guerrilha usamos muitas armas: uma delas, poderosa e sutil, é a palavra.
Paradoxais são as palavras, que podem ser carícias ou punhais. Minha profissão lida com elas, que desde sempre me encantam e me assombram: houve um tempo, recente, em que não podíamos usar a palavra ―negro". Tinha de ser ―afrodescendente", ou cometíamos um crime. Ora, ao mesmo tempo havia uma banda Raça Negra, congressos de Negritude… e afinal descobrimos que, em lugar de evitar a palavra, podíamos honrá-la.
Lembremos que termos usados para agredir também podem ser expressões de afeto. ―Meu nego‖, ―minha neguinha‖, podem chamar uma pessoa amada, ainda que loura. ―Gordo‖, tanto usado para bullying, frequentemente é o apelido carinhoso de um amigo, que assim vai assinar bilhetes a pessoas queridas. Ao mesmo tempo, palavras como ―judeu, turco, alemão‖ carregam, mais do que ignorância, um odioso preconceito.
De momento está em evidência a agressão racial em campos esportivos: "negro", "macaco" e outros termos, usados como chibata para massacrar alguém, revelam nosso lado pior, que em outras circunstâncias gostaríamos de disfarçar – a grosseria, e a nossa própria inferioridade. Nesses casos, como em agressões devidas à orientação sexual, a atitude é crime, e precisamos da lei.
No país da impunidade, necessitamos de punição imediata, severa e radical. Me perdoem os seguidores da ideia de que até na escola devemos eliminar punições, a teoria do "sem limites". Não vale a desculpa habitual de "não foi com má intenção, foi no calor da hora, não deem importância". Temos de nos importar, sim, e de cuidar da nossa turma, grupo, comunidade, equipe ou país. Algumas doenças precisam de remédios fortes: preconceito é uma delas.
"Isso não tem jeito mesmo", me dizem também. Acho que tem. É possível conviver de forma honrada com o diferente: minha família, de imigrantes alemães aqui chegados há quase 200 anos, hoje inclui italianos, negros, libaneses, portugueses. Não nos ocorreria amar ou respeitar a uns menos do que a outros: somos todos da velha raça humana. Isso ocorre em incontáveis famílias, grupos, povos. Porque são especiais? Não. Simplesmente entenderam que as diferenças podem enriquecer.
Num país que sofre de tamanhas carências em coisas essenciais, não devíamos ter energia e tempo para perseguir o outro, causando-lhe sofrimento e vexame, por suas ideias, pela cor de sua pele, formato dos olhos, deuses que venera ou pessoa que ama.
Nossa energia precisa se devotar a mudanças importantes que o povo reclama. Nestes tempos de perseguição, calúnia, impunidade e desculpas tolas, só o rigor da lei pode nos impedir de recair rapidamente na velha selvageria. Mudar é preciso.
Disponível em: http://veja.abril.com.br
/blog/ricardo-setti/tema-livre/lya-luft-medo-e-preconceito.Acesso em 10 de abril de 2015.
No trecho "Que medo é esse que nos mostra tão destrutivos? Talvez a ideia de que "ele é diferente, pode me ameaçar", estimulada pela inata maldade do nosso lado de sombra (ele existe, sim)." Em qual das alternativas abaixo, há uma palavra que apresenta o mesmo significado do termo destacado?
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas