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Foram encontradas 40 questões.

2831777 Ano: 2023
Disciplina: Geografia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Três Passos-RS
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Sobre a produção de energia no Brasil, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Predomina no país o uso de fontes renováveis para produção de energia elétrica. Estima-se que mais de 80% da produção é oriunda de fontes renováveis.

( ) Em 1938, durante o governo de Getúlio Vargas, foi criada a Petrobrás – empresa que até hoje mantém o monopólio de extração e refino desse recurso.

( ) O carvão mineral é encontrado em vários estados do Brasil. Na maioria das vezes, as jazidas são pequenas ou pouco espessas. Apenas em estados do Nordeste e no Rio Grande do Sul encontramos camadas de carvão que apresentam viabilidade econômica para exploração.

( ) No Brasil, os três setores com maior consumo de eletricidade são o industrial, o residencial e o comercial.

( ) Mais de 60% da energia elétrica brasileira é produzida por centrais hidrelétricas. Dessa maneira, o país está entre os que mais produz e conta, desde os anos 80, com a maior hidrelétrica do mundo, a usina binacional de Itaipu.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2831776 Ano: 2023
Disciplina: Geografia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Três Passos-RS
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O Valor Adicionado Bruto (VAB) é o valor que cada setor da economia acresce ao valor final de tudo que foi produzido em uma região. O mapa apresentado abaixo mostra o VAB da indústria no estado do Rio Grande do Sul:

Enunciado 3076279-1

Acerca do mapa e de seus conhecimentos sobre o assunto, analise as assertivas a seguir:

I. A região com maior concentração de Valor Adicionado Bruto fica entre as regiões metropolitanas de Porto Alegre e da Serra Gaúcha.

II. A região com maior concentração de Valor Adicionado Bruto se destaca nos segmentos metalmecânico, moveleiro e coureiro-calçadista na região da Serra e Vale dos Sinos, fumageiro na região de Santa Cruz do Sul, e petroquímico na Região Metropolitana de Porto Alegre – com destaque para Triunfo e Canoas.

III. Sobre a indústria de transformação, tanto no Rio Grande do Sul quanto no Brasil, é possível perceber um aumento no número de empregos, principalmente entre 2010 e 2019, mostrando uma recuperação na industrialização do país.

IV. A indústria de celulose e papel, motivada pelo aumento da silvicultura no estado, vem apresentado elevado crescimento em território gaúcho. Sua produção é concentrada em poucos municípios, que ficam na região da campanha gaúcha, área onde a silvicultura vem crescendo nas últimas décadas.

Quais estão corretas?

 

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2831775 Ano: 2023
Disciplina: Geografia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Três Passos-RS
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Os Himalaias são a mais alta cadeia montanhosa do mundo, localizada entre a planície indo-gangética, ao sul, e o planalto tibetano, ao norte. A cordilheira abrange cinco países: Paquistão, Índia, China (região do Tibete), Nepal e Butão e nela se situa a montanha mais alta do planeta, o Monte Everest. O nome Himalaia vem do sânscrito e significa "morada da neve". Os Himalaias espalham-se, de oeste para leste, do vale do rio Indo ao vale do rio Bramaputra, formando um arco de cerca de 2.500 km de extensão e com uma largura variando de 400 km no oeste, na região da Caxemira-Tibete, a 150 km no leste, na região do Tibete-Arunachal Pradesh. Assinale a alternativa correta acerca da formação da cordilheira do Himalaia.

 

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2831774 Ano: 2023
Disciplina: Geografia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Três Passos-RS
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Um navio cargueiro viaja pelo Oceano Pacífico, onde percorrerá milhares de quilômetros para levar sua carga do Chile para o Japão. Durante o percurso, no dia 26 de fevereiro, o navio cruzará pela Linha Internacional de Mudança de Datas (também conhecido como antimeridiano de Greenwich). Quando passarem pelo referido meridiano, o que os tripulantes devem modificar em seus relógios e calendários?

 

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Quanto à organização da educação no Brasil, a Constituição Federal de 1988 determina que a educação básica pública deverá atender prioritariamente:

 

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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores

Por Ruam Oliveira

A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.

O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.

“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem ... ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.

Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial ... continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.

Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada ... um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.

Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.

(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas no texto.

 

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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores

Por Ruam Oliveira

A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.

O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.

“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.

Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.

Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.

Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.

(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).

Tendo em vista a seguinte frase adaptada do texto “A educação inclusiva exerce um papel fundamental no ambiente escolar”, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O sujeito da oração organizada em torno do verbo “exerce” é classificado como simples.

( ) O fragmento apresenta adjunto adnominal e adjunto adverbial.

( ) O verbo “exerce” é um Verbo Transitivo Indireto (VTI).

( ) A expressão “um papel importante” é classificada como Objeto Indireto (OI).

( ) O fragmento apresenta predicativo do sujeito.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores

Por Ruam Oliveira

A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.

O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.

“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.

Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.

Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.

Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.

(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).

Analise o trecho abaixo a respeito do fragmento adaptado “A educação inclusiva é um paradigma educacional”:

O sujeito da oração é classificado como sujeito . Além disso, o verbo “é” representa um verbo . Por esse motivo, o fragmento apresenta .

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

 

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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores

Por Ruam Oliveira

A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.

O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.

“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.

Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.

Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.

Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.

(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).

No trecho “A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote”, as palavras sublinhadas são, respectivamente:

 

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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores

Por Ruam Oliveira

A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.

O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, vi ando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito e tendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.

“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.

Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas sur idas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.

Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.

Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.

(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).

Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas no texto.

 

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