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Leia o texto a seguir para responder à questão:
   O exercício da cancerologia é uma lição permanente de humildade. Nem bem acabamos de nos encher de orgulho ao comemorar a resposta brilhante de um doente a um esquema de tratamento engenhosamente escolhido, entra o seguinte com o mesmo diagnóstico, tratado da mesma forma, morto de falta de ar, cheio de dores, como se tivesse tomado água em vez dos remédios prescritos.
   Embora a arte de curar exija conhecimento técnico, sensibilidade humana para auxiliar o doente na escolha do tratamento mais adequado e carisma para transmitir-lhe coragem para enfrentar as dificuldades que se apresentarem, tratar alguém com uma doença curável é muito mais fácil que tratar dos incuráveis. Para conseguir que um doente incurável viva o máximo de tempo com a menor carga de dor e encontre a morte com tranquilidade, é preciso muito mais. A tarefa exige não só conhecimento científico, mas também compreensão da alma humana em profundidade, apenas acessível aos que se dedicam com empenho ao penoso processo de aprendizado que o contato repetido com a morte traz.
   Tratar alguém que de antemão sabemos ter pouco tempo de vida tem características muito próprias: a estratégia precisa ser cuidadosamente planejada, levando em conta riscos, benefícios e as expectativas daquela pessoa em particular, para que não seja desperdiçado nenhum dia com os efeitos indesejáveis impostos pelas medidas prescritas. Enquanto os doentes curáveis terão anos para se recuperar das consequências nocivas do tratamento, os incuráveis não podem se dar ao luxo de perder uma hora sequer. Eles esperam nossa ajuda para conseguir a melhor qualidade de vida que puderem ter, e para viver o maior tempo possível.
(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
A norma-padrão de concordância verbal foi respeitada em:
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão:
   O exercício da cancerologia é uma lição permanente de humildade. Nem bem acabamos de nos encher de orgulho ao comemorar a resposta brilhante de um doente a um esquema de tratamento engenhosamente escolhido, entra o seguinte com o mesmo diagnóstico, tratado da mesma forma, morto de falta de ar, cheio de dores, como se tivesse tomado água em vez dos remédios prescritos.
   Embora a arte de curar exija conhecimento técnico, sensibilidade humana para auxiliar o doente na escolha do tratamento mais adequado e carisma para transmitir-lhe coragem para enfrentar as dificuldades que se apresentarem, tratar alguém com uma doença curável é muito mais fácil que tratar dos incuráveis. Para conseguir que um doente incurável viva o máximo de tempo com a menor carga de dor e encontre a morte com tranquilidade, é preciso muito mais. A tarefa exige não só conhecimento científico, mas também compreensão da alma humana em profundidade, apenas acessível aos que se dedicam com empenho ao penoso processo de aprendizado que o contato repetido com a morte traz.
   Tratar alguém que de antemão sabemos ter pouco tempo de vida tem características muito próprias: a estratégia precisa ser cuidadosamente planejada, levando em conta riscos, benefícios e as expectativas daquela pessoa em particular, para que não seja desperdiçado nenhum dia com os efeitos indesejáveis impostos pelas medidas prescritas. Enquanto os doentes curáveis terão anos para se recuperar das consequências nocivas do tratamento, os incuráveis não podem se dar ao luxo de perder uma hora sequer. Eles esperam nossa ajuda para conseguir a melhor qualidade de vida que puderem ter, e para viver o maior tempo possível.
(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
Em “Para conseguir que um doente incurável viva o máximo de tempo com a menor carga de dor e encontre a morte com tranquilidade, é preciso muito mais.” (2º parágrafo), as expressões destacadas apresentam, correta e respectivamente, circunstâncias de
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão:
   O exercício da cancerologia é uma lição permanente de humildade. Nem bem acabamos de nos encher de orgulho ao comemorar a resposta brilhante de um doente a um esquema de tratamento engenhosamente escolhido, entra o seguinte com o mesmo diagnóstico, tratado da mesma forma, morto de falta de ar, cheio de dores, como se tivesse tomado água em vez dos remédios prescritos.
   Embora a arte de curar exija conhecimento técnico, sensibilidade humana para auxiliar o doente na escolha do tratamento mais adequado e carisma para transmitir-lhe coragem para enfrentar as dificuldades que se apresentarem, tratar alguém com uma doença curável é muito mais fácil que tratar dos incuráveis. Para conseguir que um doente incurável viva o máximo de tempo com a menor carga de dor e encontre a morte com tranquilidade, é preciso muito mais. A tarefa exige não só conhecimento científico, mas também compreensão da alma humana em profundidade, apenas acessível aos que se dedicam com empenho ao penoso processo de aprendizado que o contato repetido com a morte traz.
   Tratar alguém que de antemão sabemos ter pouco tempo de vida tem características muito próprias: a estratégia precisa ser cuidadosamente planejada, levando em conta riscos, benefícios e as expectativas daquela pessoa em particular, para que não seja desperdiçado nenhum dia com os efeitos indesejáveis impostos pelas medidas prescritas. Enquanto os doentes curáveis terão anos para se recuperar das consequências nocivas do tratamento, os incuráveis não podem se dar ao luxo de perder uma hora sequer. Eles esperam nossa ajuda para conseguir a melhor qualidade de vida que puderem ter, e para viver o maior tempo possível.
(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
A palavra destacada está empregada com sentido figurado no seguinte trecho:
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão:
   O exercício da cancerologia é uma lição permanente de humildade. Nem bem acabamos de nos encher de orgulho ao comemorar a resposta brilhante de um doente a um esquema de tratamento engenhosamente escolhido, entra o seguinte com o mesmo diagnóstico, tratado da mesma forma, morto de falta de ar, cheio de dores, como se tivesse tomado água em vez dos remédios prescritos.
   Embora a arte de curar exija conhecimento técnico, sensibilidade humana para auxiliar o doente na escolha do tratamento mais adequado e carisma para transmitir-lhe coragem para enfrentar as dificuldades que se apresentarem, tratar alguém com uma doença curável é muito mais fácil que tratar dos incuráveis. Para conseguir que um doente incurável viva o máximo de tempo com a menor carga de dor e encontre a morte com tranquilidade, é preciso muito mais. A tarefa exige não só conhecimento científico, mas também compreensão da alma humana em profundidade, apenas acessível aos que se dedicam com empenho ao penoso processo de aprendizado que o contato repetido com a morte traz.
   Tratar alguém que de antemão sabemos ter pouco tempo de vida tem características muito próprias: a estratégia precisa ser cuidadosamente planejada, levando em conta riscos, benefícios e as expectativas daquela pessoa em particular, para que não seja desperdiçado nenhum dia com os efeitos indesejáveis impostos pelas medidas prescritas. Enquanto os doentes curáveis terão anos para se recuperar das consequências nocivas do tratamento, os incuráveis não podem se dar ao luxo de perder uma hora sequer. Eles esperam nossa ajuda para conseguir a melhor qualidade de vida que puderem ter, e para viver o maior tempo possível.
(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
Segundo o texto, pessoas que têm contato frequente com a morte
 

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   O exercício da cancerologia é uma lição permanente de humildade. Nem bem acabamos de nos encher de orgulho ao comemorar a resposta brilhante de um doente a um esquema de tratamento engenhosamente escolhido, entra o seguinte com o mesmo diagnóstico, tratado da mesma forma, morto de falta de ar, cheio de dores, como se tivesse tomado água em vez dos remédios prescritos.
   Embora a arte de curar exija conhecimento técnico, sensibilidade humana para auxiliar o doente na escolha do tratamento mais adequado e carisma para transmitir-lhe coragem para enfrentar as dificuldades que se apresentarem, tratar alguém com uma doença curável é muito mais fácil que tratar dos incuráveis. Para conseguir que um doente incurável viva o máximo de tempo com a menor carga de dor e encontre a morte com tranquilidade, é preciso muito mais. A tarefa exige não só conhecimento científico, mas também compreensão da alma humana em profundidade, apenas acessível aos que se dedicam com empenho ao penoso processo de aprendizado que o contato repetido com a morte traz.
   Tratar alguém que de antemão sabemos ter pouco tempo de vida tem características muito próprias: a estratégia precisa ser cuidadosamente planejada, levando em conta riscos, benefícios e as expectativas daquela pessoa em particular, para que não seja desperdiçado nenhum dia com os efeitos indesejáveis impostos pelas medidas prescritas. Enquanto os doentes curáveis terão anos para se recuperar das consequências nocivas do tratamento, os incuráveis não podem se dar ao luxo de perder uma hora sequer. Eles esperam nossa ajuda para conseguir a melhor qualidade de vida que puderem ter, e para viver o maior tempo possível.
(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
De acordo com o texto, médicos cancerologistas costumam passar por situações em que
 

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4185983 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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Mulher de 34 anos apresenta-se com diarreia e dor abdominal intensa há 3 dias. Relata viagem de férias a uma fazenda antes do quadro atual e diz que consumiu leite cru, além de alimentos locais como frutas, peixes e carnes. O exame de reação em cadeia da polimerase (PCR) com painel gastrointestinal multiplex é positivo para toxina Shiga 2.

Nessa circunstância, é o manejo mais adequado é
 

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4185982 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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Mulher de 27 anos de idade procura atendimento médico com quadro de congestão nasal, rinorreia clara e sensação de plenitude em ambos os seios maxi lares há 3 dias. Não há comorbidades, tabagismo ou alergias conhecidas. Ao exame físico: pressão arterial: 112 x 71 mmHg; frequência cardíaca: 88 bpm; temperatura: 37,1 ºC; há desconforto à palpação de ambos os seios maxilares; orofaringe: discretamente eritematosa, sem exsudatos; membranas timpânicas normais; não há linfadenopatia cervical; cardiopulmonar: sem alteração.

Nesse momento, a conduta inicial correta é

 

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4185981 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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Com relação às mais recentes evidências clínicas e diretrizes para o tratamento da dor crônica em adultos, é correto afirmar que
 

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4185980 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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Homem de 22 anos procura atendimento com febre, dor abdominal, náuseas, vômitos, cefaleia e fraqueza generalizada intensa. Ele não apresenta antecedentes médicos significativos. Nega consumo de álcool ou uso de drogas. Refere que retornou de uma viagem de duas semanas ao interior de uma localidade carente e de baixo nível sanitário. Relata que houve muitas inundações na vila local onde se hospedou. Também sofreu muitas picadas de mosquito e consumiu diversas iguarias locais compradas nas ruas. Dois de seus colegas de quarto adoeceram, apresentando febre e vômitos antes de seu retorno. Ao exame físico: temperatura: 39,1 ºC; pressão arterial: 110 x 60 mmHg; frequência cardíaca: 115 bpm; frequência respiratória: 24 irpm; nota-se escleras ictéricas; há dor muscular na região lombar e nas panturrilhas bilaterais. Exames séricos: hemoglobina: 10,1 g/dL; leucócitos: 14.500/mm3; pla quetas: 65.000/mm3; AST (TGO): 180 U/L; ALT (TGP): 190 U/L; bilirrubina total: 15 mg/dL (direta: 10,9 mg/dL). A ultrassonografia do abdômen mostra vesícula biliar e fígado normais.

Considerando a principal hipótese diagnóstica, a via mais provável de contágio da doença é
 

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4185979 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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Homem de 41 anos retorna de uma viagem a localidades de baixo nível sanitário. Cerca de 8 semanas após seu retorno, ele apresenta dor profunda na parte superior do abdômen e febre alta. Essa dor é intensa e irradia para o ombro direito, associada a calafrios, sudorese profusa, perda de peso e tosse seca. Não há diarreia. Ao exame físico: temperatura: 38,9 ºC; há dor à palpação do quadrante superior direito e do epigástrio, com fígado palpável três dedos abaixo da margem costal. Exames séricos: leucócitos: 15.100/mm3; neutrófilos: 13.500/mm3; eosinófilos: 200/mm3; TGP (ALT): 346 U/L; PCR: 217 mg/L (normal < 10). Radiografia de tórax: hemidiafragma direito elevado com pequeno derrame pleural ipsilateral. Ultras sonografia hepática: massa hipoecoica redonda e bem definida no lobo direito do fígado; diâmetro de 8 cm; ao drenar, produz secreção espessa semelhante a “pasta de anchova”. Culturas e exames sorológicos são coletados.

Considerando a principal hipótese diagnóstica, o trata mento inicial de escolha é
 

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