Foram encontradas 825 questões.
Um grupo de 12 estagiários, trabalhando 4 horas por
dia, consegue organizar 240 caixas de arquivo morto
em 10 dias. Deseja-se organizar 600 caixas em apenas
6 dias, com jornada de 5 horas por dia. Para atingir
esse objetivo, o número mínimo de novos estagiários
que devem se juntar ao grupo já constituído é de
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Um departamento tem 60 funcionários, dos quais 40% são homens. Após uma reestruturação em que foram
contratadas apenas mulheres, o número de homens passou a representar apenas 30% do novo total de funcionários. O número de mulheres contratadas durante aquela
reestruturação foi igual a
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Uma empresa tem 120 funcionários no setor de produção e 96 funcionários no setor de montagem. Esses funcionários serão divididos no maior número possível de
grupos mistos, de modo que cada um dos grupos tenha
o mesmo número de funcionários do setor da produção
e o mesmo número de funcionários do setor da montagem. Nessas condições, o número total de funcionários
em cada grupo será igual a
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Em uma gráfica, uma máquina A imprime 1 cartaz de
determinado tipo a cada 40 segundos, e uma máquina B
imprime 1 cartaz desse mesmo tipo a cada 50 segundos.
Certo dia, essas máquinas começaram, às 8 horas, a
impressão contínua de vários cartazes do tipo indicado.
O primeiro horário em que a diferença entre os números
de cartazes impressos pelas máquinas A e B era igual a
30 foi às
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Para a organização de um arquivo, uma empresa
comprará 12 caixas organizadoras. A papelaria local
vende cada caixa avulsa por R$ 12,40 e vende um
pacote fechado com 12 unidades dessas caixas por
R$ 133,92. Comparando-se o preço unitário de uma
caixa no pacote fechado com o preço de uma caixa
avulsa, verifica-se que a economia que será feita por
caixa, na compra do pacote fechado, será de
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Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
O narrador foi uma festa em que foram servidos salgadinhos muito diferentes dos tradicionais. Um convidado se atreveu comer o misterioso talo branco que estava unido coxinha.
O narrador foi uma festa em que foram servidos salgadinhos muito diferentes dos tradicionais. Um convidado se atreveu comer o misterioso talo branco que estava unido coxinha.
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Saudade da coxa de catupiry
Sou do tempo dos salgadinhos reconhecíveis.
Você me entende: do tempo em que, diante da bandeja,
a gente não tinha dúvidas - o que ali estava era croquete,
coxinha, empadinha. Sem chance de equívoco. Bem diferente, admita, dos dias de hoje, em que é preciso recorrer
ao garçom para decifrar enigmas culinários, alguns deles
tão complexos e empetecados que você se pergunta se não
seriam, em vez de comida, peças decorativas. Sim, vivemos
a era do salgadinho que demanda apresentação. Deveria vir
com legenda.
Nada contra a modernização do tira-gosto. Mas me dê
um tempo para me adaptar. Outro dia, num casamento,
estenderam na minha direção um artefato aparentemente
comestível, algo como uma coxinha esférica, acoplada a um
talo branco. Era, de fato, uma minicoxinha - mas e o misterioso talo branco, grosso demais para ser palito? Na roda,
um convidado mais ousado se aventurou a mastigá-lo, e aí
se deu conta de que, naquele casamento chique, ele tinha na
boca um vulgar pedaço de cana. Coxinha com cana - onde
vamos parar? E o que fazer com o bagaço?
Muita coisa surgiu na vida de meus maxilares tão
fatigados desde a primeira dentição. Na minha infância
belo-horizontina não tinha shitake, rúcula e kiwi, por exemplo.
Em compensação, tinha Crush, drops Dulcora, açúcar cândi,
que depois sumiram do mapa.
Como sumiu o cajuzinho. Onde foi parar o cajuzinho?
Você vai me dizer que não sei onde tem uma “dona” que faz.
Coisas de Belo Horizonte: em alguma parte, tem sempre uma
dona que faz o docinho, o salgadinho que desapareceu das
vitrines. Não duvido de que nalgum recanto da capital haja
uma dona do cajuzinho. Vai ver que é a mesma do bolinho
de feijão.
(Humberto Werneck. Esse inferno vai acabar, 2011. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Saudade da coxa de catupiry
Sou do tempo dos salgadinhos reconhecíveis.
Você me entende: do tempo em que, diante da bandeja,
a gente não tinha dúvidas - o que ali estava era croquete,
coxinha, empadinha. Sem chance de equívoco. Bem diferente, admita, dos dias de hoje, em que é preciso recorrer
ao garçom para decifrar enigmas culinários, alguns deles
tão complexos e empetecados que você se pergunta se não
seriam, em vez de comida, peças decorativas. Sim, vivemos
a era do salgadinho que demanda apresentação. Deveria vir
com legenda.
Nada contra a modernização do tira-gosto. Mas me dê
um tempo para me adaptar. Outro dia, num casamento,
estenderam na minha direção um artefato aparentemente
comestível, algo como uma coxinha esférica, acoplada a um
talo branco. Era, de fato, uma minicoxinha - mas e o misterioso talo branco, grosso demais para ser palito? Na roda,
um convidado mais ousado se aventurou a mastigá-lo, e aí
se deu conta de que, naquele casamento chique, ele tinha na
boca um vulgar pedaço de cana. Coxinha com cana - onde
vamos parar? E o que fazer com o bagaço?
Muita coisa surgiu na vida de meus maxilares tão
fatigados desde a primeira dentição. Na minha infância
belo-horizontina não tinha shitake, rúcula e kiwi, por exemplo.
Em compensação, tinha Crush, drops Dulcora, açúcar cândi,
que depois sumiram do mapa.
Como sumiu o cajuzinho. Onde foi parar o cajuzinho?
Você vai me dizer que não sei onde tem uma “dona” que faz.
Coisas de Belo Horizonte: em alguma parte, tem sempre uma
dona que faz o docinho, o salgadinho que desapareceu das
vitrines. Não duvido de que nalgum recanto da capital haja
uma dona do cajuzinho. Vai ver que é a mesma do bolinho
de feijão.
(Humberto Werneck. Esse inferno vai acabar, 2011. Adaptado)
• “... alguns deles tão complexos e empetecados...” (2º parágrafo)
• “Era, de fato, uma minicoxinha...” (3º parágrafo)
• “Em compensação, tinha Crush, drops Dulcora...” (4º parágrafo)
As expressões destacadas podem ser, correta e respectivamente, substituídas por:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Saudade da coxa de catupiry
Sou do tempo dos salgadinhos reconhecíveis.
Você me entende: do tempo em que, diante da bandeja,
a gente não tinha dúvidas - o que ali estava era croquete,
coxinha, empadinha. Sem chance de equívoco. Bem diferente, admita, dos dias de hoje, em que é preciso recorrer
ao garçom para decifrar enigmas culinários, alguns deles
tão complexos e empetecados que você se pergunta se não
seriam, em vez de comida, peças decorativas. Sim, vivemos
a era do salgadinho que demanda apresentação. Deveria vir
com legenda.
Nada contra a modernização do tira-gosto. Mas me dê
um tempo para me adaptar. Outro dia, num casamento,
estenderam na minha direção um artefato aparentemente
comestível, algo como uma coxinha esférica, acoplada a um
talo branco. Era, de fato, uma minicoxinha - mas e o misterioso talo branco, grosso demais para ser palito? Na roda,
um convidado mais ousado se aventurou a mastigá-lo, e aí
se deu conta de que, naquele casamento chique, ele tinha na
boca um vulgar pedaço de cana. Coxinha com cana - onde
vamos parar? E o que fazer com o bagaço?
Muita coisa surgiu na vida de meus maxilares tão
fatigados desde a primeira dentição. Na minha infância
belo-horizontina não tinha shitake, rúcula e kiwi, por exemplo.
Em compensação, tinha Crush, drops Dulcora, açúcar cândi,
que depois sumiram do mapa.
Como sumiu o cajuzinho. Onde foi parar o cajuzinho?
Você vai me dizer que não sei onde tem uma “dona” que faz.
Coisas de Belo Horizonte: em alguma parte, tem sempre uma
dona que faz o docinho, o salgadinho que desapareceu das
vitrines. Não duvido de que nalgum recanto da capital haja
uma dona do cajuzinho. Vai ver que é a mesma do bolinho
de feijão.
(Humberto Werneck. Esse inferno vai acabar, 2011. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Saudade da coxa de catupiry
Sou do tempo dos salgadinhos reconhecíveis.
Você me entende: do tempo em que, diante da bandeja,
a gente não tinha dúvidas - o que ali estava era croquete,
coxinha, empadinha. Sem chance de equívoco. Bem diferente, admita, dos dias de hoje, em que é preciso recorrer
ao garçom para decifrar enigmas culinários, alguns deles
tão complexos e empetecados que você se pergunta se não
seriam, em vez de comida, peças decorativas. Sim, vivemos
a era do salgadinho que demanda apresentação. Deveria vir
com legenda.
Nada contra a modernização do tira-gosto. Mas me dê
um tempo para me adaptar. Outro dia, num casamento,
estenderam na minha direção um artefato aparentemente
comestível, algo como uma coxinha esférica, acoplada a um
talo branco. Era, de fato, uma minicoxinha - mas e o misterioso talo branco, grosso demais para ser palito? Na roda,
um convidado mais ousado se aventurou a mastigá-lo, e aí
se deu conta de que, naquele casamento chique, ele tinha na
boca um vulgar pedaço de cana. Coxinha com cana - onde
vamos parar? E o que fazer com o bagaço?
Muita coisa surgiu na vida de meus maxilares tão
fatigados desde a primeira dentição. Na minha infância
belo-horizontina não tinha shitake, rúcula e kiwi, por exemplo.
Em compensação, tinha Crush, drops Dulcora, açúcar cândi,
que depois sumiram do mapa.
Como sumiu o cajuzinho. Onde foi parar o cajuzinho?
Você vai me dizer que não sei onde tem uma “dona” que faz.
Coisas de Belo Horizonte: em alguma parte, tem sempre uma
dona que faz o docinho, o salgadinho que desapareceu das
vitrines. Não duvido de que nalgum recanto da capital haja
uma dona do cajuzinho. Vai ver que é a mesma do bolinho
de feijão.
(Humberto Werneck. Esse inferno vai acabar, 2011. Adaptado)
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