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Conforme o Art. 4º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB nº 9394/96, o dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante algumas garantias, EXCETO de:

 

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“O projeto político-pedagógico, ao se constituir em processo democrático de decisões, preocupa-se em instaurar uma forma de organização do trabalho pedagógico que supere os conflitos, buscando eliminar as relações competitivas, corporativas e autoritárias, rompendo com a rotina do mando impessoal e racionalizado da burocracia que permeia as relações no interior da escola, diminuindo os efeitos fragmentários da divisão do trabalho que reforça as diferenças e hierarquiza os poderes de decisão”(VEIGA, p.27, 2012). Sobre o Projeto Político Pedagógico é INCORRETO:

 

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A tendência ______________________ acentua, igualmente, o sentido da cultura como desenvolvimento das aptidões individuais. Mas a educação é um processo interno, não externo; ela parte das necessidades e interesses individuais necessários para a adaptação ao meio. A educação é a vida presente, é parte da própria experiência humana. Esta tendência propõe um ensino que valoriza a auto-educação (o aluno como sujeito do conhecimento), a experiência direta sobre o meio pela atividade, um ensino centrado no aluno e no grupo.

O termo que preenche corretamente a lacuna é:

 

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”A prática escolar consiste na concretização das condições que asseguram a realização do trabalho docente. Tais condições não se reduzem ao estritamente "pedagógico", já que a escola cumpre funções que lhe são dadas pela sociedade concreta que, por sua vez, apresenta-se como constituída por classes sociais com interesses antagônicos. A prática escolar assim, tem atrás de si condicionantes sociopolíticos que configuram diferentes concepções de homem e de sociedade e, consequentemente, diferentes pressupostos sobre o papel da escola, aprendizagem, relações professor-aluno, técnicas pedagógicas etc. Fica claro que o modo como os professores realizam sou trabalho, selecionam e organizam o conteúdo das matérias, ou escolhem técnicas de ensino e avaliação tem a ver com pressupostos teórico-metodológicos, explícita ou implicitamente”( LIBÂNEO, p. 65, 1992). Utilizando como critério a posição que adotam em relação aos condicionantes sociopolíticos da escola, as tendências pedagógicas foram classificadas em:

 

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AS QUESTÕES DE 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO



1 Um trabalho científico precisa, necessariamente, ser construído dentro de diretrizes

2 metodológicas, primando por seriedade de métodos que asseverem pesquisas dotadas de espírito

3 científico. Para Cervo e Bervian (2003), “a formação do espírito científico tem seu ponto de partida na

4 curiosidade infantil, que passa pela inquietação da adolescência e pelos sonhos do jovem. Se bem

5 cultivados e administrados tais atributos, a coerência metodológica que se espera na maturidade pode

6 resultar em cientistas e pesquisadores produtivos, ou, no mínimo, em adultos capazes de tratar, analisar e

7 sintetizar os dados da realidade de maneira lógica e coerente”. (CERVO e BERVIAN, 2003, p.16)

8 Após a análise dos níveis de conhecimento científico e do trinômio estabelecido entre a verdade,

9 evidência e certeza do conhecimento científico, com suas margens de erro e veracidade, discorre-se a

10 impossibilidade de se efetivar um estudo de caráter científico, pois é essencial que se constitua

11 fundamentos e singularidades que versam como primordiais para a real solidificação de uma pesquisa.

12 Acredita-se que a formação do espírito científico pode ocorrer nas mais distintas situações e

13 faixa etária, onde o espírito científico é visualizado como uma atitude do pesquisador que investiga

14 resultados e recursos por meio de procedimentos adequados de pesquisa. Este tipo de comportamento é

15 aprendido ao longo da vida, através da realização constante de atividades que estimulem a mente crítica,

16 objetiva e racional do pesquisador.

17 A partir do momento que o pesquisador passa a ter maior consciência crítica, ele será capaz de

18 avaliar e discernir situações, sendo conduzido a um aperfeiçoamento de seus métodos de avaliação,

19 caminhando, por consequência direta, a uma maior capacidade de distinção entre o principal e o

20 superficial e do fundamental com o secundário. Quando se aprende a criticar, acredita-se que o

21 pesquisador passa a perceber o que é apto para a prova.

22 Já no que se refere à consciência objetiva, analisa-se que os aspectos a respeito da objetividade

23 compreendem na condição fundamental da ciência, que transforma um trabalho científico como

24 impessoal, o qual limita-se seu interesse ao problema e a solução, não admitindo análises incertas, ou que

25 não atendam às necessidades do saber.

26 Finalmente, o espírito científico é entendido como racional, onde as questões apenas podem ser

27 explicadas por métodos intelectuais ou racionais, justificando os domínios da ciência.

28 O processo para a formação do espírito científico também apresenta singularidades basilares,

29 com preceitos intelectuais e morais, onde o primeiro situa-se no senso de observação do pesquisador,

30 com conceitos evidentes, na necessidade da prova e discernimento de situações e fundamentos. Já o

31 segundo, de ordem moral, relaciona-se ao caráter modesto do espírito científico, demonstrando que é

32 passível de limitações e equívocos.

33 Para a formação do espírito científico é necessário entender que este é imparcial e que respeita a

34 verdade, e o pesquisador precisa agir de maneira responsável e honesta, sem produzir cópias, enfrentando

35 a pesquisa com os métodos adequados e pertinentes, com respeito e objetividade de ação.

36 Os domínios da pesquisa são intermináveis e as investigações científicas devem encontrar-se

37 embasadas, fundamentalmente, na verdade dos fatos. As qualidades do espírito científico são

38 consideráveis e dotadas de virtudes, e os estudos devem ser realizados por meio da obtenção de técnicas

39 verificáveis e exatas.

40 O que se extrai ante o exposto é que “é desnecessário encarecer a importância do espírito

41 científico. O universitário, por exemplo, consciente de sua função na universidade, vai procurar imbuir-se

42 desse espírito científico, aperfeiçoando-se nos métodos de investigação e aprimorando suas técnicas de

43 trabalho. Os conhecimentos científicos que vai adquirir, os bons ou maus mestres que vai enfrentar não

44 constituirão o essencial da vida acadêmica.

45 O essencial é aprender como trabalhar, como enfrentar e solucionar os problemas que se

46 apresentam não só na universidade, mas principalmente na vida profissional. E isso não é adquirir

47 conhecimentos científicos comprovados, fórmulas mágicas para todos os males, mas sim hábitos,

48 consciência e espírito preparado no emprego dos instrumentos que levarão a soluções de problemas.

49 Essas sempre se apresentarão, na carreira profissional, com novos matizes, de tal forma que as soluções,

50 porventura aprendidas na universidade serão inadequadas. Logo, faz-se necessário apelar para o espírito

51 de criatividade e de iniciativa que, aliadas ao conhecimento científico, adquirido no decorrer dos estudos

52 universitários, vai achar a solução mais indicada que as circunstâncias exigirem” (CERVO e BERVIAN,

53 2003, p.18).

54 O conhecimento científico e seus artifícios são partes integrantes da história, com sistemas para

55 formação, níveis e princípios basilares. Nesse sentido, salienta-se que o espírito científico se constitui

56 com leis e costumes, que o pesquisador torna-se membro de um grupo sendo iniciado em tradições e

57 consciência voltados para a ciência, fatores que não se aprendem de um dia para o outro. Os

58 pesquisadores devem ser principiados em procedimentos, manejo apropriado de equipamentos e

59 utensílios, fontes bibliográficas e todos os sistemas relacionados às técnicas de metodologia científica.


https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/administracao/processo-de-formacao-do-conhecimento-cientifico/41623

Há uma relação de causa e consequência no fragmento transcrito em

 

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AS QUESTÕES DE 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO



1 Um trabalho científico precisa, necessariamente, ser construído dentro de diretrizes

2 metodológicas, primando por seriedade de métodos que asseverem pesquisas dotadas de espírito

3 científico. Para Cervo e Bervian (2003), “a formação do espírito científico tem seu ponto de partida na

4 curiosidade infantil, que passa pela inquietação da adolescência e pelos sonhos do jovem. Se bem

5 cultivados e administrados tais atributos, a coerência metodológica que se espera na maturidade pode

6 resultar em cientistas e pesquisadores produtivos, ou, no mínimo, em adultos capazes de tratar, analisar e

7 sintetizar os dados da realidade de maneira lógica e coerente”. (CERVO e BERVIAN, 2003, p.16)

8 Após a análise dos níveis de conhecimento científico e do trinômio estabelecido entre a verdade,

9 evidência e certeza do conhecimento científico, com suas margens de erro e veracidade, discorre-se a

10 impossibilidade de se efetivar um estudo de caráter científico, pois é essencial que se constitua

11 fundamentos e singularidades que versam como primordiais para a real solidificação de uma pesquisa.

12 Acredita-se que a formação do espírito científico pode ocorrer nas mais distintas situações e

13 faixa etária, onde o espírito científico é visualizado como uma atitude do pesquisador que investiga

14 resultados e recursos por meio de procedimentos adequados de pesquisa. Este tipo de comportamento é

15 aprendido ao longo da vida, através da realização constante de atividades que estimulem a mente crítica,

16 objetiva e racional do pesquisador.

17 A partir do momento que o pesquisador passa a ter maior consciência crítica, ele será capaz de

18 avaliar e discernir situações, sendo conduzido a um aperfeiçoamento de seus métodos de avaliação,

19 caminhando, por consequência direta, a uma maior capacidade de distinção entre o principal e o

20 superficial e do fundamental com o secundário. Quando se aprende a criticar, acredita-se que o

21 pesquisador passa a perceber o que é apto para a prova.

22 Já no que se refere à consciência objetiva, analisa-se que os aspectos a respeito da objetividade

23 compreendem na condição fundamental da ciência, que transforma um trabalho científico como

24 impessoal, o qual limita-se seu interesse ao problema e a solução, não admitindo análises incertas, ou que

25 não atendam às necessidades do saber.

26 Finalmente, o espírito científico é entendido como racional, onde as questões apenas podem ser

27 explicadas por métodos intelectuais ou racionais, justificando os domínios da ciência.

28 O processo para a formação do espírito científico também apresenta singularidades basilares,

29 com preceitos intelectuais e morais, onde o primeiro situa-se no senso de observação do pesquisador,

30 com conceitos evidentes, na necessidade da prova e discernimento de situações e fundamentos. Já o

31 segundo, de ordem moral, relaciona-se ao caráter modesto do espírito científico, demonstrando que é

32 passível de limitações e equívocos.

33 Para a formação do espírito científico é necessário entender que este é imparcial e que respeita a

34 verdade, e o pesquisador precisa agir de maneira responsável e honesta, sem produzir cópias, enfrentando

35 a pesquisa com os métodos adequados e pertinentes, com respeito e objetividade de ação.

36 Os domínios da pesquisa são intermináveis e as investigações científicas devem encontrar-se

37 embasadas, fundamentalmente, na verdade dos fatos. As qualidades do espírito científico são

38 consideráveis e dotadas de virtudes, e os estudos devem ser realizados por meio da obtenção de técnicas

39 verificáveis e exatas.

40 O que se extrai ante o exposto é que “é desnecessário encarecer a importância do espírito

41 científico. O universitário, por exemplo, consciente de sua função na universidade, vai procurar imbuir-se

42 desse espírito científico, aperfeiçoando-se nos métodos de investigação e aprimorando suas técnicas de

43 trabalho. Os conhecimentos científicos que vai adquirir, os bons ou maus mestres que vai enfrentar não

44 constituirão o essencial da vida acadêmica.

45 O essencial é aprender como trabalhar, como enfrentar e solucionar os problemas que se

46 apresentam não só na universidade, mas principalmente na vida profissional. E isso não é adquirir

47 conhecimentos científicos comprovados, fórmulas mágicas para todos os males, mas sim hábitos,

48 consciência e espírito preparado no emprego dos instrumentos que levarão a soluções de problemas.

49 Essas sempre se apresentarão, na carreira profissional, com novos matizes, de tal forma que as soluções,

50 porventura aprendidas na universidade serão inadequadas. Logo, faz-se necessário apelar para o espírito

51 de criatividade e de iniciativa que, aliadas ao conhecimento científico, adquirido no decorrer dos estudos

52 universitários, vai achar a solução mais indicada que as circunstâncias exigirem” (CERVO e BERVIAN,

53 2003, p.18).

54 O conhecimento científico e seus artifícios são partes integrantes da história, com sistemas para

55 formação, níveis e princípios basilares. Nesse sentido, salienta-se que o espírito científico se constitui

56 com leis e costumes, que o pesquisador torna-se membro de um grupo sendo iniciado em tradições e

57 consciência voltados para a ciência, fatores que não se aprendem de um dia para o outro. Os

58 pesquisadores devem ser principiados em procedimentos, manejo apropriado de equipamentos e

59 utensílios, fontes bibliográficas e todos os sistemas relacionados às técnicas de metodologia científica.


https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/administracao/processo-de-formacao-do-conhecimento-cientifico/41623

Há a ocorrência de ditongo e dígrafo, respectivamente, em

 

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AS QUESTÕES DE 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO



1 Um trabalho científico precisa, necessariamente, ser construído dentro de diretrizes

2 metodológicas, primando por seriedade de métodos que asseverem pesquisas dotadas de espírito

3 científico. Para Cervo e Bervian (2003), “a formação do espírito científico tem seu ponto de partida na

4 curiosidade infantil, que passa pela inquietação da adolescência e pelos sonhos do jovem. Se bem

5 cultivados e administrados tais atributos, a coerência metodológica que se espera na maturidade pode

6 resultar em cientistas e pesquisadores produtivos, ou, no mínimo, em adultos capazes de tratar, analisar e

7 sintetizar os dados da realidade de maneira lógica e coerente”. (CERVO e BERVIAN, 2003, p.16)

8 Após a análise dos níveis de conhecimento científico e do trinômio estabelecido entre a verdade,

9 evidência e certeza do conhecimento científico, com suas margens de erro e veracidade, discorre-se a

10 impossibilidade de se efetivar um estudo de caráter científico, pois é essencial que se constitua

11 fundamentos e singularidades que versam como primordiais para a real solidificação de uma pesquisa.

12 Acredita-se que a formação do espírito científico pode ocorrer nas mais distintas situações e

13 faixa etária, onde o espírito científico é visualizado como uma atitude do pesquisador que investiga

14 resultados e recursos por meio de procedimentos adequados de pesquisa. Este tipo de comportamento é

15 aprendido ao longo da vida, através da realização constante de atividades que estimulem a mente crítica,

16 objetiva e racional do pesquisador.

17 A partir do momento que o pesquisador passa a ter maior consciência crítica, ele será capaz de

18 avaliar e discernir situações, sendo conduzido a um aperfeiçoamento de seus métodos de avaliação,

19 caminhando, por consequência direta, a uma maior capacidade de distinção entre o principal e o

20 superficial e do fundamental com o secundário. Quando se aprende a criticar, acredita-se que o

21 pesquisador passa a perceber o que é apto para a prova.

22 Já no que se refere à consciência objetiva, analisa-se que os aspectos a respeito da objetividade

23 compreendem na condição fundamental da ciência, que transforma um trabalho científico como

24 impessoal, o qual limita-se seu interesse ao problema e a solução, não admitindo análises incertas, ou que

25 não atendam às necessidades do saber.

26 Finalmente, o espírito científico é entendido como racional, onde as questões apenas podem ser

27 explicadas por métodos intelectuais ou racionais, justificando os domínios da ciência.

28 O processo para a formação do espírito científico também apresenta singularidades basilares,

29 com preceitos intelectuais e morais, onde o primeiro situa-se no senso de observação do pesquisador,

30 com conceitos evidentes, na necessidade da prova e discernimento de situações e fundamentos. Já o

31 segundo, de ordem moral, relaciona-se ao caráter modesto do espírito científico, demonstrando que é

32 passível de limitações e equívocos.

33 Para a formação do espírito científico é necessário entender que este é imparcial e que respeita a

34 verdade, e o pesquisador precisa agir de maneira responsável e honesta, sem produzir cópias, enfrentando

35 a pesquisa com os métodos adequados e pertinentes, com respeito e objetividade de ação.

36 Os domínios da pesquisa são intermináveis e as investigações científicas devem encontrar-se

37 embasadas, fundamentalmente, na verdade dos fatos. As qualidades do espírito científico são

38 consideráveis e dotadas de virtudes, e os estudos devem ser realizados por meio da obtenção de técnicas

39 verificáveis e exatas.

40 O que se extrai ante o exposto é que “é desnecessário encarecer a importância do espírito

41 científico. O universitário, por exemplo, consciente de sua função na universidade, vai procurar imbuir-se

42 desse espírito científico, aperfeiçoando-se nos métodos de investigação e aprimorando suas técnicas de

43 trabalho. Os conhecimentos científicos que vai adquirir, os bons ou maus mestres que vai enfrentar não

44 constituirão o essencial da vida acadêmica.

45 O essencial é aprender como trabalhar, como enfrentar e solucionar os problemas que se

46 apresentam não só na universidade, mas principalmente na vida profissional. E isso não é adquirir

47 conhecimentos científicos comprovados, fórmulas mágicas para todos os males, mas sim hábitos,

48 consciência e espírito preparado no emprego dos instrumentos que levarão a soluções de problemas.

49 Essas sempre se apresentarão, na carreira profissional, com novos matizes, de tal forma que as soluções,

50 porventura aprendidas na universidade serão inadequadas. Logo, faz-se necessário apelar para o espírito

51 de criatividade e de iniciativa que, aliadas ao conhecimento científico, adquirido no decorrer dos estudos

52 universitários, vai achar a solução mais indicada que as circunstâncias exigirem” (CERVO e BERVIAN,

53 2003, p.18).

54 O conhecimento científico e seus artifícios são partes integrantes da história, com sistemas para

55 formação, níveis e princípios basilares. Nesse sentido, salienta-se que o espírito científico se constitui

56 com leis e costumes, que o pesquisador torna-se membro de um grupo sendo iniciado em tradições e

57 consciência voltados para a ciência, fatores que não se aprendem de um dia para o outro. Os

58 pesquisadores devem ser principiados em procedimentos, manejo apropriado de equipamentos e

59 utensílios, fontes bibliográficas e todos os sistemas relacionados às técnicas de metodologia científica.


https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/administracao/processo-de-formacao-do-conhecimento-cientifico/41623

Tendo em vista o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, o termo que apresenta mudança em sua grafia está indicado na alternativa

 

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AS QUESTÕES DE 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO



1 Um trabalho científico precisa, necessariamente, ser construído dentro de diretrizes

2 metodológicas, primando por seriedade de métodos que asseverem pesquisas dotadas de espírito

3 científico. Para Cervo e Bervian (2003), “a formação do espírito científico tem seu ponto de partida na

4 curiosidade infantil, que passa pela inquietação da adolescência e pelos sonhos do jovem. Se bem

5 cultivados e administrados tais atributos, a coerência metodológica que se espera na maturidade pode

6 resultar em cientistas e pesquisadores produtivos, ou, no mínimo, em adultos capazes de tratar, analisar e

7 sintetizar os dados da realidade de maneira lógica e coerente”. (CERVO e BERVIAN, 2003, p.16)

8 Após a análise dos níveis de conhecimento científico e do trinômio estabelecido entre a verdade,

9 evidência e certeza do conhecimento científico, com suas margens de erro e veracidade, discorre-se a

10 impossibilidade de se efetivar um estudo de caráter científico, pois é essencial que se constitua

11 fundamentos e singularidades que versam como primordiais para a real solidificação de uma pesquisa.

12 Acredita-se que a formação do espírito científico pode ocorrer nas mais distintas situações e

13 faixa etária, onde o espírito científico é visualizado como uma atitude do pesquisador que investiga

14 resultados e recursos por meio de procedimentos adequados de pesquisa. Este tipo de comportamento é

15 aprendido ao longo da vida, através da realização constante de atividades que estimulem a mente crítica,

16 objetiva e racional do pesquisador.

17 A partir do momento que o pesquisador passa a ter maior consciência crítica, ele será capaz de

18 avaliar e discernir situações, sendo conduzido a um aperfeiçoamento de seus métodos de avaliação,

19 caminhando, por consequência direta, a uma maior capacidade de distinção entre o principal e o

20 superficial e do fundamental com o secundário. Quando se aprende a criticar, acredita-se que o

21 pesquisador passa a perceber o que é apto para a prova.

22 Já no que se refere à consciência objetiva, analisa-se que os aspectos a respeito da objetividade

23 compreendem na condição fundamental da ciência, que transforma um trabalho científico como

24 impessoal, o qual limita-se seu interesse ao problema e a solução, não admitindo análises incertas, ou que

25 não atendam às necessidades do saber.

26 Finalmente, o espírito científico é entendido como racional, onde as questões apenas podem ser

27 explicadas por métodos intelectuais ou racionais, justificando os domínios da ciência.

28 O processo para a formação do espírito científico também apresenta singularidades basilares,

29 com preceitos intelectuais e morais, onde o primeiro situa-se no senso de observação do pesquisador,

30 com conceitos evidentes, na necessidade da prova e discernimento de situações e fundamentos. Já o

31 segundo, de ordem moral, relaciona-se ao caráter modesto do espírito científico, demonstrando que é

32 passível de limitações e equívocos.

33 Para a formação do espírito científico é necessário entender que este é imparcial e que respeita a

34 verdade, e o pesquisador precisa agir de maneira responsável e honesta, sem produzir cópias, enfrentando

35 a pesquisa com os métodos adequados e pertinentes, com respeito e objetividade de ação.

36 Os domínios da pesquisa são intermináveis e as investigações científicas devem encontrar-se

37 embasadas, fundamentalmente, na verdade dos fatos. As qualidades do espírito científico são

38 consideráveis e dotadas de virtudes, e os estudos devem ser realizados por meio da obtenção de técnicas

39 verificáveis e exatas.

40 O que se extrai ante o exposto é que “é desnecessário encarecer a importância do espírito

41 científico. O universitário, por exemplo, consciente de sua função na universidade, vai procurar imbuir-se

42 desse espírito científico, aperfeiçoando-se nos métodos de investigação e aprimorando suas técnicas de

43 trabalho. Os conhecimentos científicos que vai adquirir, os bons ou maus mestres que vai enfrentar não

44 constituirão o essencial da vida acadêmica.

45 O essencial é aprender como trabalhar, como enfrentar e solucionar os problemas que se

46 apresentam não só na universidade, mas principalmente na vida profissional. E isso não é adquirir

47 conhecimentos científicos comprovados, fórmulas mágicas para todos os males, mas sim hábitos,

48 consciência e espírito preparado no emprego dos instrumentos que levarão a soluções de problemas.

49 Essas sempre se apresentarão, na carreira profissional, com novos matizes, de tal forma que as soluções,

50 porventura aprendidas na universidade serão inadequadas. Logo, faz-se necessário apelar para o espírito

51 de criatividade e de iniciativa que, aliadas ao conhecimento científico, adquirido no decorrer dos estudos

52 universitários, vai achar a solução mais indicada que as circunstâncias exigirem” (CERVO e BERVIAN,

53 2003, p.18).

54 O conhecimento científico e seus artifícios são partes integrantes da história, com sistemas para

55 formação, níveis e princípios basilares. Nesse sentido, salienta-se que o espírito científico se constitui

56 com leis e costumes, que o pesquisador torna-se membro de um grupo sendo iniciado em tradições e

57 consciência voltados para a ciência, fatores que não se aprendem de um dia para o outro. Os

58 pesquisadores devem ser principiados em procedimentos, manejo apropriado de equipamentos e

59 utensílios, fontes bibliográficas e todos os sistemas relacionados às técnicas de metodologia científica.


https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/administracao/processo-de-formacao-do-conhecimento-cientifico/41623

A alternativa em que o emprego do recurso linguístico que aparece nesse texto está devidamente explicado é a

 

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AS QUESTÕES DE 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO



1 Um trabalho científico precisa, necessariamente, ser construído dentro de diretrizes

2 metodológicas, primando por seriedade de métodos que asseverem pesquisas dotadas de espírito

3 científico. Para Cervo e Bervian (2003), “a formação do espírito científico tem seu ponto de partida na

4 curiosidade infantil, que passa pela inquietação da adolescência e pelos sonhos do jovem. Se bem

5 cultivados e administrados tais atributos, a coerência metodológica que se espera na maturidade pode

6 resultar em cientistas e pesquisadores produtivos, ou, no mínimo, em adultos capazes de tratar, analisar e

7 sintetizar os dados da realidade de maneira lógica e coerente”. (CERVO e BERVIAN, 2003, p.16)

8 Após a análise dos níveis de conhecimento científico e do trinômio estabelecido entre a verdade,

9 evidência e certeza do conhecimento científico, com suas margens de erro e veracidade, discorre-se a

10 impossibilidade de se efetivar um estudo de caráter científico, pois é essencial que se constitua

11 fundamentos e singularidades que versam como primordiais para a real solidificação de uma pesquisa.

12 Acredita-se que a formação do espírito científico pode ocorrer nas mais distintas situações e

13 faixa etária, onde o espírito científico é visualizado como uma atitude do pesquisador que investiga

14 resultados e recursos por meio de procedimentos adequados de pesquisa. Este tipo de comportamento é

15 aprendido ao longo da vida, através da realização constante de atividades que estimulem a mente crítica,

16 objetiva e racional do pesquisador.

17 A partir do momento que o pesquisador passa a ter maior consciência crítica, ele será capaz de

18 avaliar e discernir situações, sendo conduzido a um aperfeiçoamento de seus métodos de avaliação,

19 caminhando, por consequência direta, a uma maior capacidade de distinção entre o principal e o

20 superficial e do fundamental com o secundário. Quando se aprende a criticar, acredita-se que o

21 pesquisador passa a perceber o que é apto para a prova.

22 Já no que se refere à consciência objetiva, analisa-se que os aspectos a respeito da objetividade

23 compreendem na condição fundamental da ciência, que transforma um trabalho científico como

24 impessoal, o qual limita-se seu interesse ao problema e a solução, não admitindo análises incertas, ou que

25 não atendam às necessidades do saber.

26 Finalmente, o espírito científico é entendido como racional, onde as questões apenas podem ser

27 explicadas por métodos intelectuais ou racionais, justificando os domínios da ciência.

28 O processo para a formação do espírito científico também apresenta singularidades basilares,

29 com preceitos intelectuais e morais, onde o primeiro situa-se no senso de observação do pesquisador,

30 com conceitos evidentes, na necessidade da prova e discernimento de situações e fundamentos. Já o

31 segundo, de ordem moral, relaciona-se ao caráter modesto do espírito científico, demonstrando que é

32 passível de limitações e equívocos.

33 Para a formação do espírito científico é necessário entender que este é imparcial e que respeita a

34 verdade, e o pesquisador precisa agir de maneira responsável e honesta, sem produzir cópias, enfrentando

35 a pesquisa com os métodos adequados e pertinentes, com respeito e objetividade de ação.

36 Os domínios da pesquisa são intermináveis e as investigações científicas devem encontrar-se

37 embasadas, fundamentalmente, na verdade dos fatos. As qualidades do espírito científico são

38 consideráveis e dotadas de virtudes, e os estudos devem ser realizados por meio da obtenção de técnicas

39 verificáveis e exatas.

40 O que se extrai ante o exposto é que “é desnecessário encarecer a importância do espírito

41 científico. O universitário, por exemplo, consciente de sua função na universidade, vai procurar imbuir-se

42 desse espírito científico, aperfeiçoando-se nos métodos de investigação e aprimorando suas técnicas de

43 trabalho. Os conhecimentos científicos que vai adquirir, os bons ou maus mestres que vai enfrentar não

44 constituirão o essencial da vida acadêmica.

45 O essencial é aprender como trabalhar, como enfrentar e solucionar os problemas que se

46 apresentam não só na universidade, mas principalmente na vida profissional. E isso não é adquirir

47 conhecimentos científicos comprovados, fórmulas mágicas para todos os males, mas sim hábitos,

48 consciência e espírito preparado no emprego dos instrumentos que levarão a soluções de problemas.

49 Essas sempre se apresentarão, na carreira profissional, com novos matizes, de tal forma que as soluções,

50 porventura aprendidas na universidade serão inadequadas. Logo, faz-se necessário apelar para o espírito

51 de criatividade e de iniciativa que, aliadas ao conhecimento científico, adquirido no decorrer dos estudos

52 universitários, vai achar a solução mais indicada que as circunstâncias exigirem” (CERVO e BERVIAN,

53 2003, p.18).

54 O conhecimento científico e seus artifícios são partes integrantes da história, com sistemas para

55 formação, níveis e princípios basilares. Nesse sentido, salienta-se que o espírito científico se constitui

56 com leis e costumes, que o pesquisador torna-se membro de um grupo sendo iniciado em tradições e

57 consciência voltados para a ciência, fatores que não se aprendem de um dia para o outro. Os

58 pesquisadores devem ser principiados em procedimentos, manejo apropriado de equipamentos e

59 utensílios, fontes bibliográficas e todos os sistemas relacionados às técnicas de metodologia científica.


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Há correlação entre o termo transcrito e o que dele se afirma em

 

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AS QUESTÕES DE 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO



1 Um trabalho científico precisa, necessariamente, ser construído dentro de diretrizes

2 metodológicas, primando por seriedade de métodos que asseverem pesquisas dotadas de espírito

3 científico. Para Cervo e Bervian (2003), “a formação do espírito científico tem seu ponto de partida na

4 curiosidade infantil, que passa pela inquietação da adolescência e pelos sonhos do jovem. Se bem

5 cultivados e administrados tais atributos, a coerência metodológica que se espera na maturidade pode

6 resultar em cientistas e pesquisadores produtivos, ou, no mínimo, em adultos capazes de tratar, analisar e

7 sintetizar os dados da realidade de maneira lógica e coerente”. (CERVO e BERVIAN, 2003, p.16)

8 Após a análise dos níveis de conhecimento científico e do trinômio estabelecido entre a verdade,

9 evidência e certeza do conhecimento científico, com suas margens de erro e veracidade, discorre-se a

10 impossibilidade de se efetivar um estudo de caráter científico, pois é essencial que se constitua

11 fundamentos e singularidades que versam como primordiais para a real solidificação de uma pesquisa.

12 Acredita-se que a formação do espírito científico pode ocorrer nas mais distintas situações e

13 faixa etária, onde o espírito científico é visualizado como uma atitude do pesquisador que investiga

14 resultados e recursos por meio de procedimentos adequados de pesquisa. Este tipo de comportamento é

15 aprendido ao longo da vida, através da realização constante de atividades que estimulem a mente crítica,

16 objetiva e racional do pesquisador.

17 A partir do momento que o pesquisador passa a ter maior consciência crítica, ele será capaz de

18 avaliar e discernir situações, sendo conduzido a um aperfeiçoamento de seus métodos de avaliação,

19 caminhando, por consequência direta, a uma maior capacidade de distinção entre o principal e o

20 superficial e do fundamental com o secundário. Quando se aprende a criticar, acredita-se que o

21 pesquisador passa a perceber o que é apto para a prova.

22 Já no que se refere à consciência objetiva, analisa-se que os aspectos a respeito da objetividade

23 compreendem na condição fundamental da ciência, que transforma um trabalho científico como

24 impessoal, o qual limita-se seu interesse ao problema e a solução, não admitindo análises incertas, ou que

25 não atendam às necessidades do saber.

26 Finalmente, o espírito científico é entendido como racional, onde as questões apenas podem ser

27 explicadas por métodos intelectuais ou racionais, justificando os domínios da ciência.

28 O processo para a formação do espírito científico também apresenta singularidades basilares,

29 com preceitos intelectuais e morais, onde o primeiro situa-se no senso de observação do pesquisador,

30 com conceitos evidentes, na necessidade da prova e discernimento de situações e fundamentos. Já o

31 segundo, de ordem moral, relaciona-se ao caráter modesto do espírito científico, demonstrando que é

32 passível de limitações e equívocos.

33 Para a formação do espírito científico é necessário entender que este é imparcial e que respeita a

34 verdade, e o pesquisador precisa agir de maneira responsável e honesta, sem produzir cópias, enfrentando

35 a pesquisa com os métodos adequados e pertinentes, com respeito e objetividade de ação.

36 Os domínios da pesquisa são intermináveis e as investigações científicas devem encontrar-se

37 embasadas, fundamentalmente, na verdade dos fatos. As qualidades do espírito científico são

38 consideráveis e dotadas de virtudes, e os estudos devem ser realizados por meio da obtenção de técnicas

39 verificáveis e exatas.

40 O que se extrai ante o exposto é que “é desnecessário encarecer a importância do espírito

41 científico. O universitário, por exemplo, consciente de sua função na universidade, vai procurar imbuir-se

42 desse espírito científico, aperfeiçoando-se nos métodos de investigação e aprimorando suas técnicas de

43 trabalho. Os conhecimentos científicos que vai adquirir, os bons ou maus mestres que vai enfrentar não

44 constituirão o essencial da vida acadêmica.

45 O essencial é aprender como trabalhar, como enfrentar e solucionar os problemas que se

46 apresentam não só na universidade, mas principalmente na vida profissional. E isso não é adquirir

47 conhecimentos científicos comprovados, fórmulas mágicas para todos os males, mas sim hábitos,

48 consciência e espírito preparado no emprego dos instrumentos que levarão a soluções de problemas.

49 Essas sempre se apresentarão, na carreira profissional, com novos matizes, de tal forma que as soluções,

50 porventura aprendidas na universidade serão inadequadas. Logo, faz-se necessário apelar para o espírito

51 de criatividade e de iniciativa que, aliadas ao conhecimento científico, adquirido no decorrer dos estudos

52 universitários, vai achar a solução mais indicada que as circunstâncias exigirem” (CERVO e BERVIAN,

53 2003, p.18).

54 O conhecimento científico e seus artifícios são partes integrantes da história, com sistemas para

55 formação, níveis e princípios basilares. Nesse sentido, salienta-se que o espírito científico se constitui

56 com leis e costumes, que o pesquisador torna-se membro de um grupo sendo iniciado em tradições e

57 consciência voltados para a ciência, fatores que não se aprendem de um dia para o outro. Os

58 pesquisadores devem ser principiados em procedimentos, manejo apropriado de equipamentos e

59 utensílios, fontes bibliográficas e todos os sistemas relacionados às técnicas de metodologia científica.


https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/administracao/processo-de-formacao-do-conhecimento-cientifico/41623

Com referência ao texto, pode-se afirmar

 

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