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TEXTO4
"Para reportar-me àqueles que pela sua própria virtude e não pela sorte se tornarem príncipes, digo que
os maiores são Moisés, Ciro, Rômulo, Teseu e outros tais. Se bem que de Moisés não se deva cogitar
por ter sido ele mero executor daquilo que lhe era ordenado por Deus, contudo deve ser admirado
somente por aquela graça que o tornava digno de conversar com o Senhor. Mas consideremos Ciro e
os outros que conquistaram ou fundaram reinos: achareis a todos admiráveis. E se forem consideradas
suas ações e ordens particulares, estas parecerão não discrepantes daquelas de Moisés que teve tão
grande preceptor. E, examinando as ações e a vida dos mesmos, não se vê que eles tivessem algo de
sorte senão a ocasião, que lhes forneceu meios para poder adaptar as coisas da forma que melhor lhes
aprouve; e, sem aquela oportunidade, o seu valor pessoal ter-se-ia apagado e sem essa virtude a
ocasião teria surgido em vão."
(Maquiavel, Nicolau. O Príncipe. Capítulo VI. Adaptado.
Disponível em: https://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/principe.pdf. Data do acesso: 03/11/2025).
I. A tese defendida pelo autor é a de que verdadeiro mérito político depende mais da sorte que da virtude pessoal.
II. Utiliza como argumento exemplos de líderes históricos que se destacaram por sua capacidade de ação.
III. Ciro, Rômulo e Teseu fundaram reinos, não pela sorte, mas porque souberam aproveitar a ocasião.
IV. A argumentação do texto é construída por analogia.
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TEXTO3
"Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não; fusca, mulatinha escura, de cabelos
ruços e olhos assustados.
Nascera na senzala, de mãe escrava, e seus primeiros anos vivera-os pelos cantos escuros da
cozinha, sobre velha esteira e trapos imundos. Sempre escondida, que a patroa não gostava de
crianças.
Excelente senhora, a patroa. Gorda, rica, dona do mundo, amimada dos padres, com lugar certo
na igreja e camarote de luxo reservado no céu.
[...]
A excelente dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças. Vinha da escravidão, fora
senhora de escravos - e daquelas ferozes, amigas de ouvir cantar o bolo e zera ao regime novo - essa
indecência de negro igual.
(Lobato, M. Negrinha. In: Moricone, I. Os cem melhores contos brasileiros do século.
Rio de Janeiro: Objetiva, 2000, p. 78 (adaptado)
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TEXTO3
"Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não; fusca, mulatinha escura, de cabelos
ruços e olhos assustados.
Nascera na senzala, de mãe escrava, e seus primeiros anos vivera-os pelos cantos escuros da
cozinha, sobre velha esteira e trapos imundos. Sempre escondida, que a patroa não gostava de
crianças.
Excelente senhora, a patroa. Gorda, rica, dona do mundo, amimada dos padres, com lugar certo
na igreja e camarote de luxo reservado no céu.
[...]
A excelente dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças. Vinha da escravidão, fora
senhora de escravos - e daquelas ferozes, amigas de ouvir cantar o bolo e zera ao regime novo - essa
indecência de negro igual.
(Lobato, M. Negrinha. In: Moricone, I. Os cem melhores contos brasileiros do século.
Rio de Janeiro: Objetiva, 2000, p. 78 (adaptado)
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TEXTO3
"Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não; fusca, mulatinha escura, de cabelos
ruços e olhos assustados.
Nascera na senzala, de mãe escrava, e seus primeiros anos vivera-os pelos cantos escuros da
cozinha, sobre velha esteira e trapos imundos. Sempre escondida, que a patroa não gostava de
crianças.
Excelente senhora, a patroa. Gorda, rica, dona do mundo, amimada dos padres, com lugar certo
na igreja e camarote de luxo reservado no céu.
[...]
A excelente dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças. Vinha da escravidão, fora
senhora de escravos - e daquelas ferozes, amigas de ouvir cantar o bolo e zera ao regime novo - essa
indecência de negro igual.
(Lobato, M. Negrinha. In: Moricone, I. Os cem melhores contos brasileiros do século.
Rio de Janeiro: Objetiva, 2000, p. 78 (adaptado)
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TEXTO 2
A Semiótica, a mais jovem ciência a despontar no horizonte das chamadas ciências humanas, teve um
peculiar nascimento, assim como apresenta, na atual fase do seu desenvolvimento histórico, uma
aparência não menos singular. A primeira peculiaridade reside no fato de ter tido, na realidade três
origens ou sementes lançadas quase simultaneamente no tempo, mas distintas no espaço e na
paternidade: uma nos EUA, outra na União Soviética e a terceira na França.
(Santaella, Lúcia. O que é semiótica. São Paulo Brasiliense, 2009, p. 15 adaptado)
I. Na expressão "uma aparência não menos singular", o adjetivo "singular" concorda em número com aparência.
II. Na oração "A Semiótica [...] teve um peculiar nascimento", o verbo está no singular porque concorda com o núcleo do objeto direto..
III. No trecho "[...] mas distintas no espaço e na paternidade" o termo destacado concorda em número e gênero com três origens ou sementes.
IV. No trecho "A primeira peculiaridade reside no fato de ter tido, na realidade, três origens ou sementes" a forma verbal "reside" está no singular, porque concorda com o núcleo do objeto direto.
Estão CORRETAS:
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TEXTO 2
A Semiótica, a mais jovem ciência a despontar no horizonte das chamadas ciências humanas, teve um
peculiar nascimento, assim como apresenta, na atual fase do seu desenvolvimento histórico, uma
aparência não menos singular. A primeira peculiaridade reside no fato de ter tido, na realidade três
origens ou sementes lançadas quase simultaneamente no tempo, mas distintas no espaço e na
paternidade: uma nos EUA, outra na União Soviética e a terceira na França.
(Santaella, Lúcia. O que é semiótica. São Paulo Brasiliense, 2009, p. 15 adaptado)
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TEXTO 2
A Semiótica, a mais jovem ciência a despontar no horizonte das chamadas ciências humanas, teve um
peculiar nascimento, assim como apresenta, na atual fase do seu desenvolvimento histórico, uma
aparência não menos singular. A primeira peculiaridade reside no fato de ter tido, na realidade três
origens ou sementes lançadas quase simultaneamente no tempo, mas distintas no espaço e na
paternidade: uma nos EUA, outra na União Soviética e a terceira na França.
(Santaella, Lúcia. O que é semiótica. São Paulo Brasiliense, 2009, p. 15 adaptado)
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TEXTO 1
Jornal, revista, cinema, rádio e televisão são meios de comunicação de massa. Em virtude dos recentes
aperfeiçoamentos técnicos na produção de livros e da expansão do consumo destes, parece ser
legítima a inclusão do livro moderno de grande tiragem nesta categoria. As histórias em quadrinhos
constituem, também, um ítem à parte, ao ver dos estudiosos, pois, apesar de apresentadas em jornais,
revistas ou sob a forma de livros, têm numerosas características que as singularizam. São sete, portanto, os meios de comunicação de massa usualmente reconhecidos como tais, na literatura especializada.
Divididos em meios impressos e meios não-impressos (ou audiovisuais), jornal, revista, livro e quadrinhos constituem o primeiro grupo, e cinema, rádio e televisão, o segundo. Outro tipo de distinção
constrata, nos meios de comunicação de massa, o predomínio da imagem com o predomínio da
palavra. Neste caso, os quadrinhos formam com o cinema e a televisão os meios icônicos ou pictoriais,
enquanto o jornal, a revista e o livro compõem o grupo de meios predominantemente verbais.
(Pfromm Neto, Samuel. Comunicação de massas.In: Soares, Magda Becker e Campos, Edson Nascimento.
Técnica de redação. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 2004, p. 52-53)
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TEXTO 1
Jornal, revista, cinema, rádio e televisão são meios de comunicação de massa. Em virtude dos recentes
aperfeiçoamentos técnicos na produção de livros e da expansão do consumo destes, parece ser
legítima a inclusão do livro moderno de grande tiragem nesta categoria. As histórias em quadrinhos
constituem, também, um ítem à parte, ao ver dos estudiosos, pois, apesar de apresentadas em jornais,
revistas ou sob a forma de livros, têm numerosas características que as singularizam. São sete, portanto, os meios de comunicação de massa usualmente reconhecidos como tais, na literatura especializada.
Divididos em meios impressos e meios não-impressos (ou audiovisuais), jornal, revista, livro e quadrinhos constituem o primeiro grupo, e cinema, rádio e televisão, o segundo. Outro tipo de distinção
constrata, nos meios de comunicação de massa, o predomínio da imagem com o predomínio da
palavra. Neste caso, os quadrinhos formam com o cinema e a televisão os meios icônicos ou pictoriais,
enquanto o jornal, a revista e o livro compõem o grupo de meios predominantemente verbais.
(Pfromm Neto, Samuel. Comunicação de massas.In: Soares, Magda Becker e Campos, Edson Nascimento.
Técnica de redação. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 2004, p. 52-53)
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TEXTO 1
Jornal, revista, cinema, rádio e televisão são meios de comunicação de massa. Em virtude dos recentes
aperfeiçoamentos técnicos na produção de livros e da expansão do consumo destes, parece ser
legítima a inclusão do livro moderno de grande tiragem nesta categoria. As histórias em quadrinhos
constituem, também, um ítem à parte, ao ver dos estudiosos, pois, apesar de apresentadas em jornais,
revistas ou sob a forma de livros, têm numerosas características que as singularizam. São sete, portanto, os meios de comunicação de massa usualmente reconhecidos como tais, na literatura especializada.
Divididos em meios impressos e meios não-impressos (ou audiovisuais), jornal, revista, livro e quadrinhos constituem o primeiro grupo, e cinema, rádio e televisão, o segundo. Outro tipo de distinção
constrata, nos meios de comunicação de massa, o predomínio da imagem com o predomínio da
palavra. Neste caso, os quadrinhos formam com o cinema e a televisão os meios icônicos ou pictoriais,
enquanto o jornal, a revista e o livro compõem o grupo de meios predominantemente verbais.
(Pfromm Neto, Samuel. Comunicação de massas.In: Soares, Magda Becker e Campos, Edson Nascimento.
Técnica de redação. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 2004, p. 52-53)
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