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Foram encontradas 60 questões.

757252 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Taquaritinga do Norte-PE
Leia as afirmativas a seguir e marque a opção INCORRETA:
 

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751134 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Taquaritinga do Norte-PE
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750141 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Taquaritinga do Norte-PE
Pesquisa pernambucana pretende desenvolver vacinas contra zika vírus
Uma pesquisa pernambucana pretende desenvolver potenciais vacinas e meios de diagnóstico mais rápidos contra o zika vírus. O trabalho de Rafael Freitas de Oliveira Franca, pesquisador em saúde pública da Fiocruz, tem o propósito de investigar a biologia do vírus para combater possíveis epidemias causadas por ele. Balanço divulgado pelo Ministério da Saúde na terça (17) revela que Pernambuco chegou a 268 notificações de microcefalia este ano. O Ministério suspeita de que haja relação entre o vírus e o aumento nos casos da má-formação.
O pesquisador frisa que a concepção do projeto se deu antes do Ministério da Saúde decretar emergência em saúde pública devido à situação crítica. Por isso, a microcefalia não foi listada especificamente entre os temas que serão analisados. “A ideia do nosso projeto exclui a microcefalia. Mas com certeza isso está preocupando todo mundo e tudo está sendo investigado. Nosso projeto é voltado mais para a área básica, mas são várias frentes que estão sendo estudadas”, ressalta Oliveira Franca.
Mesmo tendo registros de que o vírus tenha surgido em Uganda, na África, em 1947, e reaparecido em 2013, na Polinésia Francesa, Rafael adianta que pouco se sabe do vírus no meio científico. “Até então ele estava sumido e agora voltou causando esse surto grande no Brasil. Por exemplo, não tínhamos ideia de que a microcefalia pudesse estar ligada a ele porque não houve registro de casos do tipo nessas localidades. Não sabemos nem se é só Aedes Aegypti que transmite, podem ser outros mosquitos também”, pondera.
A pesquisa se dará por estudos epidemiológicos e biológicos do vírus através da interação vírus-célula, usando modelos in vitro. “A intenção é desenvolver ferramentas de diagnóstico para compreender o Zika e assim controlar a infecção, desenvolver novos insumos para o diagnóstico, potenciais vacinas e novos produtos”, explica o pesquisador.
Para isso, espera que possa utilizar animais para a experimentação das técnicas descobertas. “Assim podemos entender um pouco da biologia e propor novas terapias, entendendo como ele funciona e como podemos intervir”, diz Oliveira Franca. O projeto, aprovado na semana anterior, está previsto para começar no início de janeiro de 2016.
(Adaptado. Disponível em: http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2015/11/
pesquisa-pernambucana-pretende-desenvolver-vacinas-contra-zika-virus.html)
Com base no texto 'Pesquisa pernambucana pretende desenvolver vacinas contra zika vírus', marque a opção INCORRETA
 

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749742 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Taquaritinga do Norte-PE
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749411 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Taquaritinga do Norte-PE
Pesquisa pernambucana pretende desenvolver vacinas contra zika vírus
Uma pesquisa pernambucana pretende desenvolver potenciais vacinas e meios de diagnóstico mais rápidos contra o zika vírus. O trabalho de Rafael Freitas de Oliveira Franca, pesquisador em saúde pública da Fiocruz, tem o propósito de investigar a biologia do vírus para combater possíveis epidemias causadas por ele. Balanço divulgado pelo Ministério da Saúde na terça (17) revela que Pernambuco chegou a 268 notificações de microcefalia este ano. O Ministério suspeita de que haja relação entre o vírus e o aumento nos casos da má-formação.
O pesquisador frisa que a concepção do projeto se deu antes do Ministério da Saúde decretar emergência em saúde pública devido à situação crítica. Por isso, a microcefalia não foi listada especificamente entre os temas que serão analisados. “A ideia do nosso projeto exclui a microcefalia. Mas com certeza isso está preocupando todo mundo e tudo está sendo investigado. Nosso projeto é voltado mais para a área básica, mas são várias frentes que estão sendo estudadas”, ressalta Oliveira Franca.
Mesmo tendo registros de que o vírus tenha surgido em Uganda, na África, em 1947, e reaparecido em 2013, na Polinésia Francesa, Rafael adianta que pouco se sabe do vírus no meio científico. “Até então ele estava sumido e agora voltou causando esse surto grande no Brasil. Por exemplo, não tínhamos ideia de que a microcefalia pudesse estar ligada a ele porque não houve registro de casos do tipo nessas localidades. Não sabemos nem se é só Aedes Aegypti que transmite, podem ser outros mosquitos também”, pondera.
A pesquisa se dará por estudos epidemiológicos e biológicos do vírus através da interação vírus-célula, usando modelos in vitro. “A intenção é desenvolver ferramentas de diagnóstico para compreender o Zika e assim controlar a infecção, desenvolver novos insumos para o diagnóstico, potenciais vacinas e novos produtos”, explica o pesquisador.
Para isso, espera que possa utilizar animais para a experimentação das técnicas descobertas. “Assim podemos entender um pouco da biologia e propor novas terapias, entendendo como ele funciona e como podemos intervir”, diz Oliveira Franca. O projeto, aprovado na semana anterior, está previsto para começar no início de janeiro de 2016.
(Adaptado. Disponível em: http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2015/11/
pesquisa-pernambucana-pretende-desenvolver-vacinas-contra-zika-virus.html)
Com base no texto 'Pesquisa pernambucana pretende desenvolver vacinas contra zika vírus', marque a opção INCORRETA
 

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748216 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Taquaritinga do Norte-PE
IBGE: mortalidade infantil cai 87% e mortes violentas sobem 59%, em 40 anos
Em 40 anos, a mortalidade infantil de crianças até cinco anos, no Brasil, caiu 86,6%, segundo dados da pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2014, divulgada nesta segunda-feira (30). O estudo compara, pela primeira vez, o país de 1974, quando os dados passaram a ser sistematizados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com o de 2014.
Em 1974, as mortes de menores de cinco anos representam 35,6% do total. Já em 2014 esse índice caiu para 3,1%. A queda se repetiu nas mortes de menores de um ano, passando nas últimas quatro décadas de 28,2% para 2,7%.
"Conforme foi se fazendo saneamento básico, melhorando as condições sociais, essa mortalidade infantil caiu muito, apesar de ainda estarmos longe de países desenvolvidos", afirma o pesquisador Fernando Albuquerque, coordenador do núcleo de população e indicadores sociais do instituto. Ele cita como exemplo o Japão, em que as mortes de menores de cinco anos representam 0,33% do total.
Ao mesmo tempo, no entanto, a proporção de mortes violentas com relação ao total de óbitos cresceu cerca de 59%, indo de 6,4% em 1974 para 10,2% em 2014. Quando se foca na população masculina, esse número, que representava 76,2% há 40 anos, chega, em 2014, a 84,2%.
Para o IBGE, esse fenômeno é "típico de países que experimentaram um rápido processo de urbanização e metropolização sem a devida contrapartida de políticas voltadas, particularmente, para a segurança e o bem-estar dos indivíduos que vivem nas cidades".
(Adaptado. Disponível em: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/
2015/11/30/mortalidade-infantil-no-brasil-cai-cerca-de-87-em-40-anos-diz-ibge.htm)
Com base no texto 'IBGE: mortalidade infantil cai 87% e mortes violentas sobem 59%, em 40 anos', marque a opção INCORRETA
 

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743390 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Taquaritinga do Norte-PE
IBGE: mortalidade infantil cai 87% e mortes violentas sobem 59%, em 40 anos
Em 40 anos, a mortalidade infantil de crianças até cinco anos, no Brasil, caiu 86,6%, segundo dados da pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2014, divulgada nesta segunda-feira (30). O estudo compara, pela primeira vez, o país de 1974, quando os dados passaram a ser sistematizados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com o de 2014.
Em 1974, as mortes de menores de cinco anos representam 35,6% do total. Já em 2014 esse índice caiu para 3,1%. A queda se repetiu nas mortes de menores de um ano, passando nas últimas quatro décadas de 28,2% para 2,7%.
"Conforme foi se fazendo saneamento básico, melhorando as condições sociais, essa mortalidade infantil caiu muito, apesar de ainda estarmos longe de países desenvolvidos", afirma o pesquisador Fernando Albuquerque, coordenador do núcleo de população e indicadores sociais do instituto. Ele cita como exemplo o Japão, em que as mortes de menores de cinco anos representam 0,33% do total.
Ao mesmo tempo, no entanto, a proporção de mortes violentas com relação ao total de óbitos cresceu cerca de 59%, indo de 6,4% em 1974 para 10,2% em 2014. Quando se foca na população masculina, esse número, que representava 76,2% há 40 anos, chega, em 2014, a 84,2%.
Para o IBGE, esse fenômeno é "típico de países que experimentaram um rápido processo de urbanização e metropolização sem a devida contrapartida de políticas voltadas, particularmente, para a segurança e o bem-estar dos indivíduos que vivem nas cidades".
(Adaptado. Disponível em: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/
2015/11/30/mortalidade-infantil-no-brasil-cai-cerca-de-87-em-40-anos-diz-ibge.htm)
Com base no texto 'IBGE: mortalidade infantil cai 87% e mortes violentas sobem 59%, em 40 anos', marque a opção INCORRETA
 

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742988 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
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734293 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Taquaritinga do Norte-PE
90% das pessoas subestimam fator emocional na perda de peso
Um estudo americano concluiu que 90% das pessoas não consideram o bem-estar psicológico como um fator importante para a conquista de um peso saudável.
A pesquisa, que ouviu mais de mil pessoas nos Estados Unidos, foi conduzida pela rede de atendimento médico Orlando Health. Para a neuropsicóloga Diane Robinson, diretora do Programa de Medicina Integrativa da Orlando Health, subestimar o papel emocional da alimentação pode ser um dos motivos que levam muitas pessoas a recuperarem o peso original depois de uma dieta.
"A maioria das pessoas se focam quase totalmente nos aspectos físicos da perda de peso, como dieta e exercício. Mas existe um componente emocional relacionado à comida que a vasta maioria das pessoas simplesmente negligencia e isso pode facilmente sabotar seus esforços", diz a especialista.
O levantamento concluiu que 31% dos americanos pensam que a falta de exercício é a maior barreira para a perda de peso. Outros 26% acham que a alimentação é o maior desafio. Há também 17% dos entrevistados que acham que o custo de uma vida saudável é o que os impede de perder peso.
O fator psicológico só foi citado por 10% das pessoas. “Caso estejamos conscientes disso ou não, estamos condicionados a usar a comida não apenas para nos nutrir, mas para ter conforto”, diz Diane. “Isso não é necessariamente ruim, desde que tenhamos consciência e lidemos com isso de forma adequada”.
Segundo ela, o problema ocorre quando as pessoas começam a usar a comida como um sistema de recompensa para ser acionado em momentos de estresse, por exemplo.
Para evitar esse mecanismo, a especialista recomenda que as pessoas que estão buscando emagrecer mantenham um diário para registrar as comidas ingeridas e o humor de cada dia, para facilitar o reconhecimento de padrões ruins. Além disso, antes de comer qualquer coisa, é importante se perguntar se está realmente com fome ou se a comida está sendo usada para obter algum tipo de conforto.
(Adaptado. Disponível em: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/12/90-
das-pessoas-subestimam-fator-emocional-na-perda-de-peso-diz-estudo.html)
Com base no texto '90% das pessoas subestimam fator emocional na perda de peso', marque a opção INCORRETA
 

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734233 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
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