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O Fundo Nacional de Saúde (FNS)é o gestor financeiro dos recursos destinados ao Sistema Unico de Saúde (SUS) na esfera federal, cujos recursos destinam-se a financiar as despesas correntes e de capital do Ministério da Saúde, de seus órgãos e de entidades da administração direta e indireta integrantes do SUS. A respeito do Fundo Nacional de Saúde e a maneira que serão alocados, coloque V para verdadeiro e F para falso. Em seguida, assinale a alternativa que compreende a ordem correta.
( ) Despesas e custeios e de capital do Ministério da Saúde, seus órgãos e entidades, da administração direta e indireta.
( ) Investimentos previstos em lei orçamentária, de iniciativa do Poder Legislativo e aprovados pelos Congresso Nacional.
( ) Investimentos previstos em no Plano Trienal do Ministério da Saúde.
( ) Cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal.
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Assinale a alternativa que apresenta a acentuação correta das palavras, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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Assinale a alternativa correta em relação à concordância, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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Um mundo sem culpa
O cristianismo é um legado indissociável da nossa cultura cotidiana e medeia nossos atos e valorações de forma explícita e implícita. Ainda que nossa moral - normalmente frouxa - não seja capaz de dar consistência absoluta a esse legado, o crente, o ateu, o agnóstico e o singular cristão não praticante fazem uso dessa herança quando lhes convém. Não há quem desconheça a oração Pai Nosso, texto seminal da cultura cristã.
O texto sagrado sugere que devamos perdoar os nossos ofensores para que sejamos igualmente perdoados por Deus. Não nos prendemos a essa disposição do texto, fixamos mais na ideia de que Deus, por conta da sua magnânima bondade, perdoará a todos, apesar da não equivalência de compaixão. Suprimos da consciência o conectivo de comparação “assim como” e esperamos que Deus se atenha só ao dito e ao escrito e que distraído não vasculhe os meandros de nossas intenções e de nossos lapsos de memória.
Reparem que (certos do perdão divino, motivado pelo arrependimento e pela confissão mediada por padre, pastor ou em linha direta com Deus) pedimos desculpa com a convicção absoluta de nossa absolvição. Não é raro que fiquemos incomodados e avexados quando alguém nos surpreende com a possibilidade de não nos tirar a culpa. Se Deus nos perdoará, por que essezinho não o fará?
A consciência, dedurada somente aos atentos, é sempre arejada pelos artifícios da linguagem e das associações feitas. Quando não nos desculpam, criamos a própria desculpa, transferindo a outros a culpa que seria nossa. “Desculpe-me pelo atraso, o trânsito desta cidade é uma loucura”; “Desculpa, era só uma brincadeira, não fiz por mal”; “Foi mal, estava distraído”.
Às vezes, escamoteamos a palavra “desculpa” no discurso, mas vislumbramos a possibilidade de entendimento dela. “A prova estava impossível, o professor surtou”; “Não dá para entender o que o professor explica”; “Como cheguei correndo, não consegui pegar o livro”. Assim, a falha que é nossa é transferida a um outro culpado. Criamos, assim, um perdão “expresso”, sem a intermediação de líderes religiosos e sem conversar com o “Homem lá de cima”. E o pobre destinatário da culpa transferida que busque forma de encontrar também o seu perdão. (...)
Adaptado de https://revistaeducacao.com.br/2019/07/14/mundo-semculpa- cristianismo/
Leia o trecho abaixo, retirado do texto.
“As vezes, escamoteamos a palavra “desculpa” no discurso, mas vislumbramos a possibilidade de entendimento dela”.
É correto afirmar que corresponde a um sinônimo da palavra em destaque no trecho acima:
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Um mundo sem culpa
O cristianismo é um legado indissociável da nossa cultura cotidiana e medeia nossos atos e valorações de forma explícita e implícita. Ainda que nossa moral - normalmente frouxa - não seja capaz de dar consistência absoluta a esse legado, o crente, o ateu, o agnóstico e o singular cristão não praticante fazem uso dessa herança quando lhes convém. Não há quem desconheça a oração Pai Nosso, texto seminal da cultura cristã.
O texto sagrado sugere que devamos perdoar os nossos ofensores para que sejamos igualmente perdoados por Deus. Não nos prendemos a essa disposição do texto, fixamos mais na ideia de que Deus, por conta da sua magnânima bondade, perdoará a todos, apesar da não equivalência de compaixão. Suprimos da consciência o conectivo de comparação “assim como” e esperamos que Deus se atenha só ao dito e ao escrito e que distraído não vasculhe os meandros de nossas intenções e de nossos lapsos de memória.
Reparem que (certos do perdão divino, motivado pelo arrependimento e pela confissão mediada por padre, pastor ou em linha direta com Deus) pedimos desculpa com a convicção absoluta de nossa absolvição. Não é raro que fiquemos incomodados e avexados quando alguém nos surpreende com a possibilidade de não nos tirar a culpa. Se Deus nos perdoará, por que essezinho não o fará?
A consciência, dedurada somente aos atentos, é sempre arejada pelos artifícios da linguagem e das associações feitas. Quando não nos desculpam, criamos a própria desculpa, transferindo a outros a culpa que seria nossa. “Desculpe-me pelo atraso, o trânsito desta cidade é uma loucura”; “Desculpa, era só uma brincadeira, não fiz por mal”; “Foi mal, estava distraído”.
Às vezes, escamoteamos a palavra “desculpa” no discurso, mas vislumbramos a possibilidade de entendimento dela. “A prova estava impossível, o professor surtou”; “Não dá para entender o que o professor explica”; “Como cheguei correndo, não consegui pegar o livro”. Assim, a falha que é nossa é transferida a um outro culpado. Criamos, assim, um perdão “expresso”, sem a intermediação de líderes religiosos e sem conversar com o “Homem lá de cima”. E o pobre destinatário da culpa transferida que busque forma de encontrar também o seu perdão. (...)
Adaptado de https://revistaeducacao.com.br/2019/07/14/mundo-semculpa- cristianismo/
Assinale a alternativa cuja pontuação alterada NÃO causou prejuízo gramatical ou de sentido à sentença retirada do texto.
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Um mundo sem culpa
O cristianismo é um legado indissociável da nossa cultura cotidiana e medeia nossos atos e valorações de forma explícita e implícita. Ainda que nossa moral - normalmente frouxa - não seja capaz de dar consistência absoluta a esse legado, o crente, o ateu, o agnóstico e o singular cristão não praticante fazem uso dessa herança quando lhes convém. Não há quem desconheça a oração Pai Nosso, texto seminal da cultura cristã.
O texto sagrado sugere que devamos perdoar os nossos ofensores para que sejamos igualmente perdoados por Deus. Não nos prendemos a essa disposição do texto, fixamos mais na ideia de que Deus, por conta da sua magnânima bondade, perdoará a todos, apesar da não equivalência de compaixão. Suprimos da consciência o conectivo de comparação “assim como” e esperamos que Deus se atenha só ao dito e ao escrito e que distraído não vasculhe os meandros de nossas intenções e de nossos lapsos de memória.
Reparem que (certos do perdão divino, motivado pelo arrependimento e pela confissão mediada por padre, pastor ou em linha direta com Deus) pedimos desculpa com a convicção absoluta de nossa absolvição. Não é raro que fiquemos incomodados e avexados quando alguém nos surpreende com a possibilidade de não nos tirar a culpa. Se Deus nos perdoará, por que essezinho não o fará?
A consciência, dedurada somente aos atentos, é sempre arejada pelos artifícios da linguagem e das associações feitas. Quando não nos desculpam, criamos a própria desculpa, transferindo a outros a culpa que seria nossa. “Desculpe-me pelo atraso, o trânsito desta cidade é uma loucura”; “Desculpa, era só uma brincadeira, não fiz por mal”; “Foi mal, estava distraído”.
Às vezes, escamoteamos a palavra “desculpa” no discurso, mas vislumbramos a possibilidade de entendimento dela. “A prova estava impossível, o professor surtou”; “Não dá para entender o que o professor explica”; “Como cheguei correndo, não consegui pegar o livro”. Assim, a falha que é nossa é transferida a um outro culpado. Criamos, assim, um perdão “expresso”, sem a intermediação de líderes religiosos e sem conversar com o “Homem lá de cima”. E o pobre destinatário da culpa transferida que busque forma de encontrar também o seu perdão. (...)
Adaptado de https://revistaeducacao.com.br/2019/07/14/mundo-semculpa- cristianismo/
De acordo com o texto, é correto afirmar que
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A homeopatia, sistema médico complexo de caráter holístico, é baseada no princípio vitalista e no uso da lei dos semelhantes. A partir da década de 1980, alguns estados e municípios brasileiros começaram a oferecero atendimento homeopático como especialidade médica aos usuários dos serviços públicos de saúde, porém como iniciativas isoladas. A implementação da homeopatia no SUS representa importante estratégia para a construção de um modelo de atenção centrado na saúde. Desta forma, analise abaixo os motivos pelos quais a homeopatia está presente na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS.
I. Recoloca o sujeito no centro do paradigma da atenção, compreendendo-o nas dimensões físicas, psicológica, social e cultural, o que contribui para o fortalecimento da integralidade da atenção à saúde.
ll. Fortalece a relação médico-paciente como um dos elementos fundamentais da terapêutica, promovendo humanização na atenção, estimulando o autocuidado e a autonomia do indivíduo.
III. Atua em diversas situações clínicas do adoecimento, como nas doenças crônicas não transmissíveis, nas doenças respiratórias e alérgicas, nos transtornos psicossomáticos, reduzindo a demanda por intervenções hospitalares e emergenciais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos usuários.
Iv. Contribui para o uso racional de medicamentos, podendo reduzir a farmacodependência.
Está correto o que se apresenta em:
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De acordo com o Decreto nº 7.508, de 28 de junho que 2011, que dispõe sobre a organização do Sistema Único de Saúde (SUS), o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, as Regiões de Saúde serão instituídas pelo Estado, em articulação com os Municípios, respeitadas as diretrizes gerais pactuadas na Comissão Intergestores Tripartite — CIT. Sendo assim, para serem instituídas, as Regiões de Saúde, devem conter, no mínimo, algumas ações e serviços. Assinale a alternativa que apresenta um item obrigatório INCORRETO.
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Assinale a alternativa correta acerca do uso da crase, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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Assinale a alternativa correta acerca da colocação pronominal, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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