Magna Concursos

Foram encontradas 350 questões.

4262846 Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
Provas:

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Autor: Fernando Pessoa.

No âmbito do gênero lírico, a voz que enuncia o poema e manifesta sentimentos ou perplexidades existenciais não se confunde, necessariamente, com a pessoa biográfica do autor. A respeito da construção dessa voz poética no texto de Fernando Pessoa, é CORRETO afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4262845 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
Provas:

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Autor: Fernando Pessoa.

Considerando os aspectos fonéticos e fonológicos de palavras empregadas no poema de Fernando Pessoa, analise as assertivas a seguir:

I. A palavra nunca é constituída por 5 letras e 4 fonemas, apresentando redução fonética em razão do dígrafo un.

II. O termo chovesse possui um encontro consonantal no grupo ch e um dígrafo consonantal na terminação ss.

III. Na palavra pequenos, o grupo qu funciona como um dígrafo consonantal, pois a letra u não é pronunciada.

Está CORRETO o que se afirma em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4262844 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
Provas:

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Autor: Fernando Pessoa.

Na primeira estrofe, a voz poética conclui seu pensamento com a exclamação Triste de quem é assim!. Do ponto de vista da morfologia da Língua Portuguesa, o vocábulo sublinhado classifica-se como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4262843 Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
Provas:

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Autor: Fernando Pessoa.

Em relação à estrutura formal e aos recursos de versificação empregados por Fernando Pessoa no poema, analise as partes que seguem:

(1ª parte): A estrofação caracteriza-se pelo uso de tercetos encadeados, estrutura lírica típica da poesia épica.


(2ª parte): O esquema rímico do poema segue o padrão cruzado ou alternado (ABAB) em todas as suas estrofes.


(3ª parte): As rimas do poema são exclusivamente pobres, constituídas apenas por palavras pertencentes à mesma classe gramatical e com consoantes idênticas.


Pode-se afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4262842 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
Provas:

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Autor: Fernando Pessoa.

A partir da perspectiva construída pelo eu lírico a respeito do seu próprio percurso vital, do tédio e da dor existencial, analise as assertivas que seguem, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:

( ) A voz poética demonstra indiferença e desprezo em relação ao sofrimento humano, observando os dilemas da vida com distanciamento crítico e neutro.

( ) A última estrofe encerra o poema com uma mensagem de otimismo, sugerindo que a superação da dor pessoal ocorrerá com a mudança do clima.

( ) A saudade mencionada pelo eu poético refere-se ao arrependimento por ter perdido bens materiais e conquistas concretas que almejou na juventude.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4262841 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
Provas:

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Autor: Fernando Pessoa.

Na abertura do poema, o poeta utiliza a oração de um único verbo: Chove. Considerando as regras de regência e concordância da norma-padrão da língua portuguesa, a oração é classificada sintaticamente como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4262840 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
Provas:

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Autor: Fernando Pessoa.

No verso De mim, estou de mim partido, o autor utiliza recursos estilísticos e sintáticos para expressar a crise existencial do sujeito poético. A respeito da construção desse verso e do seu efeito de sentido no texto, assinale a alternativa CORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4262839 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
Provas:

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Autor: Fernando Pessoa.

A partir da leitura da segunda estrofe do poema de Fernando Pessoa, analise as assertivas abaixo:

I. A febre na alma indica que o eu lírico está tomado por um entusiasmo apaixonado e por um desejo ardente de viver intensamente a vida que lhe resta.

II. A expressão angústia sem remédio retrata um sofrimento de ordem existencial e irrecuperável, para o qual não há solução lógica ou material.

III. O verso Só do que nunca quis ter... constrói um paradoxo em que o eu lírico sente a falta de algo que jamais chegou a desejar.

Está CORRETO o que se afirma em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4262838 Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
Provas:

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Autor: Fernando Pessoa.

Nos versos Que fiz eu da vida? / Fiz o que ela fez de mim..., a voz poética estabelece um jogo de perguntas e respostas que sintetiza sua postura diante da própria existência. Do ponto de vista interpretativo, esses dois versos expressam
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4262837 Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
Provas:

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Autor: Fernando Pessoa.

O elemento da chuva marca a abertura e o fecho do texto. Sob a perspectiva da simbologia poética e da construção do espaço subjetivo na obra de Fernando Pessoa, assinale a alternativa que analisa CORRETAMENTE o papel simbólico desempenhado pela chuva.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas