Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

3625356 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Assinale a alternativa que completa corretamente a discussão de Haddad e Di Pierro (2000), no excerto a seguir:


“A partir dos anos 80, os programas de escolarização de adultos passaram a acolher um novo grupo social constituído por jovens de origem urbana, cuja trajetória escolar anterior foi malsucedida. [...] Os jovens ________________”

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3625355 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Ao discutir a questão da inclusão escolar, Mantoan (2013) defende o ponto de vista de que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3625354 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

A partir da análise de tendências internacionais quanto ao pensamento na área da inclusão, Ainscow (2009) e outros colaboradores sugeriram uma tipologia de cinco formas de conceituar a inclusão.


Leia o trecho a seguir:


“Quando usada em um contexto educacional, a inclusão social tende a se referir a questões de grupos cujo acesso às escolas esteja sob ameaça, como o caso de meninas que engravidam ou têm bebês enquanto estão na escola, crianças sob cuidados (ou seja, aquelas sob cuidados de autoridades públicas) e ciganos/viajantes.”


Esse trecho refere-se ao seguinte tipo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3625353 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Frade, Araújo e Glória (2018) afirmam que os jogos digitais de alfabetização tiveram grande relevância em seu trabalho investigativo sobre como as crianças, em processo de alfabetização, atuam em ambientes digitais com a linguagem verbal e outros recursos multimodais em eventos de uso de jogos. Mais especificamente em relação aos jogos digitais de alfabetização, essas autoras afirmam que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3625352 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Ao discutir a questão da cultura profissional, Nóvoa (2009) afirma que ser professor é compreender os sentidos da instituição escolar, integrar-se em uma profissão e aprender com os colegas mais experientes. É na escola e no diálogo com os outros professores que se aprende a profissão.


Conforme o autor, são elementos centrais para o aperfeiçoamento e a inovação:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3625107 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Considere os trechos a seguir.

• _____________ a oportunidade de estudar astronomia.

• _____________ que os estudos sobre a vida no espaço avancem.

• Sempre _____________ a respeito das pesquisas que realiza.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas de acordo com a norma-padrão de colocação pronominal.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3625106 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Leia o texto para responder às questões de números 07 a 12.

A humanidade se divide em dois grupos. Um com bilhões de pessoas, que sabem que o futuro da espécie está fadado a ocorrer aqui na superfície da Terra. O outro grupo, minúsculo, acredita que nosso futuro está em outros planetas, talvez Marte, onde deveríamos estabelecer colônias.

Construir o foguete e pousar em Marte é factível com a tecnologia atual. Mas será que o ser humano aguenta a viagem de meses? Se não aguentar, o plano vai por água abaixo, pois não existe no horizonte engenharia capaz de criar um ser humano adaptado à vida no foguete ou em Marte. A novidade é um estudo que demonstrou que nosso coração já começa a deteriorar com menos de um mês funcionando sem gravidade.

Para esse estudo foram construídos pequenos corações humanos capazes de funcionar fora do corpo. São feitos de tecido cardíaco vivo, ligados a dois pontos de fixação dentro de um aparelho que tem um reservatório de alimentos.

Como o tecido muscular cardíaco está ligado a sensores presentes nos pontos de fixação, a frequência e a força de cada batimento cardíaco podem ser medidas. Tudo em tempo real. O resultado é uma caixa lacrada contendo um pequeno coração vivo.

Os cientistas enviaram para a estação espacial uma dessas caixas e mantiveram outra idêntica na Terra. A única diferença entre as duas é que uma operava na ausência de gravidade e a outra, com gravidade normal. A que foi para o espaço ficou 30 dias sem gravidade e retornou à Terra. Durante esses 30 dias, o funcionamento desses dois pequenos corações pôde ser comparado.

A conclusão é que o coração humano deteriora e envelhece rapidamente na ausência de gravidade. Isso, é claro, se torna um grande risco para viagens que duram meses, como a que pretende levar seres humanos até Marte. Problemas semelhantes ocorrem nos rins dos astronautas e no sistema imune, mas ainda não foram bem estudados. Me parece que resolver esses problemas antes de enviar pessoas a Marte é um desafio mais complicado do que construir os foguetes. E pode atrasar muito, ou mesmo tornar impossível, longas viagens espaciais.

(Fernando Reinach. www.estadao.com.br, 28.10.2024. Adaptado)

Considere os trechos a seguir.

• ... dentro de um aparelho que tem um reservatório de alimentos. (3º parágrafo)

• ... um grande risco para viagens que duram meses... (6º parágrafo)

Os vocábulos destacados podem ser, correta e respectivamente, substituídos por:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3625105 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Leia o texto para responder às questões de números 07 a 12.

A humanidade se divide em dois grupos. Um com bilhões de pessoas, que sabem que o futuro da espécie está fadado a ocorrer aqui na superfície da Terra. O outro grupo, minúsculo, acredita que nosso futuro está em outros planetas, talvez Marte, onde deveríamos estabelecer colônias.

Construir o foguete e pousar em Marte é factível com a tecnologia atual. Mas será que o ser humano aguenta a viagem de meses? Se não aguentar, o plano vai por água abaixo, pois não existe no horizonte engenharia capaz de criar um ser humano adaptado à vida no foguete ou em Marte. A novidade é um estudo que demonstrou que nosso coração já começa a deteriorar com menos de um mês funcionando sem gravidade.

Para esse estudo foram construídos pequenos corações humanos capazes de funcionar fora do corpo. São feitos de tecido cardíaco vivo, ligados a dois pontos de fixação dentro de um aparelho que tem um reservatório de alimentos.

Como o tecido muscular cardíaco está ligado a sensores presentes nos pontos de fixação, a frequência e a força de cada batimento cardíaco podem ser medidas. Tudo em tempo real. O resultado é uma caixa lacrada contendo um pequeno coração vivo.

Os cientistas enviaram para a estação espacial uma dessas caixas e mantiveram outra idêntica na Terra. A única diferença entre as duas é que uma operava na ausência de gravidade e a outra, com gravidade normal. A que foi para o espaço ficou 30 dias sem gravidade e retornou à Terra. Durante esses 30 dias, o funcionamento desses dois pequenos corações pôde ser comparado.

A conclusão é que o coração humano deteriora e envelhece rapidamente na ausência de gravidade. Isso, é claro, se torna um grande risco para viagens que duram meses, como a que pretende levar seres humanos até Marte. Problemas semelhantes ocorrem nos rins dos astronautas e no sistema imune, mas ainda não foram bem estudados. Me parece que resolver esses problemas antes de enviar pessoas a Marte é um desafio mais complicado do que construir os foguetes. E pode atrasar muito, ou mesmo tornar impossível, longas viagens espaciais.

(Fernando Reinach. www.estadao.com.br, 28.10.2024. Adaptado)

No trecho do 2º parágrafo “... nosso coração começa a deteriorar com menos de um mês funcionando sem gravidade”, as expressões destacadas apresentam, respectivamente, circunstâncias de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3625104 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Existem várias formas de preconceito. Uma primeira distinção útil é aquela entre preconceitos individuais e preconceitos coletivos. Neste momento, não estou interessado nos preconceitos individuais, tais como as superstições, as crenças no azar, na maldição, no mau-olhado, que nos induzem a cruzar os dedos e a carregar folhas de arruda, ou a não realizar certas ações, como viajar às sextas-feiras ou sentar-se à mesa em treze pessoas, a buscar apoio em amuletos para afastar o azar ou em talismās para trazer sorte. Não me interesso por isso porque são crenças mais ou menos inócuas, que não têm a periculosidade social dos preconceitos coletivos.

Chamo de preconceitos coletivos aqueles que são compartilhados por um grupo social inteiro e estão dirigidos a outro grupo social. A periculosidade dos preconceitos coletivos depende do fato de que muitos conflitos entre grupos, que podem até mesmo degenerar na violência, derivam do modo distorcido com que um grupo social julga o outro, gerando incompreensão, rivalidade, inimizade, desprezo ou escárnio. Geralmente, este juízo distorcido é recíproco, e em ambas as partes é tão mais forte quanto mais intensa é a identificação entre os membros individuais e o próprio grupo. A identificação com o próprio grupo faz com que se perceba o outro como diverso, ou mesmo como hostil. Para esta identificação- contraposição contribui precisamente o preconceito, ou seja, o juízo negativo que os membros de um grupo fazem das características do grupo rival.

Os preconceitos de grupo são inumeráveis, mas os dois historicamente mais relevantes e influentes são o preconceito nacional e o preconceito de classe. Não é por outro motivo que os grandes conflitos que marcaram a história da humanidade são os derivados das guerras entre nações ou povos (ou também raças) e da luta de classes. Não há nação que não traga nas costas uma ideia persistente, tenaz e dificilmente modificável da própria identidade, que se apoiaria em sua pretensa e presumida diversidade em relação a todas as outras nações. Há uma grande diferença, às vezes uma oposição, entre o modo como um povo vê a si mesmo e o modo como é visto pelos outros povos; mas, geralmente, ambos os modos são constituídos por ideias fixas, por generalizações superficiais (todos os alemães são prepotentes, todos os italianos são espertalhões etc.), que precisamente por isso são chamadas de “estereótipos”.

(Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e outros escritos morais, 1998. Adaptado)

Considere os trechos a seguir.

• ... não estou interessado nos preconceitos individuais... (1º parágrafo)

• ... que podem até mesmo degenerar na violência... (2º parágrafo)

A reescrita das passagens destacadas está em conformidade com a norma-padrão de regência verbal em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3625103 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Existem várias formas de preconceito. Uma primeira distinção útil é aquela entre preconceitos individuais e preconceitos coletivos. Neste momento, não estou interessado nos preconceitos individuais, tais como as superstições, as crenças no azar, na maldição, no mau-olhado, que nos induzem a cruzar os dedos e a carregar folhas de arruda, ou a não realizar certas ações, como viajar às sextas-feiras ou sentar-se à mesa em treze pessoas, a buscar apoio em amuletos para afastar o azar ou em talismās para trazer sorte. Não me interesso por isso porque são crenças mais ou menos inócuas, que não têm a periculosidade social dos preconceitos coletivos.

Chamo de preconceitos coletivos aqueles que são compartilhados por um grupo social inteiro e estão dirigidos a outro grupo social. A periculosidade dos preconceitos coletivos depende do fato de que muitos conflitos entre grupos, que podem até mesmo degenerar na violência, derivam do modo distorcido com que um grupo social julga o outro, gerando incompreensão, rivalidade, inimizade, desprezo ou escárnio. Geralmente, este juízo distorcido é recíproco, e em ambas as partes é tão mais forte quanto mais intensa é a identificação entre os membros individuais e o próprio grupo. A identificação com o próprio grupo faz com que se perceba o outro como diverso, ou mesmo como hostil. Para esta identificação- contraposição contribui precisamente o preconceito, ou seja, o juízo negativo que os membros de um grupo fazem das características do grupo rival.

Os preconceitos de grupo são inumeráveis, mas os dois historicamente mais relevantes e influentes são o preconceito nacional e o preconceito de classe. Não é por outro motivo que os grandes conflitos que marcaram a história da humanidade são os derivados das guerras entre nações ou povos (ou também raças) e da luta de classes. Não há nação que não traga nas costas uma ideia persistente, tenaz e dificilmente modificável da própria identidade, que se apoiaria em sua pretensa e presumida diversidade em relação a todas as outras nações. Há uma grande diferença, às vezes uma oposição, entre o modo como um povo vê a si mesmo e o modo como é visto pelos outros povos; mas, geralmente, ambos os modos são constituídos por ideias fixas, por generalizações superficiais (todos os alemães são prepotentes, todos os italianos são espertalhões etc.), que precisamente por isso são chamadas de “estereótipos”.

(Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e outros escritos morais, 1998. Adaptado)

Na opinião do autor, uma determinada nação

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas