Foram encontradas 50 questões.
Em uma caixa há vários lápis de cera que serão divididos
igualmente entre os grupos de uma sala de aula. Se cada
grupo receber 15 lápis restarão 6 lápis dentro da caixa,
porém não é possível dar 17 lápis para cada grupo, pois
ficariam faltando 2 lápis. Se forem dados 16 lápis para
cada grupo, restarão na caixa
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Uma copiadora imprime 5 páginas iguais em 17 segundos.
O tempo que essa copiadora leva para imprimir 680 dessas
mesmas páginas é
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Um bloco maciço, tem a forma de um prisma reto de base retangular, conforme mostra a figura.

Se cada 1 cm3 do material desse bloco tem massa igual a 60 g, então a massa do bloco inteiro é
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Para um lanche foram comprados alguns salgados, cujas quantidades e preços unitários estão descritos na tabela.

Considerando-se os 25 salgados comprados, na média, o preço de cada um saiu por R$ 3,80. O preço de uma empada era
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Um estudante possui livros de matemática e de português, num total de 10 livros. Se esse estudante tivesse
um livro de português a menos, o número de livros de
português seria a metade do número de livros de matemática. O número de livros de matemática que esse
estudante possui é
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Leia a tirinha e responda a questão.

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Leia trecho de entrevista com o escritor moçambicano Mia
Couto e responda a questão:
Revista Nova Escola: Em algum momento, a escola
seduziu você?
Mia Couto: Eu sempre conto essa mesma história. Foi de
um professor que não deu uma aula, e sim uma lição – que é
uma coisa diferente. Ele nos mandou fazer uma redação que
seria apresentada à turma. No dia seguinte, ele trouxe um
caderno e sentou-se em uma das nossas cadeiras. Ele era
um homem enorme, muito grande. Ficou ali todo desajeitado.
Converteu-se num menino, como nós, numa criança – e com
as mãos tremendo, leu a redação que tinha feito em casa, à
noite, como se fosse um de nós. O texto dele chamava-se As
mãos da minha mãe. E as mãos da mãe dele também eram
as mãos da minha mãe: ele falava de mãos marcadas pelo
trabalho, pelo sofrimento, pela vida e de como ele gostava
daquelas mãos marcadas. Eu tinha talvez uns 9 ou 10 anos,
mas nunca me esqueci disso. Esse foi o momento em que eu
pensei que a escola fazia algum sentido.
NE: Como esse episódio se reflete na sua carreira
como escritor?
Couto: Aquilo deixou uma grande impressão por duas
razões: a primeira é que percebi que o que eu via como um
texto obrigatório era sem sabor nenhum. Simplesmente porque tinha que estar atento à ortografia e normas da gramática. Eu notei que o prazer que tinha ao escrever uma história
é o de viver no texto o que está dentro do nosso peito. A
segunda razão é que aquele professor, de repente desamparado na cadeira, transformou-se num colega meu. Não é
só uma questão curricular, uma questão de programa. É uma
questão de atitude do professor.
(Wellington Soares. “Mia Couto: ‘O professor tem que ser um contador de
histórias’”. https://novaescola.org.br, 10.04.2018. Adaptado)
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Leia trecho de entrevista com o escritor moçambicano Mia
Couto e responda a questão:
Revista Nova Escola: Em algum momento, a escola
seduziu você?
Mia Couto: Eu sempre conto essa mesma história. Foi de
um professor que não deu uma aula, e sim uma lição – que é
uma coisa diferente. Ele nos mandou fazer uma redação que
seria apresentada à turma. No dia seguinte, ele trouxe um
caderno e sentou-se em uma das nossas cadeiras. Ele era
um homem enorme, muito grande. Ficou ali todo desajeitado.
Converteu-se num menino, como nós, numa criança – e com
as mãos tremendo, leu a redação que tinha feito em casa, à
noite, como se fosse um de nós. O texto dele chamava-se As
mãos da minha mãe. E as mãos da mãe dele também eram
as mãos da minha mãe: ele falava de mãos marcadas pelo
trabalho, pelo sofrimento, pela vida e de como ele gostava
daquelas mãos marcadas. Eu tinha talvez uns 9 ou 10 anos,
mas nunca me esqueci disso. Esse foi o momento em que eu
pensei que a escola fazia algum sentido.
NE: Como esse episódio se reflete na sua carreira
como escritor?
Couto: Aquilo deixou uma grande impressão por duas
razões: a primeira é que percebi que o que eu via como um
texto obrigatório era sem sabor nenhum. Simplesmente porque tinha que estar atento à ortografia e normas da gramática. Eu notei que o prazer que tinha ao escrever uma história
é o de viver no texto o que está dentro do nosso peito. A
segunda razão é que aquele professor, de repente desamparado na cadeira, transformou-se num colega meu. Não é
só uma questão curricular, uma questão de programa. É uma
questão de atitude do professor.
(Wellington Soares. “Mia Couto: ‘O professor tem que ser um contador de
histórias’”. https://novaescola.org.br, 10.04.2018. Adaptado)
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
Leia trecho de entrevista com o escritor moçambicano Mia
Couto e responda a questão:
Revista Nova Escola: Em algum momento, a escola
seduziu você?
Mia Couto: Eu sempre conto essa mesma história. Foi de
um professor que não deu uma aula, e sim uma lição – que é
uma coisa diferente. Ele nos mandou fazer uma redação que
seria apresentada à turma. No dia seguinte, ele trouxe um
caderno e sentou-se em uma das nossas cadeiras. Ele era
um homem enorme, muito grande. Ficou ali todo desajeitado.
Converteu-se num menino, como nós, numa criança – e com
as mãos tremendo, leu a redação que tinha feito em casa, à
noite, como se fosse um de nós. O texto dele chamava-se As
mãos da minha mãe. E as mãos da mãe dele também eram
as mãos da minha mãe: ele falava de mãos marcadas pelo
trabalho, pelo sofrimento, pela vida e de como ele gostava
daquelas mãos marcadas. Eu tinha talvez uns 9 ou 10 anos,
mas nunca me esqueci disso. Esse foi o momento em que eu
pensei que a escola fazia algum sentido.
NE: Como esse episódio se reflete na sua carreira
como escritor?
Couto: Aquilo deixou uma grande impressão por duas
razões: a primeira é que percebi que o que eu via como um
texto obrigatório era sem sabor nenhum. Simplesmente porque tinha que estar atento à ortografia e normas da gramática. Eu notei que o prazer que tinha ao escrever uma história
é o de viver no texto o que está dentro do nosso peito. A
segunda razão é que aquele professor, de repente desamparado na cadeira, transformou-se num colega meu. Não é
só uma questão curricular, uma questão de programa. É uma
questão de atitude do professor.
(Wellington Soares. “Mia Couto: ‘O professor tem que ser um contador de
histórias’”. https://novaescola.org.br, 10.04.2018. Adaptado)
“O professor, como se ________ um aluno, _________ uma redação que posteriormente _________ para Mia Couto e seus colegas.”
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Leia a tirinha e responda a questão.

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