Foram encontradas 85 questões.
Os professores de uma escola municipal planejam e
têm como trabalho sistematizado fazer sondagem dos
conhecimentos prévios que os alunos têm sobre o objeto de ensino, estimulando para que todos falem a respeito do tema, fazendo as intervenções e orientando as
discussões. Esse procedimento, de acordo com Mauri
(in Coll,1999), é importante porque
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506009
Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
O gestor de uma escola pública reúne os professores,
funcionários e pais de alunos para o processo de elaboração do Projeto Político Pedagógico da escola. Prepara
e apresenta dados coletados sobre resultados de rendimento dos alunos nos anos anteriores, estudos sobre o
território onde a escola se localiza, diagnóstico sobre a
comunidade da escola e propõe que o público presente
se distribua em grupos menores, para analisarem os problemas, definirem as prioridades e estabelecerem metas
e ações a curto, médio e longo prazos.
Considere a situação relatada frente ao que dispõe a
Constituição Federal de 1988 e assinale a alternativa que
corretamente a caracteriza.
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A abordagem do Projeto Político-Pedagógico, como organização do trabalho da escola como um todo, de acordo com a legislação vigente, está fundada nos princípios que deverão nortear a escola democrática, pública e gratuita: igualdade, qualidade, gestão democrática, liberdade e valorização do magistério. Veiga (1996) afirma que liberdade e autonomia fazem parte da ação pedagógica e cita Rios (1982), para quem a autonomia da escola é
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De acordo com Veiga (1996), o Projeto Político-Pedagógico (PPP) constitui-se em processo democrático de decisões e preocupa-se em instaurar uma forma de organização de trabalho pedagógico que supere conflitos, buscando eliminar as relações competitivas, corporativas e autoritárias. Nesse sentido, ele procura
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Analise o texto a seguir. O sapo
O sapo é bom.
O sapo come insetos.
O sapo é feio.
O sapo vive na água e na terra.
Ele solta um líquido pela espinha.
O sapo é verde.
Trata-se de um texto produzido oral e coletivamente pelos alunos de série inicial, grafado na lousa pela professora. À luz das reflexões de Weizs (2000), o texto produzido pelas crianças
Trata-se de um texto produzido oral e coletivamente pelos alunos de série inicial, grafado na lousa pela professora. À luz das reflexões de Weizs (2000), o texto produzido pelas crianças
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Leia o texto e responda à questão.
Para Jespersen (1904), a língua deveria ser tratada como algo vivo; ela não deveria ser um fim em si, mas um caminho para a comunicação. O objetivo maior de aprender uma língua estrangeira seria descobrir um universo infindável de novas culturas. O papel do professor não estaria reduzido em fazer com que os alunos fossem meros repetidores de palavras ou de livros, e sim o de despertar seu interesse. O professor deveria sentir “que o seu conhecimento linguístico seria a chave para muitos tesouros que ele abriria para seus alunos”, mostrando interesse pela cultura da língua a ser ensinada.
(Fernanda T. Maza. O papel do professor de íngua estrangeira: uma retrospectiva”,. In: M.A.A. Celani (org.). Ensino de segunda língua: redescobrindo as origens. São Paulo:EDUC. 1997. Adaptado)
O trecho descreve um professor
Para Jespersen (1904), a língua deveria ser tratada como algo vivo; ela não deveria ser um fim em si, mas um caminho para a comunicação. O objetivo maior de aprender uma língua estrangeira seria descobrir um universo infindável de novas culturas. O papel do professor não estaria reduzido em fazer com que os alunos fossem meros repetidores de palavras ou de livros, e sim o de despertar seu interesse. O professor deveria sentir “que o seu conhecimento linguístico seria a chave para muitos tesouros que ele abriria para seus alunos”, mostrando interesse pela cultura da língua a ser ensinada.
(Fernanda T. Maza. O papel do professor de íngua estrangeira: uma retrospectiva”,. In: M.A.A. Celani (org.). Ensino de segunda língua: redescobrindo as origens. São Paulo:EDUC. 1997. Adaptado)
O trecho descreve um professor
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Leia o texto e responda a questão.
Although words can appear as single items which are
combined in a sentence, they can also occur in two-or-more
item groups. They often combine with each other in ways which
competent speakers of the language recognize instantly.
Word combinations (also known as collocations) have
become a subject of great interest in the recent past.
Collocation is the way in which words co-occur – combinations
which, through custom and practice, have become to be seen
as normal and acceptable. It is immediately apparent that some
words can live together, others cannot. We say fast asleep, and
this is an acceptable collocation, but fast awake is not.
The chunking of language suggests that talking about
vocabulary exclusively in terms of words is not sufficient
to account for the different kinds of meaning unit that the
language has at its disposal.
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Underlying the traditional linear syllabus is the notion that learning is a process of mastering each item perfectly, one at a time. In metaphorical terms, it was believed that a language develops in the same way as a building is constructed – one (linguistic) brick at a time.
However, the complexity of the acquisition process revealed by a growing body of second language acquisition research led some syllabus designers to argue that language development is basically an organic process. According to this metaphor, a new language develops in a way comparable to plants growing in a garden rather than a building being constructed. Learners do not acquire each item perfectly, one at a time, but numerous items imperfectly, all at once.
Needs analysis
With the advent of Communicative Language Teaching (CLT) in the 1970s, a very different syllabus approach was proposed by a number of linguists. This approach began, not with lists of grammatical, phonological and lexical features, but with an analysis of the communicative needs of the learner. Proponents of CLT argued that it was neither necessary nor possible to include every aspect of the target language in the syllabus. Rather, syllabus content should reflect the communicative purposes and needs of the learners.
Needs-based course design, particularly when it results in rigidly specified learning outcomes, has been heavily criticized. Widdowson (1983), for example, claims that such courses are exercises in training rather than in education because learners can only do those things for which they have been specifically prepared.
(David Nunan. Syllabus Design. In: M. Celce-Murcia (ed).
Teaching English as a second or foreign language. Boston, Massachusstes:
Heinle&Heinle. 3rd edition. 2001. Adaptado)
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Underlying the traditional linear syllabus is the notion that learning is a process of mastering each item perfectly, one at a time. In metaphorical terms, it was believed that a language develops in the same way as a building is constructed – one (linguistic) brick at a time.
However, the complexity of the acquisition process revealed by a growing body of second language acquisition research led some syllabus designers to argue that language development is basically an organic process. According to this metaphor, a new language develops in a way comparable to plants growing in a garden rather than a building being constructed. Learners do not acquire each item perfectly, one at a time, but numerous items imperfectly, all at once.
Needs analysis
With the advent of Communicative Language Teaching (CLT) in the 1970s, a very different syllabus approach was proposed by a number of linguists. This approach began, not with lists of grammatical, phonological and lexical features, but with an analysis of the communicative needs of the learner. Proponents of CLT argued that it was neither necessary nor possible to include every aspect of the target language in the syllabus. Rather, syllabus content should reflect the communicative purposes and needs of the learners.
Needs-based course design, particularly when it results in rigidly specified learning outcomes, has been heavily criticized. Widdowson (1983), for example, claims that such courses are exercises in training rather than in education because learners can only do those things for which they have been specifically prepared.
(David Nunan. Syllabus Design. In: M. Celce-Murcia (ed).
Teaching English as a second or foreign language. Boston, Massachusstes:
Heinle&Heinle. 3rd edition. 2001. Adaptado)
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