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Foram encontradas 50 questões.

2240924 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Quando uma espécie arbórea é atacada por pragas florestais, pode ser feito o controle biológico, químico ou mecânico. O controle para o serrador Oncideres impluviata é realizado por meio de:

 

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2240910 Ano: 2015
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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O Sistema Nacional de Unidade de Conservação – SNUC – apresenta as unidades de conservação existentes no Brasil. As populações tradicionais podem explorar os recursos naturais, adaptando-se às condições ecológicas locais da seguinte categoria:

 

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2240845 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Para realizar o licenciamento ambiental, é necessário apresentar o Estudo de Impacto Ambiental – EIA – e o Relatório de Impacto Ambiental – RIMA – e/ou outros documentos técnicos. Esses documentos são elaborados por:

 

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2240793 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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As espécies florestais arbóreas não estão livres das pragas, desde o viveiro até a fase adulta, porém uma praga em específico, quando ataca uma espécie florestal, deixa os seus ramos em forma de forquilha. As pragas que representam essa característica são:

 

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2240769 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

NÁUFRAGOS DA MODERNIDADE LÍQUIDA

Qual o próximo centro financeiro? Nos séculos XIII e XIV, foi Bruges, com o advento do mercantilismo; nos séculos XIV a XVI, Veneza, com suas corporações marítimas e a conquista do Oriente; no século XVI, Antuérpia, graças à revolução gráfica de Gutenberg.

Em fins do século XVI e início do XVII, foi Gênova, verdadeiro paraíso fiscal; nos séculos XVIII e XIX, Londres, devido à máquina a vapor e à Revolução Industrial; na primeira metade do século XX, Nova York, com o uso da energia elétrica; na segunda, Los Angeles, com o Vale do Silício. Qual será o próximo?

Tudo indica que o poderio econômico dos EUA tende a encolher, suas empresas perdem mercados para a China, a crise ecológica afeta sua qualidade de vida. Caminhamos para um mundo policêntrico, com múltiplos centros regionais de poder.

A agricultura se industrializa, a urbanização invade a zona rural, o tempo é mercantilizado. Há o risco de, no futuro, todos os serviços serem pagos: educação, saúde, segurança e lazer.

Torna-se difícil distinguir entre trabalho, consumo, transporte, lazer e estudo. A vida urbana comprime multidões e, paradoxalmente, induz a solidão. O salário se gasta predominantemente em compra de serviços: educação, saúde, transporte e segurança.

Antes de 2030, todos se conectarão a todas as redes de informação por infraestruturas de alta fluidez, móveis e fixas, do tipo Google. A nanotecnologia produzirá computadores cada vez menores e portáteis. Multiplicar-se-ão os robôs domésticos.

O mundo envelhece. As cidades crescem. Se, de um lado, escasseiam bens insubstituíveis, de outro, produzem-se tecnologias que facilitam a redução do consumo de energia, o tratamento do lixo, o replanejamento das cidades e dos transportes.

O tempo se torna a única verdadeira raridade. Gasta-se menos tempo para produzir e mais para consumir. Assim, o tempo que um computador requer para ser confeccionado não se compara com aquele que o usuário dedicará para usá-lo.

Os produtos postos no mercado são “cronófagos”, isto é, devoram o tempo das pessoas. Basta observar como se usa o telefone celular. Objeto de multiuso, cada vez mais ele se impõe como sujeito com o poder de absorver o nosso tempo, a nossa atenção, até mesmo a nossa devoção.

Ainda que cercados de pessoas, ao desligar o celular nos sentimos exilados em uma ilha virtual. Do outro lado da janelinha eletrônica, o capital investido nas operadoras agradece tão veloz retorno...

Náufragos da modernidade líquida, há uma luta a se travar no que se refere à subjetividade: deixar-se devorar pelas garras do polvo tecnológico, que nos cerca por todos os lados, ou ousar exercer domínio sobre o tempo pessoal e reservar algumas horas à meditação, ao estudo, às amizades e à ociosidade amorosa. Há que decidir!

Frei Betto (http://domtotal.com/blog/)

“O tempo se torna a única verdadeira raridade”. A apropriação acelerada do tempo se manifestará também no estilo do autor. Um aspecto que demonstra, no estilo do autor, a escassez do tempo é:

 

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2240740 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Espécies de pequeno (4 a 5m), médio (5 a 8m) e grande porte (acima de 8m) são, respectivamente:

 

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2240684 Ano: 2015
Disciplina: Direito Penal
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Destruir ou danificar floresta considerada de preservação permanente, mesmo que em formação, ou utilizá-la com infrigência das normas de proteção, é um dos crimes contra a flora. A legislação que determina a pena para esse crime é:

 

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2240638 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Usando a expressão de Smalian, o volume sem casca das seguintes toras de madeira é respectivamente:

Tora

DAP 1 (cm) DAP 2 (cm) Casca 1 (cm) Casca 2(cm)

Altura (m)

1 35 25 0,8 0,8 2,5
2 28 23 0,5 0,5 2,5
3 35 30 0,8 0,8 3,0

 

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2240598 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

NÁUFRAGOS DA MODERNIDADE LÍQUIDA

Qual o próximo centro financeiro? Nos séculos XIII e XIV, foi Bruges, com o advento do mercantilismo; nos séculos XIV a XVI, Veneza, com suas corporações marítimas e a conquista do Oriente; no século XVI, Antuérpia, graças à revolução gráfica de Gutenberg.

Em fins do século XVI e início do XVII, foi Gênova, verdadeiro paraíso fiscal; nos séculos XVIII e XIX, Londres, devido à máquina a vapor e à Revolução Industrial; na primeira metade do século XX, Nova York, com o uso da energia elétrica; na segunda, Los Angeles, com o Vale do Silício. Qual será o próximo?

Tudo indica que o poderio econômico dos EUA tende a encolher, suas empresas perdem mercados para a China, a crise ecológica afeta sua qualidade de vida. Caminhamos para um mundo policêntrico, com múltiplos centros regionais de poder.

A agricultura se industrializa, a urbanização invade a zona rural, o tempo é mercantilizado. Há o risco de, no futuro, todos os serviços serem pagos: educação, saúde, segurança e lazer.

Torna-se difícil distinguir entre trabalho, consumo, transporte, lazer e estudo. A vida urbana comprime multidões e, paradoxalmente, induz a solidão. O salário se gasta predominantemente em compra de serviços: educação, saúde, transporte e segurança.

Antes de 2030, todos se conectarão a todas as redes de informação por infraestruturas de alta fluidez, móveis e fixas, do tipo Google. A nanotecnologia produzirá computadores cada vez menores e portáteis. Multiplicar-se-ão os robôs domésticos.

O mundo envelhece. As cidades crescem. Se, de um lado, escasseiam bens insubstituíveis, de outro, produzem-se tecnologias que facilitam a redução do consumo de energia, o tratamento do lixo, o replanejamento das cidades e dos transportes.

O tempo se torna a única verdadeira raridade. Gasta-se menos tempo para produzir e mais para consumir. Assim, o tempo que um computador requer para ser confeccionado não se compara com aquele que o usuário dedicará para usá-lo.

Os produtos postos no mercado são “cronófagos”, isto é, devoram o tempo das pessoas. Basta observar como se usa o telefone celular. Objeto de multiuso, cada vez mais ele se impõe como sujeito com o poder de absorver o nosso tempo, a nossa atenção, até mesmo a nossa devoção.

Ainda que cercados de pessoas, ao desligar o celular nos sentimos exilados em uma ilha virtual. Do outro lado da janelinha eletrônica, o capital investido nas operadoras agradece tão veloz retorno...

Náufragos da modernidade líquida, há uma luta a se travar no que se refere à subjetividade: deixar-se devorar pelas garras do polvo tecnológico, que nos cerca por todos os lados, ou ousar exercer domínio sobre o tempo pessoal e reservar algumas horas à meditação, ao estudo, às amizades e à ociosidade amorosa. Há que decidir!

Frei Betto (http://domtotal.com/blog/)

“Tudo indica que o poderio econômico dos EUA tende a encolher, suas empresas perdem mercados para a China”. O conectivo que melhor explicita a relação estabelecida entre as duas frases é:

 

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2240542 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A cobertura florestal controla a erosão conservando os solos, e regula a vazão dos rios reduzindo as intensidades dos extremos de estiagem ou de enchentes, tendo um papel fundamental sobre o ciclo hidrológico em uma microbacia. Os efeitos que podem aumentar com o desmatamento da cobertura florestal são:

 

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